quarta-feira, 19 de maio de 2010

Coinvalores elogia reunião com Banco Pine e recomenda compra aos papéis

Por: Equipe InfoMoney
19/05/10 - 18h12
InfoMoney


SÃO PAULO - Na última terça-feira (18), Marco Aurélio Barbosa, analista da Coinvalores, recebeu a superintendente de relação com investidores do Banco Pine (PINE4), Nira Bessler, em uma reunião para analisar os números reportados no primeiro trimestre deste ano.

O bom desempenho da carteira de crédito foi destacado pela superintendente, com alta de 8,3% em relação ao trimestre passado. O analista da corretora espera que a carteira de crédito do banco cresça em sintonia com o mercado. "Há estimativas de que a taxa de crescimento das carteiras de crédito no sistema superem a casa dos 25% este ano", afirma Barbosa.

Apesar das captações terem se tornado mais caras devido à crise na Europa, Bessler menciona que o cenário ainda é positivo e que novas oportunidades devem aparecer no médio prazo. Além disso, a emissão de letras financeiras é considerada interessante na visão do analista da Coin.

Para completar, Barbosa destaca a elevação do Índice de Basiléia (relação entre capital total e volume de empréstimos) do banco durante o trimestre para 18,7%, "muito superior ao mínimo exigido pelo Banco Central", avalia. Deste modo, o Banco Pine poderá alavancar suas operações em um limite confortável, movimento que pode ser traduzido em lucros à instituição.

Recomendação
Avaliando os fatores, o analista manteve a recomendação de compra para os papéis, com preço-alvo de R$ 13,20, o que representa um upside de 29% com base no fechamento de quarta-feira (19).

Ata do FOMC

ATA/FED: BC eleva previsão de crescimento PIB/2010 p/ 3,2% a 3,7%;
ATA/FED: BC corta previsão do núcleo da inflação 2010 a 0,9% - 1,2%;
ATA/FED: Taxa de desemprego deve ficar entre 9,1% e 9,5% no 4ºtri;
ATA/FED: Maioria do Board do Fed favorece vendas de ativos;
ATA/FED: Conselho dividido sobre momento e ritmo de vendas/ativos;
ATA/FED: BC teme que receio c/dívida da Europa prejudique recuperação;

Fonte: AE Broadcast

Gradual lista 13 sugestões na carteira para semana de 19 a 26 de maio

Por: Equipe InfoMoney
19/05/10 - 12h43
InfoMoney


SÃO PAULO - A Gradual Corretora listou 13 ações em seu portfólio recomendado para os pregões de 19 a 26 de maio, substituindo quatro empresas ante a semana anterior, em uma estratégia de posicionamento mais defensivo.

A alocação mais conservadora é justificada pela percepção de que a turbulência dos mercados acionários, provocada pelas incertezas sobre a situação financeira da Europa apesar do pacote de resgate anunciado, deve continuar nas próximas semanas. Entretanto, a corretora avalia que é um bom momento de compra para os investidores de longo prazo, uma vez que "os fundamentos das empresas e da economia brasileira permanecem sólidos e as perspectivas para os próximos anos são positivas".

Alterações na carteira
Na carteira desta semana, a Gradual acrescentou papéis de Petrobras, Cremer, Brasil Foods e Copasa, em substituição a Cyrela, Kroton, Gerdau e Suzano.


Sobre a Petrobras, o destaque vai para a proximidade do fim das dúvidas sobre se o processo de capitalização da empresa será ou não aprovado pelo Congresso, que realiza a votação na semana que vem. A disposição da empresa de fazer a captação de recursos independentemente da decisão é citada e a perspectiva é de que, após a captação, as ações da Petrobras apresentem desempenho melhor que o do mercado.

Já, a inserção das ordinárias da Cremer na carteira deu-se por conta da avaliação positiva da estratégia de adequação da estrutura de capital da empresa, pela atuação operacional e pelo elevado dividend yield.
A recomendação dos papéis ordinários da BR Foods é embasada nos resultados do primeiro trimestre tidos como "bons" e nas boas perspectivas para o ano, com o aumento dos ganhos de sinergia decorrentes da fusão entre Sadia e Perdigão e as cotações de grãos favoráveis. As marcas fortes, a alta geração de caixa e as condições atuais de demanda também são apontados como fatores positivos.

Por fim, a entrada das ordinárias da Copasa na carteira é respaldada pela avaliação de que o nível das ações da empresa é atraente, tendo em vista o desempenho abaixo do mercado e criando um "bom ponto de entrada". Além disso, a posição defensiva do setor vem em linha com a estratégia da corretora para a semana.

Alterações na exposição
A Gradual também aumentou a exposição dos papéis preferenciais da AES Tietê 
de 5% para 15% e reduziu a das preferenciais da Vale de 15% para 5%. No caso da AES Tietê, os destaques são um potencial de valorização bastante atraente e os dividend yields entre os mais altos do mercado. Além disso, a correção da receita pelo IGP-M é vista como positiva, já que protege o investidor do avanço da inflação.

No caso da Vale, apesar de a corretora reconhecer que o ano deve ser positivo para a empresa, com a retomada da demanda chinesa por minério de ferro, as expectativas de novos aumentos de preço e o ritmo de crescimento da produção projetado em 12% ao ano até 2014, a migração do sistema de precificação do minério em um contexto volátil motivou a redução da alocação.

Desempenho da carteira
Nos sete dias anteriores, o portfólio de ações sugerido pela Gradual teve um desempenho negativo de 5,17%, resultado 0,39 ponto percentual acima do Ibovespa durante o período, cuja performance ficou negativa em 5,56%. No ano, a carteira semanal da corretora acumula uma queda de 8,36%, contra recuo de 11,29% do benchmark.
  

Empresa Código Preço-alvo* Upside** Peso ajustado
AES Tietê GETI4 R$ 24,20 30% 15%
Petrobras PETR4 Em revisão --- 10%
Itaúsa ITSA4 R$ 14,70 31% 10%
Lojas Renner LREN3 R$ 52,00 25% 10%
Iguatemi IGTA3 R$ 43,80 53% 10%
EzTec EZTC3 R$ 11,60 54% 10%
Vale VALE5 R$ 57,80 45% 5%
Cremer CREM3 R$ 25,90 45% 5%
BR Foods BRFS3 R$ 29,00 25% 5%
Brookfield BISA3
R$ 10,50 59% 5%
Eucatex EUCA4 R$ 9,10 56% 5%
Marcopolo POMO4 R$ 11,80 45% 5%
Copasa CSMG3 R$ 31,00 42% 5%
* Para o final de 2010
**Potencial de valorização em relação ao fechamento de 18 de maio

ESTRANGEIROS RETIRAM R$ 369,725 MILHÕES DA BOVESPA EM 17/5

São Paulo, 19 - Os investidores estrangeiros retiraram R$ 369,725 milhões da Bovespa na última segunda-feira, dia 17. Naquele pregão, o Ibovespa fechou em queda de 0,86%, aos 62.866,26 pontos, menor patamar desde 5 de fevereiro deste ano (62.762,70 pontos). O giro financeiro totalizou R$ 9,905 bilhões, dos quais R$ 2,42 bilhões referem-se ao exercício de contratos de opções sobre ações.

Em maio, até o dia 17, o déficit de capital externo na bolsa chega a R$ 1,451 bilhão. As compras totalizam R$ 22,790 bilhões e as vendas, R$ 24,242 bilhões. No acumulado de 2010, o saldo de recursos estrangeiros na Bovespa está negativo em R$ 2,733 bilhões. (Eulina Oliveira)

Fonte: AE Brodcast

Após resultados, BTG corta preço-alvo de Magnesita, embora recomende compra

Por: Equipe InfoMoney
19/05/10 - 11h34
InfoMoney


SÃO PAULO – “Estávamos excessivamente otimistas quanto ao aumento dos ganhos”. A frase resume a avaliação do BTG Pactual ante os números do primeiro trimestre registrados pela Magnesita (MAGG3), que fizeram com que o banco rebaixasse seu preço-alvo de R$ 18,00 R$ 14,00 – potencial teórico de valorização de 34,22% frente ao último fechamento -, embora mantenha recomendação de compra para os papéis. 

Edmo Chagas e Antonio Heluany, analistas que assinam o relatório do BTG, apontam o desempenho aquém ao esperado do Ebitda (geração operacional de caixa), que veio 16% abaixo de suas projeções, além de frisarem os valores dos custos dos bens vendidos e das despesas, os quais vieram 3% e 8% acima das estimativas, respectivamente. “A Magnesita reportou um resultado operacional decepcionante”, disparam. 

Corte nas projeções
Os números fizeram com que o BTG cortasse também suas projeções para o Ebitda da companhia. “Nossa estimativa de Ebitda para 2010 declinou para R$ 569 milhões (de R$ 681 milhões anteriores)”. Além disso, diminuíram em 4% e 6% as estimativas para o indicador em 2011 e 2012, respectivamente.

Embora recomende a compra dos ativos da companhia, a dupla prevê que os ganhos devem frear. “Ainda esperamos aumento nos ganhos nos próximos anos, mas em um ritmo mais lento”. Além disso, avaliam que seu “valuation também está menos atrativo em relação aos seus pares do setor siderúrgico”. 

Longo prazo promissor 
No entanto, o pessimismo é deixado de lado quando os analistas abordam o futuro da companhia. “No longo prazo, acreditamos que o outlook da Magnesita continua interessante”, e concluem: “nós vislumbramos potencial de valorização embora haja ausência de gatilhos no curto prazo”.

TRICHET REITERA QUE OBJETIVO DO BCE É MANTER ESTABILIDADE DE PREÇO

Frankfurt, 19 - O presidente do Banco Central Europeu (BCE), Jean-Claude Trichet, reiterou que o objetivo da instituição é manter a estabilidade de preços na zona do euro. Ele fez os comentários em meio às críticas de que o BCE está contribuindo para alimentar a inflação com compra de títulos da dívida soberana no mercado secundário.

"A estabilidade de preços não é só o objetivo primeiro definido em nosso tratado, mas também o que nossas democracias, as pessoas da Europa estão nos pedindo", disse Trichet em Frankfurt. O BCE define estabilidade de preços como uma taxa de inflação anual pouco abaixo de 2% no médio prazo, ou em 18 a 24 meses. As informações são da Dow Jones. (Regina Cardeal)

Fonte: AE Broadcast

Estoques de Petróleo

EUA/DOE: Estoques de Petróleo: 162 mil ; previsão: +500 mil de barris.
EUA/DOE: Estoques de Gasolina: -294 mil; previsão: -900 mil de barris
EUA/DOE: Estoques de Destilados: -979 mil; previsão: +1 milhão de barris
EUA/DOE: Utilização das refinarias: -0,48% ; previsão: 0,30%

Fonte: AE Broadcast

Citi calcula que Petrobras precisa levantar pelo menos US$ 20 bi na capitalização

Por: Equipe InfoMoney
19/05/10 - 10h43
InfoMoney


SÃO PAULO - O Citigroup calcula que a Petrobras (PETR3PETR4) precisará levantar pelo menos US$ 20 bilhões para financiar seu plano de negócios para os próximos anos - esse valor pode ser ainda muito maior, caso a cessão onerosa seja aprovada pelo Congresso brasileiro, mostrou análise divulgada nesta quarta-feira (19).

O relatório assinado por Tereza Mello e Felipe Jiman Koh mostrou que o Citigroup ajustou as estimativas para a empresaincorporando resultados do primeiro trimestre, números de produção menores e nova projeção econômica para o Brasil. Na visão do banco, a proposta de aumento de capital, a ser realizada entre julho e agosto, deve significar uma redução do valor das ações da empresa no curto prazo, mas também representa um aumento significativo do valor da empresa no longo prazo.

Ainda sobre o aumento de capital, os analistas calculam que o tamanho da capitalização depende de dois fatores: o plano de negócios da estatal para o período entre 2010 e 2014, que será divulgado em junho, e a aprovação (ou não) pelo Congresso brasileiro da cessão onerosa, que daria à companhia direitos de explorar as reservas de petróleo do pré-sal e aumentaria muito mais a necessidade de capital da companhia.

Para o financiamento de negócios futuros e a manutenção da relação dívida líquida/capital líquido abaixo de 35%, o banco estima que a empresa precisará levantar no mínimo US$ 20 bilhões.


Estimativas
O Citigroup estima que o lucro líquido da empresa se aproxime de R$ 34,8 bilhões neste ano, enquanto o Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) chegue a R$ 71,2 bilhões. Para 2011 e 2012, as estimativas são de ganhos líquidos de R$ 38,6 bilhões e R$ 45,3 bilhões, respectivamente, e Ebitda de R$ 84,9 bilhões e R$ 102,2 bilhões.


A recomendação para os ativos ordinários da empresa é de compra, mas a avaliação de risco é "elevado". O preço-alvo em 12 meses foi mantido em R$ 56,00, com potencial teórico de valorização de 70,1%, considerando a cotação de fechamento da véspera.

Citi eleva preço-alvo para ações da Hypermarcas e as mantém como top pick

Por: Valter Outeiro da Silveira
19/05/10 - 10h15
InfoMoney


SÃO PAULO – Em relatório de atualização de estimativas, o Citi elevou o preço-alvo para as ações da Hypermarcas (HYPE3), de R$ 31,00 para R$ 32,00 – upside de 30,9%, conforme o último fechamento. O banco reiterou a recomendação de compra para os papéis.

“Mantemos as ações da Hypermarcas em nossa lista 'top picks live!' como a melhor ideia de compra em nosso universo de cobertura”, afirma o analista Carlos Albano, em referência ao viés positivo frente à companhia. 

Atualização e crescimento
  O banco norte-americano lista as principais mudanças em seu modelo: inclusão das últimas quatro aquisições, crescimento orgânico mais elevado, incorporação de mais R$ 2 bilhões no valor da empresa para futuras aquisições.

O analista destaca positivamente a expansão orgânica no conceito “mesmas lojas” (unidades abertas há pelo menos um ano) - a empresa reportou crescimento médio de 29% nessas vendas nos últimos dois trimestres.

Defensiva
“Também acreditamos que a Hypermarcas poderá funcionar como uma ação defensiva para se investir no atual horizonte econômico incerto e volátil”, completa Albano, que apresenta quatro motivos para a segurança.

As razões são as seguintes: 100% da receita focada no mercado doméstico; exposição limitada ao dólar (com apenas 21% da dívida atrelada à moeda norte-americana); forte balanço; e geração robusta de caixa.  

Citi acredita que ações de Cielo e Redecard vão se recuperar

Por: Equipe InfoMoney
19/05/10 - 09h42
InfoMoney


SÃO PAULO – Após despencarem 14% e 11%, respectivamente, as ações da Cielo (CIEL3) e Redecard (RDCD3) devem ter um dia de recuperação nesta quarta-feira (19), segundo a visão dos analistas do Citigroup.

Para Daniel Abut e Ricky Spenber, as fortes perdas vistas no pregão de terça-feira (18) devem ser revertidas depois do Ministério da Justiça esclarecer que o setor não terá nenhum imposto adicional dos atuais.

“Uma vez que não há realmente nenhuma notícia nova na regulação do setor de cartões e com o Ministério da Justiça esclarecendo e reforçando que nada será feito sem o consentimento da indústria, e ainda com o aumento da transparência e competição, nós acreditamos que as ações da Cielo e Redecard devem recuperar a péssima performance de ontem [18/05]”, comentam.

O Citi estima um preço-alvo de R$ 21,50 para a Cielo em doze meses e de R$ 38,00 para a Redecard. Comparando com o preço de último fechamento, as duas ações tem um potencial de valorização de 38,70% e 34,32%, respectivamente.

Entenda
No último pregão, os papéis das duas operadoras de cartões despencaram após uma declaração do ministro da Justiça, Luiz Paulo Barreto, sobre impostos e taxas do setor. O mercado entendeu errado os comentários do ministro ao apreender que novas taxas viriam. Assim, a reação sobre o setor foi rápida e fez com que os dois papeis negociados na BM&FBovespa caíssem fortemente.

Visando esclarecer o desentendimento, o Ministério da Justiça publicou em seu website uma nota comentando o assunto e falando que nenhum imposto novo seria cobrado e que a competição e o diálogo com o setor podem, inclusive, ser benéficos para as companhias e os consumidores brasileiros ao trazer taxas menores.

Abertura do Mercado

Nesta manhã fria e chuvosa em São Paulo, bolsas européias e futuros em NY desanimam aqueles investidores que levantaram da cama esperando por uma manhã de alta. Ontem a ministra Ângela Merkel enfrentou os especuladores e, por força de decreto proibiu a venda a descoberta das ações de dez dos principais bancos da Alemanha e dos CDS de bônus soberanos da Zona do Euro, a partir de hoje. Esta, apesar de, na teoria,  ser uma medida positiva, acabou trazendo mais preocupações, já que levantou percepções de que as coisas podem ser piores do que o imaginado...e o euro sofre! Hoje a moeda atingiu nova mínima em quatro anos, a US$ 1,2134.

A Grécia informou ao mercado que pagou inteiramente o montante de 8,5 bilhões de euros em bônus que tinham vencimento nesta quarta-feira, uma vez em que o país recebeu a primeira parte, de 20 bilhões de euros, de um total de 110 bilhões de euros, do pacote de resgate elaborado pela UE e pelo FMI. Porém, por hora, a notícia é ofuscada pela decisão da Alemanha.

BOLSAS
ÚLTIMO
% 1 DIA
% 1 MÊS
% 3 MESES
% 6 MESES
% 1 ANO
CHINA
2587,807
-0,27%
-9,85%
-14,26%
-22,07%
-21,03%
HONG KONG
19578,98
-1,83%
-7,25%
-1,58%
-13,53%
-10,49%
JAPÃO
10186,84
-0,54%
-7,87%
0,62%
6,67%
-3,41%
ÍNDIA
16408,49
-2,77%
-6,55%
1,34%
-2,25%
-6,05%
IBOVESPA
60841,08
-3,22%
-9,90%
-9,99%
-8,27%
-11,30%
DOW JONES
10510,95
-1,08%
-4,52%
1,04%
1,73%
0,79%
S&P
1120,8
-1,42%
-5,55%
1,05%
2,37%
0,51%
LONDRES
5195,15
-2,11%
-6,45%
-3,04%
-1,38%
-4,02%
PARIS
3525,38
-2,54%
-7,64%
-6,48%
-6,25%
-10,44%
ALEMANHA
6020,86
-2,19%
-1,87%
5,22%
5,59%
1,06%

Ásia

A maioria dos mercados asiáticos fecharam em queda, com a confiança do investidor sendo afetada após novas medidas restritivas anunciadas na Alemanha.
Na China, a Bolsa de Hong Kong caiu 1,8%, impulsionada pelo mau desempenho das ações do banco HSBC, em meio a temores de que a crise Européia possa atingir as instituições financeiras do país e as empresas exportadoras. Com o euro fraco puxando para baixo as ações de empresas exportadoras, a Bolsa de Tóquio atingiu a mínima intraday de três meses e fechou em queda de 0,5%.

Agenda

EUA: Às 9h30 será divulgado o Índice de preços ao consumidor (CPI); às 11h30 o DOE divulga os estoques de petróleo bruto; às 15h o Fed divulga a Ata da última reunião da política monetária de abril.
Brasil: A FGV divulgou nesta manhã o IGP-M com alta de 0,95%, abaixo dos 1,06% esperados, porém quase o dobro do aumento de 0,5% apurado em abril.
Europa: Destaque para o discurso do presidente do Banco Central Europeu (BCE), Jean-Claude Trichet, às 12h.
Japão: Hoje, as 20h50 (de Brasilia) no Japão será conhecido o PIB preliminar do 1º tri10.

Commodities

Metais operando em baixa, com as preocupações com a Europa levando os investidores a saírem de commodities e ações e entrarem no dólar.

COMMODITIES
ÚLTIMO
% 1 DIA
% 1 MÊS
% 3 MESES
% 6 MESES
% 1 ANO
PETRÓLEO - 1o. Venc.
68,22
-1,71%
-20,81%
-14,52%
-11,93%
-14,04%
COBRE
294,7
-2,77%
-12,12%
-13,04%
-5,53%
-12,56%
NIQUEL
22080
7,04%
-15,87%
8,37%
29,19%
19,66%
CRY - CESTA DE COMMODITIES
254,93
0,68%
-8,20%
-8,23%
-7,05%
-10,04%

Brasil

Itaú Unibanco/Itaúsa: os papéis deverão reagir à notícia de que o Bank of America (BoFA) irá vender a participação de 8,4% das ações PN e 2,5% das ON que detém no Itaú Unibanco. A venda ocorrerá por meio de oferta secundária de ADS (recibos de ações negociados no exterior) de circulação restrita e destinada a investidores qualificados. As ações da Itaúsa também deverão reagir à notícia.
Banco do Brasil: ocorre hoje uma assembléia, em SP, para a discussão e aprovação do aumento de capital da instituição financeira. A expectativa é de que o valor alcançado seja de R$ 7,86 bilhões.

PARES
ÚLTIMO
% 1 DIA
% 1 MÊS
% 3 MESES
% 6 MESES
% 1 ANO
PE_RATIO
VALE5
40
-3,87%
-14,03%
-11,31%
-5,88%
-5,21%
20,85625
BHP BILLITON
36,97
-0,73%
-9,28%
-9,83%
-9,50%
-14,26%
18,42929
RIO
62,88
-1,53%
-12,79%
-11,44%
-13,39%
-16,04%
16,03821
XSTRATA
947,2
-6,17%
-12,82%
-12,90%
-11,48%
-15,50%
54,01124
ANGLO AMERICAN
2545,5
-4,27%
-9,27%
3,58%
0,73%
-6,10%
17,98656
PARES
ÚLTIMO
% 1 DIA
% 1 MÊS
% 3 MESES
% 6 MESES
% 1 ANO
P/L
PETR4
29,22
-2,11%
-10,91%
-14,93%
-24,10%
-20,36%
8,298119
SHELL
21,59
-1,35%
-8,40%
5,37%
4,53%
2,32%
11,12889
BP
531,6
-0,45%
-7,63%
-8,55%
-8,58%
-11,40%
7,069931
CHEVRON
76,8475
-1,14%
-5,64%
3,78%
-0,64%
-0,19%
11,45268


Mercados amanhecendo pesados, com os investidores preocupados com as novas medidas contra especulações adotadas pela Alemanha.Segundo analistas, com ess as medidas o governo alemão consegue impedir especulações contra alguns ativos, porém deixa o caminho livre para estes movimentos migrarem para o euro, o que pode afundar ainda mais a moeda do mercado comum. Além disso, a medida pode desestimular investimentos na região. De olho no discurso do Trichet, às 12h. Nos EUA, a Ata do FOMC, às 15h pode trazer volatilidade aos mercados.

Apesar de uma abertura feia, bom ficar atentos para uma possível virada do mercado para um repique, o que não seria nenhum absurdo neste mercado.