quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Banco introduz preço-alvo de R$ 12,70 para ações da TIM em 2012

31 de agosto de 2011 • 16h03Por: Fernando Ladeira de Azevedo
SÃO PAULO – Ao incorporar novas perspectivas macroeconômicas para a TIM (TIMP3), bem como o resultado do segundo trimestre e a aquisição da Atimus, o Itaú BBA embutiu o preço-alvo de R$ 12,70 para o final de 2012, frente aos R$ 10,00 para este ano. O potencial teórico de valorização é de 31,46% sobre o preço de fechamento da última terça-feira, enquanto a recomendação de outperform foi mantida.

Operação de COMPRA de FIBR3


COMPRA de FIBR3
Condição de entrada: R$15,60
Condição de stop: rompimento dos R$ 14,79
Motivo da operação: Papel rompe resistência com volume crescente nos últimos dias. Objetivo no fechamento de um gap no intraday.
Tipo da operação: Swing  trade curto.
Objetivos: R$ 16,29 e R$ 17,64.

Operação de COMPRA de SANB11


COMPRA de SANB11
Condição de entrada: R$15,30
Condição de stop: rompimento dos R$ 14,84
Motivo da operação: Papel rompe resistência com volume crescente nos últimos dias. Bandas de bolinger abrindo. Stop de acordo com intraday.
Tipo da operação: Swing  trade curto.
Objetivos: R$ 15,93 e R$ 16,80.

Novidades nas carteiras recomendadas


Ativa

HSBC eleva preço-alvo para BrasilAgro, guiado pela valorização de terras

SLW

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Operação de COMPRA de RSID3 para 31/08/2011


COMPRA de RSID3
Condição de entrada: rompimento dos R$ 12,10
Condição de stop: rompimento dos R$ 10,35
Motivo da operação: Rompimento de topo anterior com aumento de volume.
Tipo da operação: Swing  trade médio.
Objetivo imediato: Próximo dos R$ 13,03.
COMPRA de PDGR3
Condição de entrada: R$ 7,28
Condição de stop: rompimento dos R$ 6,76
Motivo da operação: Papel rompe média de 9 períodos após virar a mesma para cima no dia de ontem. Expectativa de continuação de movimento de alta.
Tipo da operação: Swing  trade curto.
Objetivos: R$ 7,79 e R$ 8,00.

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Bradesco aumenta em 10% valor do dividendo pago a acionistas

29/08/2011 - 14h05
DO VALOR ONLINE

O conselho de administração do Bradesco aprovou o aumento de 10% do valor do dividendo pago mensalmente aos acionistas.

Com isso, os proventos das ações ordinárias passam de R$ 0,013 para R$ 0,014 por papel e das preferenciais, de R$ 0,014 para R$ 0,015 por ação.

De acordo com o comunicado enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), os novos valores passam a vigorar já para os dividendos referentes ao mês de setembro, que serão pagos no dia 3 de outubro, com base na posição acionária do dia primeiro de setembro.

As ações passarão a ser negociadas como "ex-dividendos" a partir do dia 2 de setembro.

Ágora recomenda compra para ações da Santander, com preço-alvo de R$ 17,00

26 de agosto de 2011 • 12h21Por: Equipe InfoMoney
SÃO PAULO - Ágora reiterou recomendação de comprados papéis do Santander (SANB11), em resposta aoprograma de recompra das units do banco  anunciado nesta quinta-feira (25). A corretora projeta um preço-alvo de R$ 17,00 para o final de 2011, o que implica um potencial de valorização de 19,21% em relação ao último pregão.

Ações do Banco do Brasil e Banrisul são preferência da Planner no setor financeiro

25 de agosto de 2011 • 15h17Por: Equipe InfoMoney

SÃO PAULO - Avaliando os dados de crédito paraveículos divulgados nesta semana, a Planner afirmou na última quarta-feira (24) sua preferência pelos papéis do Banco do Brasil (BBAS3) e Banrisul (BRSR6) dentro do setor financeiro nacional. De acordo com Francisco Kops, o aumento da inadimplência de crédito voltado para veículos no primeiro semestre do ano pode afetar mais os bancos que são destaque neste tipo de produto, como Itaú Unibanco (ITUB4) e Daycoval (DAYC4). 

Segundo dados publicados no jornal Valor Econômico, o crédito para veículos caiu no primeiro semestre, comparado com o mesmo período de 2010, e a inadimplência aumentou, em decorrência do aumento da inflação e o encarecimento das outras linhas de crédito como cartão de crédito e empréstimo pessoal. Os números apontam um salto na inadimplência de 2,6% em janeiro para 3,8% em junho. 

De acordo com Kops, "o crédito para veículos é o primeiro a sofrer com uma piora no cenário macroeconômico. Os consumidores de baixa renda deixam para depois a compra do veículo, já que com o orçamento mais apertado tem que dar prioridade para itens básicos como alimentação e moradia". 

O relatório ainda mostra que o aumento no consórcio de veículos não foi suficiente para compensar a queda no CDC (Crédito Direto ao Consumidor). A desaceleração do crédito já era aguardada, porém, o que não ocorreu foi uma migração do CDC para o leasing de veículos, um movimento historicamente comprovado, conclui o analista. 

Ágora tem recomendação de compra para Iguatemi, com preço-alvo de R$ 49,50

25 de agosto de 2011 • 15h33Por: Equipe InfoMoney

SÃO PAULO - O programa de recompra de ações da Iguatemi (IGTA3), aprovado pelo conselho de administração da companhia na última quarta-feira (24), foi visto pela Ágora com otimismo.  A corretorarecomenda a compra dos papéis da companhia, com preço-alvo de R$ 49,50 para final de 2011, o que implica em um potencial de valorização de 51,84% em relação ao último fechamento. 

A operação faz parte do "Plano de Opção de Compra de Ações da Companhia", aprovado pela assembleia geral da empresa em 2006. A Iguatemi pretende adquirir até 600 mil ações ordinárias. De acordo com Wilson Lapa, analista da Ágora, o objetivo da operação corresponde a 0,76% das ações ordinárias da companhia  em circulação no mercado.  O prazo para recompra dos papéis vai até 22 de agosto de 2012. 

Com uma analise mais neutra, a Ativa avalia que a totalidade dos papéis passíveis de serem recomprados tem um volume reduzido. Porém, a analista Julia Monteiro pondera que a operação poderá elevar o retorno para os acionistas no longo prazo, além de sinalizar ao mercado otimismo com relação ao desempenho da Iguatemi. 

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Ágora eleva preço-alvo das ações da Telesp e mantém recomendação de compra

24 de agosto de 2011 • 09h35Por: Equipe InfoMoney

SÃO PAULO - Dando continuidade ao processo de revisão do setor de telecomunicações, a Ágora Corretora aumentou o preço-alvo das ações da Telesp (TLPP4) e manteve a recomendação de compra. Com isso, o target price dos papéis da companhia previsto para dezembro de 2011 passou de R$ 53 para R$ 58, o que representa um potencial de valorização de 22,46%frente ao fechamento de terça-feira (23).

"Mantemos nossa visão positiva para o setor, com destaque para a previsível geração de fluxo de caixa, principalmente pelo contínuo crescimento da telefoniamóvel", afirma o analista Wilson Lapa, por meio de relatório.

Telefonia móvel é destaque
A corretora espera que a incorporação da Vivo alcance R$ 9,36 bilhões em ganhos de sinergia. Desta forma, Lapa acredita que a Telesp continue entregando resultados positivos, em especial com a telefonia móvel, "uma vez que a empresa se destaca perante as demais, com sua forte base de clientes no segmento pós-pago".

Norteando o desempenho da Telesp, os serviços móveis devem apresentar crescimento esperado de 7,2% em 2012 na comparação com o aguardado para 2011, e o serviço de dados uma evolução de receita de 30,9% ante este ano, o que, segundo a Ágora, pode evitar uma queda mais agressiva da ARPU (receita média por usuário) da empresa.

No setor de telefonia fixa, a expansão anual deve ser mais leve, de 1,4% para os próximos quatro exercícios. Por outro lado, o analista considera que o setor de serviço de dados e TV por assinatura podem amenizar a deteriorização nas margens operacionais desse segmento.

Telesp em números
Sobre o Ebitda (geração operacional de caixa) da companhia, a Ágora projeta crescimento médio para os próximos quatro anos de 7,9%, e que a margem Ebitda fique acima de 38% a partir de 2013, quando todos os ganhos de sinergia tiverem sido incorporados pela Telesp.

Pelas perspectivas da corretora, o lucra líquido da empresa deve somar R$ 5,7 bilhões no ano que vem, superior ao resultado projetado para este ano, de R$ 5,3 bilhões.

"Acreditamos que a Telesp continua pagando bons dividendos, com payout estimado de 100%, e dividend yield superior a 10% para 2011 e 2012", afirma o analista.

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Ágora vê cenário favorável para a Positivo e recomenda a compra de suas ações

23 de agosto de 2011 • 14h23Por: Equipe InfoMoney

SÃO PAULO -  A Ágora Corretora revisou, na última segunda-feira (22), suas projeções para a Positivo (POSI3), estimando um preço-alvo de R$ 7,50 para o final deste ano - o que configura um potencial de valorização de 46,48% em relação ao último fechamento (R$ 5,12). De acordo com o analista Wilson Lara, a empresa pode registrar melhoras nas suas margens operacionais, depois de ter registrado margens Ebitda (relação percentual entre receita líquida e geração operacional de caixa) negativas nos últimos trimestres.

Segundo Lapa, o mercado brasileiro ainda não está consolidado e abre espaço para novos players no setor de tecnologia. Porém, a diversificação das operações da empresa contribuiu para as projeções otimistas. Em 2011, a Positivo começou a operar na Argentina , através de uma joint venturecom a BGH. "Vemos como positivo o fato da Positivo estar diversificando suas operações, como no caso da Argentina, mesmo que o volume das vendas ainda seja pequeno, representando 6% das receitas de 2012", pondera o analista

A Ágora estimou para 13,7% a participção da empresa no mercado em 2011 (queda de 0,7 p.p na comparação com 2010), e aumento de 9,6% para o número de unidades vendidas. As projeções da corretora ainda demonstram uma evolução nas vendas de unidades de desktops e notebooks no Brasil para 15,8 milhões em 2011, aumento de 14,9% em relação a 2010.

Riscos
Na visão de Lapa, o principal risco para a Positivo está no fato de o segmento que a empresa está presente ser "difícil de atuar". Segundo ele, isso ocorre porque o mercado possui poucas barreiras para novas empresas, facilitando assim o aumento no número de competidores internacionais e dificultando a barganha com revedendores. Além disso, o analista ressalta que o setor é altamente sensível a fatores ligados a inflação e disponibilidade de crédito por parte do consumidor final.  

Ágora vê cenário favorável para a Positivo e recomenda a compra de suas ações

23 de agosto de 2011 • 14h15Por: Equipe InfoMoney

SÃO PAULO - O Itaú BBA elevou a recomendação dada às ações da Totvs (TOTS3), que passaram a ser classificadas como "outperform" (performance acima da média do mercado). O banco também incorporou o novo preço-alvo previsto para dezembro de 2012, de R$ 44,10 - target para o final deste ano era de R$ 37,10 -, o que implica em um potencial de valorização de 71,19%, tendo como base a cotação do fechamento da última segunda-feira (22).

Seguindo os analistas Susana Salaru e Carlos Constantini, o novo preço-alvo deve-se aos resultados do 2T11, bem como as novas perspectivas macroeconômicas adotadas por eles. Já a nova recomendação deve-se a outros diversos fatores, entre eles o fraco desempenho das ações no ano, apesar do perfil defensivo da companhia, "caracterizado pela previsibilidade e pela proteção à inflação de sua geração de caixa".

Em 2011, os ativos TOTS3 recuaram mais de 20%, praticamente em linha com o Ibovespa, mas bastante abaixo do índice de Utilities, que registra queda inferior a 1% no período. 

Perfil defensivo
Conforme explicam os analistas do Itaú, uma parte considerável das receitas da Totvs é proveniente da manutenção do software de gestão empresarial ERP (sistemas de gestão integrada), que responde por 45% das receitas totais da companhia, combinando três características defensivas importantes: resiliência, previsibilidade e proteção contra inflação.

"Ferramenta vital para os negócios das empresas e independente do cenário econômico, a manutenção do ERP para as companhias se torna ainda mais importante em tempos de crise, com a necessidade de exercer um controle ainda maior sobre seus processos. Além disso, os contratos de manutenção são indexados ao IGP-M (Índice Geral de Preços do Mercado) e são reajustados anualmente de acordo com os aniversários dos contratos", afirmam Susana e Constantini.

Iniciativas internas podem melhorar os ganhos
Para o Itaú BBA, duas iniciativas internas, que ainda não são levadas em conta no modelo da instituição financeira, poderiam elevar as perspectivas para a companhia. A primeira é em relação ao foco nas estratégias de vendas cross-selling e upselling, depois de unificar seu portfólio de produtos.

A segunda é a eliminação de tecnologia de terceiros em produtos herdados da Datasul. Os analistas esperam por uma queda nos custos de licença com a Totvs utilizando tecnologia própria.

"Plano Brasil Maior" diminuirá impostos
Por fim, Susana e Constantini destacam o "Plano Brasil Maior", anunciado pelo governo brasileiro no começo de agosto, com um pacote de medidas destinadas a reforçar a competitividade das empresas do país é citado como outro fator importante para a companhia.

Entre as vantagens, está a redução dos impostos sobre os salários de empregados das empresas de softwares, que poderia limitar o desenvolvimento de softwares fora do Brasil e a competição informal, além de aumentar a retenção de empregados, argumentam os analistas. Contudo, eles afirmam que, embora os efeitos venham a ser positivos, ainda é difícil prever qual será o real impacto nos resultados da Totvs, tendo em vista que o projeto ainda encontra-se em fase embrionária.

Novidades nas carteiras recomendadas para essa semana

Ativa

Concórdia
Concórdia inclui ALL e CPFL em suas carteiras sugeridas para a semana

Socopa
XP

Concórdia avalia resultado mensal da Randon e mantém recomendação de compra

19 de agosto de 2011 • 16h12Por: Equipe InfoMoney

SÃO PAULO – A Randon (RAPT4) reportou um aumento de 9,3% na receita líquida do mês de julhodeste ano, atingindo total de R$ 352,1 milhões, resultado, que na avaliação dos analistas da Concórdia, é positivo para a companhia.

Na análise da corretora, o desempenho das vendas da companhia no mês de julho foi "muito bom", pois a Randon conseguiu superar a base de comparação do mesmo mês de 2010 e registrar um total superior ao mês de junho, em relação as vendas líquidas por dia útil.

De acordo com os analistas, a Randon já atingiu 62,3% do guidance fornecido para a receita bruta no ano e 61,6% para a receita líquida. "Apesar de acreditarmos que as suas vendas tendem a desacelerar ao longo do ano, esperamos que a Randon atinja suas metas para 2011".

Recomendação
A partir destes resultados, a Concórdia mantém a recomendação de compra para as ações da RAPT4, sendo o preço alvo de R$ 16,57, o que representa um upside (potencial teórico e valorização) de 78,94% em relação ao fechamento da véspera.

Operação de VENDA de BBAS3

VENDA de BBAS3
Condição de entrada: R$24,63
Condição de stop: rompimento dos R$ 25,92
Motivo da operação: Papel respeita resistência e tem as médias viradas para baixo. Expectativa de retomada da queda.
Tipo da operação: Swing  trade curto.
Objetivos: R$ 23,40 e R$ 22,46.

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Santander atribui preço-alvo de R$ 34,00 para Ultrapar e ressalta fator defensivo

22 de agosto de 2011 • 15h43Por: Fernando Ladeira de Azevedo

SÃO PAULO – O Santander atribuiu um preço-alvo de R$ 34,00 para as ações da Ultrapar (UGPA3) no final de 2012, o que implica um potencial teórico de valorização de 26,15% sobre a cotação do fechamento de sexta-feira (19), frente aos R$ 34,40 para o término deste ano.

"Em nossa opinião, a Ultrapar oferece resistência sólida em nosso setor durante a volatilidade e incertezaeconômica atual, motivo pelo qual reiteramos nossa recomendação de compra para as ações", escreve Vicente Falanga Neto em relatório.

analista ressalta positivamente a disciplina de capital e a posição financeira sólida da companhia, com uma relação dívida líquida sobre Ebitda (geração operacional de caixa) de 1x a 1,5x. Além disto, a avaliação do preço-alvo foi baseada em premissas conservadoras, "com múltiplos negociados praticamente em linha com os níveis históricos", escreve em relatório.

Proteção a momentos de incerteza econômica
Por fim, a companhia possui resistência na maioria de seus segmentos em tempos de volatilidade e incerteza, destaca Falanga Neto, como por exemplo o investimento e a expansão da Ipiranga na região Centro-Oeste, Nordeste e Norte, o que deve aliviar a pressão de uma economia em desaceleração, revela.

O analista ressalta ainda que o aumento da população, a depreciação do real e armazenagem de produtos devem beneficiar os segmentos Ultragaz, Oxiteno e Ultracargo, respectivamente.