terça-feira, 11 de maio de 2010

Ativa revela otimismo em relação ao crescimento dos bancos em 2010

Por: Equipe InfoMoney
11/05/10 - 19h28
InfoMoney


SÃO PAULO – Com o objetivo de reunir informações sobre as perspectivas para o setor de bancos no ano de 2010, os analista da Ativa Corretora realizaram visita na última quinta-feira (6) e sexta-feira (7) aos bancos Santander, Itaú Unibanco e Pine, como também participaram do Bradesco Day. Segundo os analistas, houve um consenso por parte dos bancos em relação às boas perspectivas para o setor como um todo.

As expectativas positivas em relação ao setor são em função do crescimento do crédito no País, melhora na carteira de empréstimo, queda da inadimplência e a expectativa de elevação da taxa de juro. “De uma forma geral, as instituições se mostraram bastante animadas com as perspectivas de crescimento do crédito imobiliário e setor de seguros”, finalizam.

Confira os principais pontos abordados no encontro: 
Bradesco
Ser mais agressivo nas concessões de crédito é um dos objetivos do banco para o ano de 2010. Além disso, a instituição acredita na queda da inadimplência, que, após atingir o pico de 5% em dezembro do ano passado, já está próxima de 4% em março de 2010.


Santander
Os analistas esperam que o banco reduza sua base de custos abaixo de R$ 2,4 bilhões, número divulgado no guidance oficial. "Acreditamos que poderemos ter uma surpresa positiva no final do ano, com a possibilidade de revisão desse guidance para cima". Além disso, o banco está realizando algumas reestruturações a fim de elevar sua carteira de crédito já no próximo trimestre.


Itaú Unibanco
Os analistas acreditam em um aproveitamento maior das sinergias vindas do Unibanco, que atualmente registra 80% de aproveitamento. “Acreditamos que o referido percentual é passível de atingir 90%”, finalizam.


Pine
A forte recuperação das concessões de crédito, queda da inadimplência e menores despesas com cessões de carteiras reservam um ano positivo para a empresa.

Analistas avaliam resultado da Duratex como positivo e destacam reajuste de preço

Por: Equipe InfoMoney
11/05/10 - 18h58
InfoMoney


SÃO PAULO - Reportando um avanço de 51,2% no lucro líquido durante o primeiro trimestre, a Duratex (DTEX3) teve seus resultados comentados por analistas nesta terça-feira (11). Com recomendações divergentes, o consenso ficou por conta da surpresa com o reajuste dos preços da divisão madeira e Deca, anúncio que foi bem avaliado pelos analistas.

Para os analistas da Ativa e da Coinvalores, o resultado foi positivo. Já a equipe do Citigroup consideraram o resultado em linha com o esperado no plano operacional e destacaram as sinergias com a Satipel e a dívida líquida "saudável'. Os analistas da Itaú Securities também elogiaram os quesitos, mas lembraram que o mercado já estava esperando um cenário sólido, e a expectativa é de reação neutra ao que foi reportado.

Sinergias com Satipel
A equipe da Ativa destacou o ganho na margem Ebitda (relação percentual entre geração operacional de caixa e receita líquida), que foi atribuída ao ganho de sinergia com a Satipel. Citando os resultados consistentes, combinados com a recente queda das ações da empresa, a equipe elevou a recomendação do papel de venda para neutra, com preço-alvo de R$ 17,50.

Segundo Luiz Vallarino, do Citigroup, as sinergias foram capturadas mais rápido do que o esperado, refletindo, juntamente com melhores volumes, na expansão na margem Ebitda de 27,8% para 32,3% na comparação anual.

Para Sandra Peres, da Coinvalores, a integração se mostrou eficiente, pois, além de aumentar a capacidade de produção, trouxe vantagens em função do ganho de escala - como maior poder de negociação com fornecedores e diversificação geográfica.

Reajuste de preços
Na teleconferência após a divulgação dos resultados, a empresa anunciou reajuste de 10% para a linha da divisão Madeira e de 5% para os produtos Deca, valendo já a partir de 1º de maio.

Com relação à Madeira, trata-se do segundo reajuste praticado no ano. Já para a Deca, também foi ressaltado a expansão em cerca de 20% na capacidade instalada - o que representa, segundo a equipe da Ativa, um Capex (gastos com investimentos) de R$ 100 a R$ 120 milhões ao longo deste ano. Vallarino, do Citigroup, enfatizou os volumes sólidos e a alta capacidade utilizada.

Dívida líquida
A empresa apresentou também queda na dívida líquida, passando de R$ 1,1 bilhão no quarto trimestre de 2009 para R$ 1 bilhão nos três primeiros meses deste ano. Assim, a relação entre dívida líquida e patrimônio líquido chegou a 41,6%.

Tanto no Ebitda (geração operacional de caixa), quanto na receita líquida, o crescimento se manteve. O primeiro montante totalizou R$ 196,11 milhões, alta de 46,4% na base anual. Já a segunda cifra mostrou expansão de 17,8%, ao somar R$ 606,58 milhões.

Recomendações
Otimista, Sandra Peres afirma que a empresa é a "mais bem posicionada, frente outros players internos, para digerir a maior demanda do mercado". Além das sinergias, a recuperação dos preços e o cenário macroeconômico foram destacados pela analista, que recomenda a compra da ação.

O analista do Citi manteve a recomendação de manutenção para o papel, apesar de ver catalisadores de curto prazo que não estão incorporados ao preço da ação. Já as projeções foram atualizadas, com redução do lucro líquido esperado - em função de retornos de posição de capital terem sido superestimados, explica Vallarino.

Renata Faber e Fernando Abdalla, do Itaú, acreditam que o resultado foi neutro, mas os prospectos de aumento de preço são positivos, e refletiram na decisão da equipe de não rebaixar a projeção de preços da companhia. Assim, a recomendação foi mantida em outperform (exposição acima da média), com preço-alvo de R$ 19,50 para o final de 2010.

Gávea Investimentos adquire 14,5% da Odebrecht Realizações Imobiliárias

Por: Equipe InfoMoney
11/05/10 - 17h35
InfoMoney


SÃO PAULO - A Gávea Investimentos, gestora do ex-presidente do Banco Central Armínio Fraga, confirmou ao Portal InfoMoney a compra de 14,5% da Odebrecht Realizações Imobiliárias, braço imobiliário da construtora. O valor de negócio, no entanto, não foi divulgado.

Após a aquisição, a Gávea passará a ter dois assentos no conselho de administração da empresa, enquanto a Odebrecht S/A ocupa cinco cadeiras.

BR Malls: Ativa avalia como positiva participação na Via Brasil e recomenda papéis


Por: Rafael de Souza Ribeiro
11/05/10 - 16h59
InfoMoney



SÃO PAULO - Na última quinta-feira (10), a BR Malls (BRML3) anunciou a compra de 49% de participação no Via Brasil Shopping, localizado na região de Irajá (RJ) e com ABL (Área Bruta Locavel) inicial de 29.000 m2.


Por um investimento de R$ 102,9 milhões, a empresa espera adicionar cerca de R$ 12,2 milhões entre NOI (receita operacional líquida) estabilizado e receita de serviços, sendo que o empreendimento deverá ser inaugurado em abril do ano que vem.


Com base nas projeções estipuladas pela BR Malls, a analista Juliana Campos, da Ativa Corretora, considera os dados operacionais como positivos para a empresa, tendo em vista a relação de múltiplos.


Preço atraente
Comparando o múltiplo EV/(NOI estabilizado + receita de serviços) do empreendimento em relação ao registrado pela BR Malls em 2009, a analista chegou em um deságio de 32,4%, relação positiva em termos de preço.



O shopping está localizado em uma região bastante populosa de classe média e média baixa, com elevado potencial de consumo, afirma a analista, tendo em vista o crescimento exponencial da classe nos últimos tempos no Brasil.


Com isso, a corretora recomenda exposição aos papéis da BR Malls, que, segundo a analista, negocia com desconto de 18% frente aos pares do setor em relação ao histórico do EV/Ebitda, atualmente em 14,6x.

Aposta da Ativa é de forte evolução no resultado trimestral da Positivo

Por: Equipe InfoMoney
11/05/10 - 15h48
InfoMoney

SÃO PAULO - A Ativa Corretora apresentou suas expectativas para o resultado trimestral da Positivo Informática (POSI3), que será divulgado na noite desta terça-feira (11). Incorporando em suas projeções os dados operacionais divulgados pela companhia em abril relativos ao 1T10, a corretora espera ver forte evolução nos números a serem reportados nesta sessão, principalmente para o lucro e o Ebitda (geração operacional de caixa).

De acordo com a analista da Ativa especializada no setor de tecnologia, Luciana Leocadio, a prévia divulgada pela Positivo mostrou uma performance robusta no período entre janeiro e março deste ano, "cabendo destacar o forte desempenho das entregas para o governo, que responderam por 25,6% das vendas registradas pela companhia no período, levando a um crescimento de receita de 31%" na comparação com o mesmo quarto de 2009.

Além disso, Luciana espera ver um Ebitda de R$ 57,7 milhões, o que sinaliza uma evolução de 596% em relação ao número visto há 12 meses, refletindo um melhor preço médio obtido pela empresa nos contratos com o governo. Seguindo a tendência de crescimento em três dígitos, o lucro líquido deverá ficar em R$ 38,6 milhões - alta de 348% na mesma base de comparação.

Notebooks e desktops
A analista da Ativa espera que o volume total de PCs (Personal Computers) chegue a 426 mil neste primeiro trimestre - alta de 32% na comparação com o mesmo período de 2009. Desse montante, 285 mil deverão ser de desktops, enquanto que os outros 141 mil serão de notebooks - revelando um crescimento de 32% e 31%, respectivamente, na mesma base comparativa.

Confira os números esperados pela corretora:
(em R$ milhões) 1T10E 1T09 Variação
Receita Líquida 531,4 406,7 +31%
Ebitda 57,7 8,3 +596%
Lucro Líquido 38,6 8,6 +348%

Corretora eleva preço-alvo para LLX, considerando novo estudo sobre empresa

Por: Equipe InfoMoney
11/05/10 - 12h49
InfoMoney

SÃO PAULO - A corretora Itaú revisou as estimativas para a LLX Logística (LLXL3), incorporando novas estimativas macroeconômicas e um novo estudo sobre a companhia feito pela Verax, mostrou análise divulgada na segunda-feira (10).

O relatório assinado por Renata Faber e Fernando Abdalla mantém a recomendação "outperform" (desempenho acima do mercado) para as ações da empresa, mas eleva o preço justo para R$ 10,80, ante R$ 9,30, tendo como base o final do ano. Considerando a cotação de fechamento da véspera, o potencial teórico de valorização é de 32,5%.

Mudanças consideradas
O estudo da Verax considera uma nova capacidade de processamento no porto de Açu de até 800 mil barris de petróleo por dia em 2015. Para a corretora, somente esse novo negócio já respondeu por R$ 0,90 do aumento do preço justo. Vale lembrar, entretanto, que a Itaú Corretora considera apenas metade do volume previsto pela empresa.


As perspectivas de tratamento de petróleo, junto à reavaliação de projetos, também motivou um aumento das estimativas para o Capex (capital de investimento) para R$ 6,1 bilhões, ante R$ 4,9 bilhões.

A LLX aumentou ainda a área locável em Açu para 5.424 hectares, contra 2.944 hectares. Essa área será destinada aos negócios de petróleo e à instalação de novas indústrias que não eram consideradas no estudo anterior.

Citigroup eleva preço-alvo da Copel para R$ 42,00, antes de divulgação de resultados

Por: Equipe InfoMoney
11/05/10 - 10h02
InfoMoney


SÃO PAULO - O Citigroup elevou o preço-alvo das ações da Copel (CPLE6) de R$ 40,74 para R$ 42,00, antes da publicação dos resultados da empresa, mostrou relatório divulgado na segunda-feira (10).

A nova estimativa tem implícito um potencial teórico de valorização de 18,31%, considerando a cotação de fechamento de segunda-feira. A recomendação permanece como "manutenção".

Entre os principais responsáveis pela alteração, a análise assinada por Marcelo Britto considera um reajuste negativo de tarifas em junho 2010, além da revisão tarifária que deve ocorrer em 2011.

Estimativas para os resultados
Para o balanço do primeiro trimestre, a ser divulgado na próxima quarta-feira (12), são estimados lucro líquido de R$ 221 milhões, Ebitda (geração operacional de caixa) de R$ 421 milhões e receita líquida de R$ 1,517 bilhão.

Pão de Açúcar: diante de resultados, Citi enaltece forte desempenho do Ponto Frio

Por: Equipe InfoMoney
11/05/10 - 09h44
InfoMoney


SÃO PAULO – Na visão do Citigroup, os resultados do primeiro trimestre de 2010 listados pelo Pão de Açúcar (PCAR5) foram bons, em especial o desempenho registrado pelo Ponto Frio – adquirido em junho de 2009 pelo varejista.

No entanto, o banco reitera sua recomendação de manutenção às ações, devido ao entrave nas negociações com a Casas Bahia. É mantida também a projeção de preço-alvo de 12 meses, em R$ 79,00 – potencial teórico de valorização de 31,7% frente ao último fechamento.

Em seu relatório, assinado pelos analistas Carlos Albano e Marcio Kawassaki, o Citi ressalta o forte desempenho do grupo no segmento “mesmas lojas” (lojas abertas há pelo menos um ano) e no Ebitda (geração operacional de caixa), o qual mostrou-se 16% acima das projeções do banco.

Além disso, os dois destacam o avanço de 23% nos ganhos por ação do Pão de Açúcar. Para os analistas, estes números refletem “uma saudável melhoria no Ponto Frio, mas menores margens na rede Assai”.

Grupo Pão de Açúcar
Avaliando o resultado separadamente, Albano e Kawassaki destacam que o Grupo Pão de Açúcar obteve uma ascensão de 23% nas vendas líquidas em relação aos três primeiros meses de 2009, “devido à boa performance de mesmas lojas mas também à abertura de 14 novas lojas Assai”.
Ademais, os analistas avaliam que “embora a margem bruta tenha recuado, a margem Ebitda permaneceu praticamente estável em 6,6% devido a menores despesas gerais e administrativas”.

Ponto Frio: a bola da vez
Os analistas enaltecem o bom desempenho registrado pelo Ponto Frio: “foi o principal destaque positivo do resultado”. Dessa forma, destacam a elevação nas vendas, tanto nas lojas físicas quanto no segmento virtual - e-commerce. Além disso, apontam a melhor performance na margem bruta e na margem Ebitda.

Assai: novas lojas; menor margem
Quanto ao Assai, o banco exalta o avanço na receita bruta – “devido à abertura de 14 novas lojas neste ano” -, mas avalia negativamente a queda na margem Ebitda, que ocorreu, segundo os analistas, “devido ao desproporcional aumento nas despesas operacionais e à sazonalidade desfavorável”.

FIC e guidance
Albano e Kawassaki também destacam a elevação no patrimônio do FIC (braço financeiro do grupo, uma joint venture com o Itaú) e, por fim, o forte guidance da companhia para o restante do ano. Mas ponderam que “a empresa ainda precisa de uma aceleração razoável de abertura da loja, a fim de atender às orientações”.

Bom desempenho, mas temores quanto à fusão
Em conclusão, o relatório avalia que a companhia listou um bom resultado, “onde o principal destaque foi claramente foi a guinada bem sucedida do Ponto Frio, que vem ocorrendo mais rápido do que o esperado”.

No entanto, o otimismo dá lugar a um certo receio quando o tema é Casas Bahia. “Acreditamos que o desempenho das ações ainda é bastante dependente da fusão com a Casas Bahia, que ainda é incerta”.

Dados Econômicos

Dados Econômicos

EUA: 11:00 – Estoques no atacado; esperado 0,5%; efetivo 0,4%
EUA: 11:00 - Otimismo econômico; esperado 48.4; efetivo 48.7

Próximo dado:
EUA: 18:00 – ABC Confiança do Consumidor

Abertura do Mercado

Após a “explosão” dos mercados ontem mundialmente, hoje os investidores acordam mais cautelosos e nem tanto famintos por ativos de risco como vimos na segunda-feira. O euro já volta a operar abaixo de 1.27 níveis muito próximos antes do aviso do mega pacote de ajuda ao continente europeu e conseqüentemente à sua moeda. Investidores agora se perguntam se esse pacote é o suficiente para resgatar os países que precisarem, se precisarem de ajuda. E se foi feito um pacote tão grande qual é o real tamanho do “buraco” e quando esse vai aparecer. Bom incertezas e volatilidade ainda estarão muito próximas do nosso dia a dia pelos menos nas próximas semanas.

BOLSAS

ÚLTIMO
% 1 DIA
% 1 MÊS
% 3 MESES
% 6 MESES
% 1 ANO
CHINA
SHCOMP Index
2647,573
-1,90%
-7,77%
-11,32%
-16,62%
-19,21%
HONG KONG
HSI Index
20146,51
-1,37%
-4,56%
-0,71%
-10,96%
-7,89%
JAPÃO
NKY Index
10411,1
-1,14%
-5,84%
4,49%
5,46%
-1,28%
ÍNDIA
SENSEX Index
17141,53
-1,09%
-2,38%
6,12%
1,73%
-1,85%
IBOVESPA
IBOV Index
65452,68
4,11%
-3,08%
-1,02%
-1,47%
-4,57%
DOW JONES
INDU Index
10785,14
3,90%
-2,03%
6,32%
4,80%
3,42%
S&P
SPX Index
1159,73
4,40%
-2,27%
7,53%
5,57%
4,00%
LONDRES
UKX INDEX
5292,23
-1,77%
-4,70%
2,53%
0,48%
-2,23%
PARIS
CAC INDEX
3630,03
-2,43%
-4,90%
0,37%
-4,83%
-7,78%
ALEMANHA
DAX INDEX
5938,23
-1,32%
-3,22%
7,89%
4,76%
-0,32%


Ásia

Os mercados asiáticos que tinham se valorizado ontem muito menos que o resto do mundo, principalmente Europa, nessa madrugada operaram em baixa o composto asiático teve baixa de 1,00% com três ações que caiam para cada uma que subia. Preocupações com aperto monetário Chinês se intensificaram após o CPI de Abril ter subido ao ritmo mais rápido em 18 meses e teve alta de 2,8% em comparação com o ano anterior. Esse dado fez com que o setor de construção civil Chinês tivesse mais um pregão de baixa, liderando as perdas e arrastando os demais mercados na mesma direção. Essa preocupação de aperto na China ajuda a trazer para baixo mineradoras Australianas e também Brasileiras assim como Siderúrgicas também. Já no Japão quem ajudou ao índice Nikkei cair 1,10% foi o setor bancário ainda preocupado e avesso ao risco de uma nova crise que vá afetar diretamente o setor.

Europa

Mercados no velho continente cansaram de correr morro acima depois dos esforços de ontem e agora operam realizando posições e ainda preocupados com pacote, tamanho do problema, restrições implicadas aos países ajudados, se os países da região irão conseguir cortar o seus déficits e equilibrar as contas e aperto monetário em um dos principais motores do crescimento mundial, a China. O composto estava caindo 1,6% muito liderado pelo setor financeiro, banco Santander caia 4,4%. Moody`s relatou que ainda esse mês ou no próximo rebaixará o rating dos títulos da dívida Grega para “Junk” colocando mais pressão sobre Portugal e Espanha.

Commodities

COMMODITIES

ÚLTIMO
% 1 DIA
% 1 MÊS
% 3 MESES
% 6 MESES
% 1 ANO
PETRÓLEO - 1o. Venc.
CL1 Comdty
75,58
-1,59%
-12,27%
0,40%
-4,67%
-4,76%
COBRE
HGA Comdty
314,1
-2,70%
-6,34%
-0,62%
4,51%
-6,81%
NIQUEL
LMNIDY Comdty
22936
2,01%
-12,60%
30,07%
36,89%
24,30%
CRY - CESTA DE COMMODITIES
CRY Index
265,21
1,49%
-4,50%
-1,67%
-2,61%
-6,41%


Agenda

EUA: Mais um dia de agenda fraca lá em cima com estoques no atacado sendo o destaque às 11:00hrs e confiança do consumidor compilado pela ABC que sai às 18:00hrs.

Brasil: Por aqui agenda fraca também apenas com números de inflação, IPC da FIPE semanal que veio em 0.49% acima das projeções de 0.43%. O dado mais importante do dia é as 12:30 com início das transmissões para escalação da seleção,  força Ganso e Neymar e abaixo Nilmar e Adriano!!!



Brasil

Por aqui no “Braza” saem balanços de ALL, Bic Banco, Eternit, Itaúsa, CPFL Energia, BM&F Bovespa, Amil, Positivo, Iguatemi, Banco Indusval, Kroton e reflexos do balanço de Pão de Açúcar.  

PARES

ÚLTIMO
% 1 DIA
% 1 MÊS
% 3 MESES
% 6 MESES
% 1 ANO
PE_RATIO
VALE5
VALE5 BZ EQUITY
45,15
4,63%
-2,97%
5,00%
6,66%
6,99%
23,5415
BHP BILLITON
BHP AU Equity
38,13
-2,23%
-6,43%
-5,50%
-2,48%
-11,57%
20,1747
RIO
RIO AU Equity
67,1
-2,47%
-6,93%
-3,76%
-2,19%
-10,40%
18,16548
XSTRATA
XTA Ln equity
1028
-5,86%
-5,38%
-0,24%
0,78%
-8,30%
60,70751
ANGLO AMERICAN
AAL LN EQUITY
2633,5
-4,31%
-6,13%
12,18%
6,71%
-2,86%
19,27149
PARES

ÚLTIMO
% 1 DIA
% 1 MÊS
% 3 MESES
% 6 MESES
% 1 ANO
P/L
PETR4
PETR4 BZ EQUITY
30,15
1,34%
-8,08%
-9,62%
-19,81%
-17,83%
9,127673
SHELL
RDSA NA EQUITY
21,775
-1,18%
-7,62%
8,41%
4,66%
3,20%
11,65586
BP
BP/ LN EQUITY
545,5
-0,67%
-5,21%
-5,06%
-6,53%
-9,08%
7,513319
CHEVRON
CVX US EQUITY
79,89
3,62%
-1,90%
11,38%
1,76%
3,77%
11,90611


Hoje a que tudo indica será um pregão no campo negativo, com preocupações Européias e aperto na China, impactando diretamente exportadoras de commodities. Para os que gostam de operar gráficos ficar de olho no fechamento de gap de diversos papéis que abriram com gap e ainda não cederam podendo vir a fechá-los. Pode ser uma boa oportunidade de operação no curto prazo.