segunda-feira, 24 de maio de 2010

Fitch eleva ratings do Banco Pine em função de bom desempenho em meio à crise

Por: Equipe InfoMoney
24/05/10 - 20h25
InfoMoney


SÃO PAULO - A Fitch Ratings elevou nesta segunda-feira (24) os ratings de crédito (Individual, Probabilidade de Inadimplência e Nacional) do Banco Pine (PINE4), como também a perspectiva para as notas de Estável para Positiva.

Segundo os analistas da agência de classificação de risco, a ação reflete o consistente desempenho do banco em seus principais nichos de negócio ao longo da crise financeira, assim como a sua qualidade de crédito e seus índices de capitalização.

"Os ratings refletem, ainda, a agilidade com que o banco se adaptou à volatilidade econômica e sua estratégia em administrar adequadamente os riscos e ajustes no balanço", destaca a Fitch, explicando que os principais desafios que a companhia enfrenta dizem respeito à manutenção de suas receitas crescentes e à diversificação de financiamentos.

Ativa lista cinco ações recomendadas para a semana de 24 a 28 de maio

Por: Equipe InfoMoney
24/05/10 - 18h28
InfoMoney


SÃO PAULO - A Ativa Corretora divulgou sua carteira de cinco ações recomendadas para a semana de 24 a 28 de maio, mantendo apenas os papéis da NET e da Tractebel em relação à carteira da semana anterior.

Na última semana, a carteira da Ativa registrou variação negativa de 3,2%, desempenho 0,8 pontos percentuais acima do Ibovespa. Contribuiu o desempenho positivo de 3,7% dos ativos das Lojas Renner (LREN3) e a queda menor, em comparação às outras ações da carteira, dos papéis da NET, que registraram variação negativa de 2,8% no período.

Confira as recomendações para a semana:
Empresa Código Preço-alvo  Upside*
CCR CCRO3 Em revisão -
Lojas Americanas  LAME4 R$ 19,71 65,7%
Iochpe-Maxion MYPK3 R$ 19,24 30%
NET NETC4 R$ 27,00 53,4%
Tractebel TBLE3 R$ 29,80 45,5%
*Com base na cotação de fechamento do dia 24 de maio

CCR
Para a corretora, o crescimento do tráfego nas rodovias administradas pela concessionária e o reajuste tarifário, acompanhando a inflação, fazem da CCR uma boa opção de investimento. Destaque também para a possibilidade de aumento do portfólio via concessões com elevado potencial de retorno.

Lojas Americanas
A varejista possui opções diversificadas de venda e planeja abrir novas lojas, o que vai elevar seu volume de vendas. Tais características, aliadas aos bons resultados do primeiro trimestre, fazem os analistas da Ativa acreditarem que os papéis da empresa estão "excessivamente desvalorizados".


Iochpe-Maxion
Beneficiada pelo aquecimento da economia nacional e, consequentemente, do setor ferroviário, a companhia apresenta elevada carteira de pedidos de entrega para este ano, que trazem boas projeções de lucros e valorização dos ativos.


NET
A Ativa acredita que as ações da NET estão desvalorizadas no setor de telecomunicações em função das incertezas do mercado quanto à sua capacidade de crescimento e à perspectiva de aumento de concorrência em TV paga e banda larga. A empresa promete uma recuperação de adesões até junho, o que deve trazer ganhos aos seus papéis, na visão dos analistas.


Tractebel
A geradora de energia elétrica, além de ter perfil defensivo, espera um aumento no consumo de energia, com posterior elevação dos preços. Em relação aos pares do setor, os analistas destacam que a companhia possui 
a maior expectativa de crescimento de receitas.

Concórdia divulga suas ações recomendadas para a última semana de maio

Por: Equipe InfoMoney
24/05/10 - 17h11
InfoMoney


SÃO PAULO - A Concórdia Corretora divulgou sua seleção de investimentos para a última semana do mês de maio, apresentando ao mercado três opções de carteiras recomendadas, cada uma composta por cinco papéis.

Um dos portfólios é composto por ações de companhias com boas perspectivas de distribuição de proventos, sendo utilizado como parâmetro para a composição da carteira o dividend yield. Já o portfólio "Valor" lista sugestões concentradas em papéis de baixo risco e bons fundamentos de longo prazo. Por fim, a carteira "Ibovespa" concentra cinco sugestões focadas em grandes empresas que compõem o índice Bovespa, que, segundo a Concórdia, foram escolhidas através dos parâmetros liquidez e timing.

Em relação à semana anterior, uma alteração foi feita no portfólio "Valor". As ações da Cyrela (CYRE3) foram retiradas da lista de sugestões, sendo substituídas pelos papéis da Marcopolo.

Carteira de dividendos: 
Empresa  Código    Preço-alvo*    Upside**      Dividend Yield *** 
Cielo CIEL3 R$ 21,23 37,85% 8,6%
AES Tietê GETI4 R$ 25,51 37,3% 11,7%
CPFL Energia CPFE3 R$ 43,86 17,12% 8,8%
Tractebel TBLE3 R$ 27,31 34,80% 6,9%
Trans. Paulista TRPL4 R$ 63,40 41,80%
13,3%

Cielo
A Concórdia destaca que a empresa é líder no setor de cartões de pagamento no Brasil, sendo responsável pelo credenciamento de estabelecimentos, além da captura, transmissão, processamento e liquidação financeira das transações realizadas com cartões de crédito e débito da bandeira Visa.

 
AES Tietê
A corretora ressalta que a empresa opera 10 usinas hidrelétricas nas regiões central e noroeste do estado de São Paulo, com o total de 2.651 MegaWatts de capacidade instalada, respondendo por 21% da energia gerada no estado.


CPFL Energia 
A companhia beneficia-se, de acordo com a corretora, das boas perspectivas trazidas pelo forte potencial de crescimento do consumo de energia elétrica nas suas áreas de concessão.


Tractebel 
A Concórdia destaca que a empresa é a maior geradora de energia elétrica do setor privado no Brasil, possuindo forte geração de caixa e "excelente histórico de distribuição de dividendos".


Transmissão Paulista 
"A companhia é uma das melhores opções de investimento dentre as empresas do setor de energia elétrica, pois combina margens operacionais elevadas com boas perspectivas de crescimento e enorme potencial de diluição dos custos fixos", frisa a Concórdia.


Confira a carteira "Valor": 
Empresa  Código     Preço-alvo*     Upside**  
Randon RAPT4 R$ 12,45 36,81%
ALL ALLL11 R$ 19,89 48,4%
Marcopolo POMO4 R$ 9,13 20,1%
Suzano Papel  SUZB5 R$ 24,06 60,4%
Lojas Americanas LAME4 R$ 19,39 61,2%

Randon
A corretora destaca que a companhia possui oito unidades industriais e escritórios comerciais em mais de 12 países, atuando nos segmentos de implementos rodoviários, ferroviários e veículos especiais, bem como autopeças e sistemas automotivos.


ALL
A equipe da Concórdia ressalta que a companhia é a maior operadora de logística independente da América Latina, oferecendo uma gama completa de serviços de logística de grande porte.


Marcopolo
Atuante no setor de materiais de transporte, a empresa atua no produção de carrocerias para ônibus rodoviários, urbanos e microônibus. Além disso, ela também tem participação indireta em unidades que produzem os principais componentes do ônibus.


Suzano Papel
A empresa se destaca por ser uma das maiores do setor de papel e celulose na América Latina, com capacidade de produção de 1,1 milhão de toneladas de papel por ano e de 1,7 milhão de toneladas por ano de celulose.


Lojas Americanas 
Além de estar presente em todas as regiões do País, a corretora avalia que a Lojas Americanas também recebe bons olhares do mercado por conta de sua controlada, a B2W, com 56% de participação em seu capital social.

Confira a carteira Ibovespa:
Empresa  Código    Preço-alvo*    Upside**  
Bradesco BBDC4 R$ 43,38 43,6%
Vale VALE5 R$ 60,46 50,1%
Petrobras PETR4 R$ 45,46 66,0%
AmBev AMBV4 R$ 198,43 14,1%
Itaú Unibanco ITUB4 R$ 46,92 40,1%

AmBev
Além de ser a maior cervejaria da América Latina, presente em 14 países do continente, com operações que vão desde a produção até a comercialização de cervejas, refrigerantes e outras bebidas, a AmBev é a única empresa que possui autorização para engarrafar, vender e distribuir produtos da Pepsi na região.


Bradesco
O banco possui uma ampla base de clientes pessoa física que lhe garante grande vantagem competitiva em virtude do baixo custo de captação de recursos, segundo a corretora. 


Vale 
A Concórdia ressalta que, além de ser a maior exportadora de minério de ferro do mundo, a Vale se destaca pela ampla disponibilidade de recursos naturais e excelente infraestrutura de transporte, que se traduzem em grande potencial de crescimento e geração de novos negócios.


Petrobras
Maior empresa em valor de mercado do País, a Petrobras atua com destaque em quatro grandes áreas de negócios: Exploração & Produção, Abastecimento, Gás & Energia e Internacional, afirma a Concórdia

Itaú Unibanco 
De acordo com a corretora, além de ser o maior banco privado do País, o Itaú Unibanco atua com ampla rede de agências e plataformas, possuindo forte atuação também nos segmentos de seguros, cartão, previdência e capitalização.

SLW faz duas alterações em sua carteira recomendada semanal e prega cautela

Por: Equipe InfoMoney
24/05/10 - 17h22
InfoMoney


SÃO PAULO - A corretora SLW divulgou nesta segunda-feira (24) sua carteira recomendada para a quarta semana de maio, listando cinco sugestões de ações que devem apresentar desempenho acima da média do mercado. Em relação ao portfólio anterior, a carteira deste semana perde as ações da Magnesita e da Bradespar, que dão espaço para a inclusão dos papéis da CPFL e da Suzano Papel.

Destacando o desempenho negativo do mercado nas última semana, por conta das incertezas em relação às economias europeias, a equipe de análise da corretora recomenda precaução. "Não podemos deixar de alertar os investidores sobre a possibilidade de termos mais um período volátil no mercado acionário global".

"Na agenda econômica da semana, teremos dados importantes sendo divulgados nos EUA, principalmente na quinta-feira e sexta-feira próxima", completa.

Desempenho
Na última semana, a carteira recomendada da SLW acumulou uma desvalorização de 2,5% contra a queda de 5% registrada pelo Ibovespa. Dentre as recomendações do período, os destaques positivos foram as ações da Magnesita, que subiram 1,7%, e as ações da Cyrela, que encerraram a semana estáveis. 


Confira as recomendações para a semana:
Ação Código Preço Justo* Upside**
CPFL Energia CPFE3 R$ 44,09 17,7%
Klabin KLBN4 R$ 6,30 29,8%
Cyrela CYRE3 R$ 30,05 57,3%
Suzano Papel SUZB5 R$ 25,39 69,2%
CSN CSNA3 R$ 39,02 47,3%
* projetado para o final de 2010
**Calculado com base no fechamento do dia 21 de maio

CPFL Energia
A expectativa de boa performance operacional e financeira nos próximos períodos, aliada à estratégia de crescimento através de investimentos, que coloca a empresa como forte candidata a consolidadora do setor, fundamentam a recomendação por conta do seu histórico de distribuição de 100% do lucro em dividendos. 

Klabin
Com a alta do preço da celulose no mercado externo, a Klabin tem conseguido elevar seus preços nos diversos mercados em que atua. O aquecimento da economia doméstica também deve contribuir para seu crescimento."Recentemente, estivemos conversando com o pessoal da empresa, que cita que mantido o nível atual de contratação para seus produtos, irá atingir sua capacidade plena em breve", destaca a SLW. 

Cyrela
"Esta semana recomendamos as ações da companhia, acreditando em uma recuperação de curto prazo", revela a SLW, apontando que a forte queda das ações na semana passada foi reflexo da turbulência dos mercados no período. "Desta forma, como visualizamos boas perspectivas para empresa e setor, acreditamos que exista espaço para uma recuperação de curto prazo".

Suzano Papel
"Na semana anterior, as bolsas de valores sofreram forte queda, mas as ações preferenciais da Suzano registraram queda mais representativa", destaca a equipe de análise da SLW, que não vê fundamentos para o desempenho negativo, uma vez que o cenário para o segmento de celulose e papéis "está melhorando substancialmente". 

CSN
Com a alta do preço do minério de ferro, a corretora aponta a CSN como a empresa que terá o menor impacto em seus custos de produção no segmento, já que produz o minério que utiliza e ainda exporta o excedente. Para a corretora, a queda no preço das ações foi motivada pelo cenário ruim das bolsas e tende a se recuperar na semana.

Socopa traz apenas uma novidade na carteira para a quarta semana de maio

Por: Equipe InfoMoney
24/05/10 - 16h01
InfoMoney


SÃO PAULO – A Socopa divulgou neste segunda-feira (24) a sua carteira recomendada para a quarta semana de maio, contendo apenas uma alteração em relação à carteira da semana anterior: as ações do Bradesco deram lugar às da OGX Petróleo.

"Como estávamos com uma baixa exposição em petróleo e gás e uma razoável diversificação em papéis ligados a demanda doméstica, decidimos apostar no potencial da petrolífera, dado os recentes eventos como a venda de participação da Statoil, que pode servir de parâmetro para uma futura venda de participação da OGX e novas descobertas", justificam os analistas da corretora.

A Socopa comenta ainda que a terceira semana de maio foi marcada por muita volatilidade, em consequência dos eventos na Zona do Euro, principalmente em relação à restrição às vendas a descoberto por parte da Alemanha e à reforma do mercado financeiro nos EUA.

Confira as recomendações:
EmpresaCódigo  Preço-alvo    Peso ajustado  Upside*
Copel CPLE6 R$ 49,00 9,5% 43,78%
Agre AGEI3 R$ 14,001 9,6% 103,78%
Lojas Americanas LAME4 R$ 18,40 9,5% 52,95%
TAM TAMM4 R$ 45,00 9,3% 80,00%
Vale VALE5 R$ 61,00 9,1% 51,40%
Randon RAPT4 R$ 14,75 8,4% 60,50%
Vivo VIVO4 R$ 62,50 8,0% 34,84%
Confab CNFB4 R$ 7,35 7,9% 70,14%
Gerdau GGBR4 R$ 36,00 6,4% 51,32%
OGX OGXP3 R$ 24,501 8,4% 60,97%
CSN CSNA3 R$ 39,50 7,3% 49,17%
Petrobras PETR4 R$ 46,00 6,5% 66,79%
* Potencial teórico de apreciação frente ao fechamento de 21 de maio
1Consenso Thomson Reuters

BOLSA: OGX É DESTAQUE DE ALTA, EM DIA QUE MERCADO ANDA SEM DIREÇÃO


São Paulo, 24 - O misto de notícias internacionais contribui para manter a Bovespa operando de lado nesta segunda-feira. O sentimento de desconfiança entre os investidores internacionais quanto aos desdobramentos da crise europeia ajuda a pressionar o Ibovespa, enquanto o anúncio de que a China adiou a adoção de novas medidas restritivas favorece as ações de empresas ligadas a commodities.

Às 11h57 o principal índice da Bolsa paulista registrava valorização de 0,20% aos 60.382 pontos. Na máxima alcançou 60.733 pontos (+0,79%) e na mínima 59.815 pontos (-0,74%). No mesmo horário, o Dow Jones caía 0,46% e o S&P 500 registrava baixa de 0,21%.

"O dia deve continuar sem direção definida, apesar da disposição para subir vista ainda na primeira hora do pregão", avalia o economista da Legan Asset Fausto Gouveia. O profissional ressalta que investidores locais têm demonstrado apetite para comprar, de olho em pechinchas.

OGX

As ações da OGX subiam 3,35% e lideravam as maiores altas do Ibovespa, reagindo positivamente à notícia de nova descoberta de petróleo em campos explorados pela empresa. Desta vez foi na seção santoniana do poço 1-OGX-11D-SPS, prospecto Natal, localizado no bloco BM-S-59. A OGX detém 100% de participação neste bloco.

Segundo a empresa, até o momento, foi identificada uma coluna de hidrocarboneto em torno de 42 metros com net pay (área com óleo de fato) de aproximadamente 34 metros. O poço continuará sendo perfurado até a profundidade total estimada de 6.100 metros.

Operadores citam ainda que a venda de 40% do campo de petróleo offshore Peregrino, na Bacia de Campos, pela companhia de petróleo norueguesa Statoil para a Sinochem, quarta maior petroleira da China, por US$ 3,07 bilhões, ajuda a valorizar a OGX.

Outra empresa do grupo, a MMX também figura na lista de maiores altas do Ibovespa, com valorização de 1,85%. Segundo profissionais do mercado a melhora deve-se à expectativa de que Eike Batista negocie uma nova mina. Há especulações também sobre uma nova parceria, desta vez com a Ferrous Resources, como destacou reportagem do jornal O Estado de S. Paulo no final de semana.

LLX, por sua vez, avançava 1,70% na esteira de boas notícias de outras empresas do grupo, também figurando entre as maiores altas do Ibovespa.

Aéreas

As companhias aéreas também faziam parte da lista de maiores altas do Ibovespa. TAM subia 2,20% e Gol avançava 1,97%, ambas recuperando-se das baixas registradas na semana passada.

Também figuravam no grupo de maiores altas Cosan ON (+2,07%) e BM&FBovespa (+1,72%).

Blue chips

Petrobras PN recuava 0,22%% e ON 0,58%, em dia de alta no preço do petróleo na Nymex eletrônica. A cotação do insumo avançava em torno de 0,20%, para a casa dos US$ 70,00 o barril.

A estatal deu o primeiro passo para o processo de capitalização na semana passada, ao convocar uma assembleia de acionistas para autorizar o aumento de capital. A empresa vai pedir permissão para emitir até 5,6 bilhões de novas ações, volume que, a preços atuais, representaria captação de R$ 160 bilhões.

Segundo comunicado distribuído sexta-feira, a assembleia será no dia 22 de junho. Os acionistas terão de votar proposta para ampliar o número de ações, hoje em 8,7 bilhões - o estatuto atual da companhia estabelece um limite de emissão de 200 milhões de novas ações. O estatuto também limita o aumento de capital em R$ 60 milhões. A Petrobras propõe que o limite seja alterado para R$ 150 bilhões.

Em entrevista em Madri, porém, o presidente da empresa, José Sérgio Gabrielli, disse que o cronograma pode ser revisto caso a crise ganhe força.

Vale PNA registrava ganhos de 0,15% e ON subia 0,17% em dia em que os metais operaram com direções divergentes na London Metal Exchange (LME).

As siderúrgicas operam em alta com Gerdau (+1,51%), Gerdau Metalúrgica (+1,36%), CSN (+0,76%), Usiminas PNA (+1,34%) e Usiminas ON (+1,16%).

As empresas de construção operam em alta com Agre (+1,43%), PDG (+0,28%), Gafisa (+0,09%), Rossi (0,08%) e Cyrela (0,21%). A exceção fica por conta de MRV, que recua 0,69%, devolvendo parte dos ganhos registrados na semana passada.

Na lista de maiores quedas do Ibovespa destaque para as empresas de varejo como Lojas Renner (-1,17%), Lojas Americanas (-1,08%), Pão de Açúcar (-1%) e Natura (-0,86%). Também compunham a lista Telesp PN (-1,42%), CCR (-0,91%) e CESP PNB (-0,86%).
(Beth Moreira)

Fonte: AE Broadcast

EIKE BATISTA BUSCA MINERADORAS PARA NEGOCIAR FUSÃO

O empresário Eike Batista está procurando mineradoras rivais do interior de Minas Gerais para apresentar propostas de compra ou fusão. Em alguns, casos quer pagar com ações de sua mineradora, a MMX, e fala em incluir no negócio uma concessão para operar um porto de carga em Itaguaí, no Rio de Janeiro.

Ele já conversou com a Ferrous Resources, mineradora controlada por fundos estrangeiros, e com Usiminas e CSN, siderúrgicas que estão ampliando seus negócios em mineração. Procuradas, as empresas não quiseram se manifestar oficialmente. A direção da MMX disse, em nota, que seu “apetite de consolidação cresceu substancialmente após a conclusão do investimento da Wisco” - siderúrgica chinesa que comprou 21,5% da MMX.

Na mesma operação, Eike fechou um contrato para fornecer à Wisco metade do minério extraído de suas jazidas de Minas Gerais pelos próximos 20 anos. Segundo a MMX, o negócio “poderá resultar na exportação de pelo menos 16 milhões de toneladas por ano”. Como a MMX produz hoje a um ritmo de 7 milhões de toneladas/ano (embora diga ter capacidade para 10,8 milhões de toneladas), executivos e consultores acreditam que Eike esteja correndo atrás de novas minas para fazer frente ao compromisso que assumiu com os chineses.

Negociações. No cerco à Ferrous, Eike já tentou comprar os cerca de 20% que o fundo americano Harbinger tem na empresa. Maior acionista da mineradora, o Harbinger se interessou em negociar, mas não aceitou a primeira proposta de Eike, que pretendia pagar com ações da MMX.

Para assediar a Usiminas, o empresário falou numa fusão de ativos. A ideia seria fazer uma sociedade em que a siderúrgica entraria com a mina J. Mendes e com sua participação na MRS, concessionária de ferrovias que liga o interior de Minas ao litoral. Eike, por sua vez, participaria com a MMX e com a concessão para o porto em Itaguaí.

Na mineração, ter porto próprio para exportação é estratégico. A Usiminas até comprou uma área em Itaguaí, mas não conseguiu a concessão federal para a operação. Eike tem a área e a concessão. “A conversa está no início, mas faz sentido”, afirma uma fonte que acompanha a negociação.

A conversa mais difusa ocorre com a CSN, dona da mina de Casa de Pedra e da mineradora Namisa. A siderúrgica já tem uma estrutura montada para exportação, com ferrovia e porto. Mesmo assim,  Eike e Benjamin Steinbruch, presidente da CSN, andaram conversando para ver se fazem algum tipo de negócio.

O empresário negocia ainda com quatro mineradoras da Serra do Curral, com reservas estimadas em 2 bilhões de toneladas. “Eike está abrindo várias portas para ver se algum deles topa fechar negócio”, afirma um executivo ligado às negociações.

O rumor de que Eike precisa de novas minas para cumprir o acerto com a Wisco ganhou força porque ele não é dono da AVX nem da Minerminas, as minas de onde sairá o minério para os chineses. O empresário arrendou uma delas até 2020 e a outra até 2021, mas o contrato com a Wisco só termina em 2030. A MMX afirma, porém, que “não depende de qualquer aquisição para cumprir seus compromissos com a Wisco” e que seu “desejo de consolidação tem como principal objetivo ocupar 100% da capacidade” de seu porto.

Anglo pagou US$ 6,6 bi por minas da MMX

A MMX surgiu em 2005, como um projeto ambicioso. Eike Batista chegou a dizer que iria transformar a empresa na quarta maior mineradora do mundo até 2011 - mas nunca chegou perto dessa marca. Com três projetos de mineração (Minas-Rio, o mais importante, Corumbá e Amapá), a MMX abriu o capital em julho de 2006 e captou mais de US$ 500 milhões - o maior IPO da história do País até então.

A história da empresa, porém, começou a tomar outro rumo em 2007, quando a multinacional Anglo American comprou, por US$ 1,1 bilhão, 49,9% da Minas-Rio. No ano seguinte, a Anglo pagou mais US$ 5,5 bilhões pelo restante do Minas-Rio e pelo projeto Amapá. A MMX ficou muito menor -  apenas com o projeto Corumbá e com as minas AVX e Minerminas. As informações são da edição de domingo do jornal O Estado de S. Paulo

Fonte: Broadcast

OGX anuncia presença de hidrocarbonetos na bacia de Santos

[ OGX ]


-- OGX anuncia presença de hidrocarbonetos na bacia de Santos --
-- Identificação de gás na seção santoniana do poço OGX-11D -


Rio de Janeiro, 24 de maio de 2010 - A OGX Petróleo e Gás Participações S.A. ("OGX") (Bovespa: OGXP3; OTC: OGXPY.PK), empresa brasileira de óleo e gás natural responsável pela maior campanha exploratória privada no Brasil, comunica ao mercado que foi identificada a presença de hidrocarbonetos, gás e condensados, na seção santoniana do poço 1-OGX-11D-SPS, prospecto Natal, localizado no bloco BM-S-59, em águas rasas da Bacia de Santos. A OGX detém 100% de participação neste bloco.

"O poço OGX-11D representa o início de um novo ciclo que esperamos ser de importantes descobertas e comprova o vasto conhecimento da nossa equipe técnica nas bacias sedimentares que compõem nosso portfolio. Este resultado não só confirma a existência de um sistema petrolífero ativo na região como também demonstra que a filosofia exploratória por nós adotada está correta", comentou Paulo Mendonça, Diretor Geral da OGX.

Até o momento, foi identificada uma coluna de hidrocarboneto em torno de 42 metros com net pay de aproximadamente 34 metros em reservatórios arenosos da seção santoniana, apresentando altas porosidades e consistentes indícios de hidrocarbonetos. O poço continua sendo perfurado em arenitos da seção santoniana ainda com indícios. O OGX-11D será perfurado até a profundidade total estimada de 6.100 metros em busca de novos objetivos.

O poço OGX-11 se situa a 104 km da costa onde a lâmina d'água é de aproximadamente 170 metros. A sonda Ocean Quest, fornecida pela Diamond Offshore, iniciou as atividades de perfuração no dia 9 de abril de 2010.

Equipe de RI - OGX
Tel: (21) 2555-6237    Fax: (21) 2555-5202
Endereço: Praia do Flamengo, 154 - 5º. Andar Rio de Janeiro, Brasil 22210-030




Indicadores EUA - 11h

EUA: Vendas de casa já existentes: 5,77M; previsão: 5,65M
EUA: Vendas de casa já existentes (M/M): 7,6%; previsão: 5,6%

Fonte: BLoomberg


Não há mais indicadores relevantes nos EUA no dia de hoje


Analistas técnicos avaliam as perspectivas para as ações de Vale e Petrobras

Por: Rafael de Souza Ribeiro
24/05/10 - 08h46
InfoMoney


SÃO PAULO - Depois da avaliação do Ibovespa, Christian Cayre, consultor do CHR Investor, e Pedro Azzam, analista da Ativa Corretora, focam a análise sobre os papéis preferenciais classe A da Vale (VALE5) e às ações preferenciais da Petrobras (PETR4), tendo em vista o movimento de recuperação do mercado na última sexta-feira (21).

Destaque de alta no último pregão, os ativos da mineradora registraram expressiva alta de 7,44%, fechando o pequeno gap registrado entre terça-feira (18) e quarta-feira (19) em R$ 40,00, aproximando-se da banda inferior do canal de alta rompido na abertura do gap, próxima resistência do papel, afirma Cayre.

Outro ponto importante desta valorização destacado pelo consultor do CHR Investor foi a reação do papel frente ao novo teste sobre a retração de 50% de toda perna baixa executada durante a crise de 2008, dando mais força ao suporte de R$ 37,45.

Apesar dos sinais positivos no gráfico diário, a expressiva alta acompanhada na última sessão não foi sacramentada por um volume acima da média, afirma Cayre, sinal que “falta uma força maior” para confirmar definitivamente uma reversão de curtíssimo prazo por parte das ações.

De olho neste cenário, o analista da Ativa Corretora destaca próxima resistência em R$ 40,50, R$ 42,00 e R$ 43,70, fechando um gap aberto durante este mês. A região dos R$ 37,00 segue como principal suporte do papel.

Petrobras em foco
A perda da retração de 61,8% de toda perna de baixa acompanhada em 2008 com um gap durante a semana, fundo (R$ 28,50) firmado em julho do ano passado, foi um péssimo sinal de baixa para os papéis preferenciais da estatal, que não acompanharam o rali de alta do mercado na última sessão, avalia Cayre.

Entretanto, quando analisado pela ótica dos indicadores técnicos, como o IFR (Índice de Força Relativa), o papel encontra-se em um nível sobrevendido não verificado nos últimos cinco anos, chamando a atenção do consultor e do analista da Ativa.

Voltando a negociar acima dos R$ 28,00, as ações da estatal seguem para R$ 28,30 e R$ 28,55 no curtíssimo prazo, avalia Azzam, com suporte principal na região de R$ 27,00, patamar verificado em fevereiro do ano passado.

Vendo recuperação no setor, Ativa traça perspectivas para geradoras de energia

Por: Equipe InfoMoney
24/05/10 - 07h42
InfoMoney


SÃO PAULO - "O setor de geração de energia já se recuperou totalmente da deterioração do mercado ocorrida desde a crise de 2008", declara abertamente Ricardo Corrêa, analista da Ativa Corretora, ao abrir sua análise sobre as perspectivas para o segmento, destacando sua preferência pela Tractebel (TBLE3) entre as geradoras.

"Este cenário (de retomada) já passou pelo ponto de inflexão e podemos dizer que com as informações que possuímos a respeito do mercado livre de energia, as operações vêm se comportando dentro da normalidade e os patamares de preços vêm se recuperando", continua o analista, lembrando que os preços no mercado livre ainda têm espaço para melhorar devido a queda na atividade industrial do país em 2009.

"O cenário de preços (...) é considerado inclusive para o período posterior a 2014, sem expectativa relacionada a estresse na oferta energética no sistema elétrico brasileiro". 

Recomendação
Top pick setorial, a Tractebel goza de posição de destaque na análise de Corrêa por conta da percepção de que esta é a companhia mais capacitada para apropriar-se dos ganhos vindos da elevação dos preços no mercado livre. "Além disso, mantemos nossa visão positiva relacionada à AES Tietê (GETI4) devido a seu fluxo de dividendos confiável e constante".


A Cesp (CESP6), por sua vez, enfrenta os problemas com a questão da renovação das concessões, que continua manchando as suas perspectivas. Por conta da "pouca expectativa de dividendos no curto prazo, temos recomendação neutra para os papéis da geradora, pois acreditamos que o retorno não compensa os riscos associados", explica Corrêa. 

Confira as recomendações:
Geradoras
Empresa Código Preço-justo* Upside** Recomendação
Tractebel TBLE3 R$ 29,80 47,08% Compra
AES Tietê GETI4 R$ 24,00 29,51% Compra
Cesp CESP6 R$ 27,90 26,81% Neutro
*Preço justo calculado para dezembro de 2010
** Calculado com base na cotação de fechamento de 21 de maio

Abertura do Mercado


Fim de semana veio, passou e o que todo mundo tava esperando não apareceu: nenhuma novidade e nenhuma nova medida visando conter a queda do euro. E a moeda cai hoje, aliada com a notícia de que o governo espanhol socorreu o banco CajaSur no fim de semana (banco este sem grande expressão) trazendo mais pessimismo aos mercados. Essa semana promete bastante instabilidade, com uma agenda de indicadores nos EUA carregada, com dados importantes.

BOLSAS
ÚLTIMO
% 1 DIA
% 1 MÊS
% 3 MESES
% 6 MESES
% 1 ANO
CHINA
2673,423
3,48%
-6,87%
-11,54%
-17,07%
-18,42%
HONG KONG
19667,76
0,62%
-6,83%
-1,14%
-12,42%
-10,08%
JAPÃO
9758,4
-0,27%
-11,75%
-4,32%
3,80%
-7,47%
ÍNDIA
16469,55
0,15%
-6,20%
1,31%
-3,86%
-5,70%
IBOVESPA
60259,33
3,55%
-10,77%
-8,41%
-10,48%
-12,14%
DOW JONES
10193,39
1,25%
-7,41%
-1,74%
-2,30%
-2,25%
S&P
1087,69
1,50%
-8,34%
-1,59%
-1,62%
-2,46%
LONDRES
5042,65
-0,40%
-9,20%
-5,62%
-5,28%
-6,84%
PARIS
3412,92
-0,52%
-10,59%
-8,15%
-9,82%
-13,30%
ALEMANHA
5765,51
-1,09%
-6,03%
2,67%
-0,07%
-3,22%

Ásia

A maioria das bolsas asiáticas encerrou o dia em alta, com os mercados se ajustando às altas em Wall Street na sexta-feira. Na China, reagindo a especulações de que Pequim não irá adotar medidas adicionais de aperto no curto prazo, devido à crise na Europa, as bolsas subiram. Pelo quarto pregão consecutivo a Bolsa de Tóquio caiu, mais uma vez com as empresas exportadoras na ponta negativa, em detrimento de preocupações sobre a fraqueza do euro.

Agenda

EUA: Às 9h30 será divulgado o índice de atividade nacional do Fed de Chicago; às 11h teremos dados de vendas de imóveis residenciais usados.
Brasil: A FGV divulgou o IPC-S em alta de 0,47% (previsão: 0,52%). Às 8h30 o Banco Central divulga a pesquisa Focus; às 11h será divulgada a Balança comercial.

Semana

EUA: Na agenda de indicadores destaque para o PIB dos EUA no 1º tri10 na quinta-feira.
Na terça-feira, a Câmara dos Representantes deve votar uma medida para elevar impostos para gestores de fundos de investimentos e algumas categorias profissionais; na quarta-feira a SEC deve votar normas sobre auditoria para tempo real; destaque também para o encontro anual estratégico entre EUA e China, abrangendo temas como disputas comerciais, o valor do yuan e o impasse internacional com o Irã.
Europa: No Reino Unido será divulgada a segunda preliminar do PIB, na terça-feira,  às 5h30. Na Alemanha, na quinta-feira, conheceremos dados de inflação. A França e na Alemanha também apresentam pesquisas sobre a confiança do consumidor, na quarta e na quinta-feira, respectivamente.
Ásia: destaques para os dados sobre inflação e consumo (quinta-feira) no Japão, assim como a divulgação da ata, pelo Banco do Japão, da última reunião de política monetária ocorrida no dia 30 de abril (terça-feira)

Commodities

COMMODITIES
ÚLTIMO
% 1 DIA
% 1 MÊS
% 3 MESES
% 6 MESES
% 1 ANO
PETRÓLEO - 1o. Venc.
69,76
-0,40%
-19,02%
-12,80%
-8,23%
-12,10%
COBRE
307,2
0,36%
-8,39%
-5,95%
-2,80%
-8,86%
NIQUEL
21279
0,72%
-18,92%
3,05%
28,63%
15,32%
CRY - CESTA DE COMMODITIES
251,42
0,54%
-9,47%
-8,49%
-7,65%
-11,28%

Brasil

Pesquisa Focus: IPCA para 2010 sobre de 5,54% para 5,67%; para 2011 permanece em 4,80%; PIB para 2010 sobe de 6,30% para 6,46%; para 2011 segue em 4,50%; IGP-M para 2010 sobe de 8,56% para 8,75%; para 2011 sobe de 4,98% para 5%; Selic para fim de 2010 mantém-se em 11,75%; para 2011 mantém-se em 11,50%.

PARES
ÚLTIMO
% 1 DIA
% 1 MÊS
% 3 MESES
% 6 MESES
% 1 ANO
PE_RATIO
VALE5
40,29
7,44%
-13,41%
-8,91%
-6,52%
-4,53%
21,00746
BHP BILLITON
37,8
2,80%
-7,24%
-7,53%
-6,04%
-12,34%
18,54841
RIO
64,15
3,80%
-11,03%
-8,88%
-10,77%
-14,34%
16,10629
XSTRATA
939,4
-1,12%
-13,54%
-10,53%
-13,18%
-16,20%
54,00423
ANGLO AMERICAN
2470
-0,36%
-11,96%
3,56%
-5,62%
-8,89%
17,59571
PARES
ÚLTIMO
% 1 DIA
% 1 MÊS
% 3 MESES
% 6 MESES
% 1 ANO
P/L
PETR4
27,58
0,55%
-15,91%
-18,74%
-29,55%
-24,83%
7,833313
SHELL
20,73
-0,67%
-12,05%
1,87%
0,44%
-1,75%
10,84969
BP
490,45
-3,21%
-14,78%
-14,90%
-16,45%
-18,26%
6,575968
CHEVRON
74,48
1,20%
-8,55%
2,96%
-5,76%
-3,26%
11,09985

E o repique finalmente veio na sexta-feira. Porém atenção, pois foi bastante influenciado por compras de investidores locais, sem um volume forte de estrangeiros. Cuidado! Bolsas européias assim como futuros em NY em queda. Com a ausência de novidades no final de semana, investidores ficarão de olho na safra de indicadores econômicos a serem divulgados nos EUA e na Europa nesta semana. A expectativa é com mais uma semana de volatilidade.