terça-feira, 3 de agosto de 2010

Elogiando contratos recentes, Credit Suisse eleva ADRs da Embraer para outperform

Por: Julia Ramos M. Leite
02/08/10 - 19h38
InfoMoney


SÃO PAULO – O Credit Suisse elevou sua recomendação e preço-alvo para os ADRs (American Depositary Receipts) da Embraer (EMBR3), considerando que os recentes anúncios de pedidos de jatos feitos pela empresa indicam uma reversão de ciclo para a companhia, com melhora na rentabilidade e expansão das receitas. O novo target é de US$ 37, com recomendação outperform (desempenho acima da média do mercado nos próximos 12 meses).

“Acreditamos que a Embraer está entrando em um novo ciclo, apoiada em uma carteira de pedidos firmes a entregar (backlog) em expansão e um momentum de ganhos”, apontaram Luiz Otavio Campos, Taryn Silvestre e Natalia Lacava, destacando que os anúncios feitos no Air Show – que incluíram contratos com a Flybe, Air Lease e Republican Airlines  – mostram que a empresa ainda tem uma posição de liderança entre pequenos jatos comerciais. A Embraer foi a companhia que teve mais pedidos entre todos os players e, em seu segmento, a única que recebeu pedidos consideráveis.

Com isso, o banco suíço afirma que o backlog deve reverter a tendência de queda que tem sido vista desde 2008, devendo já mostrar avanço no terceiro trimestre. “Considerando todos os contratos, além dos pedidos da FAB (Força Aérea Brasileira), o backlog pode encerrar 2010 com alta de quase 20% frente ao visto no final do segundo trimestre”, explicam os analistas.

ConcorrênciaOs contratos também ajudaram a dissipar temores de que a companhia estaria ficando para trás no setor, com novas tecnologias dominando as carteiras de pedidos. Isso, contudo, não aconteceu, já que ainda há dúvidas a respeito de como – e se – ela funciona e sua eficiência.
Ademais, os analistas lembram que o timing não favorece as novas tecnologias. “Todas elas têm registrado atrasos, e mesmo o Superjet 100, cuja primeira unidade deveria ter sido entregue em 2009, ainda não aconteceu”, afirmam. “A Embraer sempre disse que não estava ficando ultrapassada”. Mesmo no segmento de jatos executivos, mais competitivo, o Credit Suisse frisa que os produtos da Embraer têm sido bem aceitos, e que a empresa fechou 2009 com um market share de 6,4%, uma alta de 230 pontos-base na comparação anual.

Apesar disso, os analistas destacam que a empresa terá que fazer mudanças no curto/ médio prazo para se manter na liderança mundial do setor. O Credit Suisse explica que há três estratégias para isso: anunciar um novo motor para o jato E-190, estender o jato E-195 ou partir para uma nova aeronave que seja adequada para os novos motores e possa competir com a família 737/A320. “Em nossa opinião, a empresa deve lançar uma nova versão do E-190 e anunciar um jato maior, o que permitiria que a companhia continuasse competitiva em seu mercado tradicional e expandisse sua atuação”, afirmam.

Perspectivas e driversO trio de analistas destaca ainda a possibilidade de novos contratos de tamanho considerável – um exemplo é a Pantanal, que anunciará nos próximos dois meses seu plano em relação à frota nos próximos anos. “Acreditamos que o jato E-170/175 da Embraer tem grandes chances de ser escolhido”, afirmam.

Além disso, o Credit Suisse vê possíveis novos pedidos da Ásia, levando em conta o acordo de financiamento entre a Embraer e a China CDB Leasing Company. Outro ponto positivo no horizonte da companhia é a aceleração do tráfego aéreo global, que pode beneficiar a empresa – que, na visão do banco, está melhor posicionada depois de pesados investimentos em sua produção. “Entretanto, o lento ritmo europeu é negativo para a empresa, já que grande parte de seu backlog é exposto à região”, apontam os analistas.

Os resultados da companhia no segundo trimestre também podem surpreender e agir como driver para as ações da empresa. “Finalmente, o valuation está atrativo”, escrevem os analistas.

Projeções“Estamos elevando nossas estimativas para a companhia em 2010, com as entregas de jato surpreendendo no primeiro semestre, o real menos valorizado e uma estrutura de custos melhor”, escrevem os analistas. Assim, o banco suíço agora espera que a receita líquida da Embraer atinja US$ 5,088 bilhões no ano, e o Ebit avance para US$ 353 milhões no ano. O lucro líquido, por sua vez, foi ajustado em 5,4%, para US$ 230 milhões no ano.

O segundo semestre de 2010, por sua vez, deve mostrar uma aceleração nas entregas de jatos e receitas maiores em relação a primeira metade do ano. Para 2011, o número esperado de aeronaves entregues subiu para 262 (projeção anterior era de 252), o que deve impulsionar as receitas em 5%, para US$ 6,012 bilhões, e o lucro para US$ 400 milhões.

Cabe dizer que as projeções do banco não incluem os jatos ligados à área militar que serão provavelmente encomendados pela FAB por falta de visibilidade sobre o cronograma do projeto. “Ainda vemos um risco de upside para nossas projeções, mas preferimos esperar alguns trimestres para incorporar margens mais agressivas para a Embraer”, concluem os analistas do Credit Suisse.

Socopa lista 12 ações recomendadas para primeira semana de agosto

Por: Beatriz Nantes
02/08/10 - 19h29
InfoMoney

SÃO PAULO - A Socopa Corretora listou 12 ações em sua carteira recomendada para o período de 2 a 6 de agosto, optando por manter uma maior exposição a papéis dos setores de siderurgia e mineração, petróleo e gás e construção civil.

"Na última semana o Ibovespa praticamente zerou as perdas do primeiro semestre, influenciado pela diminuição da aversão ao risco dos investidores estrangeiros", comentaram os analistas da Socopa. Eles atribuem o cenário ao bom início de temporada de balanços corporativos e o resultado dentro do esperado dos testes de estresse de bancos europeus.

A corretora optou por retirar os ativos da Cesp (CESP6) e Suzano (SUZB5), e incluir as ações de Gafisa e ALL. As outras dez recomendações foram mantidas.

Confira as sugestões para o período:
Empresa  Código  Preço-alvo   Upside*Peso
Lojas Americanas  LAME4 R$ 18,40 23,3% 8,0%
PDG Realty PDGR3 R$ 23,50**  24,1% 7,7%
TAM  TAMM4 R$ 45,00  46,5% 9,4%
Gafisa GFSA3 R$ 18,00** 31,9% 9,3%
Vale VALE5 R$ 61,00 38,3% 9,0%
Petrobras  PETR4 R$ 46,00 61,7% 7,9%
ALL ALLL11 Em revisão - 9,2%
OGX OGXP3 R$ 24,50** 33,4% 8,1%
Gerdau GGBR4 R$ 36,00 38,5% 7,1%
Randon RAPT4 R$ 14,75 25,5% 8,0%
Confab CNFB4 R$ 7,35 45,0% 7,0%
CSN  CSNA3 R$ 39,50 32,6% 9,3%
*Potencial de valorização com base no fechamento de 2 de agosto
** Preço-alvo consenso Thomson Reuters 

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Gradual eleva preço-alvo para Lojas Renner, mas reduz recomendação após rali

Por: Rafael de Souza Ribeiro
02/08/10 - 18h59
InfoMoney


SÃO PAULO - Na última quinta-feira (29), a Lojas Renner (LREN3) apresentou os números  referentes ao segundo trimestre deste ano, amplamente elogiados por analistas e investidores, contribuindo diretamente para a valorização de 13% vista na última semana.

Sobre o resultado, Flávio Conde, analista da Gradual Investimentos, destaca o avanço das vendas (derivado das temperaturas baixas no outono e inverno), elevada confiança do consumidor e crescimento do emprego formal e da maior oferta de crédito. Além disso, o bom desempenho das margens operacionais e brutas, ante a melhora da composição dos estoques e o desenvolvimento das cadeias de suprimentos e vendas, também merece destaque na avaliação do analista.

Estes pontos positivos, que incluem a ótima desenvoltura das receitas vindas do setor de serviços financeiros (cartões Renner) - com crescimento de 85,5% na passagem anual - culminaram na revisão das perspectivas por parte da Gradual.

Perspectivas positivasAo prospectar os números do segundo trimestre em seu modelo de precificação, Conde vislumbra um crescimento médio de 20% para a receita líquida entre 2011 e 2013, como uma margem Ebitda (Ebitda sobre Receita Líquida) e uma margem de lucro na casa de 24% e 13%, respectivamente, nos próximos três anos.

Com isso, o preço-alvo para os papéis ordinários da empresa subiu de R$ 57,00 para R$ 64,00, o que garante um potencial de valorização de 14% ante o fechamento desta segunda-feira (2).

Entretanto, comparado ao upside esperado pela corretora para o Ibovespa em 12 meses, que beira a casa dos 17%, Conde vê oportunidades mais rentáveis no mercado neste momento, e, por este motivo, rebaixa a recomendação para as ações da varejista de “comprar” para “manter”.

Após resultado de subsidiária surpreender, BofA eleva projeções para a JBS

Por: Equipe InfoMoney
02/08/10 - 18h47
InfoMoney


SÃO PAULO - Na esteira dos resultados da Pilgrim´s Pride, os analistas do Bank of America Merrill Lynch, Fernando Ferreira e Isabella Simonato, elevaram suas projeções para o desempenho trimestral da controladora da empresa, a JBS (JBSS3), exaltando os primeiros sinais de ganhos de sinergia de suas aquisições. 

Superando as expectativas dos dois analistas, a companhia norte-americana registrou um Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) de US$ 127 milhões no segundo trimestre e margem Ebitda (relação percentual entre a receita líquida e o Ebitda) de 7,5%. Ferreira e Isabella afirmam que estes números devem se transformam em catalisador positivo para as ações da JBS, tendo em vista a participação de 64% detida na Pilgrim´s Pride. 

De acordo com as novas estimativas do banco, já incorporando o resultado da subsidiária, a JBS deverá registrar um lucro líquido de US$ 210 milhões no trimestre, um avanço de 21% na base de comparação anual. As receitas líquidas são projetadas para crescer 45% na mesma base de comparação, somando US$ 13,4 bilhões, e o Ebitda, por sua vez, espera-se que cresça 152%, atingindo a marca de US$ 969 milhões.

O Bank of America Merril Lynch também reafirma a posição da JBS como sua top pick no setor de alimentos da América Latina, com preço-alvo de R$ 11,00, o que representa um upside de 27,9% com base na cotação de fechamento de sexta-feira (30). As perspectivas positivas do mercado de carne nos EUA, o início da captura de sinergias das aquisições e a baixa performance das ações da empresa nos últimos seis meses, atrás do índice e de seus pares globais, são apontadas como justificativas. 

Preocupação
No lado negativo, Ferreira e Isabella revelaram preocupação com o segmento avícola, que vem sendo pressionado pela elevação dos preços da soja e do milho. Usados como alimento para as aves, os grãos acumulam uma alta de 10% nos últimos 30 dias. 


Os analistas demonstram que, dado a escala da empresa, pequenas variações nos preços do insumo geram grandes variações nas despesas. Conforme apontado por eles, uma elevação de US$ 0,10 nas cotações do milho se traduzem em US$ 400 mil em custos totais no balanço da Pilgrim´s Pride.

HSBC eleva preço-alvo de Santander Brasil para R$ 28 e elogia crescimento do crédito

Por: Equipe InfoMoney
02/08/10 - 18h34
InfoMoney


SÃO PAULO - O HSBC elevou o preço-alvo para os papéis do Santander Brasil (SANB11) de R$ 26,50 para R$ 28,00, com recomendação overweight, após a administração da companhia ter destacado o crescimento do crédito em teleconferência de seu resultado  trimestral, apontaram Victor Galliano, Mariel Santiago e Alexandre Gartner, responsáveis pelo relatório. O valor indica um upside de 20,7% sobre o fechamento de segunda-feira (2).

Além disso, a companhia foi "naturalmente veemente", segundo os analistas do HSBC, ao apontar o controle de custos, a melhoria na qualidade de crédito e as sinergias geradas com a compra do Banco Real, que mostraram antecipação à programação, já que 60% dos R$ 2,4 bilhões estimados já foram capturados. Por isso, o HSBC declara que os "três pilares" estão presentes agora no caso Santander Brasil: crescimento de crédito, qualidade de crédito e controle de custos. 

A expectativa é que a concessão de empréstimos continue em expansão, especialmente para pequenas e médias empresas e para o segmento imobiliário, por exemplo. O HSBC ainda considera que a fase positiva do País e a limpeza na carteira do Santander Brasil devem continuar a contribuir para a melhoria da qualidade do crédito. 

Por último, os analistas consideram que o sentimento em relação ao controlador melhorou após a divulgação do resultado dos testes de estresse realizados com instituições financeiras europeias. "De fato, existe alguma evidência de que o preço da ação pode estar começando a se desvincular da controladora", considera o HSBC.

Projeções
Em função do resultado do segundo trimestre, o banco também revisou algumas projeções para o Santander Brasil, como crescimento de crédito, que passou de 18,3% para 2010 e 21% em 2011 para 18,6% e 20,4%, na mesma ordem. Já a perspectiva para a inadimplência foi reduzida de 6,4% para 6,1% em 2010, com estimativa para 2011 e 2012 mantida intacta, em 5,4%.

Riscos
O HSBC ainda apontou os riscos para a concretização do cenário descrito acima, que envolvem atrasos de implementação ou execução insuficiente por parte da administração, o que impactaria a extração de sinergias, concorrência intensa com outras instituições financeiras ou deterioração do cenário macroeconômico, com crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) nacional abaixo do esperado, por exemplo.

Ativa traz cinco sugestões de ações para se investir na primeira semana do mês

Por: Anderson Figo
02/08/10 - 17h17
InfoMoney


SÃO PAULO - Com um portfólio totalmente renovado, focado em empresas que devem anunciar seus balanços trimestrais nesta semana, a Ativa Corretora listou cinco ações em sua carteira para a primeira semana do mês de agosto.

A carteira recomendada da Ativa Corretora para esta semana conta com ações de cinco diferentes setores: varejo, energia elétrica, logística, bancos e construção civil.

Vale ressaltar ainda que entre o pregão de 26 de julho até as 12h30 (horário de Brasília) desta segunda-feira, o portfólio da Ativa apresentou variação positiva média de 5,9%, 3,1 pontos percentuais acima da performance do Ibovespa no mesmo período.

Confira as recomendações para a semana:
Carteira Semanal da Ativa Corretora
Empresa Ação Preço-alvo** Upside*
Lojas Americanas LAME4 R$ 19,82 32,1%
Tractebel TBLE3 R$ 29,80
30,5%
Tegma TGMA3 R$ 21,50 44,7%
Itaú Unibanco ITUB4 Em revisão -
Gafisa GFSA3 Em revisão -
*Com base na cotação de fechamento do dia 30 de julho
**Projeção para dezembro de 2010

Lojas AmericanasA Ativa acredita que a companhia se beneficia do consumo aquecido de bens duráveis, principalmente através da B2W (BTOW3). "Seu plano de expansão imprime força à abertura de lojas e aumento de vendas, com os últimos resultados confirmando crescimento de vendas e margens saudáveis", avaliou a corretora.

TractebelAlém da expectativa de um balanço positivo, a empresa beneficia-se do seu perfil defensivo e de bons drivers de crescimento do consumo de energia, com destaque para a classe industrial, além da elevação nos preços do mercado livre de energia elétrica.

TegmaAs perspectivas para a companhia seguem positivas, segundo a corretora, uma vez que a empresa é beneficiada pelo crescimento da demanda por veículos leves, assim como pela expectativa de manutenção desta tendência no médio e longo prazo. Além disso, a Ativa também possui uma boa expectativa para os resultados financeiros da empresa no segundo trimestre deste ano.

Itaú UnibancoDestacando o bom desempenho financeiro do banco nos três primeiros meses deste ano, a Ativa espera que o Itaú Unibanco dê sequência à divulgação de resultados fortes "em função da combinação de maior crescimento de sua carteira de crédito aliado a interessantes sinergias por conta de fusão com o Unibanco".

GafisaA inserção das ações da Gafisa no portfólio recomendado pela Ativa para esta semana deu-se, segundo a corretora, por conta das perspectivas de bons resultados no segundo trimestre. "Esperamos uma reação positiva do mercado, em função da melhoria da rentabilidade da empresa frente aos trimestres anteriores", avaliou a Ativa.

Santander eleva preço-alvo de ação da Natura, mas reduz recomendação para venda

Por: Thiago C. S. Salomão
02/08/10 - 17h03
InfoMoney


SÃO PAULO - Por conta do forte resultado trimestral da Natura (NATU3), o Santander optou por revisar para cima suas estimativas para os balanços dos próximos três anos da empresa, resultando numa elevação do preço-alvo esperado para as ações ao final de 2011, de R$ 46 para R$ 49. Contudo, por conta das recentes valorizações dos papéis, o banco diminuiu a recomendação dada a eles, passando do nível mais alto (compra) de sugestão para o mais baixo ("underperform", na qual é espera uma performance abaixo Ibovespa nesse período).

O título do relatório ("sem outras preocupações que não sejam o valuation; rebaixamento para underperform", na tradução livre) assinado por Joaquin Ley e Tobias Stingelin deixa claro o principal motivo para a brusca diminuição na sugestão dada aos ativos NATU3. Segundo os analistas do Santander, os papéis da Natura subiram 31% em dólar nos meses no acumulado desde o início de junho, enquanto o Ibovespa teve alta de 13%.

Dessa forma, o novo preço-alvo estimado (US$ 26,50) encontra-se muito próximo das cotações atuais da ação - no último dia 30, elas estavam cotadas a US$ 25,97, segundo Ley e Stingelin. Além disso, esses patamares de preço mostram que os papéis estão sendo negociados com prêmios de 66% em relação a seus principais pares internacionais, além de estarem 33% acima de sua média histórica. Por fim, o múltiplo P/L (relação entre o preço da ação e o lucro por ação esperado) encontra-se em seu maior nível desde julho de 2007.

A dupla de análise do banco afirma que, por conta desses fatores, era esperado um aumento no volume do short selling envolvendo as ações (ou seja, a estruturação de operações nas quais se aposta na queda das ações). "Contudo, isso não tem sido o caso recentemente, provavelmente por conta dos fortes números da companhia e do otimismo demonstrado durante a teleconferência de resultados", afirmam os analistas.

Projeções elevadasJoaquin Ley e Tobias Stingelin aumentaram suas perspectivas de lucro por ação para a Natura. As novas projeções para 2010, 2011 e 2012 aumentaram em 5%, 5% e 3%, respectivamente. Na mesma ordem, as estimativas para o Ebitda (geração operacional de caixa) foram elevadas em 4%, 5% e 4%. Já a receita líquida teve alta de 1% para os três anos.