terça-feira, 17 de agosto de 2010

Citi monta portfólios e inclui ao menos 5 ações brasileiras em cada estratégia

Por: Julia Ramos M. Leite
17/08/10 - 07h17
InfoMoney

SÃO PAULO – O Citigroup divulgou em relatório sua “série top 20” para a América Latina, incluindo oito portfólios compilados pela equipe de pesquisa do banco, liderada por Javier Guardo, que levam em conta diferentes parâmetros para listar as ações mais atraentes da região.

A primeira carteira “top 20” do banco considera os dividend yields na América Latina. Já a seleção “top buys ETR (Expected Total Return)” lista 20 ações considerando as projeções para o avanço do preço do papel e seus retornos em dividendos nos próximos 12 meses na região. Nessas três primeiras carteiras, só entram ativos com recomendação de compra ou manutenção.

A carteira “top sells ETR”, por sua vez, só inclui ações com recomendação venda ou manutenção. Confira abaixo as empresas brasileiras que fazem parte das carteiras do Citi de dividend yield, top buy e top sell ETR: 
Top 20 Dividend Yield
Empresa Ação
Eletropaulo ELPL6
Tele Norte Leste TNLP4, TNLP3
Transmissão Paulista TRPL4
Cemig CMIG4
Redecard RDCD3
Telemar Norte Leste TMAR5
CPFL CPFE3
Cielo CIEL3
Light LIGT3
Energias do Brasil ENBR3
Cesp CESP6
Vivo VIVO4
Santander SANB11
Banco do Brasil BBAS3
Tractebel TBLE3
Top 20 ETR

Empresa Ação
Top buy TAM TAM.N (ADR)
Petrobras PBRa.N, PBR.N (ADRs)
Redecard RDCD3
Vale VALE.N, VALEp.N (ADRs)
Itaú Unibanco ITUB4
OHL OHLB3
Cosan CZZ.N (ADR)
Vivo VIVO4
Cielo CIEL3
Eletropaulo ELPL6
Hypermarcas HYPE3
OGX OGXP3
Cosan  CSAN3
Top sell Telesp TLPP4
TIM TCSL3
Souza Cruz CRUZ3
Rossi RSID3


















MomentumO Citi compila ainda portfólios ligados ao momentum de preços quanto de ganhos – incluindo as companhias que atualmente têm o melhor e o pior momentum. Entre as especificações necessárias para compor a carteira, as empresas devem ter um valor de mercado de mais de US$ 500 milhões, e ser cobertas por pelo menos três analistas. As ações ligadas a infraestrutura não fazem parte da lista. Confira as empresas brasileiras que compõem os portfólios de momentum do banco:
Top 20 Earnings Momentum

Empresa Ação
Top Telemar Norte Leste TMAR5
Coelce COCE5
TAM TAM.N (ADR)
Eletropaulo ELPL6
Indústrias Romi ROMI3
Multiplan MULT3
Lojas Renner LREN3
Tegma TGMA3
TIM TCSL4
Duratex DTEX3
Companhia Hering HGTX3
Bottom BR Malls BRML3
MMX MMXM3
B2W BTOW3
Fosfértil FFTL4
Gafisa GFSA3
Klabin KLBN4
Pão de Açúcar PCAR5
SLC SLCE3
Marfrig MRFG3
Light LIGT3
Top 20 Price Momentum

Empresa Ação
Top SEB SEBB11
NET NETC4
São Martinho SMTO3
SLC SLCE3
Embraer ERJ.N (ADR)
MMX MMXM3
Fibria FBR.N (ADR)
Indústrias Romi  ROMI3
Companhia Hering HGTX3
Vale VALE.N (ADR)
Multiplus MPLU3
Amil AMIL3
Bottom Eletropaulo ELPL6
Dasa DASA3
Marfrig MRFG3
Pão de Açúcar PCAR5
Randon RAPT4
Anhanguera Educacional AEDU11
BR Foods BRFS3
Redecard RDCD3
Tele Norte Leste TNE.N (ADR)
Vivo VIVO4

Fluxo de caixaPor fim, o banco também listou as top 20 ações considerando o fluxo de caixa dividido pelo número de ações da companhia. Veja ao lado quais brasileiras fazem parte dessa compilação. 
Fluxo de caixa dividido por ação
EmpresaAção
Tele Norte Leste TNLP3, TNLP4
Telemar Norte Leste TMAR5
Cosan CZZ.N (ADR)
Light LIGT3
TIM TCSL4, TCSL3
Vivo VIVO4
Energias do Brasil ENBR3
Petrobras  PBRa.N, PRB.N (ADR)
Sabesp SBSP3
Eletropaulo ELPL6
OHL OHLB3
Cemig CMIG4
Fibria FBR.N (ADR)
Klabin  KLBN4

JPMorgan lista nove pontos para esclarecimento durante telecom da Petrobras

Por: Equipe InfoMoney
16/08/10 - 21h51
InfoMoney


SÃO PAULO - Na noite de sexta-feira (13), a Petrobras (PETR4) apresentou o resultado da companhia no segundo trimestre deste ano. A teleconferência está marcada para a terça-feira (17), às 9h00, no horário de Brasília. O analista do JPMorgan, Sergio Torres, mostrou em relatório quais pontos a administração poderia esclarecer durante o avento, relativas, sobretudo, à precificicação do barril no processo de cessão onerosa, fator já anunciado pelo banco como a última peça no processo de capitalização.

Embora a companhia se encontre em período de silêncio por causa da oferta de ações, o JPMorgan acredita que essa restrição não se aplica à cessão onerosa, pois esta é uma transação em separado e a administração da companhia sublinhou, no passado, que a cessão é assunto independente da oferta de ações.

Preço do barril
Em primeiro lugar, o banco norte-americano gostaria que a administração esclarecesse se a definição do preço do barril pelas duas consultorias independentes contratas pela ANP (Agência Nacional de Petróleo) e pela Petrobras tem algum vínculo entre si e em qual cenário o vendedor poderia decidir o preço de forma unilateral.

O JPMorgan ainda quer saber quão similares são os dados usados pelas duas consultorias e como ficaria o cenário caso a divergência entre os dois preços estabelecidos seja superior a 10%. Seguindo o raciocínio, o JPMorgan gostaria de saber quais passos serão dados caso o preço decidido não agregue valor a todos os acionistas

Desenvolvimento do poço de Franco
Em seguida, o JPMorgan gostaria que a administração respondesse em quanto tempo a Petrobras será capaz de desenvolver o poço de Franco, que possivelmente será utilizado na cessão onerosa, e qual é a presunção de tempo transcorrido entre a descoberta e o pico de produção. Ainda neste quesito, Torres quer saber qual é o cenário de primeira extração para esse poço.

Sergio Torres ainda questiona se a Petrobras já finalizou com a ANP a negociação relacionada às regras para o processo de cessão onerosa e qual é o trade-off este fator e a curva de desenvolvimento. Ainda sobre os pontos já definidos com a ANP, o JPMorgan quer saber se a lista de cláusulas em que a produção supera as exigências da agência já foi definida. Vale lembrar que caso a Petrobras consiga atingir resultados superiores ao pré-estabelecido, conhecido como earn-out, haveria novo valuation do preço do barril.

Assim, mais dúvidas são levantadas. "Duas consultorias seriam usadas também? Já foi definido se a avaliação acontecerá em 12 ou 24 meses após a assinatura do primeiro valuation?", pergunta o analista do JPMorgan. O banco ainda deseja saber quanto já foi gasto em Franco e Libra e se esse valor será creditado no preço de compra.

Refinarias
Por último, o JPMorgan gostaria que a administração da Petrobras mostrasse qual é o status das refinarias de Pernambuco e de Comperj, já que os investimentos operacionais passaram a US$ 10,5 bilhões no segundo trimestre, especialmente por causa desse segmento, conclui o banco.

Spinelli lista cinco ações em carteira recomendada para a terceira semana de agosto

Por: Anderson Figo
16/08/10 - 20h51
InfoMoney


SÃO PAULO - Volatilidade. Esta é a palavra que, segundo a Spinelli Corretora, deverá dar o tom dos mercados ao longo desta semana. Com o fim da temporada de resultados e em meio a movimentada agenda de indicadores econômicos, a Spinelli revelou sua carteira recomendada para a terceira semana de agosto, listando cinco papéis que deverão apresentar desempenho diferenciado no período.

Os olhos deverão estar voltados, principalmente, à economia norte-americana. "A projeção para os principais indicadores a saírem nos Estados Unidos apontam para uma melhora em relação aos dados imediatamente anteriores", destacou a Spinelli. Entre as projeções da corretora, o núcleo do PPI de julho deve subir 0,2%, enquanto o início de construções no mês passado deverá apresentar variação positiva de 2%.

"Para a produção industral de julho, espera-se alta de 0,5% contra +0,1% em junho, e por fim, o índice de atividade do Fed da Filadélfia e os indicadores antecedentes devem subir de 5,1 pontos e -0,2% para 7,0 pontos e +0,1%, respectivamente", completou a corretora.
Portfólio
Na última semana, a carteira recomendada da Spinelli apresentou queda de 1,6%, melhor que o desempenho negativo de 2,7% auferido pelo Ibovespa. Para esta semana, a corretora optou por trocar os papéis da GOL (GOLL4), MRV (MRVE3), Cielo (CIEL3) e Duratex (DTEX3), pelos papéis do Banco do Brasil, MMX, Fibria e Rossi Residencial.


Confira as recomendações:
Empresa Código Preço-alvo* Upside**
Banco do Brasil BBAS3 - -
MMX MMXM3 - -
Brasil Foods BRFS3 R$ 32,20 38,79%
Fibria FIBR3 R$ 40,90 40,55%
Rossi Residencial RSID3 - -
*Preço-alvo para 12 meses
**Pontecial teórico de valorização calculado com base na cotação de 16/8/2010

Banco do Brasil
A corretora destaca que os resultados do banco no segundo trimestre deste ano serão o principal driver para o desempenho das ações no curto prazo. Segundo a Spinelli, os números vieram acima da expectativa do mercado, com destaque para o forte crescimento da carteira de crédito. Além disso, a corretora ressaltou que as ações da companhia vêm sendo negociadas a um múltiplo baixo. 


MMX
A recomendação de compra para as ações da mineradora de Eike Batista vem por conta da oportunidade de exposição a um possível evento societário envolvendo a empresa, conforme os rumores do mercado. A Usiminas  (USIM3, USIM5) aparece como provável compradora dos ativos da empresa, senão da mineradora como um todo, de acordo com o seu processo de busca pela autossuficiência em minério de ferro, explica a corretora. 


Brasil Foods
A Spinelli também ressaltou que os resultados da varejista entre abril e junho deste ano superaram as expectativas do mercado, com destaque para o recuo nos custos com grãos e o aumento de volumes. Outro ponto destacado pela corretora foi a margem Ebitda (relação percentual entre geração operacional de caixa e receita líquida) de 10,6%, que "coloca a empresa de volta a patamares históricos e normalizados de rentabilidade".


Fibria
As boas perspectivas da Spinelli para a produtora de celulose decorrem dos fortes números apresentados no segundo trimestre deste ano, com destaque para o alongamento do prazo médio da dívida para 70 meses e para a captura de sinergias entre Aracruz e VCP. A corretora apontou como positivo também a intenção da empresa em aumentar sua capacidade produtiva.


Rossi Residencial
"Alocamos em nossa carteira semanal novamente as ações da Rossi com a intenção de capturar parte dos ganhos oriundos do forte resultado divulgado pela companhia no 2T10", destacou a Spinelli, mencionando como um dos principais destaques no balanço financeiro da empresa a evolução de 75,9% na receita líquida, que alcançou R$ 649 milhões no segundo trimestre deste ano.

Ativa divulga carteira recomendada para a terceira semana de agosto

Por: Anderson Figo
16/08/10 - 19h06
InfoMoney


SÃO PAULO - A Ativa Corretora renovou seu portfólio de cinco ações recomendadas para o período de 16 a 20 de agosto, listando algumas sugestões de papéis que devem apresentar um desempenho diferenciado neste período.

Na última semana, a carteira sugerida pela corretora mostrou variação negativa de 0,9% (levando em consideração o desempenho médio no período de 9 de agosto até 13h00 desta segunda-feira), 1,5 ponto percentual acima do desempenho do Ibovespa no período considerado.

No mesmo sentido, nas últimas quatro semanas, o portfólio acumula retorno positivo de 9,5%, acima da performance de 5,7% do índice.

Confira as recomendações para a semana:
Empresa Código Preço-alvo  Upside*
Pão de Açúcar PCAR5 R$ 85,57 44,08%
AES Tietê GETI4 R$ 24,00 14,77%
PDG Realty
PDGR3 Em revisão -
BM&F Bovespa BVMF3 R$ 14,94 16,53%
Fibria FIBR3 Em revisão -
*Com base na cotação de fechamento do dia 16 de agosto

Pão de Açúcar
A Ativa avalia que a companhia mantém seu perfil defensivo mesmo em um cenário de alta na taxa de juros. Além disso, segundo a corretora, o anúncio dos novos termos da associação com a Casas Bahia diminui as incertezas que estavam afetando o papel.

AES Tietê
Mesmo a companhia tendo apresentado números abaixo do esperado no segundo trimestre deste ano, a Ativa avalia que a queda vista nos papéis ao longo da última semana "foi exagerada devido à característica circunstancial da deterioração do resultado trimestral".

PDG Realty
As perspectivas de bons resultados no segundo trimestre foram o principal destaque na recomendação da Ativa aos papéis da companhia na carteira semanal. Além disso, as expectativas favoráveis à empresa também decorrem da incorporação com a Agre. 

BM&F BovespaA Ativa espera que a companhia apresente números fortes no terceiro trimestre deste ano, considerando os maiores volumes negociados por conta das ofertas de BB, Petrobras e arrefecimento das notícias vindas da Europa.

FibriaAvaliando positivamente os resultados da produtora de celulose no segundo trimestre deste ano, a corretora destacou que a companhia retomou os projetos de aumento da capacidade, reduzindo seu nível de alavancagem financeira.

XP Investimentos faz duas alterações em carteira para a terceira semana de agosto

Por: Equipe InfoMoney
16/08/10 - 18h11
InfoMoney

SÃO PAULO - A XP Investimentos divulgou sua carteira recomendada semanal com cinco sugestões de ações que, na visão da corretora, devem ter desempenho acima da média do mercado. O portfólio para o período entre 16 e 23 de agosto traz duas alterações em relação à semana anterior.

Em relação à semana anterior, os papéis da Brookfield (BISA3) e do Pão de Açúcar (PCAR5) cederam lugar às ações da PDG Realty e Equatorial.

Cabe dizer que, do dia 9 até às 13h desta segunda-feira, a carteira da corretora apresentou ganhos de 0,8%, performance 3,2 pontos percentuais superior ao desempenho do Ibovespa no mesmo período.

Para a semana que segue, a XP destaca a divulgação de indicadores no front internacional, em especial o indicador de produção norte-americana referente ao mês de julho. Os números serão publicados na terça-feira (17).

Confira as ações recomendadas pela XP para a semana:
 
  Top Picks da semana  
EmpresaCódigo
Banco do Brasil BBAS3
PDG Realty PDGR3
OGX Petróleo OGXP3
Equatorial Energia EQTL3
Vale VALE3

Socopa lista doze ações em carteira para os pregões de 16 a 20 de agosto

Por: Equipe InfoMoney
16/08/10 - 16h02
InfoMoney

SÃO PAULO - A Socopa listou doze ações em carteira recomendada para o período de 16 a 20 de agosto, com foco nos setores de siderurgia e mineração, petróleo e gás e construção civil. Para a terceira semana de agosto, a carteira segue inalterada.

A corretora acredita que receios sobre o ritmo de recuperação global, sobretudo nas economias chinesa e norte-americana, pesaram sobre os negócios e contribuíram para o desempenho negativo das bolsas internacionais na última semana. Para os próximos dias, "o foco dos investidores deve continuar na divulgação dos indicadores externos, cujos dados mais recentes têm mostrado desaceleração nas principais economias".

Desempenho
A performance semanal do portfólio foi negativa em 0,66%, desempenho melhor do que o Ibovespa, com recuo de 2,69% entre os pregões de 9 a 13 de agosto.

Confira as sugestões para o período:
Empresa  Código  Preço-alvo   Upside*Peso
TAM TAMM4 R$ 45,00 24,31% 11,5%
CSN CSNA3 R$ 39,50 37,34% 9,2%
Vale VALE5 R$ 61,00 42,22% 9,0%
ALL ALLL11 Em revisão 8,6%
Gafisa GFSA3 R$ 18,00** 50,63% 8,5%
OGX OGXP3 R$ 24,50** 27,74% 8,4%
Petrobras PETR4 R$ 46,00 66,31% 8,0%
Randon RAPT4 R$ 14,75 32,29% 7,7%
Lojas Americanas LAME4 R$ 18,40 29,49% 7,6%
Confab CNFB4 R$ 7,35 36,62% 7,3%
PDG PDGR3 R$ 23,50** 34,52% 7,2%
Gerdau GGBR4 R$ 36,00 45,51% 6,9%
*Potencial de valorização com base no fechamento de 13 de agosto
** Preço-alvo consenso Thomson Reuters 

Concórdia traz três sugestões de portfólio para semana de 16 a 20 de agosto

Por: Beatriz Nantes
16/08/10 - 14h44
InfoMoney

SÃO PAULO - A Concórdia Corretora divulgou suas sugestões de investimentos em ações para os pregões desta semana, que englobam os dias 16 a 20 de agosto. Como de costume, a corretora apresentou três opções de carteiras recomendadas, cada qual composta por cinco papéis e com estratégias diferenciadas.

O primeiro portfólio contém ações de companhias com boas perspectivas de distribuição de proventos. Já o portfólio "Valor" lista sugestões concentradas em papéis de baixo risco e bons fundamentos de longo prazo. Por fim, a terceira carteira, denominada "Ibovespa", concentra cinco sugestões focadas nos ativos que compõem o índice Bovespa, escolhidos através dos parâmetros liquidez e timing.

Desempenho da última semanaAs três carteiras foram mantidas com relação à última semana. O desempenho da carteira Dividendos foi o único a ficar acima do índice Bovespa durante a última semana, já que o portfólio teve queda de 1,34%, enquanto o benchmark recuou 2,69%. A carteira Valor, por sua vez, teve desvalorização de 3,98%, enquanto a carteira Ibovespa exibiu baixa de 3,30%. 

Carteira Dividendos:
Empresa  Código    Preço-alvo   Upside**     Dividend Yield ***  
Cielo CIEL3 R$ 21,16 35,2% 8,4%
Tele Norte Leste TNLP3 R$ 54,38 73,7% 10,6%
Cemig CMIG4 R$ 38,07 50,8% 6,5%
Tractebel TBLE3 R$ 27,31 20,3% 6,1%
Trans. Paulista TRPL4 R$ 62,34 30,1%
12,2%

Carteira Valor:
Empresa  Código     Preço-alvo*     Upside**  
Redecard RDCD3 R$ 33,97 36,3%
ALL ALLL11 R$ 19,33 24,7%
CSN CSNA3 R$ 35,83 24,6%
Suzano Papel  SUZB5 R$ 24,06 47,2%
Lojas Americanas LAME4 R$ 19,39 36,4%

Carteira Ibovespa:
Empresa  Código    Preço-alvo   Upside**  
Bradesco BBDC4 R$ 39,51 27,8%
Vale VALE5 R$ 60,46 41,0%
Petrobras PETR4 R$ 45,46 64,4%
Usiminas USIM5 R$ 72,80 51,8%
Itaú Unibanco ITUB4 R$ 46,92 24,4%