quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Estoques de Petróleo

EUA/DOE: Estoques de Petróleo: -2,784 milhões; previsão: -1,65 milhões de barris.
EUA/DOE: Estoques de Gasolina: 729 mil; previsão: -1 milhão de barris
EUA/DOE: Estoques de Destilados: 2,173 milhões; previsão: 1 milhão de barris

Fonte: AE Broadcast

Indicadores EUA - 11h

EUA: ISM: Composto (exceto manufatura): 54,3; previsão: 53,0

Fonte: Bloomberg


Próximos Indicadores
 
11h30
DOE: Estoques de petróleo bruto

Indicadores EUA - 9h15

EUA: ADP: Variação setor de empregos: 42 mil; previsão: 30 mil

Fonte: Bloomberg

Próximos Indicadores

11H00
 ISM: Composto (exceto manufatura)

11h30
 DOE: Estoques de petróleo bruto

Barclays diminui preço-alvo da Bradespar, mas mantém recomendação overweight

Por: Equipe InfoMoney
03/08/10 - 20h11
InfoMoney


SÃO PAULO – O Barclays Capital reduziu sua projeção de preço-alvo para as ações da Bradespar (BRAP4), seguindo a revisão do quesito feita anteriormente para a Vale (VALE3VALE5). A recomendação de “overweight” (desempenho acima da média do mercado) permanece, já que a holding é vista como o modo menos dispendioso de aproveitar os bons fundamentos da mineradora. Cabe lembrar que 95% do VPL (Valor Presente Líquido) da Bradespar corresponde à Vale. 

“A Bradespar é a maneira mais barata para captar os fundamentos de minério de ferro da Vale e um importante veículo para capturar um prêmio potencial pelo seu controle acionário”, dizem os analistas Leonardo Correa e Renato Antunes em relatório. O preço-alvo das ações da empresa foi revisado de R$ 61,00 para R$ 59,00 - o que ainda representa um upside de 51,3% com base na cotação de fechamento desta terça-feira (3). 

O Barclays reiterou a recomendação de "overweight" com destaque também para os padrões superiores de governança corporativa, os altos dividendos repassados e a liquidez dos papéis da Bradespar. A recomendação sugere que a ação superará o retorno esperado para o universo de cobertura do setor ao longo de 12 meses.

Desconto No relatório, o banco britânico destacou também que as ações da Bradespar são negociadas com um excessivo desconto de 15% para o VPL de seus ativos, o que deve ser gradualmente diminuído nos próximos meses.

“Embora nós saibamos que há poucos catalisadores para diminuir os descontos da ação a curto prazo, nós acreditamos que os investidores gradualmente irão precificar o valor do controle”, dizem os analistas, frisando que esse movimento pode se intensificar conforme a atividade de fusões e aquisições aumente no setor.

Após oferta de ações, Barclays reduz preço-alvo do BB, mas mantém overweight

Por: Giulia Santos Camillo
03/08/10 - 19h51
InfoMoney


SÃO PAULO – Diante do anúncio de encerramento da oferta de ações do Banco do Brasil (BBAS3), o Barclays Capital optou por revisar as premissas consideradas no valuation da instituição, reduzindo o preço-alvo de R$ 39,00 para R$ 37,00 por ação. A recomendação segue como overweight (peso acima da média do portfólio), dado o potencial de valorização de 25% sobre a cotação de fechamento desta terça-feira (3).

Diante da captação de aproximadamente R$ 7 bilhões, o Barclays elevou em 5% as projeções de ganhos do Banco do Brasil. Segundo os analistas Roberto Attuch e Fabio Zagatti, o aumento das estimativas deve-se principalmente a “um maior ganho financeiro do novo capital levantado, que ofusca a diluição do lucro por ação depois da oferta”.

Além disso, os analistas estimam que a injeção de capital de R$ 7 bilhões deve sustentar um crescimento no crédito de 18% a 20%, mantendo o índice de Basileia no patamar entre 13% e 15% até 2012.

Prévia dos resultados
Apesar da redução do preço-alvo, o Barclays acredita que suas estimativas para os resultados do Banco do Brasil são conservadoras diante dos dados já postados pelos bancos privados brasileiros.

A expectativa é de que a instituição supere a projeção de lucro líquido de R$ 2,1 bilhões e retorno sobre patrimônio de 23,6% quando divulgar o balanço do segundo trimestre, em 16 de agosto.

Valuation atrativo
Por fim, Attuch e Zagatti ressaltam o valuation atrativo do Banco do Brasil em relação aos bancos privados do País. Atualmente, as ações do BB são negociadas com um P/L (múltiplo que mede a relação entre preço e lucro) projetado para 2011 de 8,6 vezes, com um desconto médio de 20% diante dos pares.

Link Investimentos inicia cobertura dos papéis do Banco PanAmericano

Por: Anderson Figo
03/08/10 - 18h14
InfoMoney


SÃO PAULO - Destacando uma forte capacidade de originação de crédito, a Link Investimentos iniciou nesta terça-feira (3) a cobertura dos papéis do banco PanAmericano (BPNM4), com recomendação de desempenho acima da média do mercado e preço-alvo de R$ 11,50 para o final de 2010, o que representa um potencial de valorização de 29,21% em relação à cotação de fechamento das ações do banco no pregão regular da BM&F Bovespa nesta data.

Em relatório assinado pela analista Mariana Taddeo, a Link ressaltou que está confiante com as operações do PanAmericano para os próximos trimestres. "Com participação no mercado de 1,1% no segmento de consumo, acreditamos que o banco reúne as condições necessárias para apresentar um forte crescimento nos próximos anos", disse Mariana.

A analista lembrou ainda que o banco pertence ao Grupo Silvio Santos, o que proporciona um benefício à empresa da imagem institucional e de sinergias. Além disso, a compra de 36,6% do PanAmericano pela Caixa Econômica Federal, no final de 2009, também trouxe um impacto positivo para as operações do banco, melhorando sua percepção de risco e reduzindo seu custo de capital.

"Um dos principais pontos positivos do banco é a sua forte capacidade de originação de crédito alavancada pelo extenso portfólio de produtos e serviços e pela presença nacional. Isso permitiu ao banco crescer sua carteira de crédito a uma taxa média de 44,6% ao ano, nos últimos três anos", avaliou a analista da Link.

Riscos
Entre os riscos apontados pela corretora para sua tese de investimento estão a manutenção da qualidade da carteira de crédito e a capacidade de funding para suportar o forte crescimento da carteira.

Além disso, tanto mudanças regulatórias quanto contábeis poderiam prejudicar o recolhimento de compulsório e a rentabilidade do banco, completa Mariana.

Safra inicia cobertura de Bradespar com recomendação outperform

 
Por: Giulia Santos Camillo
03/08/10 - 16h25
InfoMoney


SÃO PAULO – Ressaltando a exposição à Vale (VALE3, VALE5) e o possível desinvestimento na CPFL (CPFE3), o Safra iniciou a cobertura dos papéis da Bradespar (BRAP4) com recomendação outperform (performance acima da média do mercado). O preço-alvo para 12 meses foi calculado em R$ 53,00, o que representa um potencial teórico de valorização de 38% frente ao último fechamento.

A primeira referência citada pelo analista do banco, Rogério Zarpao, para embasar o otimismo é a exposição da holding à Vale. “O investimento na vale representa 94% do portfólio da Bradespar”, explica Zarpao em relatório.

“A Vale deve se beneficiar do momentum positivo de precificação do minério de ferro, o que não está refletido no preço das ações”. A expectativa do analista é de que os preços aumentem em 100% neste ano.

Desinvestindo na CPFL
Enquanto o investimento na Vale é um ponto positivo, a possível venda da CPFL pode ser um driver dos papéis, na visão de Zarpao. A empresa já vendeu 40% de sua fatia na companhia elétrica em 2009 e, segundo o Safra, pode vender o restante neste ano, após a cotação da CPFL subir mais de 30% no último ano.

Soma das partes
Levando em conta esses drivers, o Safra aponta também um call relativo ao desconto dos papéis sobre o SOTP (soma das partes, na sigla em inglês). O desconto médio histórico é de 13% desde 2007, tendo caído para 4% em 2009, quando o megaempresário Eike Batista tentou comprar uma fatia no bloco controlador da Vale.

Embora o desconto esteja agora em 16%, apenas 3% acima da média histórica, Zarpao acredita que ele deva cair novamente, diante dos drivers citados.

Preferência por Vale
Apesar da visão positiva sobre a Bradespar, Zarpao afirma que “com o desconto relativamente perto de sua média histórica, nós tendemos a preferir a Vale, devido à sua maior liquidez e momentum positivo”.

Riscos
Assim como o otimismo do analista é embasado nas perspectivas para a Vale, os riscos à recomendação outperform da Bradespar também surgem da mineradora, como a possibilidade de menor demanda na China ou uma recuperação mais lenta da Europa e dos Estados Unidos.

Outro risco ressaltado por Rogério Zarpao são as questões regulatórias e os conflitos de interesse em relação ao desinvestimento na CPFL.