sábado, 15 de janeiro de 2011

BofA Merrill Lynch mantém recomendação, mas reduz preço-alvo para Magnesita

Por: Equipe InfoMoney
14/01/11 - 15h05
InfoMoney


SÃO PAULO – Com uma nova oferta de ações  preparada e ganhos possivelmente menores à frente, as ações da Magnesita (MAGG3) tiveram seu preço-alvo reduzido de R$ 16,00 para R$ 12,00 pelosanalistas do Bank of America Merrill Lynch. O novo valor indica um upside (potencial teórico de valorização) de 21,83% em relação ao último fechamento.


Segundo os analistas Felipe Hirai e Thiago Lofiego, a expectativa de ganhos menores decorre de um ambiente operacional mais austero que foi incorporado ao modelo, o que fez com que a projeção para o Ebitda (geração operacional de caixa) da companhia de 2011 a 2013 fosse cortada entre 25% e 30%.


Além disso, a avaliação da dupla é de que a emissão de ações, embora seja positiva para a empresa ao reduzir o seu nível de alavancagem, é negativa para a cotação dos papéis devido ao timing. "A ação está em sua menor cotação em 17 meses", dizem.


Sobre os principais projetos da empresa – a expansão de 120 mil toneladas de magnesita e 40 mil toneladas de grafite em Brumado –, os analistas esperam que sejam gastos US$ 200 milhões. “Com os preços das matérias-primas continuando em alta, o aumento de integração vertical da empresa é positivo”, afirmam.


Ação é boa, mas no longo prazoAssim, os analistas mantiveram a recomendação para os papéis da Magnesita como neutra. “Na nossa visão, a ação oferece um bom valor no longo prazo, mas carece de catalisadores no curto prazo”, falam os analistas.


Ademais, levando em conta os ganhos estimados atualizados, a empresa estaria sendo negociada em bolsa com um prêmio de 10% frente às siderúrgicas brasileiras, "o qual pode ser justo dados os projetos de crescimento", completa a dupla. 

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Bradesco vê cenário positivo para bancos, com destaque para BB e Itaú Unibanco

Por: Equipe InfoMoney
14/01/11 - 14h08
InfoMoney


SÃO PAULO - O cenário para os grandes bancos brasileiros foi avaliado como moderadamente positivo pela Bradesco Corretora, que revisou suas projeções para o Banco do Brasil (BBAS3), Itaú Unibanco (ITUB4) e Santander (SANB11). A preferência é pelos dois primeiros, com base no potencial de valorização e no valuation destas instituições.


Segundo Carlos Firetti, responsável pela cobertura, estima-se que a CAGR (taxa composta de crescimento anual) do lucro por ação no período 2010 - 2013 seja de 16,4% para o Banco do Brasil e 15,0% para o Itaú Unibanco. Para o analista, os papéis da banco estatal devem continuar a ser negociados com desconto em relação aos ativos do Itaú Unibanco.


Cabe dizer que Firetti não alterou nenhuma das recomendações dos três bancos. "As principais mudanças em nossas estimativas foram uma redução das projeções de crescimento dos empréstimos e NIMs (margem financeira líquida anualizada) estáveis para as operações bancárias", explica o analista. Ele ainda afirma que a provisão de despesas deve seguir melhorando no ano, consequência de uma melhor qualidade de crédito. 


Continuidade favorece BBO Banco do Brasil tem a seu favor a manutenção de seu corpo administrativo. Firetti exalta o bom desempenho do CEO (Chief Executive Officer) Aldemir Bendine à frente da instituição, tendo sido capaz de realizar um bom trabalho nas relações com o governo. "Ele conseguiu equilibrar a percepção de que o banco estava alinhado com os interesses do governo e manter a estratégia da instituição de se expandir em segmentos comercialmente atraentes", escreve o analista. 


Além disso, ele aponta que a chance de interferência política no BB é ainda menor no atual cenário, o que deve diminuir o desconto do banco em relação a seus pares. 


Enquanto isso, o Itaú Unibanco deverá começar a apresentar as sinergias da integração entre as duas instituições, concluída no final de outubro de 2010. Isso deve se refletir nos números do quarto trimestre, que devem mostrar menores custos com a fusão. "Vemos resultados melhores em termos de despesas como um catalisador para as ações do Itaú Unibanco nos próximos trimestres", diz o analista. 


Situação na Espanha provoca cautela com SantanderJá o Santander, segundo Firetti, merece um pouco mais de cautela, em função da atual conjuntura da economia espanhola. Apesar disso, o próprio analista ressalta que não não enxerga impactos diretos nas operações do banco no Brasil. "Mas um cenário de stress na Espanha poderia interferir nas atividades no Brasil à medida que o banco adota uma postura mais cautelosa com relação ao crescimento", explica. 


Confira as recomendações do setor: 
Banco    Ticker   Recomendação    Preço-alvo        Upside*    
Banco do BrasilBBAS3OutperformR$ 40,0026,58%
Itaú UnibancoITUB4OutperformR$ 48,0021,92%
SantanderSANB11Market PerformR$ 28,0026,41%
*potencial teórico de valorização com base no fechamento de 13/1/2011

UBS eleva recomendação de TAM para compra, mas elege GOL a preferida do setor

Por: Equipe InfoMoney
14/01/11 - 13h00
InfoMoney


SÃO PAULO – O UBS elevou a recomendação dos papéis da TAM (TAMM4) para compra, citando o desconto no preço implícito das ações da companhia e a sua possível redução a partir do segundo trimestre deste ano. O preço-alvo para os papéis da companhia estão estabelecidos em R$ 47,20, o que representa um potencial teórico de valorização de 16,25% sobre a cotação de fechamento do último pregão.


A TAM está sendo negociada a um desconto de 10,5% no preço implícito das ações, baseado na relação de troca com os papéis da LAN, de um por 0,9, indicou o analista Victor Mizusaki, em relatório.


"Considerando os fortes resultados operacionais do terceiro trimestre de 2010 e a provável conclusão da fusão da LAN com a TAM no final do segundo trimestre deste ano, nós acreditamos que este desconto deverá ser reduzido", previu o analista.


GOL continua como preferidaNo entanto, as ações da GOL (GOLL4) continuam como as preferidas pelo analista, já que a empresa deverá reportar um resultado trimestral melhor, devido às vantagens de custeio, fortes balanços e liquidez, e uma frota conservada que pode resultar em uma taxa de ocupação maior.


Segundo o relatório da UBS, o preço-alvo para as ações da empresa é de R$ 34,80, o que significa um potencial teórico de valorização de 30,33% sobre a cotação do último fechamento.


Além disso, os papéis da empresa estão sendo negociados a um desconto de 20,4% no múltiplo EV/Ebitdar (Valor empresarial sobre Lucro antes de juros, impostor, depreciações, amortizações e leasing) sobre os concorrentes da América Latina.


Capacidade em expansãoPor fim, o analista também ressalta que a capacidade aérea no Brasil está mais alinhada com o ritmo de crescimento histórico de passageiros. “Mesmo se as menores companhias triplicassem a sua capacidade para 2012, a capacidade irá expandir a uma taxa de crescimento de 2,6 vezes o PIB (Produto Interno Bruto), em linha com a demanda”, aponta.

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Itaú eleva preço-alvo para SLC, com base nos preços das commodities agrícolas

Por: Equipe InfoMoney
13/01/11 - 15h05
InfoMoney


SÃO PAULO – O Itaú BBA atualizou o preço-alvo das ações da SLC (SLCE3), incorporando novas premissas macroeconômicas, a revisão nos preços mundiais da soja, do milho e do algodão e considerando uma estimativa menor para a área plantada da empresa em 2010 e neste ano.


Assim, o preço-alvo para as ações da SLC passou de R$ 19,80 para R$ 24,20, valor que representa um upside (potencial teórico de valorização) de 16,91% em relação ao último fechamento. A recomendação continuou como market perform (desempenho em linha com a média do mercado).


Preços mais altosAs analistas Paula Kovarsky e Giovana Araújo revisaram a curva de preços da soja e do milho, avaliando que as projeções anteriores eram excessivamente conservadoras em comparação com o desempenho atualizado dos preços. As novas estimativas de longo prazo apontam preço da soja em US$ 11,00/bushel e preço do milho de US$ 4,5/bushel.


Comentando o mais recente relatório do Departamento de Agricultura dos EUA para as commodities do setor, as analistas frisam o indicativo de que o balanço entre oferta e demanda deve continuar apertado ao longo deste ano.


Sobre a soja, as restrições no crescimento da oferta foram causadas por fatores meteorológicos, pelo aumento do consumo – em especial na China – e pela redução da produção na Argentina. Em relação ao milho e ao algodão, o destaque fica por conta do aumento nas projeções de déficit no suprimento.


Ademais, são previstas pressões positivas nos preços baseadas na continuidade do tempo seco na Argentina, crescimento menor do que o esperado nas plantações norte-americanas e manutenção da demanda elevada na China.


AvaliaçãoDesta forma, a dupla afirma que a avaliação da SLC foi impactada de maneira positiva pelas revisões nas estimativas para os preços dos grãos. Junto a isso, outro ponto que contribuiu para o incremento do preço-alvo foi “uma menor estimativa para a dívida líquida ao final de 2011”.


Além disso, o preço-alvo pode ficar ainda maior caso a SLC seja bem sucedida na oferta privada de ações de sua subsidiária LandCo, que enfrenta questões regulatórias. “Realizamos um exercício na LandCo que aponta para uma contribuição ao valuation de R$ 2,30, situando nosso preço-alvo de 2011 para R$ 26,40”, segundo as analistas.


Entretanto, a manutenção da recomendação como market-perform foi feita em função da percepção de que “é um tanto tarde demais para apresentar uma indicação para a SLC baseada na expectativa de mais crescimento nos preços dos grãos”, já que a ação já registrou uma forte alta desde meados de outubro, acompanhando a valorização da soja.


Por fim, as analistas do Itaú acreditam que provavelmente será verificado um prêmio de negociação sobre o NAV (valor presente do ativo) enquanto os preços da soja se mantiverem em uma tendência de elevação. “A SLC está atualmente sendo negociada a um prêmio de 11% sobre o NAV do ano de 2010 e a um desconto de 3% sobre o NAV de 2011, de acordo com nossas estimativas”.

Bradesco reduz preço-alvo da SulAmérica, com estimativas piores para 2011 e 2012

Por: Equipe InfoMoney
13/01/11 - 12h41
InfoMoney


SÃO PAULO – O analista da Bradesco Corretora, Carlos Firetti, indicou a redução do preço-alvo das ações da SulAmérica (SULA11), passando de R$ 24,80 para R$ 22,70 nesta quinta-feira (13). O novo valor, que corresponde a um upside (potencial de valorização teórico) de 11% frente ao fechamento da última sessão, vem em conjunto com a manutenção da recomendação market perform (desempenho em linha com a média do mercado).


O analista apontou que tal redução decorre principalmente das piores estimativas de ganhos para 2011 e 2012, que o banco reduziu em 11,6%, para R$ 520 milhões, e em 9%, para R$ 562 milhões, respectivamente. Esse cenário é construído baseado nas piores expectativas para outras receitas e despesas da empresa.


No entanto, apesar dos cenários serem mais pessimistas para este e também para o próximo ano, as projeções de ganhos de 2010 foram revisada para cima. Tal mudança é um reflexo das melhores expectativas dos analistas em relação aos sinistros no segmento de seguro saúde no quarto trimestre de 2010.


Último trimestre de 2010Para o quarto trimestre de 2010 o analista estima um lucro líquido recorrente de R$ 152,7 milhões, 16,7% superior ao trimestre anterior e 2,1% acima em relação ao mesmo período de 2009. Firetti destaca também que as quedas excepcionais das taxas de impostos no último trimestre de 2010 acabam distorcendo a comparação anual.


Focado nas margens de subscrição do trimestre em questão, o crescimento estimado é de 49,2%, na comparação anual, o que reflete tanto um forte crescimento nos prêmios ganhos quanto o avanço de 460 pontos base nos sinistros.


Por fim, “em geral nós continuamos a ver um ambiente positivo para o setor de seguro”, destaca o analista. Em termos de competição, a situação será relativamente saudável, contando também com uma tendência positiva na melhora da sinistralidade.


A única preocupação que permanece, segundo Firetti, é que ainda há um valuation não atrativo, "com a Porto Seguro (PSSA3) e SulAmérica sendo negociadas com valores similares aos grandes bancos brasileiros”.

Gradual vê reversão do movimento de baixa e recomenda compra da GOL

Por: Equipe InfoMoney
13/01/11 - 11h43
InfoMoney


SÃO PAULO - A equipe de análise técnica  da Gradual emitiu recomendação de compra aos papéis da GOL (GOLL4) nesta quinta-feira (13).


Segundo a corretora, a ação confirmou a reversão do movimento de baixa ao romper R$ 26,70, gerando assim uma entrada na compra. Cabe lembrar que, na véspera, os papéis da companhia aérea fecharam em R$ 26,80, após forte alta de 2,49%. 


Os objetivos sugeridos são em R$ 28,40 e R$ 29,50, e o stop loss é colocado em R$ 25,69. Confira no gráfico abaixo:

Operação de compra de PDGR3

Compra de PDGR3
Condição de entrada: R$ 10,46
Condição de stop: rompimento dos R$ 10,05
Motivo da operação: 
Ativo rompeu resistência ontem e a MME 9 virou para cima após um pullback, formalizando um pivot de alta. As bandas de bolinger estão abrindo podendo levar o papel à próxima resistência.
Tipo da operação: Swing  trade curto.
Objetivos: R$ 10,99 e R$ 11,37