segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Hypermarcas: aquisição ofusca fraco balanço e leva Citi a reiterar recomendação

Por: Equipe InfoMoney
09/08/10 - 12h16
InfoMoney


SÃO PAULO - “O resultado do segundo trimestre abaixo de nossas expectativas é ofuscado pela surpresa positiva com uma nova aquisição”, avalia a equipe do Citigroup sobre o início de semana agitado da Hypermarcas (HYPE3). Com isso, o banco reitera sua recomendação de compra dos papéis e preço-alvo de 12 meses de R$ 31,00 – cifra que equivale a um potencial teórico de apreciação de 39,32% face ao fechamento do último pregão.

“Acreditamos que uma notícia deve compensar a outra e o impacto global deve ser neutro para as ações”, preveem Carlos Albano e Marcio Kawassaki, analistas que assinam o relatório do banco.

Vendas, Ebitda e dívida
Quanto ao balanço trimestral, a dupla avalia que as vendas da companhia vieram em linha com suas expectativas. “O fraco desempenho veio de alimentos, com 16% de crescimento, mas principalmente do segmento de limpeza, com contração de 6%”, frisam.

Além das vendas, os dois observam também uma margem Ebitda 8% inferior às suas projeções, “principalmente devido aos gastos maiores do que o esperado com marketing”, os quais atingiram R$ 178 milhões no período, “15% acima de nossas expectativas”, assinalam os analistas.

Outro destaque apontado pela dupla refere-se à dívida líquida da companhia, “13% acima de nossas estimativas, o que é explicado pela combinação de Ebitda menor do que o esperado e Capex (investimento em bens de capital) acima das projeções”.

Mabesa anima
Por fim, com relação à aquisição da Mabesa, anunciada no último final de semana, o Citi demonstra bastante otimismo: “Acreditamos que esta foi mais uma boa aquisição da Hypermarcas, praticamente em linha com ofertas anteriores da empresa.”

Vale mantém liderança em recomendações pelo oitavo mês consecutivo

Por: Anderson Figo
09/08/10 - 11h20
InfoMoney


SÃO PAULO - Repetindo o resultado dos últimos sete meses, a Vale (VALE5) manteve a liderança nas carteiras recomendadas para o mês de agosto. O segundo lugar ficou novamente com a Petrobras (PETR4), enquanto o terceiro lugar foi ocupado pela CSN (CSNA3), tomando a posição no ranking da Gerdau (GGBR4), que, por sua vez, ficou apenas na quinta colocação.

As carteiras consideradas este mês, que incluíram bancos e corretoras, foram: Bank of America Merrill Lynch, BB Investimentos, Souza Barros, Citi Corretora, HSBC, Brascan, Link Investimentos, XP Investimentos, Socopa, Planner, Omar Camargo (2 carteiras), Ágora (3 carteiras), Amaril Franklin, Win, Geração Futuro, Spinelli, Banif, PAX, Itaú Corretora, TOV, SLW (3 carteiras), Coinvalores, Fator e Banco Safra.

Dentre as carteiras publicadas pela InfoMoney no mês, nesta amostragem só não foram consideradas aquelas direcionadas às ações com perspectivas de ganho com a distribuição de proventos.

Resultados alimentam boas perspectivas
Os ativos preferenciais da Vale seguem como preferidos dos analistas para agosto, com 22 recomendações entre 29 carteiras compiladas. Vale destacar que, em julho, a mineradora havia conquistado 20 recomendações entre 24 carteiras compiladas. Os resultados da mineradora no segundo trimestre
 mantiveram a companhia em foco nos últimos dias, alimentando as boas perspectivas.

Sentindo o impacto do novo sistema de precificação do minério de ferro, a Vale registrou lucro líquido de R$ 6,635 bilhões no segundo trimestre de 2010 - um avanço de 344% na base anual. Segundo a companhia, esse foi o seu melhor desempenho operacional e financeiro desde o terceiro trimestre de 2008.

Os números da mineradora animaram os analistas. “Os resultados vieram muito bons, mostrando que o novo sistema de precificação do minério de ferro foi implementado de forma bem sucedida”, afirmou a equipe do Barclays. “Os números reportados justificam os bons fundamentos da empresa e do setor”, destacou, por sua vez, Antônio Ruiz, analista do BB Investimentos.

Grande contribuinte da receita da Vale, o segmento de minério de ferro foi o principal destaque do balanço reportado pela mineradora no segundo trimestre deste ano. “O volume de vendas de minério de ferro ultrapassou as 57 milhões de toneladas e só não foi maior porque, mais uma vez, a Vale teve alguns problemas com embarque no Terminal Marítimo de Ponta da Madeira”, avaliou Ruiz.
Ação  Recomendações  
Vale 22
Petrobras 15
CSN 10
Tractebel 9
Lojas Americanas 8
Itaú Unibanco 8
Gerdau 8
Randon 7
OGX Petróleo 7
Vivo 6
Gafisa 6
Telesp 5
CCR 5
Bradesco 5

Dando continuidade às repercussões do resultado da Vale, os analistas do Deutsche Bank, do Barclays e do UBS reiteraram suas recomendações para a mineradora – entretanto, enquanto os dois primeiros têm visões mais otimistas sobre o balanço da companhia, o terceiro se mostrou menos entusiasmado com os números do trimestre.

“O valuation está atraente, mas os resultados trouxeram mais perguntas do que respostas”, disse Rene Kleyweg, do UBS. A principal crítica de Kleyweg foram os preços de realização do minério de ferro, que ficaram em US$ 92 – bem abaixo da expectativa do banco de US$ 118 e do benchmark, de US$ 105. “Esse valor não mostra captura de nenhum tipo de prêmio”, afirmou.

Cabe lembrar que, na teleconferência sobre os resultados, o CEO (Chief Executive Officer) e presidente da Vale, Roger Agnelli, explicou que a cifra foi afetada por efeito carry over, de problemas de entrega de volumes no primeiro trimestre que fizeram com que 10 milhões de toneladas no segundo trimestre acabaram vendidas baseadas nos preços do primeiro trimestre, que já estavam em contrato.

Entretanto, os analistas do Deutsche Bank veem os preços anunciados como algo até positivo para a mineradora. “Considerando que os resultados da Vale foram acima do esperado mesmo com os preços do minério abaixo do esperado, acreditamos que os resultados recorrentes do segundo trimestre tenham sido ainda melhores”, afirmaram.

Assim como o UBS, os analistas do Deutsche Bank, Rodrigo Barros e Jorge Beristain, reiteraram sua recomendação de compra aos papéis da Vale, avaliando o resultado trimestral como bastante positivo. “Acreditamos que a Vale é a empresa mais atraente em nosso universo de cobertura, e reiteramos a companhia como nossa top pick”, afirmaram.

Para eles, entre as principais justificativas estão os resultados acima do esperado e o fato de que preço-alvo atual dos ADRs (de US$ 40) tem um potencial de upside atrativo. Além disso, as perspectivas para a demanda de minério de ferro são positivas a partir do quarto trimestre, já que o banco espera medidas de estímulo na China e o fim do ciclo de baixa dos estoques de aço – fatores que devem ser catalisadores das ações até o final do ano.

Petrobras segue na vice liderança
Mantendo a segunda posição no ranking, os papéis da Petrobras receberam 15 recomendações em agosto, uma a mais que o apurado no mês anterior. Para a estatal, as boas perspectivas decorrem do agitado noticiário sobre a companhia, que inclui principalmente a capitalização.

"Enquanto o mercado está temeroso em relação a quais condições serão observadas em relação à capitalização, nós enxergamos tudo isso como uma grande oportunidade", declarou Leonardo Deeke, gestor de renda variável do Paraná Banco Asset Management. A visão, no entanto, deixa de ser exclusiva da gestora e a oportunidade começa a ser percebida por outros agentes de mercado, como mostra a valorização recente que os papéis preferenciais tiveram nos últimos dias.

Outro indicador que alimentou as recomendações para a Petrobras neste mês foi a confirmação pela estatal de que contratou, em junho deste ano, uma operação de Nota de Crédito à Exportação - NCE no montante de R$ 2 bilhões com a Caixa Econômica Federal, por longo prazo, com "taxas e condições atraentes, compatíveis com o mercado".

Segundo a estatal, a companhia tem se empenhado em explorar "todas as oportunidades de financiamento oferecidas pelo mercado financeiro. (...) A empresa se encontra em situação confortável de caixa e a operação se enquadra no curso normal das atividades da Petrobras", completou a companhia em comunicado.

Além disso, entre os destaques que envolveram a empresa recentemente esteve a sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva à lei que cria a Pré-sal Petróleo, companhia estatal que irá gerenciar as atividades exploratórias na região do pré-sal, o que contribui para aliviar as incertezas dos investidores sobre os investimentos da Petrobras.

Ademais, a companhia desmentiu que possui qualquer pretensão de alterar o "desenho de sua capitalização". Aliado a isso, o preço do barril de petróleo tem mostrado variações positivas nas primeiras sessões deste mês. A queda do dólar em relação a importantes divisas internacionais e as projeções de queda dos estoques da commodity nos EUA colaboraram para a apreciação do barril.

CSN conquista a terceira colocação
A CSN completa o pódio do mês de agosto, com 10 recomendações para seus ativos ordinários. A terceira colocação no ranking das ações mais recomendadas nas carteiras para o oitavo mês do ano foi conquistada pela siderúrgica pela primeira vez neste ano, após ter sido ocupada pelo Gerdau em julho.


Para a companhia, o bom momento ao setor de siderurgia e as perspectivas positivas dos analistas em relação aos resultados do segundo trimestre são os principais drivers das recomendações de agosto. Os analistas do Bank of America Merrill Lynch elaboraram prévia dos resultados do setor de siderurgia. Felipe Hirai e Thiago Loflego, que assinaram o relatório, esperam balanços "fortes", sustentados em maiores preços do aço e uma alta no volume, aliados a custos controlados.

Entretanto, na visão dos analistas, os bons resultados não serão unanimidade no setor. Para eles, CSN e Gerdau devem ser as principais surpresas positivas, enquanto a Usiminas deve revelar números relativamente mais fracos. Em relação à CSN, segundo os analistas, a empresa deverá reportar o resultado mais sólido entre as siderúrgicas da América Latina, com destaque para o negócio de minério de ferro e resultado saudável também no negócio de aço.

No caso do primeiro, eles ressaltam a projeção de margem Ebitda em 67%, ancorada no aumento do preço do minério. Já para o segmento de aço, a expectativa é de que um bom mix de produtos, com 90% das vendas no mercado interno, seja um driver, assim como preços médios ligeiramente maiores. A expectativa é que o lucro por ação fique em R$ 0,53, e o Ebitda (geração operacional de caixa) fique em R$ 1,743 bilhão.

BB FECHA ACORDO COM BRADESCO E BES PARA PARCERIA NA ÁFRICA

São Paulo, 9 - O Banco do Brasil informa que assinou hoje com o Bradesco e o Banco Espírito Santo (BES) memorando de entendimento para iniciar tratativas para estabelecer parceria estratégica visando atuação no continente africano.

Segundo comunicado divulgado há pouco, a intenção dos bancos é participar em uma holding financeira que consolidaria, na África, as atuais operações do BES. A holding coordenará futuros investimentos envolvendo a aquisição de participações em outros bancos e o estabelecimento de operações próprias no continente africano.

"As três instituições financeiras consideram a eventual parceria um meio importante para apoiar o movimento de internacionalização das empresas brasileiras e portuguesas e para assistir ao crescente intercâmbio comercial com o referido continente", informa o comunicado.

O Banco Espírito Santo, com sede em Lisboa, é o segundo maior banco comercial privado de Portugal e está presente em 18 países e quatro continentes.

De acordo com o comunicado, a efetivação da operação está sujeita à realização de estudos técnicos, jurídicos, financeiros, à negociação satisfatória dos documentos definitivos e ao cumprimento das formalidades legais e regulatórias aplicáveis em cada país.

Fonte: AE Broadcast

Banco do Brasil, Bradesco e CEF firmam acordo sobre bandeira de cartões Elo

Por: Equipe InfoMoney
09/08/10 - 09h50
InfoMoney


SÃO PAULO – O Banco do Brasil (BBAS13), o Bradesco  e a Caixa Econômica Federal firmaram um memorando de entendimentos que visa a integração da CEF no lançamento da bandeira brasileira de cartões Elo, que poderá ser utilizada por correntistas e não-correntistas dos três bancos.

O documento ainda prevê que as instituições avaliem a possibilidade de desenvolver,em conjunto, a criação de outros cartões pré-pagos, segundo comunicado enviado na manhã desta segunda-feira (9).

Ademais, os bancos ainda revelam a intenção de estudar o aumento da participação da CEF na Cielo, bem como o prosseguimento das negociações acerca de uma “eventual participação deste banco em projeto de compartilhamento de terminais externos de autoatendimento”.

Citi rebaixa recomendação de ações da Souza Cruz para venda

Por: Vitor Silveira Lima Oliveira
09/08/10 - 08h49
InfoMoney


SÃO PAULO - Os analistas do Citi rebaixaram sua recomendação para os papéis da Souza Cruz (CRUZ3) de manutenção para venda,após revisar negativamente suas projeções para resultados e avaliar que os ativos já está excessivamente apreciados.

De acordo com Marc Estigarribia, a ação registrou desempenho anual superior ao Ibovespa em aproximadamente 28% e "nós acreditamos que os investidores devem começar a sair desta posição defensiva, dado que está excessivamente valorizada", disse.

FuturoEmbora o dividendo seja atrativo, o analista não vê quaisquer drivers de curto prazo, além de manter pessimismo sobre as exportações brasileiras. O preço-alvo foi mantido em R$ 68,00.
Curiosamente, os analistas acreditam que uma vitória de Dilma Roussef nas eleições para a presidência do Brasil de 2010 seria mais favorável para as ações que a de José Serra, antigo Ministro da Saúde.

SLW revela apostas de sua carteira agressiva para o mês de agosto

Por: Equipe InfoMoney
09/08/10 - 07h13
InfoMoney


SÃO PAULO - Esperando que as principais bolsas do mundo continuem sua recuperação em agosto, a SLW divulgou sua "carteira agressiva" recomendada para o mês.

Segundo a corretora, apesar de a expectativa para os dados da economia dos EUA seja de números mistos, a sinalização do presidente do Fed, Ben Bernanke, de que poderiam ser lançadas novas medidas para impulsionar melhoras na economia do país caso não haja sinais mais concretos de melhora "poderia ser um fator positivo para o mercado acionário global".
Além disso, a positiva safra de balanços deve continuar a animar os investidores. "Logicamente, não podemos nos esquecer que as bolsas de valores operam de forma cíclica e que seguido de movimentos de alta nos preços das ações sempre ocorre um movimento inverso, causado pela realização de ganhos. Este é o cenário que visualizamos para o mês de agosto/10, um viés de alta com o Dow Jones testando os 11 mil pontos e o Ibovespa testando os 70 mil pontos".

Carteira Agressiva
Assim, para o mês, a corretora retirou os papéis da AmBev (AMBV4), Natura (NATU3), Lojas Renner (LREN3) e Cyrela (CYRE3), abrindo espaço para a entrada dos ativos da Marfrig, Pão de Açúcar, Fertilizantes Heringer e Telemar. Confira as apostas da corretora para o mês.

EmpresaAção  Preço-alvo    Upside*    Peso  
Marfrig MRFG3 R$ 26,42 53,16% 10%
Eletrobras  ELET6 R$ 39,08 42,38% 10%
Fertilizantes Heringer  FHER3 R$ 12,56 57,4% 10%
Duratex  DTEX3 R$ 20,30 17,41% 10%
Vale  VALE5 R$ 54,37
23,34%
10%
Klabin  KLBN4 R$ 6,30 25,75% 5%
Petrobras  PETR4 R$ 47,50 63,68% 5%
Gerdau  GGBR4 R$ 34,07 28,32% 10%
CSN  CSNA3 R$ 38,80 27,67% 10%
Telemar  TNLP4 R$ 42,70 70,12% 10%
TAM TAMM4 R$ 40,06 36,03% 5%
Pão de Açúcar PCAR5 R$ 74,09 29,3% 5%
* Potencial teórico de alta, baseado na cotação de fechamento de 6 de agosto

Coin renova todo o portfólio e sugere cinco ações para segunda semana de agosto

Por: Equipe InfoMoney
09/08/10 - 06h45
InfoMoney


SÃO PAULO - Com um portfólio totalmente renovado, a Coinvalores divulgou sua carteira recomendada para a segunda semana de agosto, contendo cinco ações que, na opinião dos analistas, deverão apresentar um desempenho acima da média do mercado. 

Para a próxima semana, as atenções do mercado devem estar voltadas à China e aos Estados Unidos. No país asiático serão divulgados os preços ao consumidor, as vendas no varejo e a atividade industrial, importantes critérios que avaliam a saúde de sua economia. Na agenda norte-americana, o destaque fica com a reunião do Fomc (Federal Open Market Committee), na terça-feira, que avaliará se a atual situação da economia requer um afrouxamento monetário ou não.
Ação Código Preço-alvo Upside* Participação
Tegma TGMA3 Em revisão - aumentar
Paranapanema PMAM3 Em revisão - diminuir
Itaú Unibanco ITUB4 R$ 47,00 22,55% aumentar
B2W  BTOW3 R$ 37,00 20,95% diminuir
Copasa CSMG3 R$ 30,00 17,64% aumentar
* Com base no fechamento de 6 de agosto
"Trabalhamos com uma tendência positiva para a bolsa nesta semana, contudo, não esperamos expressivas altas, como acompanhado no final do mês de julho", diz a equipe da Coin.

Confira as recomendações para esta semana:
Tegma
Mesmo com o fim da redução do IPI, a empresa surpreendeu positivamente ao reportar crescimento na receita líquida (+8,2%) e no lucro líquido (72,2%), fruto de contenção de despesas na linha de custos e retração dos gastos operacionais.

Paranapanema
Após a Vale ter lançado um edital para aquisição de até a totalidade das ações da Paranapanema, e tendo em vista as informações publicadas por ambas as empresas, a Coin sugere que os investidores vendam suas posições por valores acima da oferta, já que "o prêmio pago já foi integralmente incorporado aos preços em bolsa".

Itaú Unibanco
"Avaliamos como plenamente satisfatório o desempenho do banco no segundo trimestre, a despeito da elevação das despesas operacionais num patamar superior às nossas expectativas iniciais", diz a corretora. Além disso, a Coin acredita que os ganhos de sinergia provenientes da fusão afetem positivamente o desempenho do banco nos próximos trimestres.

B2W
Após o fraco resultado no segundo trimestre, a corretora alterou sua recomendação (de compra para manutenção) e preço-alvo para os papéis da B2W. A Coin credita o desempenho fraco ao menor crescimento da receita, à piora no mix vendido e elevado custo da dívida da empresa.

Copasa
A corretora destaca que as ações da Copasa acumulam desvalorização de cerca de 20% neste ano, o que se mostra como um oportunidade de investimento, principalmente em relação a seus múltiplos, que encontram-se descontados em relação ao seu par de mercado.