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sexta-feira, 21 de maio de 2010
Cenário Econômico Semanal – 17 a 21/Maio
PETROBRAS CONVOCA ASSEMBLEIA DIA 22/06 SOBRE AUMENTO DE CAPITAL
São Paulo, 21 - O conselho de administração da Petrobras convoca assembleia geral extraordinária para o dia 22 de junho para deliberar sobre alteração dos artigos do Estatuto Social que definem o capital autorizado da companhia, limitando o valor total e a quantidade máxima de ações a serem emitidas e delegando ao conselho de administração a aprovação do aumento de capital.
A empresa propõe a alteração de limites dos atuais 200 milhões de ações preferenciais para 2,4 bilhões de papéis, mantido o montante atual de R$ 60 bilhões. Já no caso das ordinárias, a quantidade máxima de ações seria de 3,2 bilhões ONs, ou R$ 90 bilhões.
Assim, a companhia espera que os acionistas aprovem a alteração dos limites de capital autorizado de um total de R$ 60 bilhões para R$ 150 bilhões, sendo que o número de ações, somadas ON e PN, passe de um limite de 200 milhões para 5,6 bilhões de papéis.
A empresa ressalta que os limites submetidos à AGE não representam o valor da oferta pública de ações a ser realizada. (Equipe AE)
Fonte: AE Broadcast
Morgan Stanley eleva recomendação de papéis da Totvs para "overweight"
Por: Equipe InfoMoney
21/05/10 - 13h51
InfoMoney
21/05/10 - 13h51
InfoMoney
SÃO PAULO – O Morgan Stanley elevou a recomendação para as ações da Totvs (TOTS3) de “equal-weight” (em linha com o mercado) pra “overweight” (desempenho acima do mercado).
Para a analista Tatiana Feldman, essa melhora do case da Totvs é resultado de uma perspectiva mais otimista para a empresa. “As margens da empresa hesitaram no primeiro trimestre deste ano, mas esperamos que com as questões da integração resolvidas elas devem voltar a crescer”, fala.
Boa posição
Tatiana adiciona que a Totvs está bem colocada em uma pesquisa feita pelo banco para avaliar as pequenas e médias empresas brasileiras. Para eles, a empresa está bem posicionada para se beneficiar das oportunidades do setor de software, evidenciado no crescimento da confiança em suas estimativas.
“Seu portifólio segmentado, estratégia de canal e escala devem aumentar a importância de suas vantagens competitivas”, destaca a analista. Para Tatiana, a melhora das margens operacionais e financeiras da companhia deve ser gradual, mais consistente.
O Morgan Stanley estima um preço-alvo de R$ 180,00 para as ações da empresa no final do ano, o que permite um potencial teórico de valorização de 54% ante o preço do último fechamento (R$ 116,50).
Para a analista Tatiana Feldman, essa melhora do case da Totvs é resultado de uma perspectiva mais otimista para a empresa. “As margens da empresa hesitaram no primeiro trimestre deste ano, mas esperamos que com as questões da integração resolvidas elas devem voltar a crescer”, fala.
Boa posição
O Morgan Stanley estima um preço-alvo de R$ 180,00 para as ações da empresa no final do ano, o que permite um potencial teórico de valorização de 54% ante o preço do último fechamento (R$ 116,50).
Análise técnica destaca queda do Ibovespa e papel da CSN sobrevendido
Por: Rafael de Souza Ribeiro
21/05/10 - 08h47
InfoMoney
21/05/10 - 08h47
InfoMoney
SÃO PAULO - Em mais um dia de realização forte nos mercados, o Ibovespa encerrou a sessão da última quinta-feira (20) sobre a região dos 58.000 pontos, voltando para a resistência verificada no começo de setembro do ano passado.
Apesar de importante, Marlo Barcelos, analista da Investor, vê como principal objetivo o patamar dos 55.000 pontos, tendo em vista a projeção de baixa formada em função da perda dos 60.000 pontos na última quarta-feira (19).
Na visão de Barcelos, o cenário para o Ibovespa continuará pessimista no curto e médio prazo caso não retome os 61.000 pontos nos próximos dias. Passado tal região, o mercado enfrentará os 66.000 pontos, ponto culminante para a mudança da tendência de baixa do índice.
Em relação aos indicadores técnicos, atualmente sobrevendidos, os analistas da Focques-Ceccato Analistas Técnicos destacam o IFR (Índice de Força Relativa) diário e semanal do Ibovespa extremamente baixos, abrindo espaço para compras futuras caso haja sinalização de reversão no curtíssimo prazo.
Papel em destaque
De olho na forte queda do indicador técnico, a equipe da Focques destaca o papel ordinário da CSN (CSNA3), que encontra-se sobre o suporte dos R$ 25,00 e com o IFR diário próximo dos 20 pontos após nove sessões consecutivas de queda.
Caso se sustente acima dos R$ 24,95, os analistas sugerem entrada logo acima do suporte, com stop loss em R$ 24,50. Acima deste patamar, resistência nos R$ 25,65, R$ 26,00 e R$ 27,60.
Abaixo da região dos R$ 25,00, o papel segue para R$ 24,50 e R$ 24,11, mínimas verificadas entre agosto e setembro do ano passado, com a consequente queda do IFR abaixo da mínima histórica marcada em 19 pontos.
Apesar de importante, Marlo Barcelos, analista da Investor, vê como principal objetivo o patamar dos 55.000 pontos, tendo em vista a projeção de baixa formada em função da perda dos 60.000 pontos na última quarta-feira (19).
Na visão de Barcelos, o cenário para o Ibovespa continuará pessimista no curto e médio prazo caso não retome os 61.000 pontos nos próximos dias. Passado tal região, o mercado enfrentará os 66.000 pontos, ponto culminante para a mudança da tendência de baixa do índice.
Em relação aos indicadores técnicos, atualmente sobrevendidos, os analistas da Focques-Ceccato Analistas Técnicos destacam o IFR (Índice de Força Relativa) diário e semanal do Ibovespa extremamente baixos, abrindo espaço para compras futuras caso haja sinalização de reversão no curtíssimo prazo.
Papel em destaque
De olho na forte queda do indicador técnico, a equipe da Focques destaca o papel ordinário da CSN (CSNA3), que encontra-se sobre o suporte dos R$ 25,00 e com o IFR diário próximo dos 20 pontos após nove sessões consecutivas de queda.
Caso se sustente acima dos R$ 24,95, os analistas sugerem entrada logo acima do suporte, com stop loss em R$ 24,50. Acima deste patamar, resistência nos R$ 25,65, R$ 26,00 e R$ 27,60.
Abaixo da região dos R$ 25,00, o papel segue para R$ 24,50 e R$ 24,11, mínimas verificadas entre agosto e setembro do ano passado, com a consequente queda do IFR abaixo da mínima histórica marcada em 19 pontos.
Citigroup reduz preço-alvo para Localiza, mas mantém sugestão de compra
Por: Equipe InfoMoney
21/05/10 - 08h46
InfoMoney
21/05/10 - 08h46
InfoMoney
SÃO PAULO - O Citigroup elevou as estimativas para a Localiza (RENT3) e reiterou a recomendação de compra para os papéis da empresa, mas reduziu o preço-alvo ao incorporar múltiplos mais conservadores, mostrou análise divulgada na quinta-feira (20).
O relatório assinado por Stephen Trent e Virginia Costa rebaixou o preço-alvo dos ativos para R$ 23,75, ante R$ 26,00, com um potencial teórico de valorização de 34,2%, considerando a cotação de fechamento da véspera. O múltiplo EV/Ebitda foi reduzido para 8,6x, ante 10,5x, enquanto o P/L passou para 16,1x, frente a 19x.
Estimativas
O Citigroup espera que a Localiza apresente lucro líquido de R$ 225 milhões em 2010, R$ 232 milhões em 2011 e R$ 341 milhões em 2012, enquanto as projeções para o Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado são de R$ 610 milhões, R$ 662 milhões e R$ 796 milhões respectivamente.
Sobre o cenário para a empresa, o banco considera que é positivo o baixo impacto da volatilidade cambial nos resultados financeiros e o aumento da concorrência no setor aéreo, que pode aumentar o número de passageiros e consequentemente o número de clientes potenciais para a Localiza.
Os analistas ainda citam a geração de caixa de R$ 295 milhões em 2009, que surpreendeu alguns investidores. Na visão dos analistas, o número é justificado pela redução do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) e pela resiliência do Brasil ante a crise de 2008 e 2009.
O relatório assinado por Stephen Trent e Virginia Costa rebaixou o preço-alvo dos ativos para R$ 23,75, ante R$ 26,00, com um potencial teórico de valorização de 34,2%, considerando a cotação de fechamento da véspera. O múltiplo EV/Ebitda foi reduzido para 8,6x, ante 10,5x, enquanto o P/L passou para 16,1x, frente a 19x.
Estimativas
quinta-feira, 20 de maio de 2010
Iniciando cobertura do Banrisul, Barclays destaca segmento de crédito
Por: Equipe InfoMoney
20/05/10 - 13h00
InfoMoney
20/05/10 - 13h00
InfoMoney
SÃO PAULO - O Barclays Capital anunciou nesta quarta-feira (19) a inclusão do Banrisul (BRSR6) ao seu universo de cobertura. Segundo Fabio Zagatti e Robrto Attuch, analistas do banco britânico, a instituição financeira está entre as mais bem posicionadas do setor para capturar o crescimento do crédito no País.
"Acreditamos que os saudáveis balanços, a forte base e a sólida estrutura do Banrisul oferecem a melhor oportunidade para capturar o agressivo crescimento de oferta de crédito esperado daqui pra frente", explicam os dois analistas, que calcularam um preço-alvo de R$ 20 para as ações, com recomendação overweight - perspectiva de retorno superior a média do universo de cobertura.
Perspectiva
"Destacamos que o Banrisul está entre os 10 maiores grupos financeiros do País, com um considerável setor de varejo", apesar de sua estratégia de crescimento mais conservadora, revelam os analistas do Barclays. De fato, desde 2007, o banco se mostra mais ativo no segmento de geração de crédito, superando o desempenho de seus pares nacionais no setor.
"A combinação destes fatores de força, em conjunto como uma melhora na eficiência de custos e uma gradual melhora na sua estrutura de dívidas, deve resultar em um interessante perfil de crescimento nos próximos anos", explicam. "Esperamos que a paciência dos investidores seja recompensada".
Em relação ao retorno sobre o patrimônio, indicador em que o banco apresenta deficiência na comparação com as grandes instituições do País, Zagatti e Attuch apontam a menor alavancagem do Banrisul como o motivo.
Riscos
Na sua condição de banco regional, um dos principais riscos enfrentados pelo Banrisul é o risco da concentraçãode suas receitas. De acordo com os cálculos do Barclays, cerca de 90% dos ganhos do banco provém do estado do Rio Grande do Sul. Como consequência o lucro da companhia é muito suscetível às dinâmicas da economia estadual.
Em um ano de eleições para presidente e para governador, esta ligação pode acabar penalizando as atividades da empresa e o desempenho das ações em bolsa.
Por fim, os analistas alertam que, caso o banco mantenha a sua atual estratégia de atuação, existe o risco de perda de market share para players mais agressivos, o que pode gerar um impacto adverso sobre o resultado da empresa.
Perspectiva
"A combinação destes fatores de força, em conjunto como uma melhora na eficiência de custos e uma gradual melhora na sua estrutura de dívidas, deve resultar em um interessante perfil de crescimento nos próximos anos", explicam. "Esperamos que a paciência dos investidores seja recompensada".
Em relação ao retorno sobre o patrimônio, indicador em que o banco apresenta deficiência na comparação com as grandes instituições do País, Zagatti e Attuch apontam a menor alavancagem do Banrisul como o motivo.
Riscos
Na sua condição de banco regional, um dos principais riscos enfrentados pelo Banrisul é o risco da concentração
Em um ano de eleições para presidente e para governador, esta ligação pode acabar penalizando as atividades da empresa e o desempenho das ações em bolsa.
Por fim, os analistas alertam que, caso o banco mantenha a sua atual estratégia de atuação, existe o risco de perda de market share para players mais agressivos, o que pode gerar um impacto adverso sobre o resultado da empresa.
Petrobras: HSBC comenta detalhes da capitalização e reitera recomendação
Por: Equipe InfoMoney
20/05/10 - 13h24
InfoMoney
20/05/10 - 13h24
InfoMoney
SÃO PAULO - Após uma teleconferência de comentário de resultados cujo foco foi todo voltado para a capitalização da Petrobras (PETR3, PETR4), os analistas do HSBC comentaram mais detalhes do assunto e reiteraram a recomendação acima da média do mercado, com preço-alvo de R$ 48 por ação ordinária - upside de 49,11% frente ao fechamento de 19 de maio.
Detalhes da capitalização
A empresa confirmou que espera para a próxima semana a conclusão da votação sobre o projeto de capitalização no Senado, o qual seguirá, se aprovado, para o Conselho de Administração da petrolífera, que incluirá além de sua aprovação formal a especificação do tamanho máximo da oferta de ações pretendida pela empresa. Deopis, o prijeto segue para Assembléia Geral Extraordinária e será registrado na CVM (Comissão de Valores Mobiliários).
Avaliação dos barris
Com relação à avaliação dos cinco milhões de barris de óleo equivalente (boe), a incerteza permanece, afirmam os analistas. A Petrobras ainda não confirmou a estimativa de recursos feita pela ANP (Agência Nacional de Petróleo), de 4,5 milhões de boe para o poço Franco. "Isso, é claro, implicará uma avaliação muito preliminar de US$/barril, a qual será refeita duas vezes dentro dos próximos dois anos", enfatiza a equipe, que não se diz surpresa com a indefinição da fórmula para reavaliação.
Com relação à avaliação dos cinco milhões de barris de óleo equivalente (boe), a incerteza permanece, afirmam os analistas. A Petrobras ainda não confirmou a estimativa de recursos feita pela ANP (Agência Nacional de Petróleo), de 4,5 milhões de boe para o poço Franco. "Isso, é claro, implicará uma avaliação muito preliminar de US$/barril, a qual será refeita duas vezes dentro dos próximos dois anos", enfatiza a equipe, que não se diz surpresa com a indefinição da fórmula para reavaliação.
Valuation
Os analistas destacam o múltiplo P/L (relação entre preço da ação e lucro esperado) de 10,2 evzes para 2010, que representa um desconto de 15% frente aos pares do mercado emergente, e um desconto de 10% ante o P/L do segundo semestre de 2008, o piso cíclico para o múltiplo.
Os analistas destacam o múltiplo P/L (relação entre preço da ação e lucro esperado) de 10,2 evzes para 2010, que representa um desconto de 15% frente aos pares do mercado emergente, e um desconto de 10% ante o P/L do segundo semestre de 2008, o piso cíclico para o múltiplo.
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