terça-feira, 6 de abril de 2010

Confira os indicadores e eventos corporativos previstos para terça-feira

Por: Equipe InfoMoney
06/04/10 - 06h15
InfoMoney


SÃO PAULO - A agenda desta terça-feira (6) realça o foco para a divulgação da ata do FOMC (Federal Open Market Comittee) nos Estados Unidos. Sem indicadores de maior relevância nem no cenário externo nem no interno, investidores estarão especialmente atentos ao conteúdo do documento, que pode trazer mais detalhes sobre como se dará a estratégia de retirada de estímulos concedidos à economia do país.

No Brasil
No País, o destaque fica com o cronograma de oferta de ações, no qual haverá o início do período de reserva para a oferta primária de Julio Simões. 
Empresa Tipo da Oferta Evento
Julio Simões Primária  Início do período de reserva

Cenário externoNos Estados Unidos, haverá a divulgação da ata do Fomc. Além disso, o presidente do Fed regional de Minneapolis, Narayana Kocherlakota, fará discurso na Câmara de Comércio de Minnesota, em Bloomington.  

Na Ásia, o Bank of Japan se reúne para definir a política monetária e a taxa de juro básico para o país.

Indicadores Horário de Brasília Referência Anterior Expectativa
Ata do Fomc 15h00 Abril - -
Reunião do BoJ - 1º dia - Abril - -

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Operação de Venda para 06/04/2010

Venda de ALLL11
Condição de entrada: rompimento dos R$ 15,60
Condição de stop: rompimento dos R$ 16,70 ou fechamento acima dos R$ 15,85
Motivo da operação: rompimento do fundo anterior e linha de tendência de curto prazo, além de rompimento de OBV e distanciamento de MACD.
Tipo da operação: Swing trade médio.
Objetivo imediato: Próximo dos R$ 14,65.

Carteira recomendada da Amaril Franklin conta com oito sugestões para abril

Por: Equipe InfoMoney
05/04/10 - 18h34
InfoMoney


SÃO PAULO - A Amaril Franklin Corretora apresentou sua carteira recomendada para o quarto mês do ano, apontando oito papéis que devem ter um desempenho diferenciado ao longo de abril, na visão de sua equipe.

Em relação ao portfólio de março, a corretora optou por efetuar duas alterações. Saíram os papéis de PDG Realty e MPX Energia para dar espaço às ações de TAM e Inpar. Além disso, a Amaril optou por diminuir o peso dos ativos da Vale em sua carteira de 20% para 15%.

Confira a carteira para abril:
Amaril Franklin Corretora de Títulos e Valores Mobiliários
EmpresaCódigoPreço-alvo*Upside**Peso
Petrobras PETR4 R$ 39,30 9,14% 20%
Vale VALE5 R$ 53,00 6,45% 15%
Gerdau GGBR4 R$ 32,50 6,84% 15%
TAM TAMM4 R$ 35,00 13,27% 15%
B2W BTOW3 R$ 47,60 29,93% 10%
Copasa CSMG3 R$ 34,20
35,45% 10%
Fertilizantes Heringer FHER3 R$ 14,50 48,87% 10%
Inpar INPR3 R$ 4,20 30,84% 5%
* Preço-alvo para 30 dias.
** Potencial de valorização, com base na cotação de fechamento de 5 de abril.

Ativa lista cinco ações em carteira recomendada para esta semana

Por: Equipe InfoMoney
05/04/10 - 17h03
InfoMoney


SÃO PAULO - A Ativa Corretora divulgou seu portfólio de ações recomendadas para a semana que vai de 5 a 9 de abril. Todas as ações foram trocadas com relação à semana anterior.

O último portfólio de ações da corretora acumulou ganhos médios de 1,8% (compilados de 29 de março até as 12h00 de 5 de abril), enquanto o Ibovespa fechou com alta de 2,8% no mesmo período. "Entre as ações que compunham a carteira, as preferenciais da Gerdau e do Bradesco foram os destaques de alta, apresentando performances superiores ao índice na semana".

Conheça as ações recomendadas para esta semana:
Empresa Código Preço-alvo
BR Malls BRML3 Em revisão
AES Tietê GETI4 Em revisão
Randon RAPT4 R$ 19,88
PDG Realty PDGR3 Em revisão
Vale VALE5 Em revisão



Br Malls: A Ativa ressaltou  o bom posicionamento da empresa, com caixa elevado para aquisições. "Estamos otimistas com o setor de shoopings à medida que o consumo doméstico vem mostrando forte desempenho, o que deve continuar impulsionando a demanda dos lojistas por espaços comerciais".  

AES Tietê:  Segundo a equipe de análise da Ativa, a geradora de energia possui atrativo dividend yield projetado e ganha maior visibilidade em um mercado com volatilidade. "A empresa ganha valor em função do aumento da expectativa de inflação que eleva a projeção das receitas reajustadas pelo IGP-M anualmente", avaliou a Ativa. 

Randon: As boas perspectivas para a companhia são drivers para a recomendação positiva. Ademais, a corretora destaca que as ações da Randon não acompanharam a performance do setor de autopeças, "criando boa oportunidade de entrada". 

PDG Realty: A aposta ao papel da PDG deve-se principalmente ao anúncio da segunda fase do programa Minha Casa Minha Vida, do governo federal. A empresa deverá se beneficiar do programa, uma vez que está exposta ao segmento de unidades até R$ 130 mil. 

Vale: A recomendação dos papéis da mineradora reflete o aumento no preço do minério de ferro e a mudança no sistema de precificação da commodity, que deverá "impulsionar de forma significativa os resultados da Vale em 2010".

Brascan efetua quatro alterações em carteira recomendada para abril

Por: Equipe InfoMoney
05/04/10 - 15h41
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SÃO PAULO - A carteira de ações recomendadas da Brascan Corretora para abril conta com algumas modificações em relação ao portfólio do mês anterior. A corretora optou pela retirada dos papéis de Energias do Brasil (ENBR3), AmBev (AMBV4), Marfrig (MRFG3) e, PDG Realty (PDGR3), incorporando no lugar as ações de MMX, MRV Engenharia, Lojas Renner e Duratex.

No terceiro mês de 2010, a carteira da Brascan teve uma performance negativa em 0,4%, desempenho pior que o do Ibovespa, que acumulou ganhos de 5,8% no período. Dentre os papéis que faziam parte do portfólio, a corretora destacou os da Usiminas, que avançaram 19%. Já os da PDG Realty desabaram 12,3% no acumulado do mês.
 
Perspectivas
A equipe da corretora apresentou suas expectativas. "No Brasil o cenário para 2010 permanece bastante positivo, exceto pelas expectativas de inflação, que ao longo do mês se elevaram continuamente. Ainda que esta seja uma variável que mereça cuidadosa observação, o histórico de rigor com o cumprimento das metas nos tranquiliza de certa forma", destacou a Brascan.


Confira as recomendações:
Empresa Código Preço-alvo
Upside* Peso
Vale VALE5 R$ 60,30 20,19% 15%
Usiminas USIM5 R$ 64,15 1,98% 10%
TIM TCSL4 R$ 7,08 43,61% 5%
CPFL CPFE3 R$ 44,85 23,14% 10%
MMX MMXM3 R$ 18,41
38,73% 5%
AES Tietê GETI4 R$ 24,07 23,37% 15%
MRV MRVE3 R$ 19,60 54,33% 10%
Lojas Renner LREN3 R$ 46,60 16,58%
10%
Rossi RSID3 R$ 23,10 78,10% 10%
Duratex DTEX3 R$ 18,34 16,44% 10%




 *Potencial de valorização para dezembro de 2010, com base no fechamento de 1 de abril

JP Morgan eleva preço-alvo e recomendação das ações da BM&F Bovespa

Por: Equipe InfoMoney
05/04/10 - 15h00
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SÃO PAULO - Ganho das ações aquém da melhora em seus fundamentos, expansão no volume dos derivativos e melhora no panorama de possíveis acordos levaram o JPMorgan a elevar o preço-alvo para dezembro de 2010 das ações ON da BM&F Bovespa (BVMF3) de R$ 15,00 para R$ 17,00, valor que representa um potencial teórica de valorização de 39,11% frente ao último fechamento.

Além disso, o otimismo da equipe de análise - formada por Kenneth B. Worthington, Funda Akarsu, Saul Martinez e Frederic de Mariz - acarretou em uma elevação na recomendação para os papéis, a qual passou de neutra para overweight: dentro da metodologia do banco, a expectativa é que nos próximos seis a doze meses a ação performe acima da média dos papéis sob o universo de cobertura da equipe de análise.

Aumento nos juros, aumento no volume
Frente à “significativa” ascensão no volume dos derivativos desde outubro, atualmente atingindo patamares 100% superiores aos de um ano atrás, os analistas enxergam espaço para maiores crescimentos. “O cenário de iminente elevação nos juros levará a mais hedging e volumes em 2010”.

Ações em ascensão
Quanto aos papéis da companhia, o JPMorgan afirma que hoje seu volume está “apenas OK”, no entanto prevê “elevação na Bovespa enquanto nos movemos para o fim do ano”.

Catalisadores
P
ara os analistas, a joint venture com o CME Group será capaz de fornecer uma tecnologia mais avançada à bolsa brasileira, e possivelmente maior volume às ações. “Acreditamos que o investimento em tecnologia é a chave para um maior volume de negociação e atração de investidores de alta frequência dos EUA e da Europa.”

Soma-se à celebração do acordo com a CME o anúncio em dezembro último da criação de um sistema de ordens em conjunto com a Nasdaq que, de acordo com o JPMorgan, trará uma grande melhora na velocidade das ordens e, consequentemente, no aumento dos volumes da companhia.

Aclimatação ao IOF
Ademais, os analistas mostram-se otimistas quanto ao abalo futuro que a incidência do IOF trará à companhia. “Parece que os investidores estrangeiros estão se aclimatando ao imposto e estão encontrando maneiras de atenuar o seu impacto, utilizando serviços de corretagem diferentes”, concluem.

Quer arbitrar com índices? Mudança quadrimestral nas carteiras traz oportunidade

Por: Equipe InfoMoney
05/04/10 - 14h21
InfoMoney


SÃO PAULO - Após a divulgação da primeira prévia para a carteira teórica do Ibovespa e dos índices IBrX-100 e IBrX-50, a Itaú Corretora analisa a melhor estratégia de investimento com base nas alterações dos portfólios para o próximo quadrimestre.

"Existem R$ 2,3 bilhões passivamente indexados ao benchmark IBrX-50, R$ 1,3 bilhão indexado ao IBrX-100 e R$ 2,3 bilhões ao Ibovespa", nota a corretora, justificando sua visão de que o volume de negociações e o aumento da liquidez são drivers para as ações que aumentam o peso ou adentram os principais índices acionários da Bolsa.

Estratégia de longo prazo
De olho nas oportunidades que as mudanças podem criar, os analistas Carlos Constantini, Marcelo Brisac, Cida Souza e Susana Salaru, que assinam os relatórios da Itaú Corretora, afirmam que “posições de longo prazo (1 mês) durante o período de rebalanceamento dos índices (da primeira prévia até a efetiva mudança) têm boas chances de sucesso, enquanto estratégias de curto prazo no dia da efetivação ou datas prévias obtêm menor êxito”.

Dessa forma, a equipe da Itaú Corretora vislumbra como melhor janela para o período aquele que vai da primeira prévia a 3 de maio – data da mudança da carteira teórica dos índices, que ficará em vigor até agosto. Os analistas acreditam que pelo alto volume de transações no período, abrem-se grandes “oportunidades de fazer dinheiro”.

Papéis em destaque
Por fim, a instituição enfatiza que uma outra maneira de se beneficiar das alterações é comprando os papéis que possivelmente experimentaram as maiores pressões de compra que, conforme seu cálculo, são Agre (AGEI3), Brasil Ecodiesel (ECOD3) e LLX Logística (LLXL3).

Por outro lado, segundo os analistas, as ações de GVT (GVTT3), Usiminas (USI3) e Vale (VALE3VALE5), devem ser aquelas impactadas com as mais expressivas pressões de venda, quando da revisão do índice.

Vale ressaltar que o cálculo feito pela equipe para atingir esse resultado combina a alteração no peso de cada papel nos índices com seu volume médio diário negociado.

PréviasQuanto à primeira prévia, os analistas afirmam ter confirmado suas projeções de entrada da Agre e Brasil Ecodiesel na composição do principal índice da Bolsa. Além disto, já previam que Laep e Telebrás não entrariam e acreditam que a Cielo (CIEL3) só comporá o índice a partir da última prévia.

A primeira prévia da carteira teórica dos índices acionários da BM&F Bovespa foi publicada no dia 1º de abril, sendo que as próximas duas serão divulgadas nos dias 16 e 30 deste mês. O portfólio efetivo será anunciado e instituído no pregão do dia 3 de maio.