sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Indicadores EUA - 12h55

EUA: Universidade de Michigan – Confiança do consumidor: 72,8 ; previsão: 74,0

Fonte: Bloomberg

Não há mais indicadores a serem divulgados nos EUA.

Indicadores EUA - 12h15

EUA: Produção industrial: 0,6%; previsão: 0,6%
EUA: Utilização da capacidade instalada: 72,0%; previsão: 71,8%

Fonte: Bloomberg

Próximos indicadores:

12h55:
Confiança do Consumidor

Indicadores EUA - 11h30

EUA: CPI - Índice de preços ao consumidor (M/M): 0,1%; previsão: 0,2%
EUA: CPI – exceto alimentos/energia (M/M): 0,1%; previsão: 0,1%
EUA: CPI - Índice de preços ao consumidor (A/A): 2,7%; previsão: 2,8%
EUA: CPI – exceto alimentos/energia (A/A): 1,8%; previsão: 1,8%
EUA: CPI – Índice de preços ao consumidor (não sazonal): 215.949; previsão: 216.000
EUA: Índice de atividade Empire State: 15,92%; previsão: 12,0%

Fonte: Bloomberg

Próximos indicadores:

12h15:
Produção industrial
Utilização da capacidade instalada

12h55:
Confiança do consumidor

Fato relevante Fosfertil

A administração da Fertilizantes Fosfatados S.A. – Fosfertil (“Companhia”) comunica, nos termos e para os fins da Lei 6.404/76 e Instrução CVM 358/02, ter sido informada por sua acionista controladora, BPI - Bunge Participações e Investimentos S.A. (“Bunge”), que se encontram em curso negociações com vistas à alienação, para sociedade sob o controle da Vale S.A., dos negócios de mineração de fertilizantes da Bunge no Brasil, incluindo a participação direta e indireta da Bunge nesta Companhia. Segundo as informações recebidas, neste momento não há qualquer proposta firme, tampouco foram assinados quaisquer documentos vinculativos entre as partes para a aquisição de referidos ativos e, desta forma, as negociações poderão ou não resultar na citada alienação, estando sua concretização sujeita ao acordo das partes com relação aos termos e condições definitivos da operação e, ainda, à sua aprovação pelos Conselhos de Administração de ambas as partes. A Companhia esclarece que a alienação, caso consumada, não obriga a realização de oferta pública de aquisição de ações preferenciais de emissão da Companhia.

São Paulo, 15 de janeiro de 2010
Vital Jorge Lopes
Diretor Presidente e de Relações com Investidores

Resultados Corporativos - EUA

 Data: 14/01/2010 (Após o fechamento do pregão)

Intel

Lcuro: US$ 2,28 bilhões
Lucro por ação: US$ 0,40; previsão: US$ 0,30
No mesmo período do ano anterior a companhia teve um lucro de US$ 234 milhões (US$ 0,04 por ação).
Receita: crescimento de 29%, para US$ 10,6 bilhões.
Após a divulgação, as ações da Intel chegaram a subir mais de 3% no after hours.

Data: 15/01/2010 (Antes da abertura do pregão)

JP Morgan Chase

Lucro: US$ 3,3 bilhões no 4tri de 2009, de US$ 702 milhões no 4 tri de 2008.
Lucro por ação: US$ 0,74 no 4 tri de 2009; previsão: US$ 0,60.
No mesmo período do ano anterior, o lucro por ação foi de US$ 0,06.
Receita: US$ 25,24 bilhões no 4 tri de 2009; previsão: US$ 26,21 bilhões
Após a divulgação, as ações caem cerca de 2% no pré mercado em NY.

Fonte: AE Broadcast / Bloomberg

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

EDP Energias do Brasil (ENBR3.SA) — Dividendos Mais Altos; Crescimento Ainda com Fôlego. Iniciando com COMPRAR

Estamos dando início à cobertura da EDP Energias do Brasil (ENBR3) com rating de COMPRAR (1M) e preço-alvo com base no fluxo de caixa descontado (FCD) de R$ 42,95/ação. O retorno total esperado (RTE) para a ENBR3 é de 21,8%, composto de 16,1% de valorização de preço e 5,8% de dividendos. A ENBR3 é nosso nome preferido entre holdings/utilities integradas (negociando a 8,7x P/L 2010, com desconto de 46% em relação às concorrentes de mesmo porte).

Controlada pela portuguesa EDP, a ENBR é a 4ª maior holding com investimento em geração (1.732 MWs instalados), distribuição (Escelsa e Bandeirante, com 2,6 milhões de clientes) e trading de energia elétrica (3ª no Brasil). O EBITDA consolidado está praticamente divido em partes iguais entre distribuição (48,9%) e geração e trading (51,1%), para um mix de EBITDA equilibrado. Nosso cenário básico assume um rápida redução de alavancagem colocando a ENBR sob pressão para pagar dividendos mais altos, depois da conclusão do Terminal Portuário de Pecém (TPP), no final de 2011 (26,2% de DPA e TRCA em 5 anos, assumindo um aumento de 95% nos dividendos pagos em 2011). O longamente esperado crescimento sólido das hidrelétricas de pequeno porte no interior ainda deve ficar sob observação, o que nos leva a concluir por uma possível tendência de alta para nosso preço-alvo. Para os lucros, estimamos que o EBITDA permaneça praticamente o mesmo e que haja um pequ eno crescimento do LPA durante 2011, devido à revisão no preço das tarifas das distribuidoras nos próximos dois anos, embora suba em 2010 com o início das operação do TPP (EBITDA e DPA TRCA de 9% e 11%, respectivamente para 2009-2014). Além dos riscos regulatórios intrínsicos, no lado positivo incluem-se (i) realização do crescimento potential de pequenas hidrelétricas em ritmo constante, (ii) preços de geração acima do esperado, (iii) melhor controle de custo/perda de energia nas distribuidoras e (iv) pagamento de dividendos mais altos antes do esperado. Os riscos negativos incluem (i) revisão de tarifas abaixo do esperado e (ii) retenção de caixa em 2011.
Mais...

Marcelo Britto

Natura Cosméticos SA (NATU3.SA) — Transformação e Valuation, uma Combinação Convincente: Comprar

Estamos aumentando nosso preço-alvo (PA) de R$ 28 para R$ 43, depois de aumentar o múltiplo-alvo para o VE/EBITDA para 12x e reduzir nossa Média Ponderada de Custo de Capital (MPCC) de 13,3% para 9,9%. A menor MPCC se deve a um ERP menor e a uma redução no rf no Brasil pela primeira fez desde maio de 2009.Nós reduzimos o rating para Risco Médio devido estabilização das operações, um cenário macro mais forte, e maior liquidez.Nosso PA de R$ 43 e os 4% de retorno nos dividendos oferece aos investidores 25% de RTE, o que justifica nossa recomendação de Comprar para a Natu3, e também aproveita a recente puxada para baixo na ação. A Natura está à frente adotando mudanças transformativas: descentralização corporativa, adaptação regional, presença internacional. Em conjunto com ajustes em programas já existentes, como o CNO e o de pedidos online, além do foco em inovação e em P&D, essas medidas devem favorecer um crescimento da receita com consumido res adolescentes no Brasil por pelo menos mais cinco anos, e o crescimento de dois dígitos até 2019. A Natura deve poder aumentar preços no Brasil em níveis acima da inflação, ajudada por um aumento nos gastos com marketing. A melhora nos indicadores econômicos e o aumento real dos salários devem favorecer a aceitação da alta. Isso poderia resultar em aumento nominal na média de produtividade, mas vamos monitorar as reações da concorrência aos maiores gastos com marketing e aos aumentos de preço. Apesar esperemos que os investimentos na "nova América Latina" vão quase dobrar, de R$ 39 mi em 2009 para R$ 71 mi em 2010, melhorias na França, e a retração nos EUA e na Venezuela devem limitar o a perda total no EBITDA internacional para menos de R$ 100 mi. A típica cautela da Natura com relação a gastos deve prevalecer no longo prazo. Deveria ser negociada a um preço pelo menos em linha com seu histórico 12x VE/EBITDA, já que sua TCCA de 16% do EBITDA em 10 anos é convincente. A gestão da Natura parece focada na adoção de medidas transformativas que podem resultar em uma revisão do rating quando os detalhes forem conhecidos.
Celso W Sanchez, CFA