segunda-feira, 18 de abril de 2011

BTG Pactual e Citi cortam recomendação para OGX após relatório de reservas

Por: Tainara Machado
18/04/11 - 12h31
InfoMoney



SÃO PAULO - O relatório de reservas da OGX Petróleo (OGXP3) foi visto como menos otimista do que era anteriormente antecipado e provoca uma revisão  da avaliação para as ações da petrolífera pelo mercado. Nesta segunda-feira (18), duas importantes casas de research, o BTG Pactual e o Citigroup, rebaixaram a recomendação para os ativos.


Os analistas Pedro Medeiros e Fernando Valle, do Citigroup, revisaram a sugestão para os papéis da companhia de comprapara manutenção, alegando que é possível que investidores fiquem temerosos diante dos riscos e preocupações de que o guidance da empresa possa de novo decepcionar daqui a 12 meses. O preço-alvo para os papéis também diminuiu, passando de R$ 26,30 para R$ 25,00. 


Gustavo Gattass, Rafael Fonseca e Luiz Felipe Carvalho, do BTG, também citaram a possibilidade de que, daqui a doze meses, a OGX volte a decepcionar e não cumprir seu guidance de 4,3 bilhões de boe (barril de óleo equivalente) para justificar o rebaixamento da recomendação para "neutra", com preço-alvo de R$ 21,63. Ainda assim, o BTG Pactual continua a acreditar no potencial de longo prazo da OGX. 

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Ágora reduz preço-alvo para Lojas Americanas, com pressão sobre varejo online

Por: Equipe InfoMoney
14/04/11 - 10h55
InfoMoney



SÃO PAULO - Os analistas da Ágora Corretora reduziram o preço-alvo para as ações da Lojas Americanas (LAME4) e forneceram nova recomendação de manter para as ações da B2W (BTOW3). As modificações acontecem por conta da incorporação dos resultados do quarto trimestre do ano passado às projeções, bem como do aumento de investimentos e da concorrência.


Para as ações da Lojas Americanas, segue a recomendação de compra, mas o preço-alvo passou de R$ 20,70 para R$ 19,80. Esse novo valor representa um upside (potencial teórico de valorização) de 44,42% em relação à cotação do último fechamento.


Já as ações da B2W tiveram sua recomendação rebaixada de compra para manter, com preço-alvo de R$ 26,60. O upside a partir deste valor é de 22,58%, também calculado com base na cotação do fechamento anterior.


ProjeçõesAs novas projeções dos analistas indicam um lucro líquido de R$ 310 milhões no acumulado deste ano para a Lojas Americanas. A receita líquida de 2011 é estimada em R$ 11,297 bilhões, enquanto que a expectativa para é de que o Ebitda (geração operacional de caixa) seja de R$ 1,580 bilhão. Para a B2W, as projeções de resultado em 2011 apontam para um lucro líquido de R$ 71 milhões, com receita líquida de R$ 4,694 bilhões e Ebitda de R$ 609 milhões.


Lojas AmericanasSegundo a analista Juliana Vasconcellos, “o cenário para o varejo físico é promissor”, ao contrário do que acontece com o varejo online. Assim, as novas estimativas para a Lojas Americanas não trazem muitas novidades, tendo como principal alteração uma postura mais agressiva da empresa na sua expansão neste ano, com previsão de 123 novas lojas.


Além disso, a estratégia adotada para este crescimento é elogiada pela equipe. “Vemos um risco limitado em termos de crescimento para a Lojas Americanas devido ao seu modelo de negócios baseado na conveniência, com lojas pequenas e portfólio de produtos flexível”, afirmam os analistas.


Por outro lado, a subscrição da Lojas Americanas no aumento de capital da B2W é alvo de críticas. Na visão dos analistas, o fato da companhia subscrever a totalidade de seus direitos mais qualquer sobra da operação de aumento de capital não representa “o melhor uso de seu capital”. A equipe da Ágora destaca ainda que mesmo após essa operação, “a B2W deverá representar cerca de 20% do valor de mercado da Lojas Americanas”.


B2WAo contrário da confiança no varejo físico, os analistas consideram que no varejo online, “existem muitas incertezas”. Desta forma, a postura com os papéis da B2W é mais cautelosa. Para os analistas, as indicações de aumento da agressividade neste caso “poderiam penalizar as margens e capital de giro, com nenhuma garantia de que o crescimento das receitas será bom o suficiente para compensar esses efeitos”. Nesse sentido, a equipe afirma que o principal competidor da B2W “parece estar fazendo mais com menos”.


A expectativa era de que a recuperação da B2W começasse antes dessa intensificação no cenário competitivo. Ademais, a despeito da redução nas margens, a companhia “não tem conseguido acelerar o seu crescimento”. Desta forma, no curto prazo, a principal preocupação dos analistas é a “recuperação do crescimento das receitas e de seus efeitos colaterais (minimização de margens e deterioração do capital de giro)”.


Para os analistas, nesse horizonte mais curto o aumento de capital resolve o problema da B2W. A estrutura de capital fica fortalecida e a empresa passa a ter uma melhor condição para competir. Para as ações, a projeção é de que “o lucro líquido por ação em 2011 deverá ter um impacto positivo de 13% com o aumento de capital”, decorrente principalmente do avanço de 60% do lucro líquido com as economias com juro. “Entretanto, isso vai criar valor para a B2W apenas se [a empresa] for bem sucedida em recuperar um crescimento forte e sustentável, enquanto simultaneamente gera caixa”, afirmam.

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Operações de VENDA para 14/04/2011

VENDA de USIM5
Condição de entrada: rompimento dos R$ 17,80
Condição de stop: rompimento dos R$ 20,05
Motivo da operação: Rompimento de importante suporte com aumento no volume.
Tipo da operação: Swing  trade médio.
Objetivo imediato: Próximo dos R$ 16,00.


VENDA de GGBR4
Condição de entrada: rompimento dos R$ 18,75
Condição de stop: rompimento dos R$ 17,10
Motivo da operação: Rompimento de importante suporte com aumento no volume.
Tipo da operação: Swing  trade médio.
Objetivo imediato: Próximo dos R$ 20,30.


VENDA de CSNA3
Condição de entrada: rompimento dos R$ 24,40
Condição de stop: rompimento dos R$ 27,45 ou fechamento acima dos R$ 26,25.
Motivo da operação: Rompimento de importante suporte com aumento no volume.
Tipo da operação: Swing  trade médio.
Objetivo imediato: Próximo dos R$ 22,30.

Gradual reduz peso da Petrobras em carteira semanal e inclui Cielo

Por: Equipe InfoMoney
13/04/11 - 13h40
InfoMoney



SÃO PAULO – A Gradual promoveu algumas alterações em sua carteira recomendada para o período de 13 a 20 de abril. Acorretora optou pela redução do peso da Petobras (PETR3PETR4), de 15% para 10% no portfólio, em razão da pressão política envolvendo o reajuste de preços dos combustíveis - embora continue confiante no papel no longo prazo.


Por outro lado, os 5% perdidos pela Petro foram destinados à inclusão da Cielo (CIEL3), "diante da percepção de que as margens tendem a se estabilizar diante da conclusão da maior parte das negociações de descontos das taxas junto aos credenciados", avalia a Gradual.


Cenário macroeconômica
O economista-chefe da corretora, André Perfeito, ressalta que as medidas macroprudenciais adotadas pelo Banco Central e a elevação da Selic já começam a surtir efeitos, resultando em acomodação em diversos agregados econômicos, o que, segundo ele, deve se acentuar.



Entretanto, a pressão inflacionária segue e só deve ser revertida ao final de 2012, especialmente em função da valorização dos alimentos e do "choque no grupo transporte via etanol", acrescenta Perfeito.


DesempenhoNos últimos sete dias, a carteira recomendada da Gradual apresentou desempenho superior ao registrado pelo Ibovespa, ao recuar apenas 2,78%, enquanto o índice registrou queda de 4,21%. No acumulado do ano, o portfólio da corretora mostra valorização de 3,12% ante o recuo de 3,47% do benchmark. 


Confira a carteira recomendada da Gradual:
EmpresaCódigo Preço-alvo*  Upside**   Peso  
PetrobrasPETR4R$ 37,5042,31%10%
ValeVALE5R$ 60,5030,30%15%
CopasaCSMG3R$ 33,0017,86%10%
EternitETER3R$ 14,0027,62%15%
EzTecEZTC3R$ 18,0022,86%5%
BrookfieldBISA3R$ 11,7033,26%10%
Telemar Norte Leste TMAR5R$ 65,0013,26%10%
Banco do BrasilBBAS3R$ 39,4038,87%10%
FerbasaFESA4R$ 17,7035,53%10%
CieloCIEL3R$ 20,0046,63%5%
* Preço-alvo para 12 meses
**Potencial de valorização em relação ao fechamento de 12 de abril

Operação de COMPRA de ITSA

COMPRA de ITSA
Condição de entrada: R$ 12,85
Condição de stop: rompimento dos R$ 12,28
Motivo da operação: Rompimento de LTB e resistência horizontal no gráfico diário.
Tipo da operação: Swing  trade curto.
Objetivos: R$ 13,37 e R$ 14,00.

Planner retoma cobertura sugerindo compra de Hypermarcas

Por: Equipe InfoMoney
13/04/11 - 12h49
InfoMoney


SÃO PAULO – Reiniciando a cobertura dos papéis da Hypermarcas (HYPE3) com recomendação de compra, a Planner atribuiu um preço-alvo de R$ 25,15 para dezembro de 2011, valor que corresponde a um upside (potencial de valorização teórico) de 21,5%, frente ao fechamento da sessão da véspera.


Além do upside mencionado, a recomendação foi motivada por fatores como a perspectiva favorável quanto ao crescimento dos segmentos em que a companhia participa; o ganho fiscal adquirido através da amortização do ágio que a Hypermarcas possui; e, por fim, a expectativa de alavancagem nas margens, como reflexo de ganhos em sinergias a serem capturadas das últimas aquisições da empresa.


Posicionamento estratégicoA avaliação do analista da corretora, Francisco Kops, é de que a Hypermarcas é um forte player em dois mercados dos mercados em que atua, sendo eles, higiene e beleza pessoal e farmacêutico, ambos com grande potencial de crescimento. 


O cenário brasileiro, em termos de envelhecimento da população e expectativa para o crescimento de renda, corroboram as teses deinvestimento no setor. Após a aquisição da Mantercorp, a Hypermarcas se tornou o segundo principal laboratório no País no quesito receita, contando ainda com escala suficiente para elevar suas margens no setor. 


Aquisições e queda das margens em 2010A indicação elaborada pela corretora é que a Hypermarcas reduza seu movimento de aquisições para poder focar na captura das sinergias e na retomada dos níveis de margens para este ano.


A empresa realizou um grande número de aquisições, expandindo sua estrutura de capital de forma mais rápida do que conseguirá capturar as sinergias. Esse processo pressionou as principais margens da empresa em 2010. 


Questão do ágioForte atrativo para fins de investimentos, a empresa deve passar os próximos cinco anos sem ter que se preocupar com gastos de imposto de renda. O benefício se dá por conta das aquisições realizadas pela empresa recentemente e pelo tratamento fiscal realizado para a amortização do ágil.

Operação de COMPRA de PCAR4

COMPRA de PCAR4
Condição de entrada: R$ 65,87
Condição de stop: rompimento dos R$ 62,95
Motivo da operação: Papel corrige e usa como suporte a retração de Fibonacci.
Tipo da operação: Swing  trade curto.
Objetivos: R$ 68,90 e R$ 71,00.