terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Operação de Compra de BISA3

Compra de BISA3
Condição de entrada: rompimento dos R$ 8,30
Condição de stop: rompimento dos R$ 7,89
Motivo da operação: No gráfico semanal o papel formou um candle de reversão em cima das bandas de bollinger indicando alta.
Tipo da operação: Swing  trade curto.
Objetivos: R$ 8,67 e R$ 9,00.

Abertura de Mercado

Mercado Internacional


Um dos pontos que ‘arranhavam’ nos últimos meses a imagem do presidente americano Barack Obama era a possibilidade de que não houvesse extensão dos cortes de impostos iniciados no governo Bush.


Apesar na queda da arrecadação de impostos, Obama foi convencido que, além do peso político da decisão de maiores impostos, haveria conseqüências econômicas devido à redução de renda, fato impensável neste momento nos EUA. Sem impostos adicionais, a confiança do consumidor americano tende a se elevar e o final de ano pode confirmar os últimos dados de atividade econômica e vendas ao varejo, onde um crescimento tende a superar os resultados de 2009.


A alta nas bolsas de valores na atual sessão tem forte embasamento neste fato, porém os investidores devem estar atentos a notícias da Europa, onde os ministros da União Européia ainda não encontraram uma solução, mesmo que provisória, para os problemas bancários e fiscais de diversos países membros.


Mesmo assim, os esforços da Irlanda para conter os gastos começaram com toda a força e o governo, mais impopular do que nunca, disse não poupar esforços para evitar que a crise se propague ainda mais pelo país. O esforço é de certa maneira inglório, pois ajustes fiscais demandam em sua maioria medidas como cortes de investimentos, de postos de trabalho e redução de gastos governamentais.


Na outro extremo está a China. O crescimento exponencial da demanda em diversos setores deve levar a um movimento de aperto monetário nesta semana e o temor de alguns investidores é de que possa haver elevações adicionais de juros, levando a perdas na economia e redução do momentum do crescimento mundial.


Bolsas de Valores Mundiais



A leve correção nas bolsas de valores na sessão anterior foi causada pela ausência de indicadores econômicos mais consistentes e de certa apreensão com os dados do mercado de trabalho americano.


O dia não reserva dados relevantes na agenda macroeconômica do dia, porém a possibilidade de extensão dos cortes de impostos iniciados no governo Bush foca a tensão dos investidores na atual sessão.


As bolsas na Ásia fecharam em alta na sua maioria, devido à ações de empresas eletrônicas e a manutenção dos cortes de impostos nos EUA. Os futuros em Nova York representam alta consistente e na Europa, os mercados exibem a mesma direção.


Câmbio



Após sessões seguidas de queda, o Euro retoma em parte os ganhos frente à maioria das divisas no mundo e sobe o dólar americano aos US$ 1,3365.


O Yen tem sessão de queda e se desvaloriza contra o dólar aos ¥ 82,665. O Yuan sobe 0,34% contra o dólar e 0,05% contra o Yen.


O dólar devolve os recentes ganhos contra a maioria das divisas e no Brasil, deve-se manter o atual ritmo de valorização do Real frente ao dólar com o cenário positivo.


A nova “banda imaginária” é de R$1,64/US$-R$1,71/US$ e a valorização do Real pode se acentuar nos próximos dias com a reversão da alta da moeda norte americana.


Fonte: http://blog.apregoa.com.br/wp-content/uploads/2010/12/apregoapremercado071210.pdf

Bradesco Corretora lista cinco ações em sua carteira arrojada de dezembro

Por: Thiago C. S. Salomão
07/12/10 - 08h40
InfoMoney


SÃO PAULO - A Bradesco Corretora divulgou sua carteira arrojada para o mês de dezembro, com cinco papéis que "repliquem boas atividades setoriais e que reflitam a possibilidade de entrega de crescimento e indicadores atrativos". Pelo perfil arrojado, esse portfólio contém "uma dose adicional de risco" em relação às outras listas de recomendações da corretora.


No mês de novembro, a carteira arrojada do Bradesco teve um desempenho negativo de 3%, enquanto o Ibovespa  mostrou queda de 4,2%. Já no acumulado do ano, o portfólio acumula ganho de 23,8%, contra perdas de 1,3% do índice paulista.


Ainda em relação ao mês anterior, a Bradesco informa que nenhuma alteração foi realizada na lista de sugestões.


Confira a composição da carteira arrojada:
EmpresaCódigoPreço-alvo 2011Upside*Peso
ValeVALE5R$ 71,0041,4%27,8%
LupatechLUPA3R$ 32,4060,5%22,1%
GOLGOLL4R$ 37,0033,8%15,8%
HypermarcasHYPE3R$ 37,0042,6%15,9%
Pão de AçúcarPCAR5R$ 83,8027,4%16,9%
*Potencial teórico de valorização com base no fechamento de 6 de dezembro


Vale: a companhia ainda segue colhendo os frutos do cenário favorável para os preços do minério de ferro. Além disso, a equipe da Bradesco Corretora espera ver leves impactos provocados pela crise fiscal europeia em sua demanda. Por fim, afirma que os múltiplos apontam que as ações PNA da mineradora encontram-se historicamente subavaliadas, ao serem negociadas com um EV/Ebitda de 4,2x para 2011.


Lupatech: os recentes contratos firmados, aliados à forte carteira de pedidos, deverão garantir o forte crescimento do lucro líquido e do Ebitda (geração operacional de caixa) dessa empresa diretamente ligada ao setor de petróleo e gás em 2011. Além disso, o potencial de valorização é um dos mais atrativos dentre as empresas presentes no universo de cobertura da corretora.


GOL: podendo se beneficiar do melhor momento histórico do setor e do aumento da demanda tanto nacional quanto internacional, a companhia ostenta o fato de usufruir do menor custo marginal do setor aéreo brasileiro, apontam os analistas.


Hypermarcas: o forte crescimento de renda do País tem ajudado a incluir as classes C e D na linha de consumo, sobretudo de artigos de perfumaria e farmácia, onde a empresa concentra grande parte de suas recentes aquisições.


Pão de Açúcar: com um crescimento constante no segmento mesmas lojas nos últimos meses, a maior operadora do varejo brasileiro continua aumentando seu poder de barganha no varejo online, sobretudo após a aquisição da Casas Bahia. A expansão de sua área de vendas e os múltiplos atraentes frente aos seus pares internacionais contribuem para a aposta da corretora.

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Omar Camargo troca Souza Cruz por Telesp em carteira de dividendos para dezembro

Por: Equipe InfoMoney
06/12/10 - 19h08
InfoMoney


SÃO PAULO - A Omar Camargo apresentou seu portfólio recomendado com foco em dividendos para o mês de dezembro. Acorretora optou por retirar os papéis da Souza Cruz (CRUZ3) e substituí-los pelos da Telesp.


Segundo a equipe de análise, as ações da Souza Cruz já registraram forte valorização, o que deve fazer com que os yields dos dividendos fiquem menos atrativos. Desta forma, os papéis da Telesp os substituem, pois a empresa "parece ter superado os problemas com o Speedy e começa a voltar aos trilhos", segundo a Omar Camargo.


Desempenho
Vale destacar que em novembro o portfólio apresentou ganhos de 0,77%, contra 0,81% do CDI. No período, AES Tietê e Eternit foram as únicas pagadoras de dividendos.



No acumulado anual, a carteira acumula ganhos de 11,85%, contra 8,75% do índice CDI.


Confira o portfólio:
EmpresaCódigoPeso
AES TietêGETI416,67%
CoelceCOCE516,67%
CPFL EnergiaCPFE316,67%
EletropauloELPL616,67%
EternitETER316,67%
TelespTLPP416,67%

SLW inclui Cosan em sua carteira arrojada sugerida para dezembro

Por: Thiago C. S. Salomão
06/12/10 - 18h41
InfoMoney


SÃO PAULO - A SLW apresentou sua carteira de ações com perfil arrojado para dezembro, trazendo apenas uma novidade em relação ao mês anterior: a inclusão das ações da Cosan (CSAN3). Como nenhuma ação foi retirada do portfólio, algumas mudanças no peso dos ativos foram realizadas.


É o caso dos papéis da Tereos (TERI3), que viram sua participação diminuir de 15% para 10%. Gerdau (GGBR4) e Cyrela (CYRE3) também perderam 5 pontos percentuais e agora respondem por 10% e 5%, respectivamente, do portfólio. Já a Petrobras (PETR4) ganhou 5 p.p. de importância, respondendo atualmente por 15% da composição da carteira.


No último mês, o portfólio agressivo da SLW teve forte queda de 8,3%, ficando bem atrás do desempenho do Ibovespa, que recuou 4,2% no período. Já no acumulado do ano, a carteira soma ganhos de 0,07%, contra queda de 1,29% do índice paulista.


Confira as indicações da carteira agressiva de dezembro:
EmpresaAção  Preço-alvo    Upside*    Peso  
TereosTERI3R$ 6,5071,1%10%
CosanCSAN3R$ 32,0018,1%10%
CyrelaCYRE3R$ 28,5429,7%5%
Localiza RENT3R$ 30,517,5%10%
Gafisa GFSA3R$ 16,6538,5%15%
Vale VALE5R$ 64,67
29,5%
10%
PetrobrasPETR4R$ 39,9755,5%15%
Gerdau GGBR4R$ 32,7755,4%10%
FibriaFIBR3R$ 36,4827,2%15%
* Potencial teórico de alta, baseado na cotação de fechamento de 3 de dezembro

Tereos
Embora o resultado de suas operações na Europa tenha decepcionado os mercados - provocando uma queda de 13% de suas ações em novembro, o desempenho da Açúcar Guarani - empresa do grupo que atua no Brasil - foi bom e a perspectiva é favorável para os próximos trimestres, sobretudo por conta da chega da entressafra. Com isso, a recente desvalorização no mês passado pode ter aberto uma boa oportunidade de entrada, avalia a SLW.

Cosan
Voltando a participar da lista de recomendações da corretora, os analistas também apostam na chegada da entressafra para impulsionar as ações da companhia. Além disso, o aquecimento da economia doméstica estimula um maior consumo de combustível, setor no qual a Cosan possui forte participação.

Cyrela
Mesmo com um desempenho ruim não só em novembro como também em 2010, a equipe de análise da SLW ainda acredita que os papéis das empresas imobiliárias têm chances de se recuperarem. Sobre a Cyrela, os analistas destacam sua forte posição no mercado brasileiro, o que pode beneficiá-la para aproveitar o bom momento do setor.

Gafisa
Mesmo com bons fundamentos e resultados promissores, a empresa viu suas ações despencarem 15% em novembro. "Este desempenho se explica exclusivamente pela aversão ao risco dos investidores devido à situação de incertezas na Europa", afirmam os analistas, que esperam ver sinais de recuperação do setor já em dezembro.

Vale
O lucro recorde obtido no terceiro trimestre do ano e a dinâmica favorável dos preços do minério de ferro sinalizam que novos resultados positivos poderão surgir nos próximos meses, segundo a SLW.

Fibria
Cada vez mais, a empresa tem conseguido reduzir as elevadas dívidas originadas dos derivativos da época da Aracruz. Aliado a isso, o cenário para a celulose indica que os preços deverão continuar em ascensão, com a demanda mostrando bastante consistência. Por conta desses fatores, a corretora enxerga nessas ações grande potencial de ganhos.

Petrobras
Embora a ação possa continuar sofrendo forte volatilidade no último mês do ano, a equipe da corretora não descarta a possibilidade de um "rali de fechamento de ano, onde suas ações podem se destacar devido ao atual patamar que se encontram".

Gerdau
Mesmo com o cenário atual da economia brasileira mostrando-se desfavorável ao setor siderúrgico, a SLW espera que os fortes fluxos de investimento esperados para os próximos anos, por conta das obras do PAC (Programa de Aceleração de Crescimento) e dos eventos esportivos que ocorrerão por aqui - a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas do Rio de Janeiro em 2016 -, possam impulsionar os papéis da companhia.

Localiza
Com um forte resultado no terceiro trimestre, a empresa continua se beneficiando do cenário econômico atual do País, que tem impulsionado a demanda por aluguel de carros e o ritmo de vendas de seminovos, devendo reportar mais resultados positivos nos próximos meses. Ademais, o desempenho abaixo do Ibovespa nas últimas semanas abre uma boa oportunidade de compra dessas ações, segundo os analistas.

Carteira recomendada da SLW traz cinco opções de ações para esta semana


Por: Anderson Figo
06/12/10 - 18h02
InfoMoney


SÃO PAULO - Destacando a escassez de indicadores econômicos na agenda desta semana, a SLW divulgou sua lista de cinco açõesrecomendadas para o período. Em relação ao portfólio anterior, a corretora optou pela retirada dos ativos da Eletrobras (ELET6) e da Telemar (TNLP3), dando espaço aos papéis da Lojas Renner (LREN3) e da Light (LIGT3).


Com a agenda fraca, a corretora avalia que os mercados podem apresentar alta no período. "Como estamos entrando na fase final de ano e como o desempenho do Ibovespa não se mostrou favorável, poderemos estar entrando numa fase de recuperação, ou digamos o famoso rali de final de ano. Contudo, este comportamento só vai se materializar se ocorrer uma interrupção no fluxo negativo de notícias no exterior", afirma a SLW.


Desempenho anteriorA carteira sugerida da SLW marcou uma valorização de 2,6% na última semana, desempenho superior ao Ibovespa, que registrou alta de 2,3% no mesmo período. O portfólio foi fortemente impactado pelo desempenho positivo das ações da Eletrobras (+7,9%) e da Tereos (+2,7%).


Confira as recomendações para a semana:
AçãoCódigoPreço JustoUpside*
TereosTERI3R$ 6,50+71,0%
LocalizaRENT3R$ 30,51+7,5%
Lojas RennerLREN3R$ 66,28+11,6%
BradescoBBDC4R$ 40,40+18,9%
LightLIGT3R$ 41,91+82,2%
*Calculado com base no fechamento do dia 3 de dezembro

Tereos
A SLW aposta na recuperação dos papéis da Tereos, em decorrência do patamar em que se encontram e também refletindo a proximidade da entressafra no mercado interno.  

Localiza
A melhoria do cenário macroeconômico beneficia o aluguel de carros e traz a aceleração no ritmo de venda de seminovos. A expectativa, segundo a equipe, é que o crescimento se mantenha nos próximos trimestres. 

Lojas Renner
De acordo com a corretora, a empresa vem mantendo bom ritmo de crescimento, com importantes ganhos de margens, além de se beneficiar do movimento favorável da economia. Por estes motivos, a SLW recomenda o posicionamento nas ações.

Bradesco
O banco reportou números trimestrais em linha com o mercado e está bem posicionado no front doméstico, segundo a SLW. Como na última semana a performance dos ativos foi negativa, a corretora aposta em uma reação de curto prazo.

Light
A SLW aposta na alta das ações da Light em dezembro, refletindo a manutenção da boa estratégia de crescimento, que gera um aumento de confiança no investidor, além do fato de que a diminuição da criminalidade nas favelas do Rio de Janeiro permitirá a redução nas perdas de energia dentro das áreas de concessão da companhia.