terça-feira, 17 de maio de 2011

Usiminas e Brookfield estão entre as recomendações da Coin para esta semana

16 de maio de 2011 • 06h34Por: Equipe InfoMoney
SÃO PAULO – A Coinvalores divulgou suas recomendações de ações para a penúltima semana de maio, destacando que não vislumbra um cenário positivo para o Ibovespa no período, que também deverá estar pautada pela volatilidade e mau humor externo. 
No front interno, a Coin chama atenção para indicadores de inflação, que segundo a corretora deverão apontar novamente um aumento dos preços, mas sinalizando um arrefecimento na velocidade de expansão. "Mesmo com os sinais de menor crescimento, a inflação deve causar incômodo e turvar o ambiente de negócios", disse a Coin.
Já no cenário externo, a divulgação de preços ao consumidor na Zona do Euro poderá configurar um começo de semana difícil para o velho continente, segundo a Coin. Além disso, a corretora destaca que o discurso do presidente do Fed, Ben Bernanke, nos EUA e possíveis sinalizações da maneira como será conduzida a política monetária norte-americana deverão agitar os primeiros dias da semana.
Confira as recomendações para a semana:
EmpresaCódigo Preço-alvo*  Upside** 
BrookfieldBISA3R$ 12,0041,18%
UsiminasUSIM5Em Revisão -
PositivoPOSI3Em Revisão-
São CarlosSCAR3Em Revisão-
CopelCPLE6Em Revisão-
* Preço-alvo para 12 meses
**Potencial de valorização em relação ao fechamento de 13 de maio
Brookfield
Além de ter registrado uma boa valorização na última semana, a companhia anunciou na quinta-feira (12) o programa de recompra de até R$ 250 milhões em ações, sinalizando não somente que as ações da companhia apresentaram sinais de realização de lucros, mas também que o seu valor de mercado encontra-se em um patamar bastante atrativo, segundo a Coin.
Usiminas
Apesar de apontar que as perspectivas de curto prazo para o setor de siderurgia não são positivas, a corretora destaca que as siderúrgicas mais "versáteis" conseguem reduzir as suas perdas, embasadas pela atuação em outros segmentos, em especial o de mineração. Com isso, a corretora optou por manter o ativo em sua carteira recomendada para a semana, no entanto, reduziu à exposição do portfólio aos seus papéis.
Positivo
Após ter reportado fraco desempenho no primeiro trimestre do ano, com queda de 8,3% no volume de vendas e resultado final com prejuízo de R$ 33,7 milhões, a Coinvalores colocou o preço-alvo recomendado para o final de 2011 em revisão, destacando a redução de sua participação na carteira.
São Carlos 
Após um resultado considerado "bastante positivo" pela Coin, a corretora reitera a recomendação de compra para os ativos da companhia. Além disso, a Coin concentra suas apostas na continuidade dos resultados, sugerindo novas aquisições e projetos.
Copel
Em virtude do acréscimo nos rendimentos de aplicações financeiras e da variação monetária sobre os ativos financeiros vinculados às concessões, a empresa conseguiu reportar resultados consideravelmente favoráveis neste primeiro trimestre, de acordo com a Coin. Somado a isso, a corretora acredita que "a Copel continuará apresentando forte desempenho nos próximos trimestres". 

Operação de VENDA de KLBN4

VENDA de KLBN4
Condição de entrada: R$ 5,77
Condição de stop: rompimento dos R$ 6,07
Motivo da operação: Ativo perde suporte importante e retorna até a MME 9 abrindo possibilidade para trade de venda novamente.
Objetivos: R$ 5,45 e R$ 5,25.


Operação de COMPRA de OGXP3

COMPRA de OGXP3
Condição de entrada: R$ 14,20
Condição de stop: rompimento dos R$ 13,19
Motivo da operação: Papel vem em tendência de baixa, porém sugere trade contra tendência. Após formação de martelo no dia 13/05, formaliza suporte nos R$ 13,30.Objetivos: R$ 15,30 e R$ 16,10.

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Operação de COMPRA de MNDL4

COMPRA de MNDL4
Condição de entrada: R$ 3,60
Condição de stop: rompimento dos R$ 3,17
Motivo da operação: Papel vem em tendência de alta. MME 9 vira para cima e rompe a máxima do dia anterior. Operação mais arrojada. Stop na perda do suporte e da MMA 21. Segundo objetivo na projeção de fibonacci.
Objetivos: R$ 4,10 e R$ 4,76.

Agenda Econômica Semanal

Agência Enfoque
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 Agenda Econômica Semanal
 PaísHora*IndicadorReferência 
      
 Segunda-feira, 16 de maio de 2011
 BR09:00Relatório FocusSemanal 
 BR09:00IPC-S2ª Quad. Maio/11 
 US09:30Empire State Manufacturing IndexMaio/11 
 US10:00TIC FlowMarço/11 
 US11:00Índice do Setor ImobiliárioMaio/11 
 BR11:30Balança ComercialSemanal 
      
 Terça-feira, 17 de maio de 2011
 BR09:00IPC-S Capitais2ª Quad. Maio/11 
 BR09:00IPC da Fipe2ª Quad. Maio/11 
 US09:30Casas IniciadasAbril/11 
 US10:15Produção IndustrialAbril/11 
      
 Quarta-feira, 18 de maio de 2011
 BR09:00Sondagens da América LatinaMaio/11 
 BR09:00IGP-M2º Decênio Maio/11 
 US11:30Estoques de PetróleoSemanal 
 US15:00Decisão do FomcMaio/11 
      
 Quinta-feira, 19 de maio de 2011
 US09:30Pedidos de Auxílio DesempregoSemanal 
 US11:00Indicadores AntecedentesMaio/11 
 US11:00Venda de Casas ExistentesAbril/11 
 US11:00Filadélfia FedMaio/11 
 US11:30Estoques de gás naturalSemanal 
      
 Sexta-feira, 20 de maio de 2011
 BR09:00Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15Maio/11 
 
 As informações citadas acima têm como referência instituições do governo, órgãos financeiros, corretoras e empresas parceiras.
Fontes: FGV, Banco Central do Brasil, Fipe, IBGE, MDIC, Conab, Econoday.
*Horário de divulgação na Agência Enfoque de Notícias.
 
   

Cenário (09 a 13/Maio) e Agenda (16 a 20/Maio)

Agência Enfoque








Cenário Econômico Semanal - 09 a 13/Maio/2011
Mercados têm mais uma semana de perdas




Os mercados acionários do Brasil e dos Estados Unidos tiveram mais uma semana com perdas. No entanto, ao contrário da última semana, as quedas foram mais modestas, já que o cenário foi menos instável.

A semana foi marcada por uma agenda sem muito movimento, com os índices de inflação chamando mais a atenção dos investidores. Com os mercados ainda nervosos, o dólar se valorizou, já que foi uma forma encontrada para aplicações com mais segurança.





Cenário Externo


A semana começou sem indicadores de destaque na economia americana, com os primeiros índices divulgados apenas na terça-feira. Foi o caso do preço dos produtos importados, em abril, registrou alta de 2,2%, de acordo com levantamento divulgado pelo Departamento de Trabalho do país. A alta foi influenciada pela inflação de 6,7% dos combustíveis importados, enquanto o núcleo avançou apenas 0,6%.

Já os estoques no atacado do país apresentaram em março alta de 1,1%, contra 1% na pesquisa de fevereiro. Os números foram divulgados a pouco pelo Departamento de Comércio.

Na quarta-feira foi divulgado que o déficit comercial aumentou em abril, ao atingir US$ 48,2 milhões. O resultado veio pior do que o esperado, já que o mercado apostava em saldo negativo de US$ 47,7 milhões. Na parte da tarde, o Departamento do Tesouro informou que registrou em abril um déficit de US$ 40,5 bilhões. No período, o governo teve gastos aproximados de US$ 330 bilhões e arrecadou aproximadamente US$ 289 bilhões.

No dia seguinte, o mercado tomou conhecimento que as vendas no varejo apresentaram em abril alta de 0,5% para um valor com ajuste sazonal de US$ 389,4 bilhões. Os dados são do Departamento de Comércio. Este foi o décimo mês seguido de alta do indicador. O mercado estimava que o índice apresentasse alta de 0,6%. Destaque ainda para os estoques de negócios, que registraram em março avanço de 1%, após alta de 0,5% de fevereiro.
Além disso, os pedidos de auxílio-desemprego apresentaram na última semana uma queda de 44 mil solicitações, para um total de 434 mil. Os números são do Departamento de Trabalho. A principal notícia, porém, foi a da inflação ao produtor norte-americano. Em abril, o PPI avançou 0,8%, puxado pelos preços de energia e alimentos. Excluindo do cálculo estes itens, o núcleo do PPI avançou 0,3%.

Finalmente, na sexta-feira, foi a vez dos dados da inflação ao consumidor. O CPI avançou 0,4% em abril, puxado pelos altos preços de gasolina, informou o Departamento de Trabalho do país. No período, o núcleo do CPI variou 0,2%, contra estimativa de 0,1%. No ano, houve alta de 3,2% da inflação, a maior alta em 12 meses desde outubro de 2008.

Pouco mais tarde, a Universidade de Michigan divulgou há pouco que a prévia da confiança do consumidor, que avançou para 72,4 pontos, contra 69,8 pontos de abril. O resultado veio acima do esperado, de 70 pontos.

Com isso, o Dow Jones acumulou queda de 0,3% na semana, fechando aos 12.595,5 pontos. Já o S&P teve perdas totais de 0,2% aos 1.337,76 pontos.





Confira os gráficos de longo prazo:










Cenário Interno


No Brasil, como de costume, os diversos índices de inflação marcaram a semana. Entre eles, o Índice Geral de Preços - Disponibilidade Interna (IGP-DI) variou 0,50% em abril. A variação registrada em março foi de 0,61%. O IGP-DI de abril foi calculado com base nos preços coletados entre os dias 1º e 30 do mês de referência.

Já o IPC-S de 07 de maio de 2011 apresentou variação de 1,05%, 0,10 ponto percentual (p.p.) acima da taxa registrada na última divulgação. Esta foi a maior taxa do IPC-S desde a primeira semana de fevereiro de 2011, quando o índice registrou variação de 1,16%. Além disso, o IGP-M, na primeira semana de maio, avançou 0,70%, acima da taxa registrada no período exatamente anterior

A balança comercial do Brasil teve na primeira semana de maio superávit de US$ 969 milhões, com média diária de US$ 193,8 milhões. Este valor está 18% acima do registrado em maio de 2010 (média de US$ 164,2 milhões) e é 97,6% superior ao verificado em abril deste ano (US$ 98,1 milhões).
Em março de 2011, os índices regionais da produção industrial, descontados os efeitos sazonais, mostraram crescimento em sete dos quatorze locais pesquisados, frente a fevereiro. Já o comércio varejista registrou alta de 1,2% no volume de vendas e de 1,4% na receita nominal, ambas com relação ao mês anterior.

Já o emprego industrial mostrou quadro de estabilidade (0,0%) na passagem de fevereiro para março, após avançar 0,5% no mês anterior. Contudo, o índice de média móvel trimestral mostrou ligeira variação positiva (0,2%) entre os trimestres encerrados em março e fevereiro, após apontar variação de 0,1% em fevereiro e ficar estável de outubro a janeiro. As informações são do IBGE.

Com isso, o Ibovespa acumulou queda de 1,7% aos 63.316 pontos.





Confira o gráfico, além das maiores altas, baixas e as ações mais negociadas da semana:





Ibovespa



As maiores altas da semana


ATIVO
CÓDIGO
ÚLTIMO
VARIAÇÃO
MRV
MRVE3
15,13
13,76%
JBS
JBSS3
5,64
7,22%
PDG REALT
PDGR3
9,53
6,72%
ROSSI RESID
RSID3
14,60
6,57%
LLX LOG
LLXL3
4,63
6,44%





As maiores baixas da semana


ATIVO
CÓDIGO
ÚLTIMO
VARIAÇÃO
HYPERMARCAS
HYPE3
16,06
-20,73%
DURATEX
DTEX3
12,50
-7,34%
TELEMAR
TNLP3
31,13
-6,85%
CIELO
CIEL3
12,87
-6,67%
ECODIESEL
ECOD3
0,74
-6,33%





Mais negociadas da semana


ATIVO
CÓDIGO
ÚLTIMO
VOLUME
SEGMENTO
VALE
VALE5
R$ 42,27
2.346.703.776,00
Minerais Metálicos
PETROBRAS
PETR4
R$ 23,52
1.845.046.240,00
Exploração e/ou Refino
OGX PETROLEO
OGXP3
R$ 14,21
1.274.907.936,00
Exploração e/ou Refino
ITAUUNIBANCO
ITUB4
R$ 35,72
1.150.751.648,00
Bancos
HYPERMARCAS
HYPE3
R$ 16,06
745.020.928,00
Produtos Diversos





Dólar:


A maior procura pela moeda americana se tornou uma vertente comum entre os investidores na última semana. Com isso, o dólar comercial acabou sofrendo uma nova valorização semanal, já que é visto como uma aplicação mais segura.

Neste cenário, a divisa ganhou 1,0% na semana e encerrou a R$ 1,6330.


Confira o gráfico de longo prazo:


Dólar





Enfoque Informações Financeiras