sábado, 15 de janeiro de 2011

Cenário Econômico Semanal – 10 a 14/Janeiro

Agência Enfoque




Cenário Econômico Semanal


Os mercados acionários de todo o mundo tiveram mais uma semana de valorização no início do ano. Para este cenário positivo, contribuíram a divulgação de números de diversos setores da economia americana, como índices de inflação, dados da atividade econômica, produção industrial, etc.

Além disso, diminuiu a preocupação dos investidores com a situação da dividida dos países europeus. Isto foi reflexo de números divulgados por Portugal e da posição do país de afirma que não irá precisar de ajuda externa.





Cenário Externo


A semana começou com bastante tranqüilidade na agenda econômica americana, com apenas um indicador sendo divulgado na terça-feira, o de negócios do atacado. De acordo com o Departamento de Trabalho, o indicador caiu 0,2% em novembro do ano passado, após subir 1,9% no mês anterior.

Na quarta-feira foi o dia da divulgação do Livro Bege, que trouxe um relato sobre a atividade econômica nos principais distritos dos EUA. De acordo com o documento, o Federal Reserve já nota uma melhora na situação do mercado de trabalho, apesar da lenta recuperação econômica.

Destaque também na semana para índices de preços. A inflação dos produtos importados foi de 1,1% em dezembro, enquanto dos exportados ficou em 0,7% no mesmo mês. No caso dos preços ao consumidor, o avanço foi de 0,5% para o índice cheio e de 0,1% para o núcleo. Já a inflação ao produtor subiu 1,1%, enquanto o núcleo 0,2%.

Outros importantes dados foram divulgados na semana, como o déficit comercial de US$ 38,3 bilhões em novembro, o crescimento da produção industrial de 0,8% e também o avanço nas vendas do varejo americano em 0,6% em dezembro.

Com este cenário, o Dow Jones acumulou na semana valorização de 0,9% aos 11.787,3 pontos, enquanto o S&P 500% subou 1,7% aos 1.293,19 pontos.





Confira os gráficos de longo prazo:










Cenário Interno


Como de costume, a agenda econômica brasileira se destaca pela divulgação de diversos índices de inflação. E nesta semana não foi diferente, com o IGP-M, da primeira quadrissemana de janeiro, subindo 0,42%. Já o IPC-S registrou avanço de 0,92%. Já o IPC da FIPE subiu 0,61% na mesma base de comparação.

Agora, os investidores estão de olho na próxima semana, com destaque para o vencimento de opções na segunda-feira e a primeira reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do governo da presidente Dilma Rousseff.

Neste contexto, o principal índice acionário brasileiro, o Ibovespa fechou a semana com ganhos acmulados de 1,3% aos 70.940 pontos.





Confira o gráfico de longo prazo, além das maiores altas, baixas e as ações mais negociadas da semana:





Ibovespa



As maiores altas da semana


ATIVO
CÓDIGO
ÚLTIMO
VARIAÇÃO
EMBRAER
EMBR3
13,50
11,20%
TIM PART S/A
TCSL3
7,54
9,59%
LIGHT S/A
LIGT3
27,65
8,86%
TIM PART S/A
TCSL4
6,14
8,48%
COPEL
CPLE6
45,10
7,38%





As maiores baixas da semana


ATIVO
CÓDIGO
ÚLTIMO
VARIAÇÃO
NET
NETC4
21,55
-6,30%
AMBEV
AMBV4
46,83
-5,87%
BMFBOVESPA
BVMF3
12,40
-4,54%
BRASKEM
BRKM5
19,30
-3,98%
LLX LOG
LLXL3
4,36
-3,75%





Mais negociadas da semana


ATIVO
CÓDIGO
ÚLTIMO
VOLUME
SEGMENTO
PETROBRAS
PETR4
R$ 27,55
2.987.729.248,00
Exploração e/ou Refino
VALE
VALE5
R$ 52,55
2.930.420.608,00
Minerais Metálicos
OGX PETROLEO
OGXP3
R$ 20,00
937.827.640,00
Exploração e/ou Refino
BMFBOVESPA
BVMF3
R$ 12,40
876.506.984,00
Serviços Financeiros Diversos
VALE
VALE3
R$ 59,96
818.560.688,00
Minerais Metálicos





Dólar:


Com o dólar seguindo sua trajetória de queda, mesmo com medidas anunciadas no começo do ano pelo governo, o Banco Central não viu outra saída e decidiu voltar a aturar no mercado futuro de câmbio, c+omo forma de conter a valorização do real.

A nova medida, adotada apenas na sexta-feira, serviu para que a moeda americana se recuperasse em relação aos dias anteriores, mas ainda sim fechou a semana com queda de 0,1% a R$ 1,6850.


Confira o gráfico de longo prazo:


Dólar





Enfoque Informações Financeiras






Cenário Econômico Semanal – 10 a 14/Janeiro

Agência Enfoque




Cenário Econômico Semanal


Os mercados acionários de todo o mundo tiveram mais uma semana de valorização no início do ano. Para este cenário positivo, contribuíram a divulgação de números de diversos setores da economia americana, como índices de inflação, dados da atividade econômica, produção industrial, etc.

Além disso, diminuiu a preocupação dos investidores com a situação da dividida dos países europeus. Isto foi reflexo de números divulgados por Portugal e da posição do país de afirma que não irá precisar de ajuda externa.





Cenário Externo


A semana começou com bastante tranqüilidade na agenda econômica americana, com apenas um indicador sendo divulgado na terça-feira, o de negócios do atacado. De acordo com o Departamento de Trabalho, o indicador caiu 0,2% em novembro do ano passado, após subir 1,9% no mês anterior.

Na quarta-feira foi o dia da divulgação do Livro Bege, que trouxe um relato sobre a atividade econômica nos principais distritos dos EUA. De acordo com o documento, o Federal Reserve já nota uma melhora na situação do mercado de trabalho, apesar da lenta recuperação econômica.

Destaque também na semana para índices de preços. A inflação dos produtos importados foi de 1,1% em dezembro, enquanto dos exportados ficou em 0,7% no mesmo mês. No caso dos preços ao consumidor, o avanço foi de 0,5% para o índice cheio e de 0,1% para o núcleo. Já a inflação ao produtor subiu 1,1%, enquanto o núcleo 0,2%.

Outros importantes dados foram divulgados na semana, como o déficit comercial de US$ 38,3 bilhões em novembro, o crescimento da produção industrial de 0,8% e também o avanço nas vendas do varejo americano em 0,6% em dezembro.

Com este cenário, o Dow Jones acumulou na semana valorização de 0,9% aos 11.787,3 pontos, enquanto o S&P 500% subou 1,7% aos 1.293,19 pontos.





Confira os gráficos de longo prazo:










Cenário Interno


Como de costume, a agenda econômica brasileira se destaca pela divulgação de diversos índices de inflação. E nesta semana não foi diferente, com o IGP-M, da primeira quadrissemana de janeiro, subindo 0,42%. Já o IPC-S registrou avanço de 0,92%. Já o IPC da FIPE subiu 0,61% na mesma base de comparação.

Agora, os investidores estão de olho na próxima semana, com destaque para o vencimento de opções na segunda-feira e a primeira reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do governo da presidente Dilma Rousseff.

Neste contexto, o principal índice acionário brasileiro, o Ibovespa fechou a semana com ganhos acmulados de 1,3% aos 70.940 pontos.





Confira o gráfico de longo prazo, além das maiores altas, baixas e as ações mais negociadas da semana:





Ibovespa



As maiores altas da semana


ATIVO
CÓDIGO
ÚLTIMO
VARIAÇÃO
EMBRAER
EMBR3
13,50
11,20%
TIM PART S/A
TCSL3
7,54
9,59%
LIGHT S/A
LIGT3
27,65
8,86%
TIM PART S/A
TCSL4
6,14
8,48%
COPEL
CPLE6
45,10
7,38%





As maiores baixas da semana


ATIVO
CÓDIGO
ÚLTIMO
VARIAÇÃO
NET
NETC4
21,55
-6,30%
AMBEV
AMBV4
46,83
-5,87%
BMFBOVESPA
BVMF3
12,40
-4,54%
BRASKEM
BRKM5
19,30
-3,98%
LLX LOG
LLXL3
4,36
-3,75%





Mais negociadas da semana


ATIVO
CÓDIGO
ÚLTIMO
VOLUME
SEGMENTO
PETROBRAS
PETR4
R$ 27,55
2.987.729.248,00
Exploração e/ou Refino
VALE
VALE5
R$ 52,55
2.930.420.608,00
Minerais Metálicos
OGX PETROLEO
OGXP3
R$ 20,00
937.827.640,00
Exploração e/ou Refino
BMFBOVESPA
BVMF3
R$ 12,40
876.506.984,00
Serviços Financeiros Diversos
VALE
VALE3
R$ 59,96
818.560.688,00
Minerais Metálicos





Dólar:


Com o dólar seguindo sua trajetória de queda, mesmo com medidas anunciadas no começo do ano pelo governo, o Banco Central não viu outra saída e decidiu voltar a aturar no mercado futuro de câmbio, c+omo forma de conter a valorização do real.

A nova medida, adotada apenas na sexta-feira, serviu para que a moeda americana se recuperasse em relação aos dias anteriores, mas ainda sim fechou a semana com queda de 0,1% a R$ 1,6850.


Confira o gráfico de longo prazo:


Dólar





Enfoque Informações Financeiras






Goldman Sachs eleva para compra sugestão para CCR e atualiza targets do setor

Por: Equipe InfoMoney
14/01/11 - 16h01
InfoMoney


SÃO PAULO - O Goldman Sachs iniciou 2011 com projeções mais otimistas para concessionárias rodoviárias brasileiras. Dado o viés altista da inflação, o banco espera que o fluxo de caixa da CCR (CCRO3) e OHL (OHLB3) se torne positivo neste ano. Desta forma, o preço-alvo de ambas as companhias foi elevado, assim como o da Ecorodovias (ECOR3). A recomendação da CCR no novo cenário passa de neutra para compra.


As novas projeções incorporam tanto o impacto positivo da inflação sobre os preços das tarifas rodoviárias quanto a perspectiva de que o tráfego continue intenso neste ano, e as companhias façam menores investimentos após o final dos pré-pagamentos de concessões.


"Para nós, a maior geração de caixa significa maior participação em leilões, investimentos adicionais em rodovias existentes e maior capacidade para aquisições, pontos não refletidos nos targets anteriores", afirmam os analistas Eduardo Couto e Tais Correa, em relatório.


Desta forma, o preço-alvo da CCR passou de R$ 46,00 para R$ 57,00, enquanto o target da Ecorodovias foi de R$ 11,80 para R$ 14,50. Por fim, a avaliação dos preços para a OHL saltou de R$ 45,00 para R$ 56,00. Os novos targets implicam upsides de 21,66%, 10,43% e -5%, nesta ordem, com base no fechamento de 14 de janeiro.


Ajustes seguem índices de inflação
Os dois maiores índices usados em contratos de rodovias são o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor) e o IGP-M (Índice Geral de Preços-Mercado). Em São Paulo, o mais usado é o IGP-M, que subiu de 5% em junho de 2010, na comparação com 2009, para 11% em dezembro de 2010, puxado pelos preços de alimentos e produtos industrializados.



"A recente alta da inflação irá afetar positivamente as tarifas de pedágios neste ano, impulsionando os resultados, já que as três concessões possuem uma boa porção de suas receitas ajustadas anualmente pelo IGP-M", dizem os analistas do Goldman.  


CCR
A empresa é a preferida do Goldman Sachs no setor, que elogia seu sólido fluxo de caixa para os próximos anos, longo histórico e boa liquidez. Ademais, a CCR tem investimentos diversificados, com a construção de linhas metroviárias e o projeto de inspeção veicular 
Controlar, além de potenciais projetos em concessões já existentes. Seu cenário parece ser o mais promissor dentre as três empresas, e sua recomendação passa de neutra para compra.
EmpresaCódigoRecomendaçãoPreço Alvo*Upside**
CCRCCRO3compraR$ 57,0021,66%
EcorodoviasECOR3neutraR$ 14,50 10,43%
OHLOHLB3vendaR$ 56,00 -5%
*Para o final de 2011
**Com base no fechamento de 13 de janeiro de 2011 


Ecorodovias
Também bem avaliada, a Ecorodovias apresenta entre seus pontos fortes um sólido balanço, forte fluxo de caixa projetado para os próximos anos e boa liquidez.



No entanto, suas ações possuem menor potencial de upside em relação aos papéis da CCR, além de estar em desvantagem quanto ao tamanho de seu histórico, portfólio e visibilidade
dos negócios de logística em relação à principal concorrente, a CCR.                                                                                            


OHL"O fluxo de caixa negativo de R$ 1 bilhão nos próximos três anos devido a investimentos em rodovias atuais é nossa maior preocupação", dizem Couto e Correa. O elevado Capex limita ofertas em leilões ou a participação em novos projetos, daí a recomendação de venda.  

Goldman Sachs inclui ADR da Embraer em sua lista de "compra com convicção"

Por: Equipe InfoMoney
14/01/11 - 15h43
InfoMoney


SÃO PAULO - A Embraer (EMBR3), foi incluída na lista de "compracom convicção" do banco de investimentos Goldman Sachs. Segundo os analisas Noah Poponak, Chun-Yai Wang e Alexandria Carroll, o bom posicionamento da empresa no setor de aviação, impulsionado pelo mercado emergente, foi o responsável pela inclusão.


Assim, os analistas estimaram um preço-alvo para 12 meses de US$ 39,00 para os ADRs (American Depositary Receipts) da empresa negociados na bolsa de Nova York - cujo código é o ERJ - o que representa um potencial de valorização teórica de 30% frente ao fechamento anterior. 


Apostas dos analistasAlém disso, a empresa é bem avaliada pelo fato de deter metade do mercado regional de jatos, com exposição limitada ao segmentos de defesa de Estados Unidos e Europa. Além disso, a Embraer detém um bom indicador de dividend yield (relação dos dividendos pagos pelo preço da ação), em torno de 3%.


O relatório do banco lista ainda alguns catalisadores para os papéis da empresa no curto prazo, incluindo a expectativa para  novas encomendas de jatos, boas perspectivas para esse mercado vindas de concorrentes nas próximas semanas e o "investor day" da companhia em março.


Maior potencial de valorizaçãoOs analistas destacam que o ADR da empresa tem registrado um desempenho mais fraco do que as demais empresas do setor, mesmo diante da melhora da perspectiva macroeconômica que sinaliza um salto no mercado de jatos regionais e comerciais. Entretanto, eles acreditam que o ativo é atrativo quando comparado aos seus pares, principalmente como um reflexo de seus resultados e crescimento. A avaliação do banco está acima do consenso de mercado, por acreditar nos bons fundamentos da empresa.


Cabe dizer que os papéis da Embraer operam em forte alta nesta sexta-feira (14) tanto na Bovespa quanto em Nova York. Há pouco, as ações ordinárias subiam 8,15% na bolsa paulista, enquanto os ADRs avançavam 7,23% no mercado norte-americano. 

BofA Merrill Lynch mantém recomendação, mas reduz preço-alvo para Magnesita

Por: Equipe InfoMoney
14/01/11 - 15h05
InfoMoney


SÃO PAULO – Com uma nova oferta de ações  preparada e ganhos possivelmente menores à frente, as ações da Magnesita (MAGG3) tiveram seu preço-alvo reduzido de R$ 16,00 para R$ 12,00 pelosanalistas do Bank of America Merrill Lynch. O novo valor indica um upside (potencial teórico de valorização) de 21,83% em relação ao último fechamento.


Segundo os analistas Felipe Hirai e Thiago Lofiego, a expectativa de ganhos menores decorre de um ambiente operacional mais austero que foi incorporado ao modelo, o que fez com que a projeção para o Ebitda (geração operacional de caixa) da companhia de 2011 a 2013 fosse cortada entre 25% e 30%.


Além disso, a avaliação da dupla é de que a emissão de ações, embora seja positiva para a empresa ao reduzir o seu nível de alavancagem, é negativa para a cotação dos papéis devido ao timing. "A ação está em sua menor cotação em 17 meses", dizem.


Sobre os principais projetos da empresa – a expansão de 120 mil toneladas de magnesita e 40 mil toneladas de grafite em Brumado –, os analistas esperam que sejam gastos US$ 200 milhões. “Com os preços das matérias-primas continuando em alta, o aumento de integração vertical da empresa é positivo”, afirmam.


Ação é boa, mas no longo prazoAssim, os analistas mantiveram a recomendação para os papéis da Magnesita como neutra. “Na nossa visão, a ação oferece um bom valor no longo prazo, mas carece de catalisadores no curto prazo”, falam os analistas.


Ademais, levando em conta os ganhos estimados atualizados, a empresa estaria sendo negociada em bolsa com um prêmio de 10% frente às siderúrgicas brasileiras, "o qual pode ser justo dados os projetos de crescimento", completa a dupla.