quarta-feira, 24 de março de 2010

Segue abaixo a tabela com as variações dos setores no Ibovespa. Pode-se perceber que apesar do mercado estar caindo 0.56%, 18 setores impulsionam para baixo o índice enquanto apenas 2 o impulsionam para cima.

FONTE: JBS FRIBOI PODE DESISTIR DE OFERTA SECUNDÁRIA DE AÇÕES

A oferta secundária que acompanharia a distribuição primária de ações da JBS Friboi tem pouca chance de acontecer. A reação do mercado ao anúncio de que o grupo controlador, a FB Participações, venderia parte de suas ações na operação fez com que a direção da empresa voltasse atrás em relação à oferta secundária. A companhia ainda não bateu o martelo sobre a suspensão da distribuição secundária, até porque o road show para coleta de intenções ainda não terminou e, dessa forma, detalhes sobre a oferta ainda estão sendo decididos. Mas a possibilidade de a oferta secundária sair tornou-se remota, segundo uma fonte do mercado. Desde que a JBS anunciou a operação, em 11 de março, os papeis acumulam queda de 10,7%.

A intenção da oferta secundária partiu de alguns membros família Bertin, que tem 48% da holding controladora da JBS, a FB Participações. A família Batista, que possui 51% da FB Participações e ocupa cargos executivos na JBS SA e subsidiárias, nunca teve a intenção de se desfazer de parte de sua fatia. E para apagar a impressão que ficou no mercado de que a oferta secundária pode ser interpretada como um sinal de que os controladores não veem potencial de alta significativo para as ações, a direção da empresa estaria desistindo dessa operação.

A quantidade limite de ações que podem ser emitidas pela JBS para que a holding mantenha o controle da empresa é de 400 milhões de ações. Hoje, a FB Participações tem 59% da JBS SA. Considerando uma emissão no limite e o preço de fechamento de ontem (R$ 8,15), a oferta somaria R$ 3,26 bilhões.

De acordo com informações do prospecto preliminar, a JBS pretende usar entre 85% e 90% do valor captado na oferta primária na ampliação de sua plataforma de distribuição direta. O restante, entre 10% e 15%, deve ser destinado a capital de giro e despesas gerais e administrativas.

Para financiar o projeto de expansão da rede de distribuição, a JBS pretendia fazer uma oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) de sua subsidiária nos Estados Unidos, a JBS USA. Mas, diante das condições adversas do mercado internacional, optou pela oferta no Brasil.

A oferta de ações da JBS SA, no entanto, não anula automaticamente a operação nos Estados Unidos, já que os recursos captados no IPO da JBS USA também seriam usados no pagamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que financiou a compra de 64% do capital da Pilgrim's Pride ao injetar R$ 3,48 bilhões na JBS ao final do ano passado.

Ao final de dezembro de 2009, a empresa emitiu o equivalente a US$ 2 bilhões em debêntures conversíveis em Brazilian Depositary Receipts (BDRs). Esses certificados seriam lastreados em ações da JBS USA ou em ações de emissão da JBS SA, caso o IPO da subsidiária norte-americana acontecesse. De acordo com fato relevante divulgado pela companhia na ocasião, a oferta pública de ações nos EUA deve ocorrer até 31 de dezembro de 2010, sob pena de realização mandatória da conversão em ações das debêntures.

Essa data limite, no entanto, pode ser postergada até 31 de dezembro de 2011. Nesse caso, a JBS deve notificar o agente fiduciário sobre a intenção de prorrogação até cinco dias antes do prazo final. Além disso, deverá pagar aos titulares das debêntures um prêmio de 15% sobre o valor dos papéis.

Assim, a JBS tem, no máximo, até o final do próximo ano para concluir a operação com o BNDES iniciada em dezembro passado, com a emissão das debêntures. No prospecto, a empresa menciona o IPO nos Estados Unidos nos anexos - no relatório de administração que acompanhou o balanço financeiro de 2009 e nas notas explicativas apresentadas com os resultados do ano passado.

"A companhia continua a analisar o prospecto de fazer o IPO da JBS USA. Porém, devido às recentes transações, optou por monitorar as condições de mercado para determinar o melhor momento da operação. De acordo com as boas práticas de governança corporativa, a companhia irá comunicar ao mercado as informações relevantes à medida que estiverem disponíveis", diz a empresa.
(Tatiana Freitas)

Fonte: AE Broadcast

terça-feira, 23 de março de 2010

Ampliando investimentos, BlackRock eleva participação no capital social da Rossi

Por: Equipe InfoMoney
23/03/10 - 19h41
InfoMoney

SÃO PAULO - A Rossi Residencial (RSID3) comunicou que a BlackRock atingiu uma parcela de 5,32% de seu capital social após ter efetuado a compra de mais ações ordinárias no dia 18 de março último. De forma agregada, a participação da gestora atingiu 13.484.738 ações e 713.155 GDRs ( Global Depositary Receipts).

Em nota enviada ao mercado nesta terça-feira (23), a companhia destaca que o objetivo da BlackRock com a aquisição de uma maior parcela no controle da Rossi "é estritamente de investimento, não objetivando alteração do controle acionário ou da estrutura administrativa da companhia".

Ademais, a Rossi enfatizou que não foram celebrados quaisquer contratos ou acordos que regulem o exercício do direito de voto ou de compra e venda de valores mobiliários emitidos por ela.

Brasil Ecodiesel reporta prejuízo de R$ 11,9 milhões em seu resultado de 2009

Por: Equipe InfoMoney
23/03/10 - 18h45
InfoMoney


SÃO PAULO - A Brasil Ecodiesel (ECOD3) divulgou, nesta terça-feira (23), seu resultado do quarto trimestre e do exercício de 2009, reportando um prejuízo líquido ajustado de R$ 11,894 milhões, que se compara com o prejuízo de R$ 136,477 milhões visto no ano anterior. Entre outubro e dezembro, a companhia registrou lucro de R$ 5 milhões, revertendo o prejuízo líquido de R$ 36 milhões visto no último trimestre de 2008 - números estes também ajustados.

De acordo com a empresa, o ajuste "desconsidera outras despesas não relacionadas diretamente com a atividade operacional e não recorrentes, e o Ajuste de Redirecionamento Estratégico no valor de R$ 93,15 milhões".

A receita líquida no quarto trimestre de 2009 somou R$ 128,119 milhões, um avanço de 163% frente ao visto nos mesmos três meses um ano antes. O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado do trimestre veio em R$ 15,489 milhões, subindo 37,8%.

A administração destacou em seu release o aumento da demanda por biodiesel, cuja entrega no trimestre superou em 104% o volume contratado com a Petrobras (PETR3, PETR4).

Acumulado anual
No acumulado do ano a Brasil Ecodiesel registrou R$ 349,322 milhões em receitas líquidas, uma queda de 0,5% frente ao ano anterior. Por sua vez, o Ebitda ajustado reverteu o desempenho de 2008, quando ficou negativo em R$ 58,6 milhões, e terminou o ano passado com um saldo positivo de R$ 45,777 milhões.

Melhora de perfil
A companhia destacou a melhora de sua posição financeira ao longo do ano, passando de uma dívida de aproximadamente R$ 290 milhões, para um caixa líquido positivo de R$ 37,3 milhões ao fim de dezembro. Além disso, a redução de de 73% nas despesas financeiras na passagem anual também é ressaltada pela empresa.

Operação de Venda para 23/03/2010

POSI3
Condição de entrada: rompimento dos R$ 17,85
Condição de stop: rompimento dos R$ 18,80
Motivo da operação: rompimento do fundo anterior e importante suporte, com aumento no volume e cruzamento de MACD.
Tipo da operação: Position trade curto
Objetivo imediato: Próximo dos R$ 15,85

BOLSA: VALE SOBE E PUXA VOLUME COM NOTÍCIA SOBRE REAJUSTE; COPEL CAI

São Paulo, 23 - Enquanto a bolsa oscila próximo à estabilidade, as atenções do mercado nesta terça-feira se voltam para a Vale, após a notícia publicada no jornal Valor Econômico de que a mineradora teria adotado um novo sistema de preços para o minério de ferro, o que implicaria em um reajuste de 114%.

Às 11h12, as ações PNA e ON da Vale subiam 2,92% e 3,77%, entre as maiores altas do índice, enquanto o Ibovespa registrava ganho de 0,37% no mesmo horário, a 69.272 pontos, com giro de R$ 1,45 bilhão e projeção de R$ 8,13 bilhões para o fechamento.

As especulações sobre o reajuste do minério vêm ganhando força nos últimos dias. Em relatório, o Credit Suisse avaliou que a Vale pressiona pela adoção do sistema de indexação de preços de minério de ferro da consultoria especializada em commodities Platts (veja nota publicada ontem, às 17h52).

O volume com Vale PNA somava R$ 454 milhões, o maior do mercado e mais do dobro do negociado com Petrobras. "Ninguém vai querer ficar de fora de Vale, pelo menos até abril, quando a questão do reajuste do minério deve ser definida", diz um operador. Itaú e Socopa lideravam as compras do papel preferencial da mineradora, enquanto XP Investimentos e Finabank apresentavam a maior posição líquida vendida.

As notícias sobre o reajuste puxam ainda as ações da Bradespar (+3,22%), que tem participação relevante em Vale, e da MMX Mineração (+2,36%). As siderúrgicas CSN e Usiminas, que possuem ativos de mineração, também pegam carona na notícia e sobem 2,31% e 0,86%, respectivamente.

Entre as quedas, as ações PNB da Copel caem 1,49% após a divulgação do balanço, ontem à noite. A estatal paranaense de energia obteve lucro líquido de R$ 180 milhões no quarto trimestre de 2009, 0,2% acima do resultado registrado no mesmo período de 2008. O resultado ficou abaixo do esperado pelo mercado por conta de aumento de custos no período, de acordo com um analista.
(Vinícius Pinheiro)


Fonte: Bovespa

Indicadores EUA - 11h


EUA: Vendas de casas já existentes: 5,02M; previsão: 5,00M;
EUA: Vendas de casas existentes (M/M): -0,6%; previsão: -1,1%
EUA: Índice de preços da casa própria (M/M): -0,6%; previsão: -0,8%
EUA: Índice de manufatura do Fed de Richmond: 6; previsão: 5

Fonte: Bloomberg

Próximos indicadores:

17h30:

API: Estoques de petróleo bruto

18:00

ABC: Confiança do consumidor