quarta-feira, 8 de junho de 2011

Geral Investimentos adiciona BR Malls e JHSF em carteira recomendada para junho

02 de junho de 2011 • 12h53Por: Equipe InfoMoney
SÃO PAULO - A Geral Investimentos divulgou sua carteira recomendada para o mês de junho, incluindo os papéis da AES Tietê (GETI4), BR Malls (BRML3) e da JHSF (JHSF3) em relação às sugestões do mês passado. A corretora também optou pela exclusão das ações da Hypermarcas (HYPE3) e da Localiza (RENT3).
A meta da carteira da Geral Investimentos é alcançar uma rentabilidade superior ao do Ibovespa, mas sem se expor demais ao risco. Contudo, o portfólio de ações também busca papéis sob a ótica do crescimento e valor, que componham uma carteira com viés fundamentalista e de longo prazo.
Confira a carteira recomenda da Geral para junho:
Empresa Código 
AES TietêGETI4
AmBevAMBV4
BR MallsBRML3
ValeVALE5
OGXOGXP3
JHSFJHSF3
AmBev
A corretora destaca a forte geração de caixa da empresa, que é líder no mercado brasileiro de cervejas. A facilidade em repassar preços a seus clientes é outro ponto positivo da companhia. 
OGXA expectativa pelo início de produção da companhia em Waimea, esperado para setembro ou outubro e acumulações comercialmente viáveis em Bom Jesus e Fazenda São José sustentam a recomendação para a petrolífera. Além disso, segundo a Geral, a captação de recursos via emissão de bonds - e não de ações - também justificam sua manutenção na carteira. 
ValeApesar dos indícios de pressão no curtíssimo prazo, a tendência de alta para os preços dos minérios de ferro e a diminuição de temores relacionados a riscos políticos ainda continuam alimentando as perspectivas positivas para 2011. 
AES Tietê
As ações da geradora de energia elétrica foram adicionadas ao portfólio em função do comportamento defensivo dos papéis, em um ambiente de forte volatilidade e tendência de alta inflacionária. Vale mencionar que suas receitas encontram-se indexadas à inflação, além da sua geração de caixa apresentar ritmo constante.
BR Malls
Recentemente a empresa anunciou a oferta pública de suas ações, com a finalidade de captar recursos para estimular o crescimento de suas operações por meio das aquisições. Além de possuir boas perspectivas e múltiplos atraentes, a empresa conta com forte geração de caixa.
JHSF
Além das perspectivas positivas de crescimento para este ano, a empresa destaca-se por atuar na classe A, que é pouco afetada pelo ambiente de alta inflacionária. A Geral destaca ainda que seus múltiplos permanecem em patamares baixos. 

Link adiciona Lojas Americanas à carteira recomendada de junho

02 de junho de 2011 • 12h23Por: Equipe InfoMoney
SÃO PAULO – A Link Investimentos elaborou sua carteira recomendada para junho com as 10 sugestões de papéis para o período. As novidades ficaram por conta da saída da ação preferencial do Pão de Açúcar (PCAR4) e a inclusão do papel PN da Lojas Americanas (LAME4).
A corretora justifica a entrada da Lojas Americanas por possuir um baixo ticket (preço) médio de vendas, uma ampla variedade de produtos oferecidos e por sua penetração em todas as classes sociais, o que poderá ajudá-la a ser menos afetada pelas altas das taxas de juro. A Link acredita que o papel tem um bom potencial de valorização, devido às melhoras naeficiência operacional de suas lojas.
Desempenho
Em maio, a carteira da Link registrou uma desvalorização de 3,19%, enquanto o Ibovespa caiu 2,29%. Retirado do portfólio deste mês, o papel PN do Pão de Açúcar foi o destaque negativo, segurando a lanterna da carteira de maio ao acumular perdas de 9,58% no período. 
A corretora credita esse desempenho ao impasse com o Casino, que solicitou arbitragem por um possível descumprimento do acordo de acionistas que une o bloco de controle, fato que levou a uma queda de 4,37% das ações do Pão de Açúcar no último dia do mês.
Confira as sugestões da corretora:
Empresa  Código  Preço-alvo*  Upside**
AES TietêGETI3R$ 27,10+ 22,1%
AmBevAMBV4R$ 54,20+ 12,2%
CCRCCRO3R$ 58,00+ 23,5%
CosanCSAN3R$ 33,00+ 42,7%
Itaú UnibancoITUB4R$ 54,00+ 52,4%
Gerdau Met.GOAU4R$ 37,00+ 75,3%
OGXOGXP3R$ 25,50+ 68,6%
Lojas AmericanasLAME4R$ 21,80+ 39,3%
SuzanoSUZB5R$ 24,00+ 71,4%
ValeVALE5R$ 60,00+ 34,9%
* Para 12 meses
**Potencial de valorização com base no fechamento de 1 de junho

Vale e BB figuram na carteira recomendada pela Socopa para o mês de junho

02 de junho de 2011 • 12h00Por: Equipe InfoMoney
SÃO PAULO – A Socopa Corretora divulgou sua carteira recomendada para o mês de junho, sem realizar nenhuma alteração em relação ao portfólio anterior, para um mês que ainda deverá ser influenciado pelo andamento da crise da dívida soberana na europa e pelos sinais da economia norte-americana.
Além disso, a corretora afirma que internamente a inflação continuará a ser o foco e que ela poderá começar a demonstrar desacelaração.
Pão de AçúcarA Socopa também chama atenção para o desempenhoruim do Pão de Açúcar (PCAR4) - integrante da carteira - no final do mês de maio, após a notícia do conflito do grupo Casino com o empresário Abílio Diniz, a respeito da fusão da companhia com o Carrefour, o que fez as ações caírem 4,37% somente no último pregão de maio
A corretora acredita que essa forte queda pode ser revertida no mês, uma vez que o problema seja equacionado pelos socíos em disputa.
Confira o portfólio recomendado:
EmpresaCódigoPreço-TeóricoValorização
Banco do BrasilBBAS3Em Revisão-
DuratexDTEX3Em Revisão-
OHLOHLB3Em Revisão-
Pão de AçúcarPCAR4R$ 91,0046,67%
ValeVALE5R$ 66,0048,38%
*Para o final de 2011
**Potencial calculado em base do fechamento de 1 de junho
 
Rendimento e cenárioEm maio a carteira recomendada da Socopa registrou desvalorização de 4,18%, performando abaixo do Ibovespa, que marcou queda de 2,29%. Com isso, a carteira acumula queda de 11,28% no ano, contra 6,76% de recuo do índice da bolsa paulista. Entre as 26 carteiras recomendadas monitoradas pela InfoMoney, a da Socopa é a de pior desempenho no ano.
Para a corretora, esse desempenho foi resultado de indicadores moderados a respeito da economia norte-americana misturada com a "nova rodada de incertezas com relação à capacidade grega em cumprir às condições impostas pelo FMI (Fundo Monetário Internacional) para ajuda financeira".