quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

FOMC: Taxa de juros

FED mantém taxa dos Fed funds estável entre 0 e 0,25%;
Fed mantém taxa de redesconto inalterada em 0,50%;
Fed: decisão para manutenção do juro foi de 9 a 1;
Fed: juro pemanecerá excepcionalmente baixo p/ período prolongado;
Fed: autoridades estão levemente mais otimistas com a economia;
Fed: atividade econômica continuou a se fortalecer;
Fed: atividade econômica provavelmente será moderada por um tempo;
Fed: deterioração nos mercados de mão de obra está diminuindo;
Fed: inflação deve permanecer contida por algum tempo;
Fed: folga nos recursos deve manter pressão de custos baixa;
Fed: expectativas estáveis para a inflação no longo prazo;
Fed: empréstimos bancários continuam a contrair;
Fed: condição nos mercados financeiros dá suporte ao crescimento;
Fed: gastos das famílias continuam limitadas;
Fed: gastos empresarial está crescendo; setor hesita em contrair;
Fed mantém plano p/ encerrar compras de ativos no 1º trimestre
Fed encerrará acordos de SWAP/Dólar com bancos centrais em 1º/02

Fonte: AE Broadcast

Estoques de Petróleo

EUA/DOE: Estoques de Petróleo caem 3,9 milhões ;previsão: + 900 mil de barris.
EUA/DOE: Estoques de Gasolina crescem 2 milhões ; previsão: + 600 mil de barris
EUA/DOE: Estoques de Destilados sobem 400 mil; previsão: -1,6 milhão de barris
EUA/DOE: Uso da capacidade das Refinarias sobe a 78,5%, de 78,4%

Fonte: AE Broadcast

Indicadores EUA - 13h

EUA: Vendas de casas novas: 342K ; previsão: 366k
EUA: Vendas de casas novas (M/M): -7,6% ; previsão: 3,0%

Fonte: Bloomberg

Próximos indicadores:

17h15:
FOMC: Decisão sobre a taxa de juros

VALE COMPRA ATIVOS DE FERTILIZANTES DA BUNGE POR US$ 3,8 BILHÕES

São Paulo, 27 - A Vale adquiriu a participação da Bunge BPI na Fosfertil, em negócio realizado ontem. O acordo inclui os negócios de mineração de fertilizantes da Bunge no Brasil, inclusive a participação direta e indireta da Bunge na Fosfertil. A Vale informou ainda que realizará oferta pública para aquisição de ações ordinárias detidas pelos demais acionistas da Fosfertil.

A Vale concordou em pagar US$ 3,8 bilhões, em dinheiro, para adquirir 100% dos ativos da BPI, que detém portfólio de ativos de fertilizantes no Brasil composto por minas de rocha fosfática e plantas de processamento de fosfatados; participação direta e indireta de 42,3% no capital total da Fosfertil correspondendo a 53,8% das ações ordinárias e 36,4% das ações preferenciais. A transação não envolve negócios de varejo ou distribuição de fertilizantes.

De acordo a transação, US$ 1,65 bilhão será pago pelos ativos de rocha fosfática e fosfatados da BPI, e o valor restante de US$ 2,15 bilhões se refere às ações detidas diretamente e indiretamente pela BPI na Fosfertil.

Oferta

Segundo fato relevante da Vale, após a aprovação do negócio pelos órgãos governamentais competentes e a conclusão da transação, a empresa lançará uma oferta pública obrigatória para comprar as ações ordinárias detidas pelos acionistas minoritários da Fosfertil por 100% do preço por ação atribuível às ações da Fosfertil.

A Vale afirma ainda que realizará estudos com respeito à combinação dos ativos e empresas adquiridos e outros ativos de fertilizantes já possuídos pela Vale no mundo. "Neste estágio, não há indicação que nos permita afirmar que tais análises possam conduzir à reorganização corporativa. Tão logo tais estudos sejam concluídos e decisões sejam tomadas, a Vale as tornará publicas", informa a empresa no comunicado.

Fertifos

A Vale informa ainda que celebrou, através de sua subsidiária Mineração Naque, contratos de opção de compra e venda de ações de emissão da Fertifos Administração e Participações S.A. (Fertifos). Esses contratos de opção fazem parte do processo de aquisição de 100% do capital da Bunge BPI.

A Fertifos é uma empresa de capital fechado que detém 56,73% do capital da Fosfertil. Os contratos de opção foram celebrados com Fertilizantes Heringer S.A. e Fertilizantes do Paraná Ltda. (Fertipar). Segundo a Vale, eles estão sujeitos a determinadas condições, dentre as quais, a efetiva aquisição do negócio de fertilizantes do grupo Bunge no Brasil. Esses contratos concedem à subsidiária da Vale o direito de adquirir até 1,46% das ações de emissão da Fertifos.

O preço de exercício do contrato de opção com a Fertipar é de US$ 39.553.130,99, enquanto o preço do exercício do contrato com a Heringer é de US$ 2.390.396,79, totalizando US$ 41.943.527,77.
(Equipe)

Fonte: AE Broadcast

Agenda de hoje


terça-feira, 26 de janeiro de 2010

MINUTA DO PLANO DE BANDA LARGA PREVÊ PAPEL DE DESTAQUE À TELEBRÁS

Brasília, 26 - O governo já tem em mãos uma minuta de decreto presidencial com as regras para a criação do Plano Nacional de Banda Larga, que prevê a reativação da Telebrás e papel de destaque da estatal na prestação dos serviços. De acordo com o texto obtido pela Agência Estado, a Telebrás vai atuar tanto no atacado, fornecendo capacidade de transmissão de dados a outras empresas, quanto no varejo, ofertando serviços de Internet rápida ao consumidor final.

A minuta é uma das propostas que estão sendo discutidas no governo e ainda poderá sofrer mudanças até a reunião marcada para o dia 10 de fevereiro entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e os ministros envolvidos na discussão. Se for confirmado o texto do decreto que circula na Esplanada dos Ministérios, será a volta do governo ao setor de telecomunicações, restituindo parte dos poderes da Telebrás, extintos em 1998 com a privatização das empresas do grupo.

A estatal, de acordo com a minuta, vai operar em municípios onde ainda não há oferta de serviços de banda larga ou onde o preço médio de mercado for 50% mais caro que o valor médio cobrado na capital de Estado mais próxima. Os defensores da presença do Estado na banda larga argumentam que o principal objetivo é forçar a queda do preço dos serviços.

A tendência estatizante da proposta de decreto se contrapõe ao plano de expansão da banda larga, apresentado pelo ministro das Comunicações, Hélio Costa, que prevê uma parceria com as empresas privadas e não menciona a Telebrás. A meta do ministério é ter 90 milhões de acessos à banda larga em 2014, o que exigiria investimentos de R$ 75 bilhões, sendo R$ 49 bilhões das empresas privadas e R$ 26 bilhões do governo.

A minuta de decreto, por sua vez, não relaciona metas de acessos à banda larga nem o volume de recursos e a fonte de financiamento. Diz apenas que caberá ao Comitê Gestor do Programa de Inclusão Digital, vinculado à Presidência da República, fixar as ações do plano de banda larga e acompanhar a sua implantação.

A falta de detalhes sobre as metas já vem gerando críticas ao decreto dentro do próprio governo. Alguns técnicos defendem, inclusive, que é preciso trabalhar melhor o texto para dizer onde e de que forma será feita a massificação da banda larga. "O decreto cria o plano, mas não diz qual é o plano. Parece que está sendo editado só para ativar a Telebrás", afirmou uma fonte do Executivo.

Revitalizada, a Telebrás volta a ter a finalidade de prestação direta dos serviços de telecomunicações, com a possibilidade inclusive de criar subsidiárias. O texto, no entanto, se restringe à banda larga e não trata de outros serviços, como os de telefonia. A estatal também será responsável pela implantação da intranet do governo federal e pelo atendimento a pontos públicos, como universidades, centros de pesquisas, escolas e hospitais.

Para prestar os serviços, a Telebrás usará a infraestrutura de empresas estatais, como as redes da Petrobras, Eletrobrás e Eletronet. O texto também não diz se a Telebrás construirá redes próprias para chegar ao consumidor final, mas permite que ela faça contratos com empresas privadas para usar redes locais. Isso funcionaria, por exemplo, com pequenos provedores de Internet.

O decreto impõe atribuições à Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), que ficará responsável, por exemplo, pela definição da forma de cálculo do preço médio dos serviços, que levará em conta três velocidades de conexão: 256 quilobits por segundo (Kbps), 512 kbps e 1 megabit por segundo (Mbps).

O texto reforça ainda premissas da Lei Geral de Telecomunicações (LGT), afirmando que as redes devem ser compartilhadas, sem discriminação de preços e condições de uso. Caberá à Anatel fixar regras de compartilhamento, até julho de 2012, e garantir que, até dezembro de 2016, todos os municípios brasileiros tenham acesso em banda larga "com preços justos e razoáveis". (Gerusa Marques)

Fonte: AE Broadcast

CALENDÁRIO DE BALANÇOS: BRADESCO E REDECARD ABREM TEMPORADA

 São Paulo, 26 - O Bradesco, a Santos Brasil e a Redecard inauguram nesta semana a temporada de balanços referentes ao quarto trimestre e do ano de 2009. O grupo de transporte e logística abre a agenda nesta quarta-feira (27), após o fechamento do mercado.

Na manhã seguinte (28), a agenda fica por conta do segundo maior banco privado do País. Em 2008, o Bradesco informou um ganho de 5,8% no lucro recorrente em relação ao ano anterior, para R$ 7,625 bilhões - o que representa uma rentabilidade de 23,8% sobre o patrimônio líquido médio, importante indicador de retorno dos bancos. O lucro líquido contábil do banco, no entanto, caiu 4,9% em 2008, para R$ 7,620 bilhões.

A Redecard, credenciadora de cartões, encerra a programação da semana na sexta-feira, ao divulgar seus resultados do trimestre e do ano antes da abertura do mercado.

Muitas companhias abertas ainda não divulgaram a data para publicar seus balanços. O prazo legal para entrega das demonstrações financeiras termina em 31 de março.

Fonte: AE Broadcast

Balanços nesta semana e na próxima:



Calendário de balanços do 4º trimestre de 2009 
Data
Empresa
Evento
Horário
27/jan
 Santos Brasil
Balanço
Após o fechamento
28/jan
Bradesco
Balanço
Antes da abertura
29/jan
Redecard
Balanço
Antes da abertura
3/fev
Totvs
Balanço
Após o fechamento
4/fev
Santander
Balanço
Antes da abertura