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segunda-feira, 18 de abril de 2011
Agenda Econômica Semanal – 18 a 22/Abril
SLW substitui Telemar pela Fibria em carteira recomendada semanal
Por: Equipe InfoMoney
18/04/11 - 17h02
InfoMoney
18/04/11 - 17h02
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SÃO PAULO - Após registrar desempenho superior ao Ibovespa nasemana anterior, a carteira recomendada da SLW para esta semana conta com a substituição das ações preferenciais da Tele Norte Leste Participações ( TNLP4) pelos papéis ordinários da Fibria (FIBR3).
O último portfólio recomendado pela corretora registrou queda de 2,3%, performando 0,7 ponto percentual acima do Ibovespa, que registrou desempenho negativo de 3%. Vale mencionar que as ações PN da Telemar foram o destaque da última carteira, com valorização de 3% no acumulado semanal.
Volatilidade e reunião do Copom
As projeções da corretora para esta semana são de um novo movimento de volatilidade nas principais bolsas internacionais, mesmo com a semana mais curta por causa dos feriados de Tiradentes e Páscoa. Para a SLW, os mercados ainda estão sob forte influência dos temores acerca do agravamento da crise nuclear no Japão, além dos questionamentos sobre o futuro de alguns países da Zona do Euro.
Já na cena interna, o destaque fica por conta da reunião do Copom (Comitê de Política Monetária), que poderá anunciar um novo aumento na taxa básica de juros em 0,5 ponto percentual, elevando a Selic para 12,25% ao ano.
Confira as recomendações para a semana:
Volatilidade e reunião do Copom
Já na cena interna, o destaque fica por conta da reunião do Copom (Comitê de Política Monetária), que poderá anunciar um novo aumento na taxa básica de juros em 0,5 ponto percentual, elevando a Selic para 12,25% ao ano.
Confira as recomendações para a semana:
| Código | Preço Justo | Upside* | |
| Embraer | EMBR3 | R$ 15,50 | 23,51% |
| Vale | VALE5 | R$ 64,85 | 42,06% |
| Fibria | FIBR3 | R$ 32,07 | 31,87% |
| CSN | CSNA3 | R$ 36,53 | 50,33% |
| Vale Fertilizantes | FFTL4 | R$ 23,66 | 52,65% |
*Calculado com base no fechamento do dia 15 de abril
Morgan Stanley segue outros bancos e também corta preço-alvo das ações da OGX
Por: Equipe InfoMoney
18/04/11 - 16h56
InfoMoney
18/04/11 - 16h56
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SÃO PAULO - Seguindo os passos de BTG Pactual e Citigroup, o Morgan Stanley também reduziu seu preço-alvo em 12 meses para as ações da OGX Petróleo ( OGXP3), que passou de R$ 27 para R$ 23. A recomendação não foi alterada e segue overweight(perspectiva de desempenho acima do índice de ações de referência do mercado num horizonte de 12 a 18 meses).
O analista que assina o relatório do banco, Subhojit Daripa, explica que este corte de R$ 4 no target para as ações se justifica pela novas informações trazidas pelo relatório divulgado na noite de sexta-feira (15) sobre as reservas estimadas da empresa. Isto porque o preço-alvo anterior era baseado em uma média das combinações dos cenários base e otimista, que conferiam à OGXP3 targets de R$ 23 e R$ 31, respectivamente.
Mudança marginal nas estimativas de reservasO banco de investimentos ainda explica que apesar do maior volume de reservas estimado pela companhia - 10,8 bilhões de boe (barris de óleo equivalente), 23% acima das projeções do banco de 8,8 bilhões de boe - o ajuste feito em seus cálculos após a divulgação das informações da consultoria DeGolyer & MacNaughton é pouco relevante.
Isso porque o Morgan Stanley não está incluindo em seu cenário de análise 2,05 bilhões de boe devido à taxa de 50% de fator de risco aplicada à delimitação de recurso (em linha com a metodologia da Petrobras), os volumes potenciais da Colômbia (1 milhão de boe) e a perspectiva "não convencional" de Parnaíba, de 400 milhões de boe.
Com estas condições, as estimativas do Morgan Stanley para os volumes recuperáveis da OGX passaram de 8,81 bilhões para 8,85 bilhões de barris de óleo equivalente.
Mudança marginal nas estimativas de reservasO banco de investimentos ainda explica que apesar do maior volume de reservas estimado pela companhia - 10,8 bilhões de boe (barris de óleo equivalente), 23% acima das projeções do banco de 8,8 bilhões de boe - o ajuste feito em seus cálculos após a divulgação das informações da consultoria DeGolyer & MacNaughton é pouco relevante.
Isso porque o Morgan Stanley não está incluindo em seu cenário de análise 2,05 bilhões de boe devido à taxa de 50% de fator de risco aplicada à delimitação de recurso (em linha com a metodologia da Petrobras), os volumes potenciais da Colômbia (1 milhão de boe) e a perspectiva "não convencional" de Parnaíba, de 400 milhões de boe.
Com estas condições, as estimativas do Morgan Stanley para os volumes recuperáveis da OGX passaram de 8,81 bilhões para 8,85 bilhões de barris de óleo equivalente.
Concórdia inclui Banco do Brasil em carteira semanal com estratégia de Valor
Por: Equipe InfoMoney
18/04/11 - 16h38
InfoMoney
SÃO PAULO - A Concórdia divulgou suas três carteiras recomendadas para a terceira semana de abril, cada uma composta por cinco ações e com diferentes estratégias. A corretora decidiu por realizar uma alteração na carteira "Valor" em relação à semana anterior, retirando as ações da PDG Realty (PDGR3) e optando pela inclusão das ações do Banco do Brasil( BBAS3). Os outros portfólios não sofreram mudança.
A carteira "Dividendos" lista ativos de companhias com boa distribuição de proventos, enquanto a "Valor" caracteriza-se por sugerir papéis de baixo risco e com bons fundamentos de longo prazo. Por fim, a carteira denominada "Ibovespa" foca em ações que compõem o índice de mesmo nome, escolhidos por sua liquidez e timing.
Desempenho
Na última semana, apenas um dos portfólios sugeridos pela Concórdia teve desempenho superior ao do Ibovespa. A carteira "Dividendos" registrou queda de 0,82%, enquanto o índice de ações recuou 2,96% no período. Enquanto isso, a carteira "Valor" apresentou resultado negativo de 3,27% eo portfólio "Ibovespa" marcou queda mais acentuada, de 4,15%.
Carteira Dividendos:
Carteira Valor:
Carteira Ibovespa:
18/04/11 - 16h38
InfoMoney
A carteira "Dividendos" lista ativos de companhias com boa distribuição de proventos, enquanto a "Valor" caracteriza-se por sugerir papéis de baixo risco e com bons fundamentos de longo prazo. Por fim, a carteira denominada "Ibovespa" foca em ações que compõem o índice de mesmo nome, escolhidos por sua liquidez e timing.
Desempenho
Na última semana, apenas um dos portfólios sugeridos pela Concórdia teve desempenho superior ao do Ibovespa
Carteira Dividendos:
| Empresa | Código | Preço-alvo | Upside* | Dividend Yield ** |
|---|---|---|---|---|
| AES Tietê | GETI4 | R$ 27,70 | 12,4% | 9,0% |
| Transmissão Paulista | TRPL4 | R$ 65,45 | 30,0% | 6,5% |
| Copasa | CSMG3 | R$ 41,04 | 46,0% | 5,1% |
| Tractebel | TBLE3 | R$ 33,71 | 21,9% | 4,2% |
| Cemig | CMIG4 | R$ 39,59 | 29,4% | 5,7% |
| * Potencial teórico de valorização com base na cotação de fechamento de 15 de abril **Estimativa para 2011 | ||||
Carteira Valor:
| Empresa | Código | Preço-alvo | Upside* |
|---|---|---|---|
| Randon | RAPT4 | R$ 16,57 | 41,0% |
| CSN | CSNA3 | R$ 38,30 | 57,6% |
| Duratex | DTEX3 | R$ 23,69 | 45,8% |
| Banco do Brasil | BBAS3 | R$ 40,88 | 46,7% |
| Lojas Americanas | LAME4 | R$ 20,11 | 48,7% |
| * Potencial teórico de valorização com base na cotação de fechamento de 15 de abril | |||
Carteira Ibovespa:
| Empresa | Código | Preço-alvo | Upside* |
|---|---|---|---|
| Petrobras | PETR4 | R$ 38,62 | 45,6% |
| Pão de Açúcar | PCAR4 | R$ 80,26 | 21,3% |
| Usiminas | USIM5 | R$ 31,05 | 76,1% |
| Itaú Unibanco | ITUB4 | R$ 50,48 | 36,5% |
| Vale | VALE3 | R$ 72,07 | 40,9% |
| * Potencial teórico de valorização com base na cotação de fechamento de 15 de abril | |||
BTG Pactual e Citi cortam recomendação para OGX após relatório de reservas
Por: Tainara Machado
18/04/11 - 12h31
InfoMoney
18/04/11 - 12h31
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SÃO PAULO - O relatório de reservas da OGX Petróleo (OGXP3) foi visto como menos otimista do que era anteriormente antecipado e provoca uma revisão da avaliação para as ações da petrolífera pelo mercado. Nesta segunda-feira (18), duas importantes casas de research, o BTG Pactual e o Citigroup, rebaixaram a recomendação para os ativos.
Os analistas Pedro Medeiros e Fernando Valle, do Citigroup, revisaram a sugestão para os papéis da companhia de comprapara manutenção, alegando que é possível que investidores fiquem temerosos diante dos riscos e preocupações de que o guidance da empresa possa de novo decepcionar daqui a 12 meses. O preço-alvo para os papéis também diminuiu, passando de R$ 26,30 para R$ 25,00.
Gustavo Gattass, Rafael Fonseca e Luiz Felipe Carvalho, do BTG, também citaram a possibilidade de que, daqui a doze meses, a OGX volte a decepcionar e não cumprir seu guidance de 4,3 bilhões de boe (barril de óleo equivalente) para justificar o rebaixamento da recomendação para "neutra", com preço-alvo de R$ 21,63. Ainda assim, o BTG Pactual continua a acreditar no potencial de longo prazo da OGX.
Gustavo Gattass, Rafael Fonseca e Luiz Felipe Carvalho, do BTG, também citaram a possibilidade de que, daqui a doze meses, a OGX volte a decepcionar e não cumprir seu guidance de 4,3 bilhões de boe (barril de óleo equivalente) para justificar o rebaixamento da recomendação para "neutra", com preço-alvo de R$ 21,63. Ainda assim, o BTG Pactual continua a acreditar no potencial de longo prazo da OGX.
quinta-feira, 14 de abril de 2011
Ágora reduz preço-alvo para Lojas Americanas, com pressão sobre varejo online
Por: Equipe InfoMoney
14/04/11 - 10h55
InfoMoney
SÃO PAULO - Os analistas da Ágora Corretora reduziram o preço-alvo para as ações da Lojas Americanas ( LAME4) e forneceram nova recomendação de manter para as ações da B2W ( BTOW3). As modificações acontecem por conta da incorporação dos resultados do quarto trimestre do ano passado às projeções, bem como do aumento de investimentos e da concorrência.
Para as ações da Lojas Americanas, segue a recomendação de compra, mas o preço-alvo passou de R$ 20,70 para R$ 19,80. Esse novo valor representa um upside (potencial teórico de valorização) de 44,42% em relação à cotação do último fechamento.
Já as ações da B2W tiveram sua recomendação rebaixada de compra para manter, com preço-alvo de R$ 26,60. O upside a partir deste valor é de 22,58%, também calculado com base na cotação do fechamento anterior.
ProjeçõesAs novas projeções dos analistas indicam um lucro líquido de R$ 310 milhões no acumulado deste ano para a Lojas Americanas. A receita líquida de 2011 é estimada em R$ 11,297 bilhões, enquanto que a expectativa para é de que o Ebitda (geração operacional de caixa) seja de R$ 1,580 bilhão. Para a B2W, as projeções de resultado em 2011 apontam para um lucro líquido de R$ 71 milhões, com receita líquida de R$ 4,694 bilhões e Ebitda de R$ 609 milhões.
Lojas AmericanasSegundo a analista Juliana Vasconcellos, “o cenário para o varejo físico é promissor”, ao contrário do que acontece com o varejo online. Assim, as novas estimativas para a Lojas Americanas não trazem muitas novidades, tendo como principal alteração uma postura mais agressiva da empresa na sua expansão neste ano, com previsão de 123 novas lojas.
Além disso, a estratégia adotada para este crescimento é elogiada pela equipe. “Vemos um risco limitado em termos de crescimento para a Lojas Americanas devido ao seu modelo de negócios baseado na conveniência, com lojas pequenas e portfólio de produtos flexível”, afirmam os analistas.
Por outro lado, a subscrição da Lojas Americanas no aumento de capital da B2W é alvo de críticas. Na visão dos analistas, o fato da companhia subscrever a totalidade de seus direitos mais qualquer sobra da operação de aumento de capital não representa “o melhor uso de seu capital”. A equipe da Ágora destaca ainda que mesmo após essa operação, “a B2W deverá representar cerca de 20% do valor de mercado da Lojas Americanas”.
B2WAo contrário da confiança no varejo físico, os analistas consideram que no varejo online, “existem muitas incertezas”. Desta forma, a postura com os papéis da B2W é mais cautelosa. Para os analistas, as indicações de aumento da agressividade neste caso “poderiam penalizar as margens e capital de giro, com nenhuma garantia de que o crescimento das receitas será bom o suficiente para compensar esses efeitos”. Nesse sentido, a equipe afirma que o principal competidor da B2W “parece estar fazendo mais com menos”.
A expectativa era de que a recuperação da B2W começasse antes dessa intensificação no cenário competitivo. Ademais, a despeito da redução nas margens, a companhia “não tem conseguido acelerar o seu crescimento”. Desta forma, no curto prazo, a principal preocupação dos analistas é a “recuperação do crescimento das receitas e de seus efeitos colaterais (minimização de margens e deterioração do capital de giro)”.
Para os analistas, nesse horizonte mais curto o aumento de capital resolve o problema da B2W. A estrutura de capital fica fortalecida e a empresa passa a ter uma melhor condição para competir. Para as ações, a projeção é de que “o lucro líquido por ação em 2011 deverá ter um impacto positivo de 13% com o aumento de capital”, decorrente principalmente do avanço de 60% do lucro líquido com as economias com juro. “Entretanto, isso vai criar valor para a B2W apenas se [a empresa] for bem sucedida em recuperar um crescimento forte e sustentável, enquanto simultaneamente gera caixa”, afirmam.
14/04/11 - 10h55
InfoMoney
Já as ações da B2W tiveram sua recomendação rebaixada de compra para manter, com preço-alvo de R$ 26,60. O upside a partir deste valor é de 22,58%, também calculado com base na cotação do fechamento anterior.
ProjeçõesAs novas projeções dos analistas indicam um lucro líquido de R$ 310 milhões no acumulado deste ano para a Lojas Americanas. A receita líquida de 2011 é estimada em R$ 11,297 bilhões, enquanto que a expectativa para é de que o Ebitda (geração operacional de caixa) seja de R$ 1,580 bilhão. Para a B2W, as projeções de resultado em 2011 apontam para um lucro líquido de R$ 71 milhões, com receita líquida de R$ 4,694 bilhões e Ebitda de R$ 609 milhões.
Lojas AmericanasSegundo a analista Juliana Vasconcellos, “o cenário para o varejo físico é promissor”, ao contrário do que acontece com o varejo online. Assim, as novas estimativas para a Lojas Americanas não trazem muitas novidades, tendo como principal alteração uma postura mais agressiva da empresa na sua expansão neste ano, com previsão de 123 novas lojas.
Além disso, a estratégia adotada para este crescimento é elogiada pela equipe. “Vemos um risco limitado em termos de crescimento para a Lojas Americanas devido ao seu modelo de negócios baseado na conveniência, com lojas pequenas e portfólio de produtos flexível”, afirmam os analistas.
Por outro lado, a subscrição da Lojas Americanas no aumento de capital da B2W é alvo de críticas. Na visão dos analistas, o fato da companhia subscrever a totalidade de seus direitos mais qualquer sobra da operação de aumento de capital não representa “o melhor uso de seu capital”. A equipe da Ágora destaca ainda que mesmo após essa operação, “a B2W deverá representar cerca de 20% do valor de mercado da Lojas Americanas”.
B2WAo contrário da confiança no varejo físico, os analistas consideram que no varejo online, “existem muitas incertezas”. Desta forma, a postura com os papéis da B2W é mais cautelosa. Para os analistas, as indicações de aumento da agressividade neste caso “poderiam penalizar as margens e capital de giro, com nenhuma garantia de que o crescimento das receitas será bom o suficiente para compensar esses efeitos”. Nesse sentido, a equipe afirma que o principal competidor da B2W “parece estar fazendo mais com menos”.
A expectativa era de que a recuperação da B2W começasse antes dessa intensificação no cenário competitivo. Ademais, a despeito da redução nas margens, a companhia “não tem conseguido acelerar o seu crescimento”. Desta forma, no curto prazo, a principal preocupação dos analistas é a “recuperação do crescimento das receitas e de seus efeitos colaterais (minimização de margens e deterioração do capital de giro)”.
Para os analistas, nesse horizonte mais curto o aumento de capital resolve o problema da B2W. A estrutura de capital fica fortalecida e a empresa passa a ter uma melhor condição para competir. Para as ações, a projeção é de que “o lucro líquido por ação em 2011 deverá ter um impacto positivo de 13% com o aumento de capital”, decorrente principalmente do avanço de 60% do lucro líquido com as economias com juro. “Entretanto, isso vai criar valor para a B2W apenas se [a empresa] for bem sucedida em recuperar um crescimento forte e sustentável, enquanto simultaneamente gera caixa”, afirmam.
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