sexta-feira, 9 de abril de 2010

Citi Corretora promove alterações em sua carteira recomendada para abril

Por: Equipe InfoMoney
09/04/10 - 19h04
InfoMoney


SÃO PAULO - A Citi Corretora apresentou sua carteira recomendada para abril, listando nove papéis que na sua concepção deverão ter desempenho diferenciado ao longo do mês. 

Em relação ao portfólio do mês anterior, algumas alterações foram realizadas: os papéis de Usiminas, Tractebel e TIM deram lugar para os ativos da Gerdau, Petrobras, Pão de Açúcar e Suzano.

Levando em conta os preços-alvo calculados pela equipe de research, o maior potencial de valorização fica com as ações ordinárias da MRV Engenharia. No sentido oposto, os papéis preferenciais classe A da mineradora Vale mostram downside de 2,06%.

Confira a carteira para março:
Citi Corretora
EmpresaCódigoPreço-alvoUpside* Peso
Vale VALE5 R$ 49,90 -2,06% 10%
Petrobras PETR4 R$ 49,00 36,83% 15%
Itaú Unibanco ITUB4 R$ 54,80 37,06% 15%
Ultrapar UGPA4 R$ 115,00 32,87% 10%
Gerdau GGBR4 R$ 32,00 0,94% 10%
Suzano SUZB5 R$ 28,00 16,18% 10%
Pão de Açúcar PCAR5 R$ 77,00 20,67% 10%
AmBev AMBV4 R$ 206,70 25,50% 10%
MRV Engenharia MRVE3 R$ 17,80 42,17% 10%
*Potencial de valorização em 12 meses com base no fechamento de 8 de abril

Analistas da SLW listam 11 ações em carteira recomendada para abril

Por: Equipe InfoMoney
09/04/10 - 15h15
InfoMoney


SÃO PAULO – A corretora SLW divulgou sua carteira recomendada para abril com 11 ações. Frente ao portfólio passado, a equipe optou pela retirada das ações da BR Foods (BRFS3), GOL (GOLL4), CCR (CCRO4) e CPFL Energia (CPFE3). No lugar, entraram os papéis da CSN, Duratex, TAM, Eletrobras e Cyrela.

No terceiro mês deste ano, a carteira da corretora registrou variação positiva de 4,5%, abaixo do desempenho do Ibovespa, que subiu 5,8% em março. Segundo a SLW, no acumulado de 2010, o portfólio de ações soma leve alta de 0,2%, enquanto o benchmark subiu 2,6%.

Confira as recomendações:
Empresa Código Preço-alvo Upside* Peso
Vale VALE5 R$ 54,37 6,71% 10%
Lojas Renner LREN3 R$ 44,94 8,89% 10%
Klabin KLBN4 R$ 6,30 12,50% 5%
Petrobras PETR4 R$ 47,10 31,52% 5%
Gerdau GGBR4 Em revisão - 10%
Duratex DTEX3 R$ 20,00 20,48% 10%
CSN CSNA3 Em revisão - 10%
TAM TAMM4 R$ 38,61 17,78% 10%
Net NETC4 R$ 26,96 21,44% 10%
Cyrela CYRE3 R$ 30,00 38,56% 10%
Eletrobras ELET6 R$ 39,08 22,89% 10%





*Potencial de valorização com base no fechamento de 8 de abril

Cenário Econômico Semanal – 05 a 09/Abril

Agência Enfoque




Cenário Econômico Semanal

A semana foi de relativa tranqüilidade para os mercados financeiros no Brasil e nos Estados Unidos. Por aqui, o destaque ficou para a divulgação dos números da inflação de março. Por lá, foi a ata da reunião do Fomc, que manteve no último mês a taxa de juros americana inalterada, que centrou as atenções dos investidores.
Essa tranqüilidade refletiu nas bolsas, que tiveram um período com pouca oscilação e encerraram com leve variação positiva. Por aqui, o Ibovespa conseguiu se manter acima dos 71 mil pontos, enquanto nos EUA o Dow Jones e o S&P 500 começam a se aproximar do mesmo patamar de setembro de 2008.





Cenário Interno


Entre os indicadores de inflação divulgados no decorrer da semana, o destaque ficou para os números do IPCA. O índice utilizado como meta pelo Banco Central fechou março em 0,52%, reforçando a aposta de analistas que a chamada “inflação oficial” será superior a 4,5% no final de 2010.
Na segunda-feira pela manhã, o Banco Central divulgou o relatório Focus. Na pesquisa com analistas de mercado, houve uma nova elevação da projeção do IPCA para o final do atual calendário. A aposta agora é que o índice do IBGE encerre o ano em 5,18%, contra o centro da meta de 4,5%.
Dentro do mercado financeiro, o principal destaque ficou mesmo para a consolidação do Ibovespa acima dos 70 mil pontos, chegando a atingir quase 72 mil pontos, o maior valor desde o início de junho de 2008.
No acumulado do período, o principal índice da bolsa paulista valorizou 0,4% e encerrou a 71.417 pontos.





Confira o gráfico diário, além das maiores altas, baixas e as ações mais negociadas da semana:


Ibovespa





As maiores altas da semana


ATIVO
CÓDIGO
ÚLTIMO
VARIAÇÃO
TELEMAR
TNLP4
33,24
6,98%
DURATEX
DTEX3
16,81
6,73%
TAM S/A
TAMM4
32,27
6,47%
GERDAU
GGBR4
31,60
5,61%
P.ACUCAR-CBD
PCAR5
63,68
5,26%





As maiores baixas da semana


ATIVO
CÓDIGO
ÚLTIMO
VARIAÇÃO
REDECARD
RDCD3
29,80
-11,57%
USIMINAS
USIM3
62,00
-4,17%
MRV
MRVE3
12,18
-4,09%
PDG REALT
PDGR3
14,90
-3,56%
ELETROBRAS
ELET3
25,70
-3,27%





Mais negociadas da semana


ATIVO
CÓDIGO
ÚLTIMO
VOLUME
SEGMENTO
VALE
VALE5
R$ 50,97
2.674.616.640,00
Minerais Metálicos
PETROBRAS
PETR4
R$ 35,40
1.946.953.344,00
Exploração e/ou Refino
OGX PETROLEO
OGXP3
R$ 17,70
1.036.645.216,00
Exploração e/ou Refino
USIMINAS
USIM5
R$ 61,35
867.722.528,00
Siderurgia
GERDAU
GGBR4
R$ 31,60
844.027.984,00
Siderurgia





Cenário Externo



Nos Estados Unidos, os investidores iniciaram a semana na expectativa da ata do Fomc. O documento trouxe a explicação para o Federal Reserve ter mantido a taxa de juros na reunião de março. A minuta mostra uma preocupação com uma eventual elevação do custo do dinheiro de forma prematura, além de detectar uma estabilidade no mercado de trabalho americano.

Entre os indicadores da economia dos EUA, o destaque ficou para as vendas de casas pendentes, que em fevereiro avançaram 8,2%, contra projeção de queda de 1% da maior parte dos analistas. Em janeiro, o mesmo índice havia registrado recuo de 7,6%.
Outra preocupação constante no mercado externo segue sendo a situação da Grécia. Mas, após o presidente do Banco Central Europeu (BCE), Jean-Claude Trichet, afirmar que não trabalha com a hipótese de um default da dívida do país, o otimismo voltou para os mercados do continente. Isso mesmo com a Fitch rebaixando o rating da Grécia para BBB-.
Em Wall Street, os ganhos das bolsas no decorrer da semana foram mais modestos, com o Dow Jones avançando 0,6% aos 10.997,3 pontos, enquanto o S&P 500 ganhou 1,4% aos 1.194,37 pontos.


Confira os gráficos de longo prazo:


Dow Jones






Dólar:


O dólar comercial encerrou a semana com valorização de 0,2%, tendo chegado a uma cotação máxima de R$ 1,7910 na quinta-feira e uma mínima de R$ 1,753 na quarta-feira. Mais uma vez, uma procura maior pela moeda americana ditou o rumo dos negócios com a divisa. O valor final de negociação na sexta-feira foi de R$ 1,773.


Confira o gráfico:


Dólar



Enfoque Informações Financeiras






Coinvalores lista 15 ações em carteira recomendada para o mês de abril

Por: Equipe InfoMoney
09/04/10 - 14h11
InfoMoney


SÃO PAULO -  Em sua análise da conjuntura econômica, a Coinvalores ressalta uma nova arma que o Brasil demonstrou ter após a crise do subprime em 2008: a resiliência.

Mesmo com a crise devastando as outras econômias mundiais, o Brasil foi pouco afetado "e hoje temos um ambiente macroeconômico bastante favorável e que apoia as expectativas referentes ao crescimento do País", apontou a corretora. Na avaliação da Coin, esse novo cenário é resultado do aumento da renda, por exemplo.

Por outro lado, a desregulamentação nos EUA, por exemplo, levou a "lambanças" assim que o período de bonanças passou. Outro fator para pessimismo no cenário internacional é a Grécia e a crise do déficit fiscal, que ainda traz volatilidade aos mercados.

Com esse mix entre otimismo no mercado interno e dúvidas em relação à recuperação no cenário externo, a Coin montou uma carteira com ativos que devem ter boa performance em abril.

Carteira
Com relação ao portfólio do mês passado, foram tiradas as ações da AES Tiête, BM&F Bovespa, CCR, Eletropaulo, Indústrias Romi, Lojas Renner, MRV Engenharia e Usiminas para entrada de Cyrela, Cemig, Duratex, Suzano,CSN e Tractebel.

Pela divisão setorial, o destaque ficou com as empresas de mineração (17%), varejo (10%), bancos (10%) e energia (10%).

Vale lembrar que, no mês de março, a carteira da Coin teve valorização de 3,60%, resultado inferior à alta de 5,82% do Ibovespa no mesmo período.


Confira o portfólio sugerido para abril:
Empresa  Código   Peso   Preço-alvo*  Upside**
Vale VALE5 17% R$ 59,00 15,8%
ABC Brasil ABCB4 5% -
Itaú Unibanco ITUB4 5% R$ 47,00 17,56%
Lojas Renner LREN3 5% R$ 48,00 16,31%
Pão de Açúcar PCAR5 5% R$ 76,00 19,10%
Cemig CMIG4 5% - -
Tractebel TBLE3 5% R$ 28,00 35,66%
Petrobras PETR4 8% R$ 48,50 35,44%
Tam TAMM4 5% - -
CSN CSNA3 8% - -
Randon  RAPT4 6% R$ 19,00 30,32%
Suzano SUZB5 7% - -
Cyrela CYRE3 5% R$ 30,00 38,57%
Cremer CREM3 8% R$ 21,00 17,98%
Duratex DTEX3 6% - -

Citigroup eleva preço-alvo para BR Foods, mas ainda recomenda manutenção

Por: Equipe InfoMoney
09/04/10 - 12h25
InfoMoney


SÃO PAULO - O Citigroup elevou o preço-alvo para as ações da BR Foods (BRFS3), considerando os resultados da empresa no quarto trimestre de 2009 e perspectivas de ganhos de sinergia, mas manteve a recomendação de manuteção dos papéis. As informações são de relatório assinado pelos analistas Carlos Albano e Marcio Kawassaki, divulgado na quinta-feira (8).

Nesse contexto, o Citigroup espera que os papéis da BR Foods cheguem a R$ 30 no final deste ano, ante a projeção original de R$ 27. Entretanto, o upside reduzido (de 24,3%, considerando o fechamento da véspera) levou à recomendação de manutenção dos ativos.

Novas premissas
Entre outubro e dezembro de 2009, a empresa lucrou R$ 6 milhões, revertendo o prejuízo de R$ 1,3 milhão no trimestre anterior.

O banco também passou a considerar que os ganhos de sinergia da BR Foods em 2010 devem chegar a R$ 900 milhões, frente à estimativa anterior, de R$ 637 milhões. A instituição ainda espera que o Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) aprove a fusão da Sadia com a Perdigão no final do deste trimestre.

Melhora de margens
Os ganhos de sinergia devem favorecer a margem Ebitda (relação percentual entre geração operacional de caixa e receita líquida), segundo o relatório, que prevê que ela retome a casa dos dígitos no terceiro trimestre. Para 2011, a expectativa é de que a margem supere 13%.

BOLSA: CONSTRUÇÃO VOLTA A CAIR; BRASIL ECODIESEL DISPARA


São Paulo, 09 - O Ibovespa opera em baixa nesta sexta-feira, destoando de Wall Street, puxado por Petrobras e empresas de construção civil. Às 12h02, o principal índice da Bolsa paulista registrava desvalorização de 0,30%, aos 71.572 pontos, após ter alcançado a mínima de 71.393 pontos (+0,55%) e a máxima de 71.989 pontos (+0,28%). No
mesmo momento, Dow Jones subia 0,34% e S&P avançava 0,26%.

A ausência de indicadores econômicos mais significativos está levando o mercado a uma leve realização após a alta de 1,40% registrada no pregão de ontem. "Sem novidades no âmbito setorial, o mercado está devolvendo os ganhos registrados ontem", avalia o analista de investimentos da SLW Pedro Galdi.

O economista da Gradual Investimentos André Perfeito acredita, no entanto, que há espaço para uma melhora do mercado. "Os indicadores de atividade na zona do Euro, Estados Unidos e também aqui no Brasil são positivos", avalia.

Em dia de queda do Ibovespa, as empresas de construção civil voltam a liderar as maiores baixas. PDG (-2,03%), MRV (-1,60%) e Rossi (-1,30%). Também recuam Gafisa (-1,12%). Cyrela caía 0,92%.

No setor financeiro Bradesco (-0,38%) cai, enquanto Itaúsa (+0,40%), Itaú Unibanco (+0,03%) e Santander operam estável e Banco do Brasil sobe (+0,42%). Este último concluiu esta semana a emissão de R$ 1 bilhão em letras financeiras (LFs), o que faz com que a instituição seja a primeira a captar por meio desse instrumento financeiro, que foi regulamentado pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) no final de fevereiro.

Petrobras PN recua 0,70% e ON cede 0,67%, enquanto a cotação do petróleo registra desvalorização na Nymex eletrônica, cotado a pouco mais de US$ 85,00 o barril. Ontem a estatal brasileira informou que negocia a venda da refinaria que a companhia controla em San Lorenzo, na Argentina, e de outros ativos de distribuição, mas ressaltou que
até o momento nenhuma operação foi concretizada.

Em dia de alta recorde do preço do minério no mercado spot chinês, Vale anda de lado. Há instantes o papel PNA recuava 0,02% e ON sobe 0,13%. Os preços do minério de ferro no mercado à vista subiram 6% nesta semana, à medida que rumores na China sobre restrição às importações de minério dos grandes produtores do Brasil e da Austrália estimularam as compras.

No setor siderúrgico CSN sobe +0,08%. Usiminas PNA cai -0,07%, assim como Gerdau Metalúrgica (-1,29%) e Gerdau PN (-0,50%).

As ações da Brasil Ecodiesel figuravam entre as maiores altas da Bovespa após obtenção de liminar favorável à empresa. Há instantes os papéis avançavam 5,26%. Ontem a empresa informou que a liminar suspende a decisão da Agência Nacional de Petróleo (ANP) de inabilitar as vendas realizadas pela empresa no 17º leilão de biodiesel. A
agência teria deixado a companhia de fora da operação por conta da decisão do Ministério do Desenvolvimento Agrário de suspender o selo combustível social da Brasil Ecodiesel pelo prazo de um ano.

Randon ON recua 2,93% e PN sobe 1,97% após aprovação, em assembleia geral extraordinária, de aumento de R$ 324 milhões do capital social, mediante a capitalização de parte do saldo da Reserva Geral de Lucros, com bonificação aos acionistas. Com isso, o capital social da companhia passará de R$ 406 milhões para R$ 730 milhões.


A fabricante de peças e equipamentos para veículos Placar recua 0,31%. A empresa informou que fará emissão de R$ 400 milhões em debêntures conversíveis em ações ordinárias da empresa. Os papéis não serão colocados em oferta pública. A companhia fará uma oferta privada e seus acionistas têm direito de preferência e podem ficar com 100% dos papéis.
(Beth Moreira)


Fonte: AE Broadcast

Indicadores EUA - 11h

EUA: Estoques no atacado:0,6%; previsão: 0,4%

Fonte: Bloomberg

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