sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Itaú espera que ações da Lopes tenham performance acima do mercado

Por: Equipe InfoMoney
02/12/10 - 16h06
InfoMoney


SÃO PAULO - O Itaú BBA retomou a cobertura da Lopes - que agora se chama LPS Brasil (LPSB3) - enfatizando o crescimento de seus principais segmentos de negócio. Os analistas David Lawant, Ricardo Lima e Vivian Salomon apresentaram o novo preço justo de R$ 48,50 para as ações, o que representa um potencial de valorização de 22% frente ao último fechamento, com recomendação outperform  (desempenho acima da média do mercado). Além disso, a empresa foi inserida entre as mais preferidas do setor.


Segundo o banco, o preço justo leva em consideração a recente oferta primária das ações, que obteve captação de R$ 172 milhões, e os sólidos resultados do terceiro trimestre do ano, além das novas perspectivas macroeconômicas do Itaú.


Visão positiva para a LPS Brasil
Para os analistas, após a oferta primária das ações, a empresa está pronta para evoluir ao longo dos próximos anos, partindo da corretagem de bens primários, que ainda é responsável por 92% das vendas da empresa, para um serviço completo, que envolve plataforma integrada para a corretagem no mercado imobiliário de produtos primários e secundários, além de permitir a formação e distribuição de hipotecas. Nesse cenário seria possível, inclusive, a adição de novos segmentos de negócios futuramente.



Os principais acréscimos para as projeções do Itaú vieram do aumento da participação em 51% na Patrimóvel no mês de outubro e nas aquisições, no valor de R$ 100 milhões, alcançando as empresas direcionadas ao mercado secundário. Há também um aumento nas vendas contratadas para o mercado primário, baseado nos resultados do nono mês do ano, que vieram melhor do que o esperado, e em uma visão sólida para as construtoras no próximo ano. Em virtude disso, as estimativas para lucro líquido para 2011 subiram em 24% e para 2012, em 16%.


Empresa pode estar presente em diversas faixas de renda
As expectativas positivas para a empresa refletem a possibilidade de atingir diferentes faixas de renda. Até 2006, a companhia atuava em um negócio de corretagem de imóveis para média e alta renda. A partir de então, há um sucesso na incorporação de novas unidades de negócios em sua plataforma, incluindo a "Habitcasa" (focado no segmento de baixa renda), "Pronto!" (voltada para o mercado imobiliário secundário) e "Credipronto!" (pautada na formação e distribuição de hipotecas).

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Link mantém recomendação da São Martinho após safra em linha com expectativas

Por: Equipe InfoMoney
02/12/10 - 12h57
InfoMoney


SÃO PAULO - A Link Investimentos apontou que os números da safra 2010/11 divulgados pela São Martinho (SMTO3) na última quarta-feira (1) foram abaixo das estimativas iniciais, em virtude das más condições climáticas ao longo do período.


Porém, apesar de não atingirem as estimativas da companhia, os dados estão de acordo com as projeções dos analistas. Com isso, acorretora manteve a recomendação market perform para as ações da empresa.


Projeções para próxima safra
Já para a próxima safra, deve ser observado um crescimento da produção da usina Boa Vista, uma das três pertencentes ao grupo, em função dos fortes investimentos que a unidade vem recebendo.



Enquanto isso, as outras duas, São Martinho e Iracema, não deverão apresentar performance muito superior à atual, uma vez que já encontram-se em plena capacidade. Nesse caso, os ganhos viriam principalmente em função de melhoras nas condições climáticas.


No que concerne o mix de produção da safra recém encerrada, foi registrada a preferência pela produção de açúcar em detrimento do etano, graças à valorização do açúcar no mercado internacional.


Açúcar atinge limite
Contudo, os anaistas da Link apontam que essa safra já atingiu o patamar máximo possível de açúcar o que deve impedir um aumento considerável na safra 2011/12.



Ademais, a corretora ressalta que a usina Boa Vista produz apenas etanol, o que deve levar a um aumento da participação deste produto no mix de produção das próximas safras.
Confira os dados da safra 2010/11

   Usina Iracema        Usina São Martinho         Usina Boa Vista        Total      Variação* 
Cana Processada
(mm de ton)
2,708,402,0013,10 +1,6%
Açúcar (mil ton)219,00654,40----873,40 +24,4%
Etanol (mil m³)77,80311,50176,10565,40 -4,8%

TOV apresenta suas recomendações para o último mês do ano

Por: Equipe InfoMoney
02/12/10 - 06h41
InfoMoney


SÃO PAULO - Concentrando suas apostas entre a BM&F Bovespa(BVMF3) e a Usiminas (USIM5), a TOV corretora apresentou sua carteira de recomendações para dezembro com algumas alterações frente ao mês anterior.


Em relação à lista do mês anterior, o portfólio perdeu os nomes da Lojas Americanas (LAME4), OGX (OGXP3) e Gerdau (GGBR4). Por outro lado, as ações da Cosan (CSAN3) e da Cemig (CMIG4) foram adicionadas à carteira, além da já citada BM&F Bovespa. 


Confira as recomendações da Tov para novembro:
Empresa Código  Preço-alvo Upside* Peso 
PetrobrasPETR4R$ 26,806,1%10%
UsiminasUSIM5R$ 22,0016,0%30%
BM&F BovespaBVMF3R$ 14,004,7%20%
CosanCSAN3R$ 28,005,4%10%
UniparUNIP6R$ 0,689,7%10%
FibriaFIBR3R$ 29,407,1%10%
CemigCMIG4R$ 30,004,8%10%
* Para dezembro de 2010
**Potencial teórico de valorização com base no fechamento de 1 de dezembro
Fonte: TOV Corretora

Abertura de Mercado

Mercado Internacional


O Beige Book do Federal Reserve apresentou uma mudança de viés importante, com termos como “forte crescimento” no setor industrial; gastos com consumidor continuaram “positivos”; atividade de contratações apresentou “melhora”; e o uso de energia continuou a se expandir.


Todo este cenário foi desenhado com um mercado imobiliário ainda deprimido, ausência de pressões de salários e principalmente, de preços. Deste modo, estão mantidos os principais estímulos à economia americana através da política fiscal altamente expansionista e de pacotes pontuais.


A principal conclusão deste movimento é que neste momento passamos por uma mudança importante de paradigmas nos EUA, ao se notar um período de crescimento sólido do setor industrial americano, inclusive antes da recuperação absoluta do emprego, o qual ainda apresenta sinais marginais de reversão das perdas.


Outra situação importante é a falta de reação do mercado imobiliário. Apesar da crise de 2008 ter atingido seu auge com a quebra da Lehman Bros, o principal artífice foi a especulação com os imóveis e as perdas do setor deflagradas em 2006.


Neste sentido, os americanos perderam o apetite pelo setor como investimento e os pedidos mais recentes de hipotecas se dividem entre imóveis residenciais, com primeira compra ou troca e por refinanciamentos, os quais têm crescido de maneira consistente. O problema é que o setor imobiliário foi um dos maiores demandantes de mão de obra entre 2002 e 2006 nos EUA e criou todo um setor voltado a isso. Portanto, uma parcela significativa da força de trabalho americana deverá aprender outra função, ou esperar os 99 dias sem trabalho para se unir a um grupo crescente, o que perderam seus últimos benefícios de desemprego.


Bolsas de Valores Mundiais



Os indicadores econômicos americanos na sessão anterior deram o suporte suficiente para o início do tradicional rally de fim de ano.


A agenda econômica conta com a produção industrial no Brasil, nos EUA se destacam os indicadores de mercado de trabalho e imobiliário e na Europa, dados do PIB da Zona do Euro.


As bolsas na Ásia fecharam com ganhos na melhora dos mercados ocidentais. Os futuros em Nova York se alinham para ganhos consistentes e na Europa, os mercados mantêm a mesma linha de ganhos.


Câmbio



O Euro mantém a alta consistente frente à maioria das divisas no mundo e sobe o dólar americano aos US$ 1,3206.


O Yen tem sessão de forte queda com a elevação do flight to risk e se desvaloriza contra o dólar aos ¥ 84,065. O Yuan sobe 0,05% contra o dólar e sobe 0,01% contra o Yen.


Com alta do Euro, o dólar perde força e se desvaloriza contra. No Brasil, foi mantido o atual ritmo de valorização do Real frente ao dólar.


A nova “banda imaginária” de R$1,71/US$-R$1,77/US$ foi rompida em seu suporte, porém a manutenção deste movimento depende do rumo do mercado nos próximos dias.


Fonte: http://blog.apregoa.com.br/wp-content/uploads/2010/12/apregoapremercado021210.pdf

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Analista do Santander indica que momento é oportuno para compra de OGX

Por: Equipe InfoMoney
01/12/10 - 19h50
InfoMoney


SÃO PAULO – O analista do Santander Vicente Neto aponta que este é um momento muito oportuno para a compra das ações da OGX Petróleo (OGXP3), uma vez que é injustificado o fraco desempenho recente da empresa.


Desta forma, o banco atribui um preço-alvo de R$ 33,00 para os papéis da companhia, o que corresponde a um upside (potencial de valorização teórico) para o final de 2011 de 65,8% em relação ao fechamento da última sessão.


Motivos para o fraco desempenhoSobre o fraco desempenho da companhia, o analista acredita que a principal razão “foi o rumor em torno do possível atraso para o segundo semestre de 2011 ou para 2012 na conclusão do farm-out da OGX de 20% a 30% de sua área de campos”.


De forma secundária, outro motivo pode ter sido os comentários realizados pela administração da companhia durante a teleconferência dos resultados do terceiro trimestre de 2010, na qual foi apontado que a produção se iniciaria no meio de 2011 e não no início do ano.


Motivos para compraNeto observa que qualquer rumor de atraso é infundado. Entretanto, mesmo que o farm-out ocorra após o primeiro trimestre de 2011, os benefícios trazidos por ele continuam inalterados - e é isso que justifica a indicação de compra dos papéis da empresa.


Assim, os cinco motivos destacados pelo analista são: “exemplo tangível da capacidade da OGX criar valor, ajuste de preços de ativos na bacia de Campos; financiamento para desenvolver descobertas atuais e futuras; necessidade reduzida de levantar capital no curto/médio prazo; e possível distribuição de dividendos”.


RiscosOs principais riscos frente ao preço-alvo atribuído pelo analista são a "queda nos preços do petróleo, disciplina de capital, riscos de execução na exploração e na produção".

Ativa reafirma sugestão de compra para Lupatech após contrato com Petrobras

Por: Tainara Machado
01/12/10 - 18h44
InfoMoney


SÃO PAULO - Na terça-feira (30), a Lupatech (LUPA3) anunciou a assinatura de um novo contrato com a Petrobras (PETR3PETR4), no valor de R$ 112,2 milhões, para prestação de serviços como operação de conexão e desconexão de tubos de perfuração, produção e revestimento. Segundo a Ativa, o fato é positivo para a Lupatech, pois ratifica as perspectivas positivas para a companhia. 


A corretora reiterou, assim, a recomendação de compra aos ativos da empresa, com preço-alvo de R$ 35,97 para dezembro de 2011 - com potencial  de valorização de 79% em relação a cotação de fechamento desta quarta-feira (1). A sugestão tem como base a expectativa de que a Petrobras concretize, nos próximos anos, investimentos em infraestrutura para expansão da produção de petróleo e gás, o que beneficia o setor de manufaturados, como válvulas e cabos de ancoragem. 


A Ativa acredita ainda em um "significativo" crescimento dos segmentos de serviços e revestimentos de tubos na composição dofaturamento da Lupatech nos próximos anos.

Planner retira ações do Banco PanAmericano da carteira sugerida para dezembro

Por: Equipe InfoMoney
01/12/10 - 18h17
InfoMoney


SÃO PAULO - A Planner divulgou sua carteira recomendada para o mês de dezembro, trazendo a substituição das ações do Banco PanAmericano (BPNM4) pela Duratex. As ações do banco sofreram quedas de mais de 40% em novembro, após o anúncio de um rombo de R$ 2,5 bilhões, coberto por um aporte do grupo do empresário Sílvio Santos. 


Já a Duratex guarda perspectivas de um bom resultado no quarto trimestre, seguindo o bom desempenho já visto até setembro. O ambiente favorável à construção civil beneficia os negócios da companhia, que já realizou significativos investimentos em 2010 e tem perspectivas de crescimento em negócios para 2011.



No mês anterior, a carteira sugerida registrou desvalorização de 3,8%, pressionada pela forte queda dos papéis do Panamericano: as ações BPNM4 contribuíram com -2,12 pontos percentuais do resultado total da carteira. Mesmo assim, a performance da carteira foi melhor do que a do Ibovespa, que recuou 4,2%. 


Já no acumulado de 2010, a valorização foi de 2,36% ante alta de 1,29% do benchmark. No ranking de carteiras recomendadas elaborado pela InfoMoney, a Planner tem, no acumulado de 2010, a décima melhor performance entre 15 carteiras. 



Cenário macroeconômicoApós ter começado novembro em alta, a bolsa brasileira inverteu tendência e fechou o mês em queda, pressionada por temores de contágio da crise fiscal em países da Europa, após a Irlanda ter pedido ajuda à União Europeia e ao FMI (Fundo Monetário Internacional). 


Na China, voltou o risco de um novo aperto monetário, já que o governo quer evitar a formação de uma bolha, devido às condições de forte aquecimento econômico, inflação e altos preços no mercado imobiliário. Assim, a corretora não descarta o risco de uma elevação dos juros, que poderia penalizar o Brasil em um primeiro momento, mas ser bem absorvido depois.


Perspectivas
Para a equipe da corretora, as quedas acentuadas devem cessar, com uma expectativa de ajustes levemente positivos no portfólio de novembro. "Neste cenário, nossa proposta de portfólio para dezembro pouco se alterou, mantendo posição conservadora, focada em valor", diz a Planner.



Confira o portfólio sugerido para novembro:
EmpresaCódigoPreço-alvo*Upside**Peso
TractebelTBLE3R$ 32,0418,32%7%
DuratexDTEX3R$ 22,6415,51%8%
CCR RodoviasCCRO3R$ 52,5012,30%10%
CosanCSAN3R$ 34,5031,43%7%
EZ TecEZTC3R$ 17,5034,51%7%
Itaú UnibancoITUB4R$ 45,3015,41%7%
OGXOGXP3R$ 30,5053,27%10%
Pão de AçúcarPCAR5R$ 82,0015,62%7%
PetrobrasPETR4R$ 41,0066,73%10%
UsiminasUSIM5R$ 26,5041,71%8%
ValeVALE5R$ 59,5023,96%11%
VivoVIVO4R$ 61,0023,68%8%
*Preço-alvo para 12 meses**Com base na cotação de fechamento do dia 30 de novembro