segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Abertura de Mercado

Mercado Internacional


Aprovado o pacote de US$ 113 bilhões para a Irlanda. Agora começam a se detalhar os itens a serem colocados em prática e como citamos anteriormente, haverá uma forte resposta à vulnerabilidade do setor bancário, a qual tem imposto um pesado custo ao orçamento e atrapalhado as perspectivas de crescimento econômico, segundo o diretor do FMI, Strauss-Kahn.


O recente turbilhão criado pela crítica alemã aos contínuos pacotes de ajuda devido às ingerências fiscais de países europeus se refletiu diretamente no valor do Euro nos últimos dias. Segundo o governo alemão, não é justo que contribuintes do país paguem pela péssima gestão fiscal de outros governos, porém a necessidade de se evitar uma contaminação sistêmica é maior e se necessário for, novos países poderão ser ajudados.


Há ainda um número essencialmente grande de dúvidas de como estes recursos devam ser utilizados e qual o efeito real do mesmo neste momento. Há também o temor de que se a Irlanda aceitou tal ajuda, outros países com Portugal possam entrar na ‘fila’ para aceitar bilhões de Euros.


Nos EUA, dados preliminares mostram que o Black Friday levou um número bastante expressivo de compradores às lojas e novamente, o setor de eletrônicos deve liderar a preferência do consumidor americano. Este dia é importante, pois responde por praticamente 10% de tudo que é consumido nas festas de fim de ano nos EUA, portanto um número elevado pode ser um importante indicador antecedente do varejo no fim de 2010.


Bolsas de Valores Mundiais



A falta de volume e o número crescente de dúvidas quanto ao futuro de alguns países europeus elevou a realização de lucros na sexta-feira e o mercado não possui um referencial mais forte para retomar o apetite pelo prêmio de risco.


A agenda econômica de hoje tem peso relativo baixo no mercado de renda variável, portanto atenção aos poucos itens relevantes presentes como o IGP-M no Brasil e atividade econômica no distrito de Dallas.


As bolsas na Ásia fecharam com ganhos na perspectiva de aprovação do pacote à Irlanda, porém o aumento de tensões entre as Coréias elevou a volatilidade. Os futuros em Nova York se alinham para os ganhos, porém com volatilidade e na Europa, os mercados mantêm o ritmo de perdas.




Câmbio


O Euro perde força frente à maioria das divisas no mundo e cai contra o dólar americano aos US$ 1,3474.


O Yen tem sessão altamente volátil, mas se valoriza contra o dólar aos ¥ 84,005. O Yuan sobe 0,18% contra o dólar e sobe 0,01% contra o Yen.


O retorno dos mercados nos EUA não firma demanda pelo dólar, o qual não tem um rumo global definido. No Brasil, as piora no humor e o fluxo sazonal de saída de dividas pesou no mercado local, e o Real fechou com perdas na última sessão.


A nova “banda imaginária” de R$1,71/US$-R$1,77/US$, mas depende dos movimentos internacionais de valorização do dólar para testar seus parâmetros.

Agenda Econômica Semanal – 29/Novembro a 03/Dezembro

Agência Enfoque




Agenda Econômica Semanal

País
Hora*
Indicador
Referência








Segunda-feira, 29 de novembro de 2010

BR
09:00
Relatório Focus
Semanal


BR
09:00
IGP-M
Novembro/10








Terça-feira, 30 de novembro de 2010

BR
09:00
Sondagens da Indústria
Novembro/10


US
12:00
S&P Case Shiller - HPI
Setembro/10


US
12:45
Chicago PMI
Novembro/10


US
13:00
Confiança do Consumidor
Novembro/10








Quarta-feira, 01 de dezembro de 2010

BR
09:00
IPC-S
4ºQ Novembro/10


BR
11:00
Balança Comercial
Semanal


US
11:15
Emprego no Setor Privado
Outubro/10


US
11:30
Produtividade e Custos
3º Trimestre/10


US
13:00
ISM Manufacturing
Novembro/10


US
13:00
Gastos com construção
Outubro/10


US
13:30
Estoques de Petróleo
Semanal


US
17:00
Livro Bege
Novembro/10








Quinta-feira, 02 de dezembro de 2010

BR
09:00
IPC Fipe
Novembro/10


BR
09:00
Pesquisa Industrial Mensal: Produção Física - Brasil
Outubro/10


US
11:30
Pedidos de Auxílio Desemprego
Semanal


US
13:00
Venda de Casas Pendentes
Outubro/10


US
13:30
Estoques de Gás Natural
Semanal








Sexta-feira, 03 de dezembro de 2010

US
11:30
Taxa de Desemprego
Novembro/10


US
11:30
Vagas de Trabalho
Novembro/10


US
13:00
Pedidos às Fábricas
Outubro/10


US
13:00
ISM Serviços
Novembro/10



As informações citadas acima têm como referência instituições do governo, órgãos financeiros, corretoras e empresas parceiras.
Fontes: FGV, Banco Central do Brasil, Fipe, IBGE, MDIC, Conab, Econoday.
*Horário de divulgação na Agência Enfoque de Notícias.




Coin modifica totalmente sua carteira semanal em relação à anterior

Por: Equipe InfoMoney
29/11/10 - 06h54
InfoMoney


SÃO PAULO - A Coin apresentou o seu portfólio recomendado para a semana de 29 de dezembro a 3 de dezembro. A carteira foi totalmente modificada em relação à anterior. Os papéis de Tractebel (TBLE3), CSU Cardsystem (CARD3), Triunfo (TPIS3), Positivo (POSI3) e Vale Fertilizantes (FFTL4) foram substituídos por Ambev (AMBV4), Fibria (FIBR3), Julio Simões (JSLG3), BrMalls (BRML3) e Localiza (RENT3). Dentre as indicações, apenas Ambev não pertence ao Novo Mercado.


Com relação às perspectivas para a semana, a corretora acredita as atenções ficarão por conta da divulgação do IGP-M (Índice Geral de Preços do Mercado), que deverá refletir maior pressão do grupo de alimentos e da produção industrial em meio ao aquecimento da economia brasileira, porém em expansão mais lenta. " Os recentes repiques de inflação, juntamente com as declarações de austeridade fiscal da nova equipe do CMN (Conselho Monetário Nacional) indicam que novo aperto monetário esta a caminho", afirmou a corretora.


Indicações
Os papéis da Ambev entraram na carteira em decorrência da Assembleia Geral Extraoridnária, que deve aprovar o desdobramento de ações da companhia, além das perspectivas da corretora quanto à empresa, que deve  reportar bom desempenho nos próximos exercícios em função do cenário macroeconômico e microeconômico positivos.



Já com relação a Fibria, diante dos rumores de que a empresa baixou o preço da celulose no mercado chinês, há a perspectiva de que a demanda já não seja tão forte e o momento pode ser de baixa para o setor, não só para os preços, mas também para as ações. A Fibria, deve sofrer com isso, pois possui maior exposição ao mercado externo e concentra suas receitas em celulose, segundo a corretora. Porém, "os elevados múltiplos da Fibria não justificam as ações estarem sendo negociadas neste patamar de preços", concluiu a Coin.


A Julio Simões tem um bom modelo de negócios, segundo a corretora, com projetos interessantes em diversas áreas e com clientes importantes como Suzano (SUZB5) e Fibria, no setor de Papel e Celulose, além disso há oportunidades em setores como o sucroalcooleiro.


Com relação a BR Malls, a perspectiva da corretora é positiva, em virtude do crescimento do PIB (Produto Interno Bruto), aliado ao aumento da renda, disponibilidade do crédito e  baixos  índices de desemprego. Além disso, a BR Malls concluiu aquisições e expansões, o que contribuiu positivamente para a empresa, na análise da Coin.


Por fim, a Localiza tem uma presença forte nos aeroportos nacionais, o que impulsionou seus resultados, de acordo com a corretora. Além disso, o pré-sal é um ponto positivo para a companhia. "Os esforços visando à exploração das bacias do pré-sal têm aumentado significativamente a movimentação de profissionais ligados ao setor, ajudando a melhorar os resultados da locadora de veículos", concluiu a Coin.


Confira as recomendações da corretora:
Empresa  Código     Preço-alvo    Upside*  
AmbevAMBV4Em revisão-
FibriaFIBR3R$ 31,0010,1%
Julio SimõesJSLG3Em revisão-
BR MallsBRML3Em revisão-
LocalizaRENT3Em revisão-

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Cenário Econômico Semanal – 22 a 26/Novembro

Agência Enfoque




Cenário Econômico Semanal


Os principais índices financeiros do Brasil e dos EUA fecharam em baixa na tarde desta sexta-feira, acumulando perdas na semana que se encerra hoje, com apenas 4 dias úteis nos mercados norte-americanos, em função do feriado de Ação de Graças país.
Durante o período, foram destaque diversos indicadores da economia dos EUA, além de eventos que concentraram a atenção dos investidores, como a situação de alguns países da Europa.





Cenário Externo


A preocupação com a Irlanda foi um dos temas. O impasse político no país sobre o Orçamento de 2011 e a iminência do anúncio do pacote de ajuda internacional ao país preocuparam investidores.
O governo irlandês perdeu a maioria no Parlamento após dois legisladores independentes afirmarem que não se comprometem com a aprovação do Orçamento de 2011, necessário para a aplicação do ajuste de 6 bilhões de euros planejado para o ano que vem.
Além disso, o governo português negou nesta sexta-feira que estaria sendo pressionado a recorrer a ajuda financeira externa. A informação partiu do gabinete do primeiro-ministro José Sócrates em contraposição a uma matéria do jornal Financial Times Deutschland, que relatou que países da zona do euro e o Banco Central Europeu (BCE) estariam forçando Portugal e Espanha a buscarem o mesmo socorro aceito pela Irlanda.
O presidente do governo espanhol, José Luis Rodriguez Zapatero, também desmentiu o boato, e afirmou que a afirmação "não se baseia somente em sua vontade e sim nos dados concretos".
Nos EUA, a semana concentrou bastantes indicadores.
Entre eles, o índice nacional da atividade de Chicago em outubro apresentou leve melhoria, ao passar de -0,46 pontos para -0,28 pontos.
Além disso, a economia norte-americana registrou crescimento de 2,5% no terceiro trimestre, acima dos 2% projetados no mês anterior. As informações são do Departamento de Comércio do país. No segundo trimestre, o PIB real avançou 1,7%.
Os pedidos de bens duráveis recuaram em outubro 3,3%, a maior queda mensal desde janeiro de 2009, puxadas pela queda de pedidos de transportes, ao passo que, no mesmo período, os gastos dos consumidores avançaram 0,4%, abaixo da renda pessoal, que subiu 0,5%.

No setor imobiliário, as vendas de casas existentes recuaram 2,2% em outubro, de acordo com relatório divulgado pela Associação Nacional de Corretores de Imóveis. Segundo o órgão, as vendas registraram no período 4,43 milhões de moradias, após alta de 10% em setembro. Na comparação anual, houve recuo de 25,9% das vendas.
As vendas de casas novas no país recuaram ainda mais, em 8,1% em outubro, e atingiram total de 283 mil no período, segundo o Departamento de Moradia e Desenvolvimento Urbano. Já o índice de preços de imóveis medido pela FHFA caiu 0,7% em setembro.
O número de pessoas que solicitaram o auxílio desemprego nos EUA recuou em 34 mil na semana passada, para 407 mil, o menor nível desde julho de 2008. As informações são do Departamento de Trabalho do país.

Além disso, o mercado conheceu que o índice que mede a confiança do consumidor norte-americano avançou em novembro, e atingiu 71,6 pontos, contra 67,7 pontos verificados no mês anterior.
 Desta forma, o Dow Jones acumulou nas emana perdas de 1%, aos 11092 pontos, ao passo que o S&P teve -0,9% aos 1189 pontos.
A preocupação com a Irlanda foi um dos temas. O impasse político no país sobre o Orçamento de 2011 e a iminência do anúncio do pacote de ajuda internacional ao país preocuparam investidores.
O governo irlandês perdeu a maioria no Parlamento após dois legisladores independentes afirmarem que não se comprometem com a aprovação do Orçamento de 2011, necessário para a aplicação do ajuste de 6 bilhões de euros planejado para o ano que vem.
Além disso, o governo português negou nesta sexta-feira que estaria sendo pressionado a recorrer a ajuda financeira externa. A informação partiu do gabinete do primeiro-ministro José Sócrates em contraposição a uma matéria do jornal Financial Times Deutschland, que relatou que países da zona do euro e o Banco Central Europeu (BCE) estariam forçando Portugal e Espanha a buscarem o mesmo socorro aceito pela Irlanda.
O presidente do governo espanhol, José Luis Rodriguez Zapatero, também desmentiu o boato, e afirmou que a afirmação "não se baseia somente em sua vontade e sim nos dados concretos".
Nos EUA, a semana concentrou bastantes indicadores.
Entre eles, o índice nacional da atividade de Chicago em outubro apresentou leve melhoria, ao passar de -0,46 pontos para -0,28 pontos.
Além disso, a economia norte-americana registrou crescimento de 2,5% no terceiro trimestre, acima dos 2% projetados no mês anterior. As informações são do Departamento de Comércio do país. No segundo trimestre, o PIB real avançou 1,7%.
Os pedidos de bens duráveis recuaram em outubro 3,3%, a maior queda mensal desde janeiro de 2009, puxadas pela queda de pedidos de transportes, ao passo que, no mesmo período, os gastos dos consumidores avançaram 0,4%, abaixo da renda pessoal, que subiu 0,5%.

No setor imobiliário, as vendas de casas existentes recuaram 2,2% em outubro, de acordo com relatório divulgado pela Associação Nacional de Corretores de Imóveis. Segundo o órgão, as vendas registraram no período 4,43 milhões de moradias, após alta de 10% em setembro. Na comparação anual, houve recuo de 25,9% das vendas.
As vendas de casas novas no país recuaram ainda mais, em 8,1% em outubro, e atingiram total de 283 mil no período, segundo o Departamento de Moradia e Desenvolvimento Urbano. Já o índice de preços de imóveis medido pela FHFA caiu 0,7% em setembro.
O número de pessoas que solicitaram o auxílio desemprego nos EUA recuou em 34 mil na semana passada, para 407 mil, o menor nível desde julho de 2008. As informações são do Departamento de Trabalho do país.
Além disso, o mercado conheceu que o índice que mede a confiança do consumidor norte-americano avançou em novembro, e atingiu 71,6 pontos, contra 67,7 pontos verificados no mês anterior.
Desta forma, o Dow Jones acumulou nas emana perdas de 1%, aos 11092 pontos, ao passo que o S&P teve -0,9% aos 1189 pontos.





Veja gráficos abaixo:










Cenário Interno


No Brasil, analistas do mercado financeiro consultados pelo Banco Central (BC) elevaram pela décima semana seguida a projeção para a inflação oficial este ano. A estimativa para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) passou de 5,48% para 5,58%, segundo o boletim Focus, divulgado às segundas-feiras pela BC.
De acordo com o relatório, a projeção dos analistas para o crescimento da economia este ano mantém-se, pela terceira semana seguida, em 7,6%.
Já o Índice de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15) teve variação de 0,86% em novembro e ficou acima do resultado de outubro (0,62%). No acumulado do ano, o índice está em 5,07%, acima do índice de igual período de 2009 (3,79%). Considerando os últimos 12 meses (5,47%) também houve superação da taxa, comparando-se com os 12 meses imediatamente anteriores (5,03%). Em novembro de 2009, o IPCA-15 havia sido de 0,44%.
O IPC-S de 22 de novembro de 2010 apresentou variação de 0,85%1, 0,13 ponto percentual (p.p.) acima da taxa registrada na última divulgação. Este foi o maior resultado desde a primeira semana de abril de 2010, quando o índice registrou variação de 0,98%, informou a FGV.
A FGV divulgou ainda o Índice de Confiança do Consumidor (ICC) - composto por cinco quesitos contidos na Sondagem de Expectativas do Consumidor - que elevou-se em 2,7% entre outubro e novembro de 2010, alcançando 125,4 pontos, novo recorde histórico. Em novembro de 2010, os consumidores brasileiros estão mais satisfeitos com a situação atual e otimistas em relação aos seis meses seguintes.
Já o Índice de Preços ao Consumidor (IPC), medido pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), na cidade de São Paulo, apresentou redução no ritmo de correções. Na terceira prévia de novembro, divulgada hoje (24), o IPC teve variação de 0,77%, contra 0,87% da apuração anterior e 0,97% da primeira prévia do mês.
Destaque ainda para dados do emprego no país. Entre eles, a taxa de desocupação ficou estatisticamente estável em relação a setembro (6,2%) e caiu 1,4 ponto percentual em relação a outubro de 2009 (7,5%), segundo dados do IBGE. Esta foi a taxa mais baixa já registrada em toda a série, iniciada em março de 2002. A população desocupada (1,4 milhão de pessoas) ficou estável em relação a setembro e teve queda expressiva (-17,6% ou menos 309 mil pessoas a procura de trabalho) na comparação com outubro de 2009.
Além disso, as obras de reformas ou construção de imóveis ficaram mais caras, em novembro, por conta da elevação do valor pago a profissionais como pedreiros, ajudantes e carpinteiros. O Índice Nacional de Custo da Construção - Mercado (INCC-M), calculado pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV), atingiu 0,36%, índice duas vezes maior do que o medido em outubro (0,15%). Esse aumento foi puxado pela mão de obra em alta de 0,59% ante 0,03% no mês anterior.
Desta forma, a Bovespa acumulou na semana perdas de 3,8%, aos 68226 pontos.





Veja gráfico abaixo, seguido de tabela com as maiores altas e baixas da semana, bem como relação dos ativos mais negociados:





Ibovespa



As maiores altas da semana


ATIVO
CÓDIGO
ÚLTIMO
VARIAÇÃO
KLABIN S/A
KLBN4
4,89
5,39%
TRAN PAULIST
TRPL4
55,20
2,74%
ELETROPAULO
ELPL6
30,55
0,69%
SABESP
SBSP3
41,60
0,24%





As maiores baixas da semana


ATIVO
CÓDIGO
ÚLTIMO
VARIAÇÃO
MMX MINER
MMXM3
12,20
-10,88%
USIMINAS
USIM3
22,80
-10,59%
USIMINAS
USIM5
19,35
-10,42%
LLX LOG
LLXL3
8,57
-7,55%
GAFISA
GFSA3
12,02
-7,11%





Mais negociadas da semana


ATIVO
CÓDIGO
ÚLTIMO
VOLUME
SEGMENTO
VALE
VALE5
R$ 48,52
2.005.359.792,00
Minerais Metálicos
PETROBRAS
PETR4
R$ 24,60
1.990.090.688,00
Exploração e/ou Refino
ITAUUNIBANCO
OGXP3
R$ 40,10
889.429.952,00
Bancos
OGX PETROLEO
ITUB4
R$ 20,46
750.168.184,00
Exploração e/ou Refino
BRADESCO
BVMF3
R$ 34,25
703.127.144,00
Bancos





Dólar:


O dólar comercial fechou em alta na tarde desta sexta-feira, dia de queda global acentuada, puxada pelo pessimismo em relação à situação da economia da Espanha e Portugal.
Nesta sessão, a moeda norte-americana já abriu no azul, e durante os negócios atingiu máxima de R$ 1,7380 e mínima de R$ 1,7240.
No fim do dia, a divisa terminou com +0,35%, cotada a R$ 1,7280. Na semana, o dólar acumulou alta de 0,5%.


Veja o gráfico:


Dólar





Enfoque Informações Financeiras