terça-feira, 26 de outubro de 2010

Socopa prevê volatilidade e adiciona papel da Suzano à portfólio para esta semana

Por: Equipe InfoMoney
26/10/10 - 06h47
InfoMoney


SÃO PAULO - O portfólio da Socopa passou a contar com 12 açõesa partir desta semana, quando foi incorporado o ativo da Suzano Papel (SUZB5). Com a adição, a corretora busca tanto diversificar sua carteira em um período de provável volatilidade, quanto aproveitar as boas premissas em relação aos preços da celulose nomercado, dada a redução dos estoques internacionais.


Ademais, o cenário para a semana deve ser marcado pela temporada de balanços por aqui. A previsão é de um período de instabilidade, já que ainda deve repercutir na bolsa os aumentos nas alíquotas  de IOF (Imposto sobre Operações Financeiras), executados pelo governo brasileiro na semana anterior. 


No front externo, a atenção volta-se à agenda econômica, quando serão revelados dados importantes nos Estados Unidos e Reino Unido. Entre eles, o PIB (Produto Interno Bruto) do terceiro trimestre de ambos.


DesempenhoO desempenho da carteira mostrou queda de 4,61% na semana passada, enquanto o Ibovespa recuou 3,20%. Na comparação anual, o portfólio tem rendimento positivo de 11,88%, contra a valorização de 1,37% do índice. 


Confira as sugestões para o período:
Empresa  Código  Preço-alvo *  Upside**Peso
GafisaGFSA3R$ 18,00***33,33%9,2%
ValeVALE5R$ 61,0025,77%9,3%
OGXOGXP3R$ 24,50***12,08%8,9%
ALLALLL11Em revisão-8,4%
Banco do BrasilBBAS3R$ 40,0018,52%9,0%
CSNCSNA3R$ 39,5039,62%9,0%
PDG RealtyPDGR3R$ 23,50***13,47%8,2%
BM&F BovespaBVMF3R$ 17,0022,83%8,1%
Lojas AmericanasLAME4Em revisão -8,4%
ConfabCNFB4R$ 7,3522,50%7,6%
PetrobrasPETR4Em revisão-6,3%
SuzanoSUZB5R$ 23,0049,54%7,5%
* Para 12 meses
**Potencial de valorização com base no fechamento de 25 de outubro
*** Preço-alvo consenso Thomson Reuters 

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Coin mantém "otimismo contido" em relação à Petro em cenário pós-capitalização

Por: Equipe InfoMoney
25/10/10 - 17h56
InfoMoney


SÃO PAULO - Menina dos olhos da bolsa brasileira, a Petrobras (PETR3, PETR4) deixou o mês de setembro de uma forma bem diferente daquela que ela entrou. Com o título de maior oferta de ações da história em seu currículo, a empresa aumentou seu capital em R$ 120 bilhões, passando a ser encarada pelo mundo de maneira difernte. 


"Porém, será que as ações estão baratas? Devem recuperar as perdas apresentadas ao longo de 2010?", pergunta a Coinvalores. A resposta não parece fácil.


Por um lado, o acionista deve levar em conta que a companhia se valorizou após a oferta, lembra a equipe da corretora, aludindo ao valor de mercado da empresa. Ao mesmo tempo, o processo de capitalização resultou em uma maior diluição dos minoritários na nova estrutura de capital. 


"Ou seja, nós temos, após a oferta, um patrimônio - quantidade de ações - muito maior com a mesma expectativa de resultados para 2010", explica a corretora, revelando um "otimismo  contido" em relação às as ações. "Otimismo porque acreditamos no seu elevado potencial de crescimento, sobretudo quando comparada a outras empresas mundiais do setor. Contido, porque não vislumbramos uma performance acima do Ibovespa no curto e médio prazo, havendo melhores opções listadas em bolsa" . 


"Aquele expressivo upside que existia, aquele P/L (Preço/Lucro) baixíssimo que havia já não é mais o mesmo", escreve a Coin. A corretora calculou um preço-alvo de R$ 24,16 para os papéis preferenciais da Petrobras, se traduzindo em um downside de 0,20% em relação ao fechamento de sexta-feira (22). A recomendação segue como compra. 


RecomendaçõesA Coinvalores recomenda o posicionamento em outras empresas do segmento, na expectativa de que o expressivo volume de investimentos da Petrobras se traduza em ganho para suas parceiras.


"Lembramos e destacamos que diversas empresas serão beneficiadas com a expressiva programação de investimentos da Petrobras e são nestas empresas que os investidores poderão encontrar o maior potencial de geração de valor. Nossa recomendação aos investidores é uma maior diversificação ou menor exposição ao setor, já que existem melhores oportunidades em commodities, mas sobretudo em setores voltados a economia local", escreve, por fim, a corretora. 

Fechamento de Mercado

Fechamento no mundo


Na Europa, as principais bolsas da região tiveram uma sessão de altas. Na esteira do recuo do dólar frente a outras moedas, ações do setor de matérias-primas e relacionadas a commodities foram alguns dos destaques de alta. Na Espanha, a divulgação de um relatório pela Moody’s colocando o rating de crédito das instituições financeiras do país em risco limitou os ganhos na bolsa local.

Em NY, as principais bolsas norte-americanas tiveram um dia de alta. No começo do dia, indicadores econômicos divulgados no país, como um aumento nas vendas de imóveis residenciais usados, animaram os investidores, impulsionando as ordens de compra nas bolsas da região.

O compromisso assumido pelos países do G-20 de evitar a “desvalorização competitiva” de suas moedas, em reunião realizada no final de semana, trouxe uma trégua às preocupações cambiais, elevando o apetite ao risco dos investidores.


Fechamento no Brasil


Em um dia caracterizado por um fraco volume, a Bovespa teve um dia de leve recuperação frente suas últimas quedas, na esteira do bom desempenho de ações relacionadas a commodities. O Ibovespa subiu 0,07%, aos 69.580,28 pontos.

A falta de um acordo para a questão cambial após a reunião dos ministros do G-20 e a perspectiva com novas medidas de estímulo a serem divulgadas pelo Fed enfraqueceram o dólar, impulsionando as commodities no mercado internacional.

Em entrevista realizada no meio da tarde, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, não anunciou nenhuma nova medida cambial, o que levou o dólar à vista das máximas para fechar nas mínimas da sessão.

No cenário corporativo, mais uma vez as ações da Brasil Ecodiesel se destacaram, porém dessa vez em terreno negativo. Logo pela manhã a companhia informou que está negociando uma possível combinação de negócios com a Maeda Agroindustrial, que ficaria com cerca de 33% da sociedade resultante da combinação.

Concórdia divulga três opções de portfólio para a semana de 25 de outubro

Por: Equipe InfoMoney
25/10/10 - 17h27
InfoMoney


SÃO PAULO - A Concórdia divulgou seus portfólios sugeridos para o período de 25 de outubro a 1 de novembro. A equipe apresentou três opções de carteiras recomendadas, compostas por cinco papéis e com estratégias diferenciadas.


Enquanto o primeiro portfólio lista ativos de companhias com boas perspectivas de distribuição de proventos, o portfólio "Valor" traz sugestões de papéis de baixo risco e bons fundamentos de longo prazo. Já a terceira carteira, denominada "Ibovespa", é composta por cinco sugestões focadas nos ativos que compõem o índice Bovespa, escolhidos pela liquidez e timing.


Em relação à semana anterior, todas as carteiras foram mantidas. Na última semana, os portfólios "Dividendos" e "Ibovespa" tiveram desempenho melhor do que Ibovespa, registrando desvalorização de 1,7% e 1,91%, respectivamente. O benchmark marcou perdas de 3,2%, somente superadas pela carteira "Valor", que caiu 3,75%.


Carteira Dividendos:
Empresa  Código    Preço-alvo*    Upside**    Dividend Yield ***  
CieloCIEL3R$ 21,1649,7%9,3%
Trans. PaulistaTRPL4R$ 62,3419%11,2%
TractebelTBLE3R$ 27,314,6%5,9%
Tele Norte LesteTNLP3R$ 54,3862,3%9,7%
CemigCMIG4R$ 38,0732,6%6,3%


Carteira Valor:
Empresa  Código     Preço-alvo*     Upside**  
RedecardRDCD3R$ 33,9747%
Suzano PapelSUZB5R$ 24,0657,7%
ALLALLL11R$ 19,3322,3%
CSNCSNA3R$ 34,7722,5%
Lojas AmericanasLAME4R$ 19,3913,7%


Carteira Ibovespa:
Empresa  Código    Preço-alvo*    Upside**  
Met. GerdauGOAU4R$ 40,3063,3%
BradescoBBDC4R$ 39,5110,5%
UsiminasUSIM5R$ 30,3047,2%
Itaú UnibancoITUB4R$ 46,9210,7%
ValeVALE3R$ 69,9329,6%