Rio de Janeiro, 20 de agosto de 2010 – Petróleo Brasileiro S.A. – Petrobras, comunica que apresentou à Casa Civil da Presidência da Republica e aos Ministérios da Fazenda e de Minas e Energia, avaliação preliminar referente às áreas do pré-sal passíveis de inclusão na Cessão Onerosa de que trata a Lei 12.276/10, entregue ontem à Companhia na parte da tarde pela certificadora independente DeGolyer and MacNaughton contratada pela Petrobras. O encaminhamento das avaliações marca o início das negociações para definição do preço da Cessão Onerosa. O preço final terá como referência as avaliações independentes contratadas pela Petrobras e pela ANP. As avaliações independentes são apresentadas de forma preliminar devido ao grande número de variáveis envolvidas, que comportam interpretações técnicas diferentes decorrentes de aspectos geológicos, de engenharia de petróleo e econômicas que precisam ser discutidas por todos os técnicos envolvidos. Os termos finais do contrato de Cessão Onerosa serão submetidos aos órgãos decisórios da Companhia nos moldes do seu modelo de Governança Corporativa, incluindo neste caso o Comitê dos Minoritários, garantindo transparência e equidade a todos os acionistas. Esse comunicado é de caráter meramente informativo, não constituindo uma oferta, convite ou solicitação de oferta de subscrição ou compra de quaisquer valores mobiliários no Brasil ou em qualquer outra jurisdição e, portanto, não deve ser utilizado como base para qualquer decisão de investimento. Atenciosamente, Relacionamento com Investidores Para excluir seu nome do sistema de E-mail Alerta, por favor, envie uma mensagem com o título Descadastramento. www.petrobras.com.br/ri Para mais informações: PETRÓLEO BRASILEIRO S. A. – PETROBRAS Relacionamento com Investidores I E-mail: petroinvest@petrobras.com.br / acionistas@petrobras.com.br Av. República do Chile, 65 - 2202 - B - 20031-912 - Rio de Janeiro, RJ I Tel.: 55 (21) 3224-1510 / 9947 I 0800-282-1540 Este documento pode conter previsões segundo o significado da Seção 27A da Lei de Valores Mobiliários de 1933, conforme alterada (Lei de Valores Mobiliários), e Seção 21E da lei de Negociação de Valores Mobiliários de 1934, conforme alterada (Lei de Negociação) que refletem apenas expectativas dos administradores da Companhia. Os termos “antecipa”, “acredita”, “espera”, “prevê”, “pretende”, “planeja”, “projeta”, “objetiva”, “deverá”, bem como outros termos similares, visam a identificar tais previsões, as quais, evidentemente, envolvem riscos ou incertezas previstos ou não pela Companhia. Portanto, os resultados futuros das operações da Companhia podem diferir das atuais expectativas, e o leitor não deve se basear exclusivamente nas informações aqui contidas. |
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
Comunicado Petrobrás - Avaliação Preliminar da Certificadora.
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
Operação de Venda para 19/08/2010
Venda de GGBR4
Condição de entrada: rompimento dos R$ 23,85
Condição de stop: rompimento dos R$ 25,20
Motivo da operação: Rompimento de fundo anterior
Tipo da operação: Swing trade curto.
Objetivo imediato: Próximo dos R$ 22,96.
PREÇO DO BARRIL PODE INVIABILIZAR OFERTA/PETROBRAS, DIZEM ANALISTAS
São Paulo, 19 - Após um breve lampejo de animação, visto nos últimos dias, volta a crescer o sentimento pessimista sobre o processo de capitalização da Petrobras. A possibilidade de o preço do barril do petróleo, a ser cedido onerosamente pela União à estatal, ficar muito alto pode inviabilizar a oferta, segundo analistas e profissionais do mercado consultados pela Agência Estado. Além do valor do barril, um eventual adiamento da operação pressiona os papéis da companhia na Bolsa. Os títulos PN abriram os negócios com forte baixa de 3%. Às 12h45 a queda da ação PN desacelerava para 2,35% e ON recuava 3,08%, ante desvalorização de 1% do Ibovespa.
Segundo noticiado ontem pela Agência Estado, o laudo que a Agência Nacional do Petróleo (ANP) receberá hoje da Gaffney Cline & Associates(GCA) estima entre US$ 10 e US$ 12 o valor do barril na cessão onerosa. O valor corresponde ao petróleo da área de Franco (área em análise para ser repassada pelo governo à Petrobras). A informação apurada pela AE surpreendeu analistas financeiros e técnicos da própria reguladora, que esperavam algo entre US$ 8 e US$ 10.
O analista setorial da Spinelli Corretora, Max Bueno, lembra que o preço da GCA, se confirmado, extrapola o teto das estimativas do mercado, que estavam entre US$ 5 a US$ 6 por barril, chegando a US$ 7 em algumas casas. "Isso aumenta a diluição da base acionária e essa montanha de emissão a ser feita pela Petrobras pode não ser absorvida pelos minoritários", avalia.
Para o chefe da mesa de operações da HSBC Corretora, Frederico Soares, o valor do barril acima de US$ 7 inviabiliza a oferta. Ele explica que investidores e fundos estrangeiros, que detêm em torno de um terço das ações da estatal, não terão interesse em entrar no processo com o preço do barril nesse patamar.
Os analistas Osmar Cesar Camilo e Marcelo Alves Varejão, da Socopa, avaliam que mantendo constante a quantidade de barris da cessão onerosa em 5 bilhões, a US$ 10 cada, o mercado teria que acompanhar o aumento de capital em, aproximadamente, US$ 85 bilhões para não ser diluído. O valor corresponde ao limite aprovado pelos acionistas da empresa para a capitalização, de R$ 150 bilhões. "Tal cenário se mostra sensivelmente inviável", afirmam os profissionais.
Com o valor de US$ 10, caberá à cessão onerosa US$ 50 bilhões, montante que vinha sendo estimado pelo mercado para a capitalização como um todo, o que já era considerado muito alto e com dificuldades para que os minoritários acompanhassem. "Talvez o mercado não tenha forças para acompanhar a operação e a liquidez pode ser baixa, o que elevaria a fatia do governo na estatal para perto de 50%", comenta o operador da Um Investimentos, Paulo Hegg.
"Se esses investidores não subscreverem, haverá um gap entre o que a empresa precisa levantar de recursos para tocar seu plano de investimentos e o que vai efetivamente conseguir", diz Soares, da HSBC. Segundo o profissional, o preço precisa ser justo para atrair os investidores não só estrangeiros, mas também nacionais. "A indefinição do processo de capitalização e a ingerência política estão afugentando os compradores do papel", constata.
O analista setorial Erick Scott, da SLW Corretora, observa que quanto menos a estatal pagar pelo preço do barril na área do pré-sal, melhor, uma vez que esse valor vai definir o tamanho da oferta e o sucesso da operação está diretamente ligado à demanda dos investidores.
Adiamento da operação
Além do valor do barril, investidores também temem mais uma postergação da operação, inicialmente prevista para julho e agora para setembro. A diretoria da Petrobras e representantes do Ministério de Minas e Energia vêm reiterando que a capitalização deve ocorrer até o final do mês que vem. No entanto, segundo fontes, nos bastidores do governo há divergências.
Para o chefe da área comercial de renda variável da Link, Adriano Yamamoto, o sentimento de que a capitalização não vai acontecer em setembro está aumentando, o que deve gerar pressão adicional sobre os papéis da empresa. "O mercado está muito sensível às recentes
notícias sobre o tema, apesar de não serem oficiais."
O economista da Legan Asset, Fausto Gouveia, lembra que, se a operação ficar para depois das eleições, em outubro, a companhia estaria proibida por lei de ir ao mercado em novembro, quando anunciará os resultados do terceiro trimestre deste ano. "E dezembro é um mês fraco
em termos de liquidez, por causa das festividades de fim de ano", acrescenta.
Para alguns profissionais, o adiamento da operação é tão ruim ou até pior que o preço do barril acima do previsto. "Crescem os temores de que a Petrobras não consiga equilibrar os investimentos programados com a necessidade de preservar o rating de grau de investimento", avalia Max, da Spinelli. Segundo ele, caso a operação fique mesmo para o ano que vem, a empresa poderia ter que revisar seu plano de investimentos em razão do fluxo de caixa.
Porém, na avaliação de Gouveia, da Legan, o adiamento da capitalização até mesmo para o ano que vem pode permitir que as ações da Petrobras voltem a respirar, adiando os efeitos negativos sobre os papéis para o médio prazo. "Se ficar para o ano que vem, tira-se a pressão
da diluição dos acionistas." (Beth Moreira e Olívia Bulla)
Fonte: AE Broadcast
Comunicado - Esclarecimento sobre Preço do Barril da Cessão Onerosa.
Rio de Janeiro, 19 de agosto de 2010 – Petróleo Brasileiro S.A. – Petrobras, em resposta ao Ofício/CVM/SEP/GEA-1/Nº353/2010, sobre matéria do jornal “Folha de São Paulo”, do último dia 18, sob o título de “Ministro vê barril mais perto de US$ 10”, baseada em declarações do Ministro de Minas e Energia e membro do Conselho de Administração da Petrobras, Márcio Zimmermann, esclarece: Em cumprimento às determinações do §1º, do artigo 3º, da Instrução CVM nº 358/02, a Companhia inquiriu o Ministro sobre as declarações presentes na reportagem. O Ministro afirmou que a declaração se referia a áreas com características semelhantes à do pré-sal já concedidos, e que em nenhum momento deu declaração assertiva a respeito da valoração dos barris da Cessão Onerosa. A afirmação de que esta declaração “é uma indicação de que deve ficar nesse intervalo de preço o valor a ser fixado das reservas” é exclusivamente uma inferência do jornal. Quanto à declaração de que o objetivo do governo é “maximizar o valor das reservas, já que eles são um bem da União”, deve-se ressaltar que a Cessão Onerosa será uma transação comercial entre duas partes, Petrobras e União, seguindo regras de mercado e respeitando as políticas de transação com partes relacionadas da Companhia e transparência. Desta maneira, é natural que ambas as partes busquem, através de negociações, maximizar seus resultados. Não se trata, portanto, de sinalização de que “o preço ficará mais próximo de US$ 10 do que de Nesta mesma matéria, o Ministro afirmou que o governo buscará o ”preço justo”, comprovando que ainda não há definição dos valores. A própria reportagem também afirma que a ANP ainda não entregou ao Ministério de Minas e Energia o resultado dos estudos encomendados à certificadora sobre o valor e volume das reservas que serão Cedidas Onerosamente à Petrobras. Por isso, não há que se falar em fato relevante conforme as regras da CVM, pois ainda não há informações concretas e definidas a respeito do preço dos barris. É importante ressaltar que a definição do preço dos barris que serão utilizados na Cessão Onerosa depende, dentre outros fatores – além da determinação das áreas que serão objeto da Cessão Onerosa –, da conclusão das avaliações da certificadora contratada pela Petrobras e da certificadora contratada pela ANP acerca do “preço justo”, e, somente após o fechamento desses laudos de avaliação é que a Petrobras e a União Federal discutirão e definirão o preço justo do barril da Cessão Onerosa. Sobre reportagens publicadas nesta data a Petrobras esclarece que a cessão onerosa continua em negociação e que a Companhia vem trabalhando para cumprir seu cronograma de realizar eventual oferta pública de ações em setembro. Até o momento, qualquer discussão sobre o valor dos barris da Cessão Onerosa é mera especulação, isso porque os laudos das certificadoras ainda não estão prontos. Esse comunicado é de caráter meramente informativo, não constituindo uma oferta, convite ou solicitação de oferta de subscrição ou compra de quaisquer valores mobiliários no Brasil ou em qualquer outra jurisdição e, portanto, não deve ser utilizado Atenciosamente, Relacionamento com Investidores www.petrobras.com.br/ri Relacionamento com Investidores I E-mail: petroinvest@petrobras.com.br / acionistas@petrobras.com.br Av. República do Este documento pode conter previsões segundo o significado da Seção 27A da Lei de Valores Mobiliários de 1933, conforme alterada (Lei de Valores Mobiliários), e Seção 21E da lei de Negociação de Valores Mobiliários de 1934, conforme alterada (Lei de Negociação) que refletem apenas expectativas dos administradores da Companhia. Os termos “antecipa”, “acredita”, “espera”, “prevê”, “pretende”, “planeja”, “projeta”, “objetiva”, “deverá”, bem como outros termos similares, visam a identificar tais previsões, as quais, evidentemente, envolvem riscos ou incertezas previstos ou não pela Companhia. Portanto, os resultados futuros das operações da Companhia podem diferir das atuais expectativas, e o leitor não deve se basear exclusivamente nas informações aqui contidas. |
JP Morgan elogia resultados do setor imobiliário e vê potencial de alta nas ações
Por: Beatriz Nantes
19/08/10 - 09h57
InfoMoney
19/08/10 - 09h57
InfoMoney
As top picks do setor para a equipe permanecem sendo PDG, Gafisa e MRV.
| Empresa | Ticker | Preço-alvo* | Upside | Recomendação |
| Cyrela | CYRE3 | R$ 28,00 | 17,6% | Neutro |
| Gafisa | GFSA3 | R$ 17,00 | 36,4% | Overweight |
| Rossi Residencial | RSID3 | R$ 17,00 | 3,0% | Underweight |
| MRV | MRVE3 | R$ 16,00 | 8,1% | Overweight |
| PDG Realty | PDGR3 | R$ 23,00 | 24,3% | Overweight |
| *Potencial teórico de valorização com base no fechamento de 18 de agosto |
Lançamentos e guidanceOs lançamentos agregados subiram 56% na base trimestral e 75% na comparação anual, enquanto para as pré-vendas o avanço foi de 17% e 29% nas mesmas bases. As receitas subiram a um ritmo ainda maior, de 51% e 20%, respectivamente. "A expectativa é que as vendas subam 33% este ano na média".
Além dos números expressivos, a equipe destaca que os lançamentos do primeiro semestre alcançaram 40% do guidance para o ano na média, e a expectativa é de forte crescimento até o final do ano, uma vez que os lançamentos têm ficado abaixo das vendas nos últimos seis trimestres, enquanto os estoques permanecem baixos.
Margens
A margem Ebitda (relação percentual entre geração operacional de caixa e receita líquida) subiu, na média, 2,6 pontos percentuais frente o primeiro trimestre - a exceção foi para Cyrela e Trisul, que reportaram piora no múltiplo.
Já o ROE (Retorno sobre o Patrimônio) registrou alta de 2,3 p.p. para 15,6%, com destaque para MRV, Rossi e PDG, que neste quesito ficaram entre 17% e 21%. "Esperamos que o ROE melhore ainda mais com as receitas continuando a crescer, mesmo que as margens líquidas continuem inalteradas", sustentam Huerta e Motta.
Citi reitera recomendação de compra e vê bom ponto de entrada para Fibria
Por: Equipe InfoMoney
19/08/10 - 09h27
InfoMoney
19/08/10 - 09h27
InfoMoney
Apesar de vislumbrarem uma maior volatilidade dos papéis até o fim deste ano, por conta de preços mais baixos da celulose, o Citi se posiciona como comprador do papel olhando para as perspectivas para 2011.
PerspectivasNa avaliação de Tavarez e Koh, um desinvestimento potencial da Fibria em negócios de papel poderia tornar a companhia mais sólida como player exclusivo do setor de celulose, além de ajudar na melhora do nível de alavancagem.
Essa possibilidade de desinvestimentos em ativos de papel foi levantada pelo presidente da Fibria, Carlos Aguiar, em teleconferência sobre os resultados do segundo trimestre, bem como o compromisso da companhia de expandir o seu core business de celulose.
Os dois negócios de papel que a Fibria possui representam junto cerca de 13% do Ebitda (geração operacional de caixa), de tal modo que o preço das duas unidades ficaria entre US$ 975 milhões e US$ 1,2 bilhão.
S&P garante que ratings da Petrobras não mudarão no curto prazo
Por: Anderson Figo
18/08/10 - 21h33
InfoMoney
18/08/10 - 21h33
InfoMoney
SÃO PAULO - A Petrobras (PETR3, PETR4) não terá seu rating de grau de investimento alterado no curto prazo, informou nesta quarta-feira (18) a presidente da Standard & Poors no Brasil, Regina Nunes, em entrevista à Reuters.
De acordo com Regina, a nota da estatal não deve sofrer mudança mesmo no caso de a capitalização não ocorrer no próximo mês, como previsto. "Na opinião da S&P, não está sendo discutido ela (Petrobras) perder o grau de investimento com a situação realista que ela tem hoje", disse a executiva, lembrando que a perspectiva da nota da petrolífera permanece estável.
Cabe ressaltar que, em junho, a agência de classificação de risco destacara em nota que estava monitorando de perto das implicações da revisão do plano de negócios na estrutura de capital e na liquidez da Petrobras. Além disso, a S&P destacou na época o "apoio extraordinário do governo brasileiro".
Sobre o aumento na dívida líquida da estatal para 34%, segundo os resultados do segundo trimestre, Regina avaliou que "não dá para formar a nota com base em um dado só". A executiva ainda ironizou dizendo que "o Brasil virou grau de investimento com conta corrente negativa". Por fim, a executiva destacou que, caso a capitalização não saia em setembro, a estatal terá de rever seu plano de investimentos.
Cabe ressaltar que, em junho, a agência de classificação de risco destacara em nota que estava monitorando de perto das implicações da revisão do plano de negócios na estrutura de capital e na liquidez da Petrobras. Além disso, a S&P destacou na época o "apoio extraordinário do governo brasileiro".
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