segunda-feira, 7 de junho de 2010

Ágora exclui Petrobras e lista nove ações em carteira recomendada para junho

Por: Equipe InfoMoney
07/06/10 - 14h59
InfoMoney

SÃO PAULO - Os analistas da Ágora listaram nove papéis em seu porfólio sugerido para o mês de junho, optando pela exclusão dos ativos da Petrobras (PETR4) e manutenção das outras nove ações recimendadas no último mês.

Com relação aos pesos de cada papel, houve elevação de exposição para todos, com destaque para a BM&F Bovespa, que passou de 5,6% para 7,2%. A maior exposição manteve-se com os ativos ordinários da Vale, com 18% de peso na carteira.

A carteira sugerida para este mês contém nove ações, sendo que seis delas compõem a carteira teórica do Ibovespa e três estão fora do índice.

EmpresaCódigoPreço-alvoUpside*Peso
BM&F Bovespa BVMF3 R$13,98 19,0% 7,2%
Gerdau GGBR4 R$ 43,22 80,0% 10,6%
Vale VALE3 R$ 87,58 84,0% 18,0%
Banco Daycoval DAYC4 R$ 11,30 36,1% 10,9%
Suzano SUZB5 R$ 22,40 45,4% 8,8%
Lojas Americanas LAME4 R$ 19,14 49,3% 11,2%
Energias do Brasil ENBR3 R$ 43,06 32,0% 10,3%
Itaú Unibanco ITUB4 R$ 46,74 36,4% 12,3%
AmBev AMBV4 R$ 207,00 18,2% 10,6%
*Potencial de valorização para dez/2010 com base no fechamento de 4 de junho

Citi corretora divulga carteira recomendada de ações para o mês de junho

Por: Equipe InfoMoney
07/06/10 - 12h08
InfoMoney

SÃO PAULO - A Citi Corretora apresentou sua carteira recomendada para junho, listando dez papéis que, na sua concepção, deverão ter desempenho diferenciado ao longo do mês. 

Levando em conta os preços-alvo calculados pela equipe de research, o maior potencial teórico de valorização fica com as ações preferenciais da Petrobras. Já, os papéis preferenciais da Vivo o menor upside, de 22,0%.

Confira a carteira para junho:

Citi Corretora
EmpresaCódigoPreço-alvoUpside*Peso
Itaú Unibanco ITUB4 R$ 54,75 59,9% 15%
Petrobras PETR4 R$ 49,00 67,5% 10%
Gerdau GGBR4 R$ 32,00 33,3% 10%
CSN CSNA3 R$ 35,00 33,8% 10%
Hypermarcas HYPE3 R$ 32,00 33,3% 10%
Pão de Açúcar PCAR5 R$ 79,00 37,4% 10%
AmBev AMBV4 R$ 211,50 20,9% 10%
Vivo VIVO4 R$ 60,00 22,0% 10%
Tele Norte Leste TNLP4 R$ 40,00 39,9% 5%
MRV Engenharia MRVE3 R$ 17,80 53,4% 10%
*Potencial de valorização em 12 meses com base no fechamento de 4 de junho

Citi eleva preço alvo para Braskem, com projeções mais favoráveis

Por: Equipe InfoMoney
07/06/10 - 09h54
InfoMoney


SÃO PAULO – Estimativas melhores e recente recuo do preço das ações. Estes foram os fatores considerados pelo Citigroup para elevar o preço alvo dos ativos da Braskem (BRKM5) para R$ 13,50 e também alterar a recomendação de venda para manutenção dos papéis da companhia.

“Enquanto nós mantemos uma visão de que 2011 deverá ser um ano mais fraco (devido às adições da capacidade global), nós vemos algum suporte vindo de um mercado doméstico mais forte e sinergias das recentes aquisições”, afirmou o Citi em relatório assinado pela analista Tereza Mello.

No tocante à elevação de projeções, o Citi explica que os novos números incorporam as previsões econômicas atuais, tais como resultados acima do esperado nos três primeiros meses deste ano, aumento de capital de R$ 3,7 bilhões, aquisição total da Quattor e compra da Sunoco Chemicals, nos Estados Unidos.

Para este ano, o Citi prevê lucro líquido de R$ 229 milhões para a Braskem, ante ganho de R$ 916 milhões em 2009. Já o Ebitda (geração de caixa) deverá ser de R$ 3,1 milhões, acima dos R$ 2,4 bilhões vistos no ano passado.

Aquisições bem-vindasO Citi avalia que a aquisição da Quattor, no começo deste ano, elevou a posição de liderança da Braskem no mercado petroquímico brasileiro, tornando a única companhia a produzir etileno no país. O aumento de capital anunciado junto à nova aquisição também é destacado pela analista Tereza Mello como positivo.

Por sua vez, a aquisição dos ativos da Sunoco Chemicals também foi vista com entusiasmo pela equipe de research do Citigroup. A capacidade de produção de 950 mil toneladas por dia em três plantas já foi incorporada aos números do Citi, ressalta a analista.

Atenta à agenda de indicadores, Coin divulga seu portfólio para a semana

Por: Equipe InfoMoney
07/06/10 - 07h59
InfoMoney

SÃO PAULO - A Coinvalores divulgou sua carteira de recomendações para a segunda semana de junho, pedindo atenção para os indicadores que devem ser divulgados no período.

"Deveríamos ter saído para o feriado na segunda", afirma a corretora, comentando as negociações da última semana. Na segunda-feira, quando o mercado norte-americano estava fechado por conta do Memorial Day, o Ibovespa apresentou leve alta, mas com baixo volume, lembra. "Quando foi a nossa vez de tirar um descanso, as bolsas mundiais apresentaram expressivas altas, ficando o descasamento". 

Por fim, na sexta-feira, o Ibovespa não agüentou as notícias negativas vindas do exterior, realizando na sexta e fechando com leve baixa a semana, destaca a corretora, que usa o período para exemplificar o que deve vir por aí: mais volatilidade, sobe e desce das commodities e muita cautela com as notícias vindas da Europa. 

Perspectivas
"Teremos uma agenda econômica de extrema importância para o Brasil, contudo, devendo dividir as atenções com os indicadores vindos do exterior", destaca a corretora, ressaltando a divulgação do PIB (Produto Interno Bruto) do primeiro trimestre, na terça-feira (8), que deve trazer taxas chinesas de cresimento. 


"Na quarta-feira (9) a agenda também está bem pesada, com taxas de inflação e anuncio da taxa de juros após o fechamento dos mercados".

Por fim, a corretora pede atenção para as questões envolvendo a fragilidade de países europeus, como por exemplo, a redução de notas de crédito de bancos espanhóis, tendem a continuar pressionando os mercados mundiais e definindo a trajetória das bolsas no curto prazo. 

Confira as recomendações:
Empresa Código Preço-Alvo
BR Malls BRML3 R$ 27,00
Randon RAPT4 R$ 13,00
ALL América Latina ALLL11 Em revisão
Cremer CREM3 R$ 21,00
Transmissão Paulista TRPL4 R$ 58,00

BR Malls
Contando com um portfólio variado, tanto em termos geográficos quanto por faixas de renda, a companhia deve se beneficiar do cenário macroeconômico favorável. "Além disso, o setor varejista está cada vez mais forte e, desta forma, o crescimento das vendas abre a possibilidade para ajustes dos aluguéis, pagos mensalmente pelos lojistas dos shoppings".

Randon
De acordo com dados da ANFAVEA (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores), a produção de caminhões e ônibus, que, por sua vez, é um balizador importante para os negócios da Randon, tiveram alta de 60,2% no mês de maio ante o mesmo período do ano anterior. O resultado do primeiro trimestre, em conjunto com os subsídios para o segmento, baseiam o otimismo em relação ao desempenho da empresa. 

ALL
Tendo reportado um bom resultado no primeiro trimestre, a companhia deve reportar números mais modestos no período seguinte. "Mas nada que deva desanimar o mercado", escreve a corretora. "Os yields devem seguir acima do patamar observado no ano passado, respeitando a sazonalidade, e há ainda o aumento do transporte de açúcar", por conta de uma parceria com a Cosan.

Cremer
A corretora revela que pptou por reforçar sua posição em Cremer nesta semana por enxergar bom potencial de retorno de suas ações, não só pela restituição de capital, mas também pelo potencial de crescimento do negócio, forte geração de caixa e distribuição de 100% do lucro líquido em proventos.

Transmissão Paulista
"Acreditamos que esta possa ser uma oportunidade de investimento na companhia, haja vista o potencial de valorização ante nosso preço alvo. Ademais, lembramos que diferentemente de outras empresas, a expectativa de índices de inflação mais pressionados é um ponto favorável para a companhia, que tem suas receitas reajustadas por tais indicadores", escreve a Coinvalores, sem deixar de destacar o perfil de boa pagadora de dividendos da empresa. 
 

Operação de Venda para 08/04/2010

Venda de USIM5
Condição de entrada: rompimento dos R$ 41,85
Condição de stop: rompimento dos R$ 46,60 ou fechamento acima dos R$ 42,60.
Motivo da operação: Rompimento de fundo anterior.
Tipo da operação: Swing trade curto.
Objetivo imediato: Próximo dos R$ 34,30.

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Recomendações de ações em junho buscam força da economia doméstica

Por: Equipe InfoMoney
04/06/10 - 15h22
InfoMoney


SÃO PAULO - Preocupados com os possíveis rumos da crise na Europa, estrategistas buscaram o refúgio da economia brasileira nos portfólios de recomendações do mês de junho. O bom momento do País, ancorado nas robustas projeções de crescimento, baseia este otimismo expresso nas carteiras recomendadas de ações no mês. 

"Os indicadores macroeconômicos demonstraram que a atividade econômica seguiu robusta. As vendas no varejo e a produção industrial apresentaram de novo fortes elevações sobre o ano anterior. O cenário foi favorecido também pela tendência cadente da taxa de desemprego, pela criação mensal recorde de empregos formais, pela expansão do crédito e pelo crescimento da massa salarial efetiva dos trabalhadores", destaca a equipe de análise do BB investimentos em seu relatório mensal de ações recomendadas. 

Por sua vez, Carlos Firetti e Dalton Gardiman, da Bradesco Corretora, afirmam que a boa performance operacional das companhias brasileiras deverá ser um dos principais drivers postivos para o mercado brasileiro em junho. "Contudo, mesmo que o Brasil se torne mais barato após a correção nos mercados, ele continuará correlacionado com o desempenho de outros mercados em épocas de estresse", avaliam. 

Estresse
O pomo da discórdia continua sendo a Europa. "A verdade é que, em sua essência, nada mudou. As preocupações que estiveram à tona no mês passado se baseiam nos mesmos eventos que vêm incomodando os mercados há algum tempo: o processo inflacionário na China e o pronunciado déficit fiscal em diversos países da UE (União Europeia)", explica Rodrigo Ferraz da Brascan Corretora. 


"Entendemos que é cedo para afirmar que a crise mundial afetará a economia global como ocorreu em 2008, criando uma forte desconfiança entre os agentes de mercado, o que naquele momento paralisou o mercado de crédito. É importante lembrar que, em maio de 2010, após os primeiros sinais de contágio financeiro, o mundo reagiu de maneira bastante pró-ativa, utilizando o melhor do ferramental empregado no capítulo anterior da crise e evitando qualquer default que pudesse lembrar o caso Lehman Brothers", ressalta, por sua vez, Cristiano Oliveira da Silva, do Banco Safra. 

Carteiras
Fugindo da crise, estrategistas buscaram nomes relacionados ao desenvolvimento da economia doméstica para o mês de junho. Um dos nomes mais citados entre as inclusões nos portfólios foi o da Marcopolo (POMO4), que deve se beneficiar da necessidade de renovação da frota de caminhões e ônibus no Brasil, além das melhores condições de financiamento no mercado nacional atualmente. Analistas também destacaram o resultado do primeiro trimestre da empresa.


Outro nome badalado entre as recomendações é o da PDG (PDGR3), por conta da incorporação das ações da Agre (AGEI3). Por fim, nomes atrelados ao setor energético, como Cemig (CMIG4), Cesp (CESP6) e Tractebel (TBLE3), também receberam atenção, dado a reconhecida característica defensiva destas ações.

Outro empresa que deve ocupar os holofotes do mercado em junho é a Petrobras (PETR3, PETR4). Após anunciar na última quarta-feira a contratação dos bancos Bank of America Merrill Lynch, Bradesco BBI, Citi, Itaú BBA, Morgan Stanley e Santander como coordenadores globais de sua oferta pública de ações, a companhia enfrenta a votação do modelo de partilha no dia 8 de junho, de sua capitalização no dia 9 e o projeto que cria a estatal do setor no dia 16. 

Agora é a hora
Por fim, vale destacar a opinião dos analistas do J.P. Morgan que se revelaram otimistas com a possibilidade de recuperação dos mercados latino-americanos, apontando que talvez seja a hora de ganhar com a alta. 


“Os fundamentos globais estão significativamente melhores que em 2008, nós vemos o contágio limitado na América Latina, valuations regionais atrativos e fluxos de recursos com suporte”, destaca o banco norte-americano.

Cenário Econômico Semanal – 31/Maio a 04/Junho

Agência Enfoque




Cenário Econômico Semanal

Em uma semana mais curta por conta de um feriado nos Estados Unidos, na segunda-feira, e na quinta-feira no Brasil, os principais mercados acionários sofreram com oscilações dos índices e encerrara o período com queda.

As atenções da semana ficaram concentradas para a divulgação de dados do mercado de trabalho nos EUA. Apesar da redução do desemprego acima do esperado, foram criadas menos vagas de trabalho do que o previsto pelos analistas. A situação fez com que os índices operassem em queda acentuada na abertura dos negócios na sexta-feira.

Outros fatores de destaque no noticiário internacional foram as renuncias do primeiro-ministro japonês, Yukio Hatoyama, e do presidente da Alemanha, Horst Koehler. Na sexta-feira, surgiu a informação de que a Hungria também está com grande dificuldade com sua dívida, o que levou mais preocupação para os investidores.





Cenário Externo


Após o feriado da segunda-feira, o primeiro indiciador de destaque da economia americana foi divulgado na terça. O índice de atividade econômica recuou para 59,7 pontos, mas ficou melhor que o esperado. Já os gastos com construção avançaram 2,7%, muito melhor que a expectativa.

No dia seguinte foi a vez de dados do mercado imobiliário. As vendas de casas pendentes em abril avançaram 6%. Apesar de o resultado ter sido melhor que o esperado, ficou abaixo dos números de março.

Na quinta-feira, marcada pelo feriado no Brasil, saíram os primeiros números do mercado de trabalho americano. O setor privado do país gerou 55 mil empregos em maio. Já as encomendas às fábricas, em abril, avançaram 1,2%.

O dado mais esperado foi divulgado apenas na sexta-feira, quando se tornou público que a taxa de desemprego nos EUA apresentou recuo para 9,7% em maio, contra resultado de 9,9% em abril. O resultado é menor do que a expectativa do mercado, que esperava uma taxa de desocupação de 9,8%.

Por outro lado, a geração de empregos no país foi pouco pior do que esperado. Isso porque foram gerados 431 mil postos de trabalho em abril, contra projeção de 540 mil por parte dos analistas.

Com isso, os mercados fecharam o período em queda. No caso do Dow Jones o caiu 2,00% aos 9.931 pontos. Já o S&P 500 perdeu 2,3% aos 1.064 pontos.





Confira os gráficos de longo prazo:







Cenário Interno


A semana foi de baixo volume de negócios no mercado brasileiro devido ao feriado nos EUA e o Corpus Christi por aqui. No entanto, a agenda reservou alguns destaques, devido ao fechamento do mês de maio, principalmente para índices de inflação e balança comercial.

Foi o caso do IPC da FIPE, índice de preços que leva em conta somente a capital paulista. O indicador fechou maio com elevação de 0,22%, o que representa uma desaceleração em relação aos 0,23% do mês passado. Já o IPC-S da última semana do mês passado ficou em 0,21%.

Já a balança comercial brasileira fechou maio com superávit de US$ 3,443 bilhões. O valor é o maior verificado desde junho do ano passado (US$ 4,604 bilhões). Com isso, média diária das exportações cresceu 40,7% em relação ao mesmo mês do ano passado (US$ 599,2 milhões). Já em relação a abril deste ano - quando a média diária das exportações brasileiras foi de US$ 758,1 milhões - o aumento foi de 11,2%.

No início da semana, foi divulgado o relatório Focus. A pesquisa realizada com analistas de mercado pelo Banco Central registrou a 10ª elevação consecutiva do PIB para 6,46%. Já o IPCA, após 18 semanas, teve sua expectativa em 5,67%.

Este cenário fez com o que o Ibovespa acumulasse na semana baixa de 0,40% aos 61.676 pontos.


Confira o gráfico de longo prazo e também as maiores altas, baixas e ações mais negociadas de semana:








As maiores altas da semana


ATIVO
CÓDIGO
ÚLTIMO
VARIAÇÃO
TELEMAR
TNLP3
38,89
14,38%
TELESP
TLPP4
36,90
6,34%
ELETROPAULO
ELPL6
32,36
6,27%
LOJAS AMERIC
LAME4
12,82
4,82%
GOL
GOLL4
21,20
4,64%





As maiores baixas da semana


ATIVO
CÓDIGO
ÚLTIMO
VARIAÇÃO
MMX MINER
MMXM3
10,37
-6,15%
FIBRIA
FIBR3
27,21
-6,14%
PDG REALT
PDGR3
14,75
-5,45%
CEMIG
CMIG4
24,38
-5,14%
DURATEX
DTEX3
14,77
-4,71%





Mais negociadas da semana


ATIVO
CÓDIGO
ÚLTIMO
VOLUME
SEGMENTO
VALE
VALE5
R$ 40,90
1.734.895.328,00
Minerais metálicos
PETROBRAS
PETR4
R$ 29,25
1.572.558.080,00
Exploração e/ou refino
OGX PETROLEO
OGXP3
R$ 16,12
678.468.296,00
Exploração e/ou refino
ITAUUNIBANCO
ITUB4
R$ 34,25
544.384.464,00
Bancos
VALE
VALE3
R$ 47,19
514.970.584,00
Minerais metálicos





Dólar:


A volatilidade da semana nos mercados fez com que a procura pelo dólar desvalorizasse moedas de diversos países. E o mesmo aconteceu com o real, que nos últimos cinco dias viu a moeda americana avançar 2,7% a R$ 1,859 para a venda e R$ 1,857 para a compra.


Confira o gráfico: