sexta-feira, 7 de maio de 2010

Carteira de dividendos da Omar Camargo concentra apostas em elétricas

Por: Equipe InfoMoney
07/05/10 - 08h17
InfoMoney

SÃO PAULO - A Omar Camargo divulgou sua carteira recomendada de dividendos para o mês maio, sem alterações em relação ao portifólio revelado para o mês de abril.

Na carteira do mês passado, as ações da Eletropaulo foram destaque, com a distribuição de um yield "impressionante". “Assim, nossa carteira bateu facilmente o CDI”, revelou a corretora, que, durante o período, registrou rentabilidade de 0,66%, enquanto a carteira fechou com alta de 4,03%.

Como na carteira recomendada do mês de abril, o peso distribuído para cada ativo manteve-se em 16,67%. Confira as recomendações para o mês de maio da corretora:
Empresa Código Peso
AES Tietê GETI4 16,67%
Coelce COCE5 16,67%
CPFL Energia CPFE3 16,67%
Eletropaulo ELPL6 16,67%
Eternit ETER3 16,67%
Souza Cruz CRUZ3 16,67%

Confira os indicadores e eventos corporativos previstos para sexta-feira

Por: Equipe InfoMoney
07/05/10 - 06h04
InfoMoney

SÃO PAULO - Na agenda desta sexta-feira (7), o destaque é a divulgação do Employment Report, aguardado pelos investidores por ser um importante termômetro da situação da economia norte-americana. No Brasil, atenção para indicadores inflacionários, como o IPCA, e continuação da agenda de divulgação de resultados.

Nos EUA
Aguardado com grande expectativa, o Employment Report de abril é composto pelos seguintes indicadores: Nonfarm Payrolls, com o número de empregos gerados na economia, excluindo agricultura e pecuária; Taxa de Desemprego; Average Workweek, com as horas trabalhadas semanais; e Hourly Earnings, com a remuneração por hora trabalhada.

Já o Consumer Credit, divulgado pelo Fed, tem o objetivo de medir o volume de crédito oferecido ao consumidor. Além disso, o presidente do Fed regional de Philadelphia, Charles Plosser, fará discurso para a Câmara de Comércio do estado de Delaware sobre perspectivas para a economia. 
Indicadores Horário de Brasília Referência Anterior Expectativa
Nonfarm Payrolls (EUA) 9h30 Abril 162 mil 187 mil
Taxa de desemprego (EUA) 9h30 Abril 9,7% 9,7%
Average Workweek (EUA) 9h30 Abril 34h 34h
Hourly Earnings (EUA) 9h30 Abril - 0,1% 0,1%
Consumer Credit (EUA) 16h00 Março - US$ 11,5 bilhões - US$ 3,9 bilhões

Cenário interno
O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulga o INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor), que mede inflação em todo o Brasil. O IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), também divulgado pelo IBGE, é utilizado pelo Banco Central para acompanhamento dos objetivos estabelecidos no sistema de metas de inflação.

Além disso, o IBGE divulga a Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil, que avalia os preços e custos dos materiais utilizados na construção civil. O IBGE publica também a Pesquisa Industrial Mensal, só que agora em sua versão regional. 
Indicadores brasileiros Horário de Brasília Referência Anterior Expectativa
Pesquisa da Construção Civil 9h30 Abril - -
INPC 9h00 Abril 0,71% -
IPCA 9h00 Abril 0,52% -
Pesquisa Industrial Mensal: Regional 9h00 Março - -

As seguintes empresas divulgarão resultados:
Empresas Horário de Brasília
Hering Após o mercado
Multiplus Após o mercado
General Shopping Após o mercado
TIG Após o mercado
Ez Tec Após o mercado
Ferbasa Após o mercado
Minerva Após o mercado
GSB Após o mercado

Além disso, as seguintes empresas realizarão teleconferência com seus acionistas:
Empresas Horário de Brasília
PDG Realty 9h00
MRV Engenharia 10h00
CSN 10h00
Metalfrio 10h00
Rodobens 10h00
Ultrapar 11h00
Cemig 16h00

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Erro de ordem do Citigroup pode ter levado à forte queda das bolsas nos EUA


Por: Julia Ramos M. Leite
06/05/10 - 18h09
InfoMoney


SÃO PAULO – Um erro de ordem em uma das grandes firmas de investimento pode ter desencadeado o efeito manada dos mercados visto na tarde desta quinta-feira (6), de acordo com o noticiário internacional. Há pouco, a CNBC e o site MarketWatch veicularam notícias atribuindo o erro ao Citigroup. Em resposta, o banco afirmou que não há evidências de um erro, mas que está “investigando a situação”.

A informação que vem de "múltiplas fontes", de acordo com a agência de notícias  CNBC, é que um trader deu uma ordem bilionária ao contrário de milionária em uma operação de venda envolvendo as ações da Procter & Gamble.

Há pouco, Rich Adamonis, porta-voz da NYSE, declarou que houve "um número de trades errôneos" durante o período em que o Dow Jones marcava queda de quase 1.000 pontos. "Nossos homens somente me informaram que a Nasdaq está investigando as ordens erradas".

Dow Jones e P&G
O movimento manada de venda nas bolsas de Wall Street teve início perto das 14h, quando a ação da Procter & Gamble passou de queda de 2% para desvalorização de 23%. A ação faz parte do índice Dow Jones, que sentiu o peso da queda das ações imediatamente - as ações da companhia norte-americana tem peso de 4,32% no índice. Os ativos fecharam em baixa de 2,27% na sessão, cotados a US$ 60,75. 


O mesmo fato ocorreu com as ações da 3M - que têm peso de 6,02% no Dow Jones. Os papéis,que abriram em leve alta aos US$ 86,06 e marcaram mínima nos US$ 69,00 no intraday.

Erro de ordem pode ter levado à forte queda das bolsas nos EUA

Por: Julia Ramos M. Leite
06/05/10 - 17h02
InfoMoney


SÃO PAULO – Um erro de ordem em uma das grandes firmas de investimento pode ter desencadeado o efeito manada dos mercados visto na tarde desta quinta-feira (6), de acordo com a rede norte-americana CNBC.

A informação que vem de "múltiplas fontes", de acordo com a agência de notícias, é que um trader deu uma ordem bilionária ao contrário de milionária em uma operação envolvendo as ações da Procter & Gamble.

Mais informações em breve

SENADO APROVA EMENDA QUE ELEVA TAXA DA FDIC PARA GRANDES

O Senado dos EUA aprovou, com 98 votos a favor e nenhum contra, uma emenda ao projeto de lei de reforma do sistema financeiro norte-americano que deve forçar os grandes bancos do país a pagar mais do que instituições financeiras menores para garantir os depósitos dos correntistas.

A emenda determina que a Corporação Federal de Seguro de Depósito dos EUA (FDIC, em inglês), passe a basear o cálculo da taxa cobrada dos bancos nos ativos totais das instituições financeiras menos o patrimônio tangível. Atualmente, o cálculo é feito com base nos depósitos domésticos das instituições.

"Acreditamos que a mudança forçará os mega bancos a gastarem mais para fazer seguro dos depósitos. Com efeito, os bancos que dependem menos de depósitos domésticos pagarão taxas mais altas", disse Jaret Seiberg, analista do Concept Capital, em uma nota aos clientes.

Jim MacPhee, presidente da organização Independent Community Bankers of America, disse em um comunicado que se a emenda for transformada em lei haverá uma redução nas taxas de 98% dos bancos com menos de US$ 10 bilhões em ativos. As informações são da Dow Jones. (Gustavo Nicoletta)

Fonte: Broadcast

Carteira recomendada da Ativa traz novidades para o mês de maio

Por: Equipe InfoMoney
06/05/10 - 10h31
InfoMoney


SÃO PAULO – Os analistas das Ativa Corretora citam fundamentos da economia brasileira e a expectativa de crescimento dos resultados das empresas como base das recomendações para este mês. "A dúvida que fica sobre esse cenário é justamente da parte internacional” afirma a equipe, se referindo à crise da Grécia e às discussões sobre a reforma do setor bancário dos EUA, em discussão no Senado.

Apesar da queda de 2,6%, o portfólio recomendado de abri registrou performance melhor frente ao Ibovespa, com queda de 3,4% no mesmo período. Com alta de 15,5%, as ações da Iochpe-Maxion foram o destaque de alta do mês abril. Entre os destaques negativos, ficaram Net, com desvalorização de 11,2%, seguida por MPX, com perda de 10,2%.

Para maio, as ações da Iochpe-Maxion foram substituídas pelos papéis da Tractebel. Além disso, a corretora aumentou o fatia das ações voltadas ao mercado doméstico.

Confira a carteira recomendada para ao mês de maio: 

Empresa
Código Peso
BR Malls BRML3 6,1%
Bradesco BBDC4 7,4%
Itaúsa ITSA4 6,4%
Petrobras PETR4 12,4%
MPX Energia MPXE3 5,7%
Vale VALE5 16,6%
Gerdau GGBR4 8,2%
CCR CCRO3 6,5%
Net NETC4 7,0%
Brookfield BISA3 7,0%
Weg WEG3 6,7%
AmBev AMBV4 5,0%
Tractebel TBLE3 5,0%

Br Malls
A empresa está bem posicionada no cenário macroeconômico atual, "com caixa elevado para aquisições, às quais serão destinados cerca de R$ 500 milhões em 2010", avalia a Ativa. A corretora salienta que a ação está barata na comparação com os pares do setor, com desconto de 21%.


Bradesco
A capilaridade do banco é citada como driver que permitirá capturar o movimento de recuperação da atividade bancária. Outro ponto destacado é que o Bradesco pode se beneficiar "diante da retomada do crescimento do crédito, queda da inadimplência e com o aumento da taxa de juro".


Itaúsa
O elevado patamar de rentabilidade mostrado no resultado do Itaú Unibanco confirmou as expectativas positivas dos analistas, o que deve impactar diretamente nos papéis.


Petrobras
Apesar de mais indefinições acerca da capitalização, os papéis foram mantidos pela corretora, embora tenham recomendação neutra "dada a fraqueza das ações até que todo o processo seja conhecido e que seja finalizado, o que acreditamos poderá se estender até agosto de 2010”.

MPX
A equipe mantém sua visão positiva em relação ao plano de negócios da MPX, mas a corretora reduziu a fatia das ações em sua carteira, pois acredita que os ousados planos de crescimento da geradora pode trazer volatilidade para seus papéis.

Vale
A corretora se mantém otimista com o papel, com expectativa de reaquecimento dos mercados onde a mineradora atua, o que "deverá levar a uma continuada retomada de crescimento de vendas e margens”. Além disso, a corretora destaca que a divulgação de resultados sobre a economia chinesa devem ser drivers importantes no curto prazo.

Gerdau
A empresa é tida como uma das que mais se beneficia do cenário de expansão do setor imobiliário no Brasil e que deve observar aumento da demanda de aço relacionado a investimentos em infraestrutura. "Considerando o cenário positivo para commodities metálicas no curto prazo, bem como a defasagem da Gerdau frente aos pares, elevamos a participação de Gerdau na carteira".

CCR
Um dos drivers importantes para a empresa, na visão da equipe, é o desempenho do tráfego no primeiro trimestre de 2010. Assim, a recomendação de compra foi mantida, uma vez que a CCR "está bem posicionada para aproveitar o crescimento dos investimentos em infraestrutura com disciplina de capital e com elevada agregação de valor".

Net
A equipe possui expectativa positiva com o potencial da base de assinantes, com "continuidade do crescimento de clientes e receitas em patamares elevados e manutenção de um bom nível de rentabilidade operacional". Com foco no potencial de valorização e nas perspectivas positivas em relação as ações da empresa, a Ativa elevou a fatia de participação da Net na carteira de 5,4% para 7,0%

Brookfield
Com a forte queda apresentada em março, as ações foram mantidas como "forma de exposição ao setor de construção civil", em função de sua alta exposição ao segmento de média renda, que está aquecido. Outro ponto importante é o valuation, considerado atrativo, com a empresa negociando com desconto expressivo de 20% frente às cinco grandes incorporadoras brasileiras.


WEG
As ações foram mantidas em função de sinais de melhoria das expectativas com relação aos investimentos em 2010.

AmBev
Os analistas da corretora consideram as ações menos suscetíveis à desaceleração do consumo, que poderá ocorrer devido ao aumento da taxa de juro. Com relação às operações internacionais, os analistas acreditam no crescimento dos volumes comercializados, crescimento que compensaria o fraco desempenho do mercado.

Tractebel
Para se aproveitar do cenário de aumento do consumo de energia, a corretora incluiu as ações ordinárias da empresa em sua carteira. “Acreditamos que o cenário seja positivo para a Tractebel, por se tratar de uma empresa com natureza de negócio estável, com características positivas associadas à expectativa de aumento da receita por MW faturado”, afirmam os analistas.

Spinelli traz 4 novidades em sua carteira recomendada para o mês de maio

Por: Equipe InfoMoney
06/05/10 - 10h25
InfoMoney


SÃO PAULO – Para o mês de maio, os analistas da Spinelli Corretora tem seu foco voltado para o crescimento da economia norte-americana, crise na zona do euro e no desempenho da economia brasileira.

Segundo os analistas da corretora, a economia dos EUA deve continuar ganhando força com a expectativa de criação de vagas no mercado de trabalho em abril, relatório que será publicado na próxima sexta-feira (7), o que pode trazer maior certeza sobre o crescimento real do país. Com relação ao desempenho da economia brasileira, a corretora aposta na produção industrial de março.

Já em relação ao portifólio de recomendação, pautado na possibilidade de melhora do cenário macroeconômico externo, a corretora realizou diversas alterações. As ações de Gerdau, Localiza, São Martinho, Marfrig e ALL foram retiradas, dando lugar para Bradesco, CCR, Lojas Americanas e Saraiva.

Além de ter incorporado novas ações a sua careira para o mês de maio, a Spinelli diminuiu a fatia das ações da Cremer em 1 ponto percentual, deixando as ações com um peso de 8% na carteira. Em contrapartida, o peso das ações de Vale aumentou 2 pontos percentuais em relação à carteira do mês anterior, representando 12% da carteira recomendada para o mês de maio.

Confira a carteira:
Empresa Código Preço-alvo Upside* Peso
Cremer CREM3 R$ 25,09 39,3% 8%
Duratex DTEX3 - - 10%
Bradesco BBDC4 - - 13%
Lojas Renner LREN3 - - 10%
CSN CSNA3 R$ 41,75 42,9% 10%
OGX OGXP3 -
10%
CCR CCRO3 - - 10%
Lojas Americanas LAME4 - - 10%
Vale VALE5 R$ 52,00 20,5% 12%
Saraiva SLED4 - - 7%
*Com base na cotação de fechamento do dia 4 de maio

Cremer
Apesar da forte valorização apresentada neste ano, a corretora mantém sua recomendação de compra, afirmando que empresa tem potencial de ganhos operacionais ao longo do ano, principalmente em função da boa performance no segmento de descartáveis para a saúde. Além disso, o plano de reforma de sua indústria têxtil pode trazer ganhos de produtividade e market share.


Duratex
Segundo a corretora, a melhora das condições econômicas deverá impactar positivamente nas vendas de materiais de construção. Os analistas  acrescentam que “as ações ainda estão descontadas no ano, com queda até o inicio de maio de cerca de 2%, fato que não pode ser justificado frente aos bons fundamentos mencionados anteriormente”.

Bradesco
O bom resultado do primeiro trimestre de 2010 associado à manutenção do guidance do ano, que inclui crescimento de carteira de crédito de 21% a 25% e receita de prestação de serviços de 7% a 11%, mantém o papel atrativo na opinião da corretora.

Lojas Renner
"Acreditamos que o setor de varejo deverá continuar sendo uma boa opção de investimentos para 2010", revela a Spinelli. A corretora acrescenta que o resultado com serviços financeiros foi expressivo e que as operações de empréstimo pessoal e seguros tiveram o melhor desempenho, justificando sua recomendação para a companhia.

CSN
A retomada da demanda por parte dos setores automotivo, máquinas e equipamentos, linha branca, embalagens e de construção, além da recuperação dos preços e volumes vendidos nas principais linhas de produtos, são os principais drivers que levaram os analistas da Spinelli a recomendarem compra para as ações.

OGX
Mais nova integrante do Ibovespa, o relativo sucesso da OGX em sua campanha exploratória tem contribuído para reduzir seu risco de execução percebido, autorizando avaliações mais favoráveis para as perspectivas da companhia, aponta a corretora. "Com R$ 7,8 bilhões em caixa, a companhia já tem disponíveis os recursos para financiar todo o investimento em exploração, bem como a produção inicial, esperada para o início de 2011, além da exploração de novas oportunidades de aquisição".

CCR
A Spinelli acredita que o resultado da empresa “deverá trazer um crescimento de tráfego da ordem de 2 dígitos, levando a um crescimento de 10% a 12% no ano de 2010”. Além disso, a corretora acredita que a CCR deve anunciar em breve a compra de uma empresa no mercado secundário.

Lojas Americanas
A páscoa, que no ano passado foi no 2° trimestre, deve trazer um impacto positivo nas vendas, e por isso a corretora acredita que o resultado referente ao primeiro trimestre de 2010 será forte. Além disso, a corretora destaca o plano de investimento (2010 – 2013) que prevê a inauguração de 420 lojas ao longo do período e finaliza afirmando que o desempenho dos papéis da empresa está defasado em relação as outras empresas do setor.

Vale
O recente anúncio de sua nova política comercial para os contratos de compra e venda de minério de ferro reflete a estratégia adotada pela Vale de maior flexibilidade nos contratos."O alinhamento da BHP Billiton e da Rio Tinto no mesmo sentido tem provocado aceitação por parte das siderúrgicas, que já vem repassando os aumentos", afirmam os analistas.

Saraiva
A Spinelli acredita que o resultado do primeiro trimestre de 2010 deve demonstrar recuperação de margens operacionais, fato que poderia animar os investidores. Além disso, a corretora destaca a expectativa de melhores vendas no mercado on line e aumento de vendas de livros para o governo. “Recomendamos as ações da Saraiva com base nos fundamentos operacionais da companhia” justificando a indicação de compra para os papéis.