quarta-feira, 20 de julho de 2011

Gradual não altera ações de empresas de sua carteira recomendada semanal

20 de julho de 2011 • 13h30Por: Equipe InfoMoney
SÃO PAULO - A Gradual Investimentos não alterou as ações das companhias que fazem parte de sua carteira recomendada para o período de 20 a 27 de julho, em relação à semana anterior. Entretanto, mudou o peso de alguns ativos no portfólio, com foco no calendário de divulgações de resultados corporativos trimestrais.
A corretora aumentou a exposição dos papéis PNA da Vale (VALE5) de 10% para 15%. No sentido oposto, oanalista Paulo Esteves optou por reduzir o peso das ações ordinárias da Minerva (BEEF3) em sua carteira, de 10% para 5%
Cenário
Em relatório, a Gradual acredita que o nível de estresse dos investidores pode diminuir no restante de julho com as definições acerca do teto da dívida pública norte-americana e do novo pacote de ajuda financeira à Grécia, fatos que vêm causando volatilidade nos mercados nos últimos dias.
Além disso, Paulo Esteves acredita que a intensificação das divulgações de resultados corporativos referentes ao segundo trimestre de 2011 no front doméstico poderá dar um novo fôlego para o Ibovespa, do mesmo modo como vem ocorrendo com a safra de balanços nos Estados Unidos.
Confira a carteira:
EmpresaCódigo Preço-alvo*  Upside**   Peso  
PetrobrasPETR4R$ 37,5065,56%15%
ValeVALE5R$ 60,5031,09%15%
NaturaNATU3R$ 50,2035,30%10%
MarisaAMAR3R$ 30,4045,52%10%
Sonae SierraSSBR3R$ 32,0032,39%10%
BrookfieldBISA3R$ 11,7080,00%10%
OiBRTO4R$ 20,6053,73%10%
MinervaBEEF3R$ 8,7059,63%5%
Banco ABC BrasilABCB4R$ 18,1074,54%5%
AlpargatasALPA4R$ 16,6049,01%5%
Tenab ConfabCNFB4R$ 6,5051,51%5%
* Preço-alvo para 12 meses
**Potencial de valorização em relação ao fechamento de 19 de julho

Desempenho
Na última semana, o carteira da Gradual teve uma rentabilidade negativa de 0,97%, contra queda de 1,04% no mesmo período do Ibovespa. No acumulado em julho, a corretora apresenta desempenho negativo de 3,672%, ante recuo de 5,32% do benchmark.
No ano, a lista de recomendações da Gradual mostra depreciação de 4,05%, enquanto o principal índice da bolsa paulista apresenta baixa de 14,75%.
Já no acumulado histórico do portfólio (iniciado em 9 de setembro de 2008), a carteira soma ganhos de 99,72%, contra alta de 21,98% do Ibovespa.

BofA Merrill Lynch eleva recomendação de OGX de neutra para compra

20 de julho de 2011 • 14h18Por: Vitor Silveira Lima Oliveira
SÃO PAULO – O Bank of America Merrill Lynch elevou nesta quarta-feira (20) a recomendação para as ações da OGX (OGXP3) de neutra para compra, refletindo as projeções de preços maiores para o petróleo no longo prazo.
De acordo com analistas, os ativos da empresa tendem a refletir de modo mais intenso o cenário de prazo mais longo, uma vez que a concretização de seus investimentos em produção conduzirá a uma geração de caixa mais favorável em alguns anos.
Novo cenário
Para 2012, o BofA Merrill Lynch elevou suas projeções para o preço do barril de petróleo tipo brent em 20%, para US$ 114,00. Já em 2013 e 2014, as estimativas foram aumentadas em 16% e 6%, para US$ 104,50 e US$ 95,00, respectivamente. 
Com base nestas projeções, a equipe de research elevou o preço teórico das ações da OGX de R$ 16,00 para R$ 17,50, o que implica um upside (potencial teórico de valorização) de 28,6% frente ao último fechamento.
Retorno futuro
“O efeito sobre o valuation dos resultados em 2011 e 2012 é menos importante que o efeito potencial de preços mais elevados no longo prazo”, afirmaram os analistas Frank McGann e Conrado Vegner, que assinam o relatório.
Existe um upside significativo, na avaliação dos analistas, uma vez que a empresa avança em seu “programa agressivo de desenvolvimento das descobertas nas bacias de Campos e Parnaíba”, bem como na exploração de áreas como Pará-Maranhão e reservas na Colômbia.

BofA reduz preço-alvo para Gafisa, mas mantém recomendação de compra

20 de julho de 2011 • 14h43Por: Anderson Figo
SÃO PAULO - O Bank of America Merrill Lynch cortou nesta quarta-feira (20) seu valor teórico para as açõesda Gafisa (GFSA3) de R$ 12,00 para R$ 10,00 ao final deste ano, o que mesmo assim ainda configura um expressivo potencial de valorização, de 47,7%, em relação ao último fechamento (R$ 6,77). A recomendação do banco para os papéis foi mantida em compra.
Em relatório, os analistas Carlos Peyrelongue e Fanny Oreng destacaram que, apesar da redução no target para a empresa, seguem otimistas em relação ao seu futuro.
Tal perspectiva é baseada em três fatores positivos, segundo eles, que são: forte retomada da margem operacional a partir do 3T11, melhora na relação entre dívida líquida e geração operacional de caixa, assim como valuation em linha com as outras empresas do setor.
"Nós estimamos que a margem Ebitda (relação percentual entre receita líquida e geração operacional de caixa) e o lucro líquido da Gafisa em 2012 devem atingir os níveis de 2010 de 19,9% e 11,4%, respectivamente, uma grande retomada dos níveis apresentados no 1T11, de 12,9% e 1,7%, nesta ordem", afirmaram os analistas.
Estimativas para resultados também sofrem corteApesar das perspectivas bastante otimistas do BofA para a Gafisa no próximo ano, os analistas do banco revelam que o corte no preço-alvo para a empresa em 2011 reflete seu fraco desempenho na primeira metade deste ano. Assim, além do objetivo de preço, a equipe do banco norte-americano também ajustou para baixo suas projeções para os resultados da companhia em 2011.
"Estamos reduzindo nossas estimativas de receita para 2011 e 2012 em 9% em ambos os anos, e nós também cortamos nossa projeção para margem de lucro líquido no mesmo período em 330 pontos-base e 110 pontos-base, respectivamente. Em consequência, nossa estimativa de lucro líquido para a Gafisa em 2012 passou de R$ 686 milhões para R$ 568 milhões, uma redução de 17%", concluíram os analistas do BofA.

Vale e Itaú Unibanco estão na carteira recomendada pela Ativa para esta semana

19 de julho de 2011 • 20h31Por: Equipe InfoMoney
SÃO PAULO - A Ativa divulgou sua carteira recomendada para a terceira semana de julho, mantendo apenas a AES Tiete (GETI4) em relação ao portfólio anterior. O destaque fica por conta da entrada de duas das ações de maior liquidez da BM&F Bovespa: Vale (VALE5) e Itaú Unibanco (ITUB4). 
A carteira apresentou queda de 1,6% no período de 11 de julho (cotação média diária) a 18 de julho (média até às 11h35) ante uma performance negativa de 2,1% do Ibovespa no mesmo intervalo de tempo. Entre os papéis que moldavam a carteira, destaque para as ações da PDG Realty (PDGR3) e da Telesp (TLPP4), que marcaram a maior queda e alta respectivamente, ao oscilarem -3,9% e +0,4%, nessa ordem. 
Nas últimas quatro semanas, a carteira acumula um retorno negativo de 5,1%, superior à queda do principal índice da bolsa paulista, em 3,6%, conforme informou a corretora. No acumulado em 2011, o portfólio da Ativa soma perdas de 4,1%, menor do que a queda de 14,7% reportada pelo benchmark no mesmo período.
Confira as recomendações da corretora:
Empresa  Código     Preço-alvo    Upside*  
ValeVALE5Em revisão-
BR MallsBRML3R$ 18,08+4,81%
AES TietêGETI4R$ 29,00+19,10%
Itaú UnibancoITUB4Em revisão-
MarcopoloPOMO4R$ 8,78+40,26%
Vale
A corretora vê uma boa performance nos próximos dias, seguindo a divulgação dos resultados da companhia previsto para o dia 28. O número deverá vir positivo, já que o preço do minério aumentou cerca de 20% frente o trimestre anterior e o volume vendido deverá se recuperar dos impactos climáticos.
BR Malls
O resultado do segundo trimestre deverá ser positivo, baseada na prévia de vendas da companhia, com a companhia possuindo um excelente desempenho operacional e os indicadores macroeconômicos favoráveis já divulgados.
AES Tietê
A Ativa destaca que a empresa possui um papel com perfil estável, dividendos elevados e baixo risco regulatórios e de mercado. A corretora destaca ainda que a deterioração do cenário internacional e maior volatilidade do mercado de ações tendem a beneficiar papéis desta natureza, tornando GETI4 uma opção atrativa no curto prazo.
Itaú Unibanco
As ações do Itaú tiveram forte queda no início do mês, o que a Ativa acredita ser por conta das expectativas de resultados do segundo trimestre. A corretora não espera números muito fortes para o banco, embora deverá ser preservado um patanar de rentabilidade saudável, o que deverá fazer com que a queda se veja exagerada.
MarcopoloA necessidade de renovação e ampliação da frota nacional de ônibus faz com que a corretora acredite em perspectivas positivas para a companhia, além da expectativa de bom resultado no segudo trimestre. Além disso, a queda recente das ações criou uma boa oportunidade de compra na opinião da Ativa. 

Carteiras recomendadas: até que ponto podemos confiar neste tipo de produto?

20 de julho de 2011 • 10h20Por: Anderson Figo
SÃO PAULO - "Queridinhas dos investidores", as carteiras recomendadas são aguardadas por um mercado afoito a cada início de um período, seja semanal ou mensal. Tanta euforia não é à toa, visto que estes portfólios trazem uma lista de ações teoricamente produzida por um time de profissionais focados em utilizar ferramentas das análises técnica ou fundamentalista para apontar quais os melhores papéis para investir em um determinado período de tempo.
A ideia agrada aos investidores, que recebem "de bandeja" sugestões de alocações, sem precisarem de tempo para acompanhar de perto os movimentos do mercado. Por outro lado, bancos e corretoras, que disponibilizam este tipo de produto, também saem satisfeitos por conseguirem agradar seus clientes, os quais indicam novas aberturas de conta. Mas, até que ponto podemos confiar nestes portfólios? Será que as instituições responsáveis por eles seguem as regras determinadas pelos órgãos reguladores?
Na análise de Vinicius Corrêa e Sá, superintendente de supervisão do analista da Apimec (Associação dos Analistas Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais), até o momento, as recomendações de bancos e corretoras têm seguido a risca as regras propostas tanto na instrução 483 da CVM (Comissão de Valores Mobiliários) quanto no Código de Conduta da Apimec.
Supervisão redobradaAté pouco tempo atrás, os analistas de mercado somente eram credenciados na CVM, a qual ficava responsável por fiscalizar suas atividades. Mas, em outubro do último ano, a instrução 483 da CVM também qualificou a Apimec como entidade credenciadora, fazendo com que os analistas de mercado, os quais são certificados pela própria Apimec, também tenham que ser credenciados por ela para poderem fazer recomendações de investimento.
Além de credenciadora, a Apimec passou ainda a fiscalizar as atividades dos analistas de mercado em conjunto com a CVM. "A CVM 483 vem normatizar o que seria o relatório de análise. Resumindo, o relatório de análise é uma recomendação ao investidor. Então, tudo aquilo que o analista escreve em termos de recomendação é encarado como relatório de análise. Seja qualquer tipo de relatório", explica Sá.
A 483 diz que os relatórios de análise devem ser escritos em linguagem clara e objetiva, diferenciando os dados factuais das interpretações. Factuais são todos aqueles que o analista tem que indicar a fonte, sejam eles índices de inflação ou algum outro indicador macroeconômico. Já as interpretações são as projeções e estimativas, além de, principalmente, as opiniões dos analistas.
"Nisso está incluído o relatório de análise fundamentalista, que é aquele relatório mais ‘parrudo’, que tem projeção, análise setorial, etc, assim como o relatório gráfico, aquele produzido com base na análise técnica", diz Sá. "Além disso, também são encarados como relatório de análise aqueles híbridos, que misturam tanto análise técnica quanto fundamentalista. Estão incluídos ainda os relatórios coletivos, como a gente chama, que são representados pelos stock guides, as carteiras recomendadas", completa.
Sá explica que o Código de Conduta da Apimec complementa a instrução 483 da CVM. "Ele não pode contrariar a norma da Comissão de Valores Mobiliários, mas pode somar à ela, trazendo novos procedimentos que o analista deverá seguir".
Fiscalização x ResultadosAo que tudo indica, a maior fiscalização do material produzido pelos analistas de mercado tem dado resultado. Embora a Apimec tenha recentemente acabado o procedimento educativo aos analistas e só agora começou a aplicar penalidades, a CVM, que já vem a bastante tempo punindo os membros do mercado de capitais, informou que em 2011 ainda não foi julgado nenhum caso de irregularidade cometida por um analista de mercado.
O procedimento de fiscalização é bem simples. "A 483 obriga todo analista até três dias após a distribuição do relatório de análise para terceiros e clientes, também enviá-lo para a Apimec. Na prática, o que ocorre é que para facilitar o email da supervisão da Apimec já está inserido no mailing de distribuição da maioria das casas de research. Então, quase automaticamente, esses relatórios são distribuídos para terceiros e a gente recebe", diz Sá.
Segundo o superintendente da Apimec, são recebidos em média cerca de 200 a 300 relatórios por dia, sejam eles fundamentalistas ou grafistas ou híbridos, além dos coletivos. Em posse deste material, uma equipe da Apimec fiscaliza os aspectos factuais e os aspectos técnicos. "Aqueles analistas responsáveis pelos relatórios de análise que não estiverem cumprindo as normas estarão sujeitos a penalidade", pondera.
PenalidadesDe acordo com Sá, as penalidades variam de acordo com a falha do profissional. Em geral, elas vão desde uma carta de advertência privada até o descredenciamento deste analista e a perda da certificação. Para este julgamento, são analisados os aspectos dos descumprimentos dos objetivos, nos quais a própria superintendência da Apimec aplica a advertência ou multa, e, nos casos mais graves, a entidade encaminha para seu conselho de supervisão.
"O conselho de supervisão foi criado para acompanhar o julgamento. Seria a parte jurídica. Ele é formado por membros não só da Apimec, mas também de outras entidades do mercado", explica Sá. Segundo ele, a Apimec, porém, só faz a fiscalização do próprio analista, e não da instituição a qual ele representa. Mesmo assim, isso não significa que essa instituição não será fiscalizada e eventualmente punida, caso cometa alguma irregularidade.
"A corretora ou o banco também é responsabilizada. Mas, com a 483, ficou dividido que o foco da Apimec na supervisão seria nos analistas de mercado, especialmente porque somos nós quem certificamos estes profissionais", diz Sá. "Nosso foco é muito mais no profissional. Agora, a CVM tem toda a prerrogativa de fiscalizar tanto o profissional, como também a instituição. O analista pessoa jurídica é fiscalizado pela CVM, a CVM que vai puni-lo caso ele cometa alguma irregularidade, já a Apimec como entidade credenciadora posse orientar a CVM de algum caso", completa.
Mesmo assim, Sá não descarta a possibilidade de a Apimec vir a fiscalizar também as instituições no futuro, além dos analistas. "A Apimec está mais voltada a fiscalizar o profissional, pelo menos por enquanto. Talvez com a evolução da auto-regulação, a CVM possa vir a passar esta responsabilidade para a Apimec", concluiu.
Carteiras: como é feita a líder do ranking InfoMoney?Respeitando as regras dos órgãos fiscalizadores, bancos e corretoras adotam cada um uma estratégia diferente para compor seus portfólios recomendados. Algumas delas, porém, se destacam com performances bem superiores ao Ibovespa. É o caso da Amaril Franklin, cuja carteira recomendada obteve a melhor performance no ranking elaborado pela InfoMoney em janeiro e maio deste ano, além de ter assumido em junho o posto de melhor colocada no ranking de 2011.
O analista Eduardo Rodrigues Machado, responsável pela carteira da Amaril, contou à InfoMoney como o portfólio da corretora é estruturado. "Para 2011, a equipe da Amaril decidiu, como parâmetro na montagem das nossas carteiras, focar nos papéis de maior liquidez, ou seja, aqueles que compõem o Ibovespa. Nos até apelidamos a carteira de democrática, pois ela pode receber aportes tanto de quem tem R$ 1 mil quanto de quem R$ 1 milhão", disse.
Segundo Machado, o foco da Amaril é mais conservador: uma carteira que não traga bastante volatilidade ou surpresas. "Assim evitamos ter em um mês bastante rentabilidade e no outro um prejuízo enorme, procurando montar um portfólio mais equilibrado mesmo". Machado explica que o critério de montagem das carteiras da Amaril é simples: utiliza-se a análise fundamentalista aliada à análise técnica. "A gente coloca na carteira não somente aquelas ações com bons fundamentos, mas também aquelas que representam boas oportunidades de entrada", ponderou.
Além disso, segundo o analista, o principal aspecto para a definição da carteira é o macro ambiente. "A gente analisa como está o momento para o mercado. Por exemplo, atualmente a bolsa está em forte queda. Todo mês estamos ajustando as recomendações de forma a aproveitar as oportunidades que surgem com esta queda da bolsa. Mas isso não é necessariamente uma regra, há a possibilidade de uma mesma ação ficar na carteira durante vários meses", concluiu Machado. 

Operação de COMPRA de WEGE3 para 21/07/2011

COMPRA de WEGE3

Condição de entrada: rompimento dos R$ 19,53
Condição de stop: rompimento dos R$ 17,35
Motivo da operação: Rompimento de importante resistência com aumento de volume.
Tipo da operação: Swing  trade médio.
Objetivo imediato: Próximo dos R$ 21,86.