sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

JPMorgan inicia cobertura da Magnesita, atribuindo preço-alvo de R$ 15,00

Por: Equipe InfoMoney
17/12/10 - 12h59
InfoMoney


SÃO PAULO – O JPMorgan iniciou a cobertura dos papéis da Magnesita (MAGG3), atribuindo um preço-alvo por ação de R$ 15,00 para o final de 2011 e com recomendação overweight (expectativa de que nos próximos seis a 12 meses a ação tenha um desempenho acima do restante dos papéis no universo de cobertura).


Entre os pontos positivos destacados pelos analistas, Rodolfo Angele e Mandeep Manihani, está o fato de que os gestores da companhia estão trabalhando em uma série de iniciativas que transformará a empresa, permitindo que ela alcance um crescimento de 140% no Ebitda (geração operacional de caixa) nos próximos 5 anos.


Ativos exclusivosOutro ponto de destaque é que a mina Brumado tem reservas de magnésio de alta qualidade e que, no ritmo atual, ainda deverá durar mais 185 anos para se esgotar.


Além desse fato, os analistas também destacam que a empresa criou um modelo custo por desempenho (CPP), que permite a empresa ganhar em preços e, consequentemente, obter melhores margens. "Essas são características exclusivas da Magnesita, os pilares de seu posicionamento competitivo na indústria e os drivers que permitem que a empresa entregue retornos acima da média em suas operações", afirmam.


Por fim, a dupla ainda aponta que a companhia é um "jeito inteligente" de se obter exposição ao setor siderúrgico, apesar de as mineradoras ainda serem as preferidas do banco. "Mas o alto preço de realização de contratos anteriores de CPP deve ser um catalisador para o preço das ações da empresa no curto prazo", escrevem os analistas. 


O preço conferido aos papéis da companhia foi baseado em uma combinação da análise do DCF (Fluxo de Caixa Descontado, na sigla em inglês) com a avaliação dos múltiplos. O upside (potencial de valorização teórico) é de 48,5% frente ao fechamento da última sessão.

Fato Relevante Petrobras - Descoberta de óleo leve na Bacia de Espírito Santo




Rio de Janeiro, 16 de dezembro de 2010 – Petróleo Brasileiro S.A. - Petrobras comunica nova descoberta de óleo leve em reservatórios arenosos na seção pós-sal da Bacia do Espírito Santo.
Essa nova descoberta se deu como resultado da perfuração do poço 1-BRSA-882-ESS, informalmente denominado Indra, estando localizado na Concessão Exploratória BM-ES-32 (Bloco ES-M-594). A Petrobras, que detém 60% dos interesses dessa Concessão, é a Operadora do Consórcio formado com a Statoil, detentora dos 40% restantes.
Essa nova acumulação de petróleo e gás situa-se a 140 quilômetros da cidade de Vitória, e os reservatórios com óleo possuem espessura porosa total em torno de 70 metros, encontrando-se a aproximadamente 3.850 metros de profundidade, em uma lâmina d’água de cerca de 2.100 metros, configurando-se, portanto, na descoberta de petróleo em águas mais profundas da Bacia do Espírito Santo.
Estimativas preliminares sugerem que se trata de uma acumulação de petróleo de 25 a 30 graus API, com qualidade similar àquela encontrada no Campo de Golfinho, do qual dista cerca de 70 quilômetros. Serão necessários estudos adicionais para avaliar volumes, extensão e produtividade desses reservatórios.

Atenciosamente, 
 
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Este documento pode conter previsões segundo o significado da Seção 27A da Lei de Valores Mobiliários de 1933, conforme alterada (Lei de Valores Mobiliários), e Seção 21E da lei de Negociação de Valores Mobiliários de 1934, conforme alterada (Lei de Negociação) que refletem apenas expectativas dos administradores da Companhia. Os termos “antecipa”, “acredita”, “espera”, “prevê”, “pretende”, “planeja”, “projeta”, “objetiva”, “deverá”, bem como outros termos similares, visam a identificar tais previsões, as quais, evidentemente, envolvem riscos ou incertezas previstos ou não pela Companhia. Portanto, os resultados futuros das operações da Companhia podem diferir das atuais expectativas, e o leitor não deve se basear exclusivamente nas informações aqui contidas.

Citi eleva recomendação da CCR para compra e reduz a da OHL para manutenção

Por: Equipe InfoMoney
17/12/10 - 08h24
InfoMoney


SÃO PAULO – Ao mudarem recomendações e classificações para as duas empresas do setor de concessionárias de rodovias que cobrem – CCR (CCRO3) e OHL Brasil (OHLB3) –, os analistas do Citigroup afirmam que é hora de “mudar de rumo” com relação às perspectivas para 2011.


As ações da CCR tiveram recomendação alterada de manutenção para compra e o preço-alvo para 12 meses passou de R$ 51,00 para R$ 54,00, upside (potencial teórico de valorização) em relação ao último fechamento de 21,29%. Já as ações da OHL Brasil tiveram a recomendação rebaixada de compra para manutenção, enquanto o preço-alvo foi reiterado em R$ 80,00, upside de 34,23%.


Interesse estrangeiro e gastos com infraestruturaOs analistas Stephen Trent e Angela Lieh destacam os potenciais impactos que o interesse estrangeiro e o desejo da presidente eleita Dilma Rousseff de melhorar a infraestrutura brasileira podem ter para as concessionárias rodoviárias em 2011, podendo levar à renegociação dos contratos de concessão existentes.


Segundo eles, companhias sul-coreanas e chinesas mostram interesse em projetos brasileiros, ao mesmo tempo em que Dilma deve preparar o País antes dos grandes eventos que estão por vir, como a Copa do Mundo de Futebol e as Olimpíadas. Sendo assim, o Brasil pode priorizar alguns projetos em detrimento de outros e pode facilitar a participação estrangeira”, afirma a dupla.


Esses fatos teriam consequências positivas porque, enquanto as empresas locais rejeitaram as baixas taxas internas de retorno, companhias estrangeiras, que contam com menor custo de capital, podem na verdade gostar deles. “Com o tempo correndo, a participação estrangeira pode auxiliar o Brasil cumprir com eficiência suas metas de infraestrutura dentro dos prazos”.


Implicações para OHL Brasil e CCRSegundo os analistas, esses fatos podem levar a OHL Brasil ou a CCR a renegociarem os contratos de concessão existentes, que possuem taxas internas de retorno mais altas.
“Entretanto, a urgência em relação ao tempo pode também levar os reguladores a pressionar a OHL Brasil a atender seus atuais requerimentos de investimentos”, diz a dupla. “Logicamente, se a inflação superar as expectativas, a CCR deve ter melhor desempenho devido à sua maior liquidez”, afirmam.

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Itaú BBA eleva preço-alvo da Braskem para R$ 24,30, com recomendação outperform

Por: Equipe InfoMoney
16/12/10 - 12h29
InfoMoney



SÃO PAULO - Os analistas da corretora Itaú BBA elevaram o preço-alvo das ações da Braskem (BRKM5) para R$ 24,30, para o fim de 2011, o que representa um upside (potencial de valorização teórico) de 30,3% em relação ao fechamento da última sessão.


Além disso, a recomendação outperform (desempenho acima da média do mercado) é reiterada pelos analistas do banco, Paula Kovarky e Diego Mendes.


Entre outros, os principais fatores que são levados em consideração para as avaliações são, o fato de que a demanda do mercado interno continuará a se expandir, permitindo que a empresa atrase o eventual impacto de um ciclo de baixa e também as potenciais sinergias que a Braskem capturará da aquisição da Quattor.


RiscoMesmo otimistas em relação à empresa, as principais fontes de risco apontadas pelos analistas são as potenciais implicações de se tornar o ator principal no mercado interno, após a aquisição da Quattor e a força do real.

Barclays eleva preço-alvo para imobiliárias, destacando ótimo ponto de entrada

Por: Equipe InfoMoney
16/12/10 - 12h14
InfoMoney


SÃO PAULO – Os analistas do Barclays elevaram o preço-alvo para os papéis da Brookfield (BISA3) e da Tecnisa (TCSA3), enquanto apontaram um cenário positivo para a Even (EVEN3), ao analisar o atual cenário para estas empresas.


“Nós acreditamos que as ações da Brookfield, da Even e da Tecnisa estão passando por um ponto de entrada excepcional, que compreende o aumento de volume, rentabilidade, e consequentemente, um momentum positivo para os ganhos, com valuations descontados”, indicam Guilherme Vilazante e Vinicius Mastrorosa, analistas do Barclays.


Brookfield“Esta provavelmente será a última vez que iremos nos referir à Brookfield como uma companhia emergente”, descrevem. A média de volumes negociados diariamente de mais de US$ 10 milhões e as novas projeções de lançamentos para 2011, acima de qualquer blue chip do setor em 2009, os levam a classifica-la deste modo, descrevem. “Em nossa visão, a empresa já está mostrando características de uma grande e líquida empresa de large cap, mas os papéis ainda não estão precificadas como uma”, indicam.


Assim, os analistas elevaram o preço-alvo da empresa para R$ 14,50, indicando um potencial teórico de valorização de 75,97%, além de elegê-la como a top pick do setor, ao lado da Gafisa.


TecnisaDo mesmo modo, o preço-alvo para as ações da Tecnisa foram elevados a R$ 16,00 (potencial teórico de valorização de 42,47%, com base na cotação de fechamento do último pregão) refletindo as novas estimativas de volume de vendas. Vilazante e Mastrorosa ressaltam a estratégica de sucesso para financiamento, a qual possibilitou elevar o volume a um novo patamar neste ano.


“Neste ano, a Tecnisa já entregou os lançamentos previstos no guidance de R$ 2 bilhões e, em nossa opinião, provou ser possível operar em um novo nível de negócios que ainda não estão refletidas no atual valuation”, apontam.


EvenPor fim, a Even é apontada como uma empresa com um sólido front operacional, balanços confortáveis, além de uma gerência classificada como positiva. Ademais, a companhia tem apresentado um ritmo de crescimento forte, mas cauteloso quanto à capacidade de execução, cuja estratégia ainda não se refletiu no valuation.


A Even já está totalmente capitalizada e preparada para ocupar a capacidade e se beneficiar da demanda e da alta no preço do setor imobiliário que tem sido observado no segmento de renda média e alta desde o início deste ano.

Socopa exclui ações de Cemig e Suzano da sua carteira "Top Pick"

Por: Equipe InfoMoney
16/12/10 - 11h48
InfoMoney


SÃO PAULO - A Socopa Corretora Paulistas divulgou sua carteira "Top Pick" recomendada para a segunda quinzena de dezembro de 2010.


Frente as alterações em relação à sua carteira da primeira quinzena de dezembro, destaque para a exclusão dos papéis da Cemig (CMIG4) e da Suzano (SUZB5).


As exclusões abriram espaço para as ações da Copel e da OGX. O desempenho esperado para a sua carteira contendo cindo sugestões é de 31,76% 


Confira as sugestões para o período:
Empresa  Código  Preço-alvo *  Upside**
CopelCPLE6R$ 49,0018,85%
GafisaGFSA3R$ 18,00**60,00%
PetrobrasPETR4Em revisão-
OGXOGXP3R$ 24,50**27,01%
ValeVALE5R$ 61,0021,18%
* Para 12 meses
**Potencial de valorização com base no fechamento de 15 de dezembro
*** Preço-alvo consenso Thomson Reuters 

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Gradual eleva peso da Vale em carteira recomendada para esta semana

Por: Equipe InfoMoney
15/12/10 - 15h14
InfoMoney


SÃO PAULO - A Gradual Investimentos divulgou sua carteira recomendada para o período que vai do dia 15 a 22 de dezembro. As principais modificações em relação ao portfólio anterior foram a exclusão dos papéis da Valid (VLID3) e o aumento do peso da Vale (VALE5), passando de 10% para 15%.


O quadro no cenário externo, sobretudo com a decisão da China de não elevar a taxa básica de juros, deve favorecer as commodities, com alta dos preços dos metais e também do barril de petróleo, na visão da corretora. Dessa forma, a opção para a semana foi retirar uma ação voltada ao mercado interno, que é a Valid, e aumentar o peso da Vale, diante do cenário positivo para o minério de ferro. 


Além disso, a Gradual destacou que os resultados da Vale foram muito sólidos no terceiro trimestre. As perspectivas da corretora são positivas para a empresa, dado o bom desempenho econômico-financeiro e seus novos projetos. Associado a isso, a Gradual ressaltou a tendência de manutenção de uma demanda global aquecida.


Setorial
O setor com maior participação na carteira da Gradual, assim como na semana anterior, é o de construção, responsável por 25% do portfólio. O setor de mineração teve seu peso aumentado de 10% para 15% e o setor de petróleo segue com 15% de participação. Juntos, os três setores compõem 55% das sugestões da corretora.



Desempenho
Nos últimos sete dias, a carteira recomendada da Gradual apresentou valorização de 0,12% frente à queda de 0,86% do Ibovespa no mesmo período. No acumulado anual, o portfólio registra alta de 15,39% diante da elevação de 0,22% do benchmark. 



Confira a carteira recomendada:
EmpresaCódigoPreço-alvo*Upside**  Peso  
PetrobrasPETR4R$ 37,50  45,2%15%
ValeVALE5R$ 60,5019,3%15%
Lojas AmericanasLAME4R$ 20,0028,9%10%
EternitETER3R$ 13,0016,1%10%
EzTecEZTC3R$ 16,0020,8%10%
CieloCIEL3R$ 20,0042,4%10%
BR FoodsBRFS3R$ 30,0015,8%10%
Gerdau MetGOAU4R$ 38,0039,2%5%
Suzano PapelSUZB5R$ 21,0034,6%5%
EucatexEUCA4R$ 8,008,8%5%
CremerCREM3R$ 23,0028,5%5%
* Preço-alvo para 12 meses
**Potencial de valorização em relação ao fechamento de 14 dezembro