terça-feira, 5 de outubro de 2010

SLW anuncia as apostas de sua carteira agressiva para o mês de outubro

Por: Equipe InfoMoney
05/10/10 - 12h39
InfoMoney


SÃO PAULO - A SLW Corretora divulgou sua "carteira agressiva" recomendada para outubro, voltada para investidores com um perfil mais arrojado. A única alteração em relação ao mês anterior é a exclusão dos papéis da GOL (GOLL4).


A corretora anunciou uma mudança no critério de formação de portfólios, com objetivo de desvincular a análise da formação dos índices das bolsas e "visando obter um maior potencial de retorno para os investidores", relata.


Maiores pesos
Os maiores pesos da carteira ficam com Fertilizantes Heringer, Gafisa, Fibria e Gerdau, todas com participação de 15% no portfólio. A primeira tem um potencial teórico de valorização de quase 70% frente à cotação de fechamento do último pregão, possibilidade atrativa principalmente após a performance ruim em setembro. A corretora confia na recuperação das ações baseada na perspectiva otimista e a sazonalidade favorável no segundo semestre, que devem impulsionar as vendas e a cotação dos papéis.


Da mesma forma, a Gafisa ganha espaço pelo desconto de seus papéis, que podem "continuar se recuperando", segundo a corretora. Nesse sentido, a Fibria é a outra aposta da SLW, que ressalta a redução das dívidas originadas a partir das perdas da Aracruz com derivativos, além das perspectivas de alta do preço da celulose.


Completando o grupo dos maiores pesos, a Gerdau é destaque devido às expectativas de aquecimento das atividades de construção civil em decorrência de eventos como Copa do Mundo, Olimpíadas e continuação do PAC. Nos EUA, a SLW confia que os pacotes de estímulo devem ajudar a melhorar as vendas físicas da empresa.


Carteira Agressiva
Confira a tabela com um resumo das apostas da corretora para o mês.
EmpresaAção  Preço-alvo    Upside*    Peso  
CosanCSAN3R$ 30,4022,2%10%
CyrelaCYRE3R$ 28,9015,6%10%
Fertilizantes Heringer FHER3R$ 12,5668,6%15%
Gafisa GFSA3R$ 15,4611,54%15%
Vale VALE5R$ 54,37
16,27%
10%
MMXMMXM3R$ 16,3427,55%10%
Gerdau GGBR4R$ 34,0750,75%15%
FibriaFIBR3R$ 37,2027,89%15%
* Potencial teórico de alta, baseado na cotação de fechamento de 4 de outubro

Itaú reduz preço justo e rebaixa recomendação de Petrobras a market perform

Por: Equipe InfoMoney
05/10/10 - 11h24
InfoMoney


SÃO PAULO - Retomando a cobertura dos papéis da Petrobras (PETR4) após o final do período de silêncio decorrente do processo de capitalização, a analista da Itaú Corretora, Paula Kovarsky, reduziu a recomendação da empresa de outperform (desempenho acima da média do mercado) para market perform (desempenho em linha com a média do mercado).


O corte na sugestão foi feito tendo em vista a diminuição no preço justo calculado para os papéis, com horizonte do final de 2011. As novas estimativas são de R$ 38,20, valor 29% menor do que a projeção anterior.


RazõesO preço justo menor tem diversos motivos. Dentre eles, a corretora ressalta a diluição resultante do processo de capitalização e acompra de 5 bilhões de barris a US$ 8,51, dois dólares acima do valor do estimado como justo pela analista. 


As estimativas levam em consideração ainda as adaptações às novas normas contábeis e um custo médio ponderado do capital mais alto, como forma de relfexo à nova estrutura de capital.


Além disso, a analista excluiu de seu modelo o campo de Júpiter e reduziu o valuation de Iara, atitude que se segue à divulgação do relatório da consultoria Gaffney Cline.


Prêmio grande demais?
Segundo Paula, a "saga da capitalização acabou", porém os papéis da Petrobras são negociados com múltiplos acima das principais petrolíferas do mundo. Ao se levar em conta o P/L (preço em relação ao lucro estimado) para 2011, a companhia apresenta prêmio de 34% em relação às demais.



Apesar de acreditar que a companhia mereça esta diferença, a analista ressalta que "os últimos dois anos reduziram a boa vontade do mercado em relação à Petrobras e o apetite dos investidores para pagar prêmios significativos".


Ainda há diversos pontos positivos
Embora tenha cortado a projeção e ressaltado o prêmio excessivo, Paula acredita avalia que o crescimento de reservas e o potencial de produção da Petrobras "são os melhores da indústria de petróleo, mesmo com ajustes para baixo".



Como a maioria dos investidores institucionais ficou underweight (exposição abaixo do peso de mercado) no setor de petróleo e gás e não prestou muita atenção ao processo da capitalização, "quando resolverem rever sua posição no setor, devem fazê-lo com uma mente fresca e serão capazes de se voltar para fundamentos e para o potencial de apreciação de 39%".


O único problema é que, no curto prazo, a analista não espera uma reação do tipo. Ao menos, segundo ela, não até que a economia dos Estados Unidos comece uma recuperação sustentável.

BTG eleva preço-alvo para Sabesp, mantendo sua recomendação neutra

Por: Equipe InfoMoney
05/10/10 - 11h03
InfoMoney


SÃO PAULO - Analistas do BTG Pactual elevaram o preço-alvo dasações da Sabesp (SBSP3) para R$ 40,00, em meio a expectativas de que um processo de revisão do retorno autorizado por reguladores sobre seus investimentos, a ocorrer no próximo ano, seja positivo para a companhia.


Outro destaque dos analistas resulta da revisão de suas estimativas para o acordo de serviços de saneamento com a cidade de São Paulo. De acordo com os analistas, os custos da prestação deserviços são repassados para o consumidor, o que poderá favorecer a companhia em uma eventual revisão tarifária.


Retorno
De acordo com conversas realizadas com responsáveis pelo órgão regulador da empresa, os analistas do BTG Pactual acreditam que a primeira revisão de taxa de retorno da Sabesp acontecerá em meados de 2011. Acrescentam também que tal revisão seguirá um modelo baseado no retorno sobre os ativos (ROA, termo em inglês) e que há um potencial de alta no longo prazo. 


Apesar da revisão, o BTG Pactual manteve sua recomendação para a empresa, que era neutra. “ Nós simplesmente não acreditamos que a revisão baseada na taxa de retorno, que vemos como o ponto fundamental para os próximos 12 meses, irá transformar a Sabesp em uma grande geradora de caixa”, avaliam os analistas do banco.

PDG Realty: resultados preliminares não animam Citi, que reitera manutenção

Por: Equipe InfoMoney
05/10/10 - 08h16
InfoMoney


SÃO PAULO - A PDG Realty divulgou na última segunda-feira (4) o resultado dos lançamentos e vendas do terceiro trimestre e, embora tenha apresentado uma performance superior - tanto em base anual quanto na passagem mensal -, não foi capaz de trazer otimismo à equipe do Citi, que manteve sua recomendação de manutenção sobre os ativos PDGR3.


De acordo com o documento emitido ao mercado pela companhia, as vendas contratadas entre os meses de julho e setembro alcançaram R$ 1,852 bilhão - um crescimento de 39,3% em relação ao mesmo período do ano anterior e em linha com as estimativas do banco.


70% do guidanceCom 67 projetos, o VGV (valor geral das vendas) lançado no terceiro trimestre da PDG atingiu R$ 2,040 bilhões, alcançando 70% do ponto médio do guidance previsto (entre R$ 6,5 bilhões e R$ 7,5 bilhões) para os lançamentos neste ano.


De acordo com a empresa, 63% do total de lançamentos foi concentrado no segmento econômico, sendo mais da metade deles elegíveis ao programa "Minha Casa, Minha Vida".


Por fim, as vendas sobre oferta atingiram 33%, face os 30% dos três meses anteriores e, “permanecendo em níveis bastante fortes”, comenta Dan McGoey, analista responsável pelo documento do Citi.


Conclusão: manutenção“Apesar de ter registrado melhoria contínua em sua velocidade de vendas e, tendo alcançado 70% de seu guidance, reiteramos a nossa sugestão de manutenção devido à nossa preferência sobre o setor imobiliário comercial e oportunidades de crescimento e com Gafisa (GFSA3) e MRV (MRVE3)”, conclui McGoey.


Quanto ao preço-alvo do Citi sobre os papéis da PDG Realty, este manteve-se em R$ 20,30, cifra que, tomado a cotação de fechamento do último pregão, representa um potencial teórico de depreciação de 3,4%.

Spinelli promove alterações em carteira com top picks para a semana

Por: Anderson Figo
05/10/10 - 07h21
InfoMoney


SÃO PAULO - A Spinelli divulgou sua carteira de top picks para esta semana, promovendo duas alterações no portfólio em relação à semana passada: saem os papéis da Dasa (DASA3) e do Banrisul (BRSR6), que dão espaço para os ativos da Rossi e do Itaú Unibanco.
"Esperamos grande movimentação nos mercados por conta do início de divulgação de resultado do terceito trimestre de 2010 nos Estados Unidos. A Alcoa puxa a lista, com a divulgação do balanço na quinta-feira", ressaltou a equipe da corretora, chefiada por Kelly Trentin.


A Spinelli acredita que o mercado vai ficar de olho ainda em indicadores econômicos norte-americanos, brasileiros e europeus. "A agenda econômica da semana traz, além dos dados do mercado de trabalho norte-americano, o desempenho do setor de serviços na Europa e a inflação no Brasil", completou a corretora.


PortfólioNa última semana, a carteira de top picks da Spinelli registrou uma valorização de 4,8%, movimento superior a alta de 3% registrada pelo Ibovespa no mesmo período.  


Confira as recomendações:
Empresa  Código  Preço-alvo*  Upside**
Pão de AçúcarPCAR5R$ 75,3226,71%
Itaú UnibancoITUB4R$ 47,2815,74%
Rossi ResidencialRSID3R$ 19,5119,99%
ValeVALE5R$ 64,6738,30%
CetipCTIP3R$ 18,6114,88%
*Consenso Bloomberg para 12 meses
** Potencial de valorização com base no fechamento de 4 de outubro


ValeDestacando o bom fluxo de notícias envolvendo a mineradora no curto prazo, a Spinelli acredita que a companhia deverá apresentar um resultado positivo no terceiro trimestre deste ano, em função, principalmente, do efeito do reajuste dos preços de minério de ferro para o período.


CetipA equipe da corretora ressaltou que a empresa é a maior registradora e depositária de instrumentos financeiros de renda fixa no Brasil. Além disso, a Spinelli destacou que o crescimento do crédito no País será um importante driver para a ação no curto prazo. "Em nossa visão, o fato de a Cetip ser forte geradora de caixa e boa pagadora de dividendos também contribui com nossa visão positiva", avaliou a corretora.


Itaú UnibancoA Spinelli segue otimista com o setor financeiro, de olho em boas perspectivas para o crescimento do crédito no País, bem como para uma melhora da inadimplência no setor. Além disso, a corretora avalia que aperformance das ações do Itaú Unibanco abaixo de seus pares em 2010 deverá, gradativamente, ser reduzida.


Pão de AçúcarA recomendação dos papéis da varejista decorre da boa perspectiva da Spinelli para o setor. "Os bons dados de crédito bancário e do mercado de trabalho em agosto no Brasil corroboram no cenário de evolução do consumo no País, tanto no que tange a bens duráveis, quanto semi-duráveis e não duráveis", destacou.


Rossi ResidencialDestacando o bom momento para o setor de construção civil, a Spinelli vê "um cenário promissor para empresas desse segmento que possuam maior diversificação geográfica". A corretora ressalta ainda que a ação da companhia está sendo negociada com um desconto em relação à seus pares ao considerarmos a evolução dos papéis do setor no ano. A Spinelli possui ainda uma boa perspectiva de que o governo possa anunciar novos estímulos de crédito imobiliário ao setor. 

Santander apresenta portfólio para quem procura ganhos com dividendos

Por: Equipe InfoMoney
05/10/10 - 07h02
InfoMoney


SÃO PAULO - O Santander Private Banking divulgou sua carteira de recomendações de ações com foco em dividendos, para investidores que buscam uma estratégia mais conservadora. 


O principal diferencial desta modalidade de portfólio é a indicadação do dividend yield para cada papel. Com exceção da Telesp, todas as demais ações listadas são de empresas do setor elétrico.


Confira as recomendações:
EmpresaCódigoPreço-alvo
2010 
Upside*Dividend Yield
2010 
Peso
EletropauloELPL6R$ 37,2022,7%13,80%20%
TelespTLPP4R$ 39,00-2,9%10,50%20%
Equatorial EnergiaEQTL3R$ 19,8589,6%
17,90%20%
CPFL EnergiaCPFE3R$ 39,60-0,1%6,60%20%
CoelceCOCE5R$ 34,5026,6%10,0%20%
*Potencial de valorização calculado com base na cotação de fechamento do dia 4 de outubro

Operação de Compra de TLPP4

Compra de TLPP4
Condição de entrada: R$ 40,90
Condição de stop: fechamento abaixo dos R$ 39,11
Motivo da operação: Papel rompeu resistência com volume após acumulação.
Tipo da operação: Swing  trade médio.
Objetivos: R$ 42,60 e R$ 44,15