| |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
Agenda Econômica Semanal – 02 a 06/Agosto
sexta-feira, 30 de julho de 2010
Colunista InfoMoney: primeiros passos do investidor em ações
Por: Paulo Roberto Esteves de Barros Souza
30/07/10 - 17h41
InfoMoney
30/07/10 - 17h41
InfoMoney
Bem, tal idéia é equivocada. A ação na verdade representa uma fração do capital social de uma empresa, ou seja, ação é um “pedaço” de uma companhia aberta. Tome, por exemplo, uma siderúrgica: sua ação será uma parcela das instalações industriais, escritórios, depósitos, estoques, equipamentos, capital humano, know how, marcas e patentes, participação de mercado, etc.
Portanto, podemos entender o investimento em ações como uma excelente forma de participação do desenvolvimento econômico do país e como importante alternativa de diversificação da poupança individual com foco na acumulação de capital no longo prazo.
| "Muitos ainda veem a bolsa quase como um cassino; tal ideia é equivocada" |
Consciente da natural volatilidade das bolsas frente a outras alternativas de investimento, o aplicador deve ter em mente que não deve alocar valores que poderá necessitar no curto prazo em ações. Em prazos curtos de tempo, as bolsas são muito suscetíveis ao noticiário macroeconômico e aos próprios movimentos de fluxos de recursos. Já quando se investe em ações no longo prazo, o tempo trabalha a favor para que os fundamentos das empresas se concretizem e consequentemente ocorra a valorização das ações.
Ilustrando o raciocínio, nos últimos 30 anos o PIB brasileiro cresceu a uma taxa média anual de 2,7% e o Ibovespa apresentou uma rentabilidade média anual de 34,3% em termos reais. Ou seja, não só a bolsa espelha o natural crescimento econômico do país, como tem o poder de amplificar a sua valorização ao longo do tempo.
A questão do tempo, talvez até por um fator cultural, deve ser reforçada aqui no Brasil. Enquanto nos Estados Unidos, por exemplo, se vive em uma economia relativamente estável há muito tempo, o investidor daquele país está acostumado ao planejamento financeiro de longo prazo. Já no Brasil, vivemos um mundo de “ciranda” financeira e de hiperinflação por um bom período e de certa forma, uma economia estável ainda é um “mundo” novo para a gente.
Ou seja, enquanto nos Estados Unidos, os casais há décadas estão acostumados a montar uma carteira de ações para um filho recém-nascido, antevendo os gastos da universidade para dali a quase duas décadas, só recentemente os brasileiros passaram a incorporar efetivamente o mercado acionário como uma alternativa plausível de poupança visando uma meta no longo prazo (faculdade do filho, complementação da aposentadoria, compra de um imóvel).
Pão de Açúcar tem preço-alvo e recomendação reduzidos pelo JP Morgan
Por: Juliana Pall Farias
30/07/10 - 16h38
InfoMoney
30/07/10 - 16h38
InfoMoney
SÃO PAULO - O fraco desempenho no segundo trimestre e a sinalização negativa trazida pelo adiamento da conclusão da associação com a Casas Bahia levaram o JP Morgan a revisar para baixo suas projeções para o Pão de Açúcar (PCAR5). A recomendação para as ações, que antes era overweight (expectativa de que nos próximos seis a doze meses a ação performe acima da média das ações dentro do universo de cobertura), passa para neutra. E o preço-alvo para o final de 2011, que era de R$ 81, foi cortado para R$ 64.
No mesmo sentido, os ADRs tiveram a recomendação reduzida de overweight para neutra e o preço-alvo caiu de US$ 85 para US$ 68. "Nós não adicionaríamos as ações do Pão de Açúcar [ao portfólio] neste momento dada a falta de visibilidade, e nós acreditamos que a ação vai andar de lado até o final do terceiro trimestre", dizem em relatório os analistas Andrea Teixeira, João Mamede e Felipe Oliveira.
Com a queda de 20% no lucro por ação entre abril e junho deste ano, as projeções para este parâmetro no acumulado de 2010 e 2011 foram ainda reduzidas em 28% e 25%, respectivamente.
Casas Bahia
E não só o resultado do segundo trimestre é destacado como fator negativo. O JP Morgan vê com maus olhos a postergação da conclusão da associação com a Casas Bahia, uma vez que "levanta questões sobre a qualidade da carteira de crédito (com potencial baixas contábeis no futuro) e sobre o nível geral de lucratividade à frente".
Ainda que o acordo entre Pão de Açúcar e Casas Bahia traga boas perspectivas num horizonte de longo prazo, o banco reduziu de R$ 3 bilhões para R$ 2,5 bilhões a sinergia esperada deste negócio, destacando que o montante ainda supera o guidance das empresas, de R$ 2 bilhões.
Desconto frente aos pares
A equipe de analistas diz ainda que os investidores exigirão um prêmio para investir nas ações do Pão de Açúcar, dado que outras large caps do setor varejista, entre elas Lojas Renner (LREN3) - top pick do banco - e Natura (NATU3) , trouxeram surpresas positivas em seus balanços.
Assim, o desconto de 11% que as ações PCAR5 apresentam atualmente em relação a seus pares na América Latina é tido como justificado pelo JP Morgan.
No mesmo sentido, os ADRs tiveram a recomendação reduzida de overweight para neutra e o preço-alvo caiu de US$ 85 para US$ 68. "Nós não adicionaríamos as ações do Pão de Açúcar [ao portfólio] neste momento dada a falta de visibilidade, e nós acreditamos que a ação vai andar de lado até o final do terceiro trimestre", dizem em relatório os analistas Andrea Teixeira, João Mamede e Felipe Oliveira.
Com a queda de 20% no lucro por ação entre abril e junho deste ano, as projeções para este parâmetro no acumulado de 2010 e 2011 foram ainda reduzidas em 28% e 25%, respectivamente.
Casas Bahia
E não só o resultado do segundo trimestre é destacado como fator negativo. O JP Morgan vê com maus olhos a postergação da conclusão da associação com a Casas Bahia, uma vez que "levanta questões sobre a qualidade da carteira de crédito (com potencial baixas contábeis no futuro) e sobre o nível geral de lucratividade à frente".
Ainda que o acordo entre Pão de Açúcar e Casas Bahia traga boas perspectivas num horizonte de longo prazo, o banco reduziu de R$ 3 bilhões para R$ 2,5 bilhões a sinergia esperada deste negócio, destacando que o montante ainda supera o guidance das empresas, de R$ 2 bilhões.
Desconto frente aos pares
A equipe de analistas diz ainda que os investidores exigirão um prêmio para investir nas ações do Pão de Açúcar, dado que outras large caps do setor varejista, entre elas Lojas Renner (LREN3) - top pick do banco - e Natura (NATU3) , trouxeram surpresas positivas em seus balanços.
Assim, o desconto de 11% que as ações PCAR5 apresentam atualmente em relação a seus pares na América Latina é tido como justificado pelo JP Morgan.
Cenário Econômico Semanal – 26 a 30/Julho
| |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Indicadores EUA - 10h55
EUA: Universidade de Michigan: Confiança do Consumidor: 67,8; previsão: 67
Fonte: Bloomberg
Não há mais indicadores relevantes nos EUA hoje
Indicadores EUA - 10h45
ISM: Gerentes de compras Chicago: 62,3; previsão: 56
Fonte: Bloomberg
Próximos Indicadores
10h55
Indicadores EUA - 9h30
PIB: anualizado (T/T): 2,4%; previsão: 2,6%;
Consumo pessoal: 1,6%; previsão: 2,4%
PIB: Índice de preços: 1,8%; previsão: 1,1%
Principais gastos pessoais (T/T): 1,1%; previsão: 1,0%
Índice custos c/ pessoal: 0,5%; previsão: 0,5%
Fonte: Bloomberg
Próximos indicadores
10h45
ISM: gerentes de compras de Chicago
10h55:
Univ. de Michigan: Confiança do Consumidor
Assinar:
Postagens (Atom)