sexta-feira, 16 de julho de 2010

Indicadores EUA - 10h55

EUA: Universidade de Michigan: Índice de confiança do consumidor: 66,5; previsão: 74,0

Fonte: Bloomberg


Não há mais indicadores relevantes para o dia de hoje

Ativa revisa estimativas para o Pão de Açúcar e recomenda compra das ações

Por: Anderson Figo dos Santos
15/07/10 - 21h26
InfoMoney


SÃO PAULO - A Ativa Corretora revisou nesta quinta-feira (15) suas estimativas para o Pão de Açúcar (PCAR5), elevando o preço-alvo dos papéis de R$ 69,19 para R$ 85,57 cada, para junho de 2011 - um upside de cerca de 35% sobre o último fechamento. Além disso, a recomendação da corretora também foi revisada para cima, passando de neutra para compra.

Em relatório, a analista Juliana Campos explica que a corretora incorporou em seu valuation as novas premissas macroeconômicas, operacionais e a fusão do Pão de Açúcar com a Casas Bahia.

De acordo com Juliana, a elevação na recomendação da companhia decorre do fim das incertezas sobre a operação com a Casas Bahia, bem como o potencial de valorização oferecido.

"Em linha com o guidance, esperamos a abertura de 100 lojas em 2010, com alta de 8,1% da área de vendas", projetou a analista, que acredita que tal incremento será puxado pelas bandeiras Assai, Extra Hiper e Super.

Ponto Frio
Com um olhar positivo, a analista também revisou suas premissas para o Ponto Frio, esperando uma reversão na margem Ebitda (relação percentual entre geração operacional de caixa e receita líquida) negativa da empresa em 2009 para 3,6% neste ano. No ano que vem, a projeção é ainda mais positiva, sendo esperado que a margem Ebitda alcance 4,4% em 2011.

Em relação às vendas, a Ativa segue com uma perspectiva também favorável. "As projeções indicam uma alta de 43,9% nas vendas brutas de mercadorias em 2010 sobre 2009, o que sinaliza ganho de market share após o incipiente resultado de vendas praticamente estáveis em 2009", completou Juliana.

Riscos
Entre os riscos apontados pela analista para a tese de investimento da Ativa está, entre outras coisas, uma possível desaceleração na demanda por bens duráveis em decorrência dos juros maiores, bem como a maior concorrência em regiões específicas como o Rio de Janeiro.

Morgan Stanley recomenda maior exposição às ações da Cosan em relação a Ultrapar

Por: Anderson Figo dos Santos
15/07/10 - 18h36
InfoMoney


SÃO PAULO - O Morgan Stanley recomenda aumentar a exposição aos papéis da Cosan (CSAN3) em relação às ações da Ultrapar (UGPA4), destacando um cenário positivo para as operações de ambas as companhias nos próximos meses. Em relatório, os analistas Subhojit Daripa, Javier Martinez de Olcoz Cerdan e Alessandro Baldoni revelaram que a recomendação deve-se ao gap no valuation entre as duas companhias, visto atualmente como excessivo e com perspectiva de correção.

De acordo com os analistas, a boa perspectiva para a Cosan decorre do acordo que a empresa deverá firmar em breve com a Shell. "Nós esperamos que a Cosan e a Shell fechem o acordo no início de agosto, impulsionando o Ebitda (geração operacional de caixa) do segmento de distribuição da Cosan para 24% (ante os atuais 11%)", disseram.

A equipe do banco lembrou, contudo, que o Ebitda da Ultrapar em distribuição é de aproximadamente 80%. "Nós acreditamos que a Cosan deverá ser negociada com um desconto em relação à Ultrapar, dada sua elevada exposição aos negócios cíclicos", avaliaram os analistas, que, em contrapartida, avaliam o atual desconto das ações da Cosan frente às da Ultrapar como excessivo. Neste sentido, o banco possui um call de desempenho acima da média do mercado para a Cosan e de equal-weight (em linha com o mercado) para a Ultrapar.

Segundo os analistas, o gap entre os valuations deverá ser diminuído por três catalisadores: o fechamento do acordo entre Shell e Cosan no início de agosto, o possível anúncio das estimativas de sinergias em setembro e uma melhora na lucratividade de ambas as companhias.

Entre os riscos para as perspectivas das empresas, o Morgan Stanley citou atrasos no acordo entre Shell e Cosan, volatilidade nos preços do etanol e do açúcar e uma possível aquisição pela Ultrapar que possa impulsionar sua lucratividade. 

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Integração com Medial leva JPMorgan a elevar projeção de lucro para Amil

Por: Equipe InfoMoney
15/07/10 - 14h53
InfoMoney


SÃO PAULO - A integração rápida com a Medial e a diminuição de custos financeiros levou o JPMorgan a rever a projeção para o lucro por ação da Amil (AMIL3), com a expectativa de que os resultados da empresa surpreenderão positivamente. O banco ainda estabeleceu preço-alvo de R$ 20 para as ações da companhia em dezembro de 2011, o que corresponde a um upside de 31,6% em relação ao fechamento de quarta-feira (14).

Para o final de 2010, o preço-alvo é de R$ 16. Os analistas João Mamede e Andrea Teixeira, responsáveis pelo relatório, também aproveitaram as projeções otimistas para a companhia para reiterar recomendação Overweight (expectativa de retorno acima do projetado para o universo de cobertura dos analistas nos próximos 6 a 12 meses) para os papéis da empresa.

Medial
O JPMorgan acredita que a incorporação e a reversão de resultados na Medial têm sido mais rápidos do que era esperado, já que o guidance inicial era elevar a margem Ebitda (relação percentual entre a receita líquida e a geração operacional de caixa) de 0,3% em 2009 para um patamar próximo de 8% em 2013. No entanto, já no resultado referente ao primeiro trimestre de 2010, a margem Ebitda ajustada da Medial foi alçada a 5,9%.

De acordo com os analistas, a performance se deve essencialmente a três fatores: precificação melhor (embora o banco acredite que a taxa de abandono dos serviços oferecidos irá aumentar, esse fator deve ser ofuscado por preços mais altos, o que já foi demonstrado no balanço do primeiro trimestre), aumento do uso de rede própria e diluição de despesas administrativas.

Integração de redes
A Medial, explica o JPMorgan, tem cerca de 40% dos custos integrados a sua própria rede de hospitais e clínicas, que no entanto estavam sendo utilizados abaixo de capacidade considerada ótima. A integração de cerca de 30% entre as companhias, aliada à diluição de custos com o volume de pacientes da Amil, deve contribuir para que as margens do negócio continuem em expansão, avaliam os analistas.

Cade deve aprovar aquisição no final do ano
A instituição ainda prevê que o CADE (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) irá aprovar o negócio até o final deste ano, com base na sinalização positiva dada pela Agência Nacional de Saúde cerca de um mês após o anúncio da operação. O JPMorgan acredita também que a regulação cada vez mais dura adotada pela ANS deve agir como "importante catalisador para consolidações, já que players menos eficientes devem lutar para sobreviver". Assim, a opção para essas companhias de menor porte, explicam os analistas, é vender o negócio para operadoras maiores (como a Amil) ou deixar a indústria.

Revisão de projeções
Além do aumento da estimativa de lucro por ação para os ativos da companhia em 43% para 2010, passando de R$ 0,57 para R$ 0,85, e em 27% em 2011, para R$ 1,08, o JPMorgan também revisou a projeção para o Ebitda (geração operacional de caixa), que deve dobrar em 2010 e avançar 23% em 2011.

As estimativas anteriores, considera o banco, eram muito conservadoras porque levavam em conta recuperação mais lenta da Medial e também custos financeiros mais altos, já que não se sabia como seria o financiamente da dívida para recompra das ações da companhia adquirida. A Amil, no entanto, conseguiu levantar R$ 750 milhões a um custo baixo, explica o banco, e com o fluxo de caixa saudável da empresa os analistas optaram por adotar postura menos conservadora.

Riscos
Embora as projeções sejam positivas para o setor, com aumento da renda, diminuição da taxa de desemprego e envelhecimento da população no Brasil, os riscos ao negócio ficam por conta da aquisição da Medial, caso uma taxa maior de clientes deixe o plano de cobertura da empresa, epidemias ou guerras de preço com outras operadoras de planos de saúde, avalia o banco.

Santander faz seis alterações em seu portfólio para o mercado de ações brasileiro


Por: Equipe InfoMoney
15/07/10 - 14h23
InfoMoney


SÃO PAULO - O Santander revelou nesta quinta-feira (15) as mudanças em seu portfólio recomendado composto por ações brasileiras, elencando quais as companhias sua equipe acredita que deverão se sobressair no mercado.

Os analistas Marcelo Audi e Leonardo Milane, que assinam o relatório, optaram pela inclusão dos papéis do Bic Banco e da BR Malls. No caso da primeira companhia, a dupla de analistas argumenta que os ativos foram escolhidos para captar as perspectivas de crescimento do crédito no segmento de middle market. Já com relação à segunda, a crença de que a empresa irá atingir seu guidance foi o principal vetor para sua entrada na carteira recomendada.

Por outro lado, as ações de Localiza, Tegma, Cesp e Vivo foram removidas do portfólio. Na visão de Milane e Audi, as duas primeiras registraram um desempenho acima da média do mercado desde o início de junho, o que levou à exclusão. Quanto à Cesp, o motivo de sua saída deve-se ao atual panorama da economia doméstica, que não justifica o desempenho desta ação acima da média do mercado. Por fim, a Vivo foi removida devido às incertezas em torno da possível troca de acionistas da operadora.

Como ficou o portfólio do Santander:
SetorEmpresas  Peso Atual  Peso Prévio 
Construção Civil Cyrela (CYRE3), MRV (MRVE3) e PDG (PDGR3) 12,5% 11,2%
Consumo e Varejo Lojas Renner (LREN3) e Hering (HGTX3) 9,0% 7,4%
Instituições Financeiras Itaú Unibanco (ITUB4), Cielo (CIEL3),
BM&F Bovespa (BVMF3) e Bic Banco (BICB4)
23,7% 23,7%
Indústria Iochpe-Maxion (MYPK3) e Randon (RAPT3) 3,9% 3,0%
Transporte GOL (GOLL4) e CCR (CCRO3) 9,7% 8,7%
Saúde Amil (AMIL3) 2,5% 2,0%
Administração de Propriedades BR Malls (BRML3) 2,2% 0,0%
Mineração  Vale (VALE5) 14,4% 16,8%
Petróleo, gás e Petroquímica Petrobras (PETR3) 16,1% 16,4%
Siderurgia CSN (CSNA3) 6,0% 4,7%

BofA ML eleva projeções para Embraer, refletindo entregas durante segundo trimestre

Por: Equipe InfoMoney
15/07/10 - 12h19
InfoMoney


SÃO PAULO - Dados divulgados na última semana pela Embraer (EMBR3), que apontaram a entrega de 69 jatos  ao longo do segundo trimestre deste ano, foram bem recebidos pelo Bank of America Merrill Lynch, levando o banco a elevar suas projeções de lucro à companhia. 

O número “superou as nossas previsões para 50 aeronaves”, afirmam Ronald J. Epstein, Sara Delfim e Elizabeth Grenfell, analistas que assinam o relatório do BofA. “Como resultado, estamos elevando nossa previsão do segundo trimestre em US$ 0,06, de US$ 0,26 para US$ 0,32”, completa a dupla.

Mais revisões para cima
Além disso, a surpreendente quantidade de aeronaves entregues levou a equipe a expandir também suas projeções para o restante do ano. “Esperamos agora 102 entregas de jatos comerciais em 2010 e 150 jatos executivos, incluindo 133 jatos Phenom”, revelam. Anteriormente, as expectativas eram de 90 jatos comerciais e 137 executivos, inclusos 120 Phenoms.

Dando seqüência à séria de revisões deflagradas com a divulgação da Embraer na última semana, os analistas projetam agora um lucro de US$ 1,25 por ação neste ano, face aos US$ 1,15 esperados anteriormente, sendo US$ 0,32, US$ 0,31 e US$ 0,43 correspondentes aos segundo, terceiro e quarto trimestres deste ano, respectivamente.

Valuation mantido
Embora os números tenham animado os analistas,eles  não foram capazes de elevar nem a projeção de preço-alvo para os ADRs (American Depositary Receipt) - que segue traçado a US$ 25,00 -, nem a visão "underpeform", de desempenho abaixo da média do mercado.

EUA: Senado aprova reforma financeira

EUA: Senado aprova reforma financeira; 60 votos favor, 39 contra;
EUA: Lei exige registro de fundos de hedge e private equity;
EUA: lei estabelece supervisão para agências de rating;
EUA: Lei cria novo escritório federal de seguros;
EUA: lei vai regulamentar mercado de balcão p/ derivativos;
EUA: FED se torna o principal órgão regulador do sistema financeiro;

Fonte: AE Broadcast