quinta-feira, 1 de julho de 2010

Morgan Stanley seleciona seis Top Picks brasileiras para julho

Por: Equipe InfoMoney
01/07/10 - 13h20
InfoMoney

SÃO PAULO - O Morgan Stanley divulgou nesta quinta-feira (1) relatório no qual revela quais suas dez top picks na América Latina para o mês de julho, sendo seis delas companhias brasileiras: Vale, MMX, OGX, Brasil Brokers, Santander e Indústrias Romi.


Dentre as nacionais, as únicas companhias que ainda não estavam presentes nas preferências do banco no última mês eram Brasil Brokers e Romi. O critério para incluí-las foi praticamente o mesmo: fraco desempenho de suas ações exibido recentemente e múltiplos atrativos frente aos seus pares.


No entanto, além dos dois fatores, a Brasil Brokers ainda detém a percepção da equipe do banco, formada pelos analistas Guilherme F. Paiva e César A. Medina, de que os investidores precificaram a elevação no juro doméstico além do justificável.


Já no caso da Indústrias Romi, o terceiro fator que impulsionou a preferência da dupla por seus papéis foi a visão de que a companhia deverá se beneficiar do vigor dos novos pedidos à medida que há uma forte expansão na produção industrial brasileira.


CCR E Weg deixam preferidas
Vale destacar por fim que CCR e Weg, que faziam parte das top picks do banco ao longo do mês de junho, foram removidas para este mês.


Além das companhias brasileiras, o Morgan Stanley destacou as empresas mexicanas Homex, America Movil e Banorte, além da Copa Airlines.


Confira as projeções para as top picks nacionais:
 Empresa  Código  Preço-alvo*   Upside** 
Brasil Brokers BBRK3 R$ 10,00 71,80%
Indústrias Romi ROMI3 R$ 15,50 41,03%
MMX MMXM3 R$ 15,00 42,58%
OGX OGXP3 R$ 22,00 31,57%
Vale (ADR) - US$ 36,00 -
Santander (ADR) - US$ 17,00 -
*Preço-alvo visando dezembro de 2010.
**Potencial de valorização em relação ao fechamento de 30 de junho.

BB Investimentos divulga carteira recomendada para o mês de julho


Por: Equipe InfoMoney
01/07/10 - 11h23
InfoMoney


SÃO PAULO - O BB Investimentos divulgou sua carteira recomendada para o mês de julho, contendo 10 ações e exibindo várias alterações em relação ao portfólio de junho, que trazia 13 papéis.


Foram retiradas do portfólio as ações de Açúcar Guarani, Brasil Foods, Itaú Unibanco, Localiza, MRV, Usiminas e Vivo e inseridos os ativos de CCR Rodovias, Lojas Americanas, PDG Realty e Randon. Marfrig, Natura, OGX Petróleo, Telemar, Tractebel e Vale foram mantidos.


DesempenhoNo mês passado, a carteira recomendada da corretora obteve uma performance negativa de 0,55%. Apesar do declínio, o desempenho foi melhor do que o do Ibovespa, que recuou 3,26% no período. Já no acumulado em 12 meses, o portfólio acumula valorização de 33,9%, ante 18,4% de alta do benchmark.


Confira as recomendações:
Empresa Código Peso
CCR Rodovias CCRO3 10%
Lojas Americanas LAME4 10%
Marfrig MRFG3 10%
Natura NATU3 10%
OGX Petróleo OGXP3 10%
PDG Realty PDGR3 10%
Randon RAPT4 5%
Tractebel TBLE3 10%
Telemar TNLP3 10%
Vale VALE5 15%

Souza Barros recomenda ações para julho, com foco em mercado interno


Por: Equipe InfoMoney
01/07/10 - 10h46
InfoMoney

SÃO PAULO - A Souza Barros divulgou suas carteiras recomendadas para o mês de julho - uma contendo cinco ações, outra com 10 -, as quais a corretora acredita serem boas opções de investimento para o mês que começa nesta quinta-feira (1).


Em relação ao portfólio de julho com cinco papéis, a corretora trocou todos os papéis, substituindo Hypermarcas, Klabin, Marcopolo e Petrobras e TIM Participações por Brookfield, Lojas Americanas, Cia Providência, Usiminas e Randon. 
Carteira de cinco ações
Empresa Código Preço-alvo* Upside**
Brookfield BISA3 R$ 11,82 51%
    Lojas Americanas LAME4 R$ 16,89 29%
Cia Providência PRVI3 R$ 9,30 56%
Usiminas USIM5 R$ 62,50 29%
 Randon  RAPT4 R$ 16,00 55%
*Valor projetado para o final de 2010.**Potencial teórico de valorização com base no fechamento do dia 30 de junho. 


Portfólio com 10 ações
Por sua vez, na carteira com 10 ações recomendadas, a Souza Barros optou pela exclusão de Natura, Hypermarcas, Klabin, Tim Participações, Tractebel, Eletropaulo e Marcopolo, incluindo Lojas Americanas, Cia Providência, Randon, Telesp, Ultrapar, BR Malls e Petrobras.

Carteira de 10 ações
Empresa Código Preço-alvo* Upside**
Lojas Americanas
LAME4 R$ 16,89 29%
Cia Providência PRVI3 R$ 9,30 56%
Randon RAPT4 R$ 16,00 55%
Telesp TLPP4 R$ 46,50 28%
Ultrapar UGPA4 R$ 97,71 13%
BR Malls BRML3 R$ 31,89 35%
Vale VALE5 R$ 47,50 25%
Brookfield BISA3 R$ 11,82 51%
Petrobras PETR4 R$ 42,50 55%
Usiminas USIM5 R$ 62,50 29%
*Valor projetado para o final de 2010.**Potencial teórico de valorização com base no fechamento do dia 30 de junho. 

Ativa Corretora vê possível IPO de Usiminas Mineração como positivo para a empresa


Por: Equipe InfoMoney
01/07/10 - 09h39
InfoMoney

SÃO PAULO – A equipe de research da Ativa Corretora vê como positiva uma possível abertura de capital dos ativos de mineração da Usiminas (USIM5). Eles acreditam que, caso isso realmente se concretize, a empresa manterá o controle e o direito de preferência na compra do minério de ferro da Usiminas Mineração, o que a beneficiará.


“A companhia já havia divulgado que a estratégia para a empresa de mineração era de, inicialmente, atrair um parceiro (Sumitomo) que pudesse reconhecer o valor dos ativos. Entretanto, em um momento mais propício, a nova empresa poderá captar recursos no mercado de dívida e de equity”, contam os analistas.


Eles explicam ainda que a participação do Sumitomo nos negócios da Usiminas Mineração poderiam cair para 25%, caso o IPO (oferta inicial de ações) da nova companhia ocorra, mas com o controle ainda nas mãos da mineradora brasileira. Com a compra anunciada, o Sumitomo detém 30% dos ativos dos negócios de mineração.


Bom preço, bom negócioAlém disso, a Ativa também avalia que o spin-off dos ativos de mineração e logística, assim como a venda de partes desses negócios, permitem uma melhor precificação da nova empresa. Isto, para os analistas, também vai refletir no valor da própria Usiminas.


“O spin-off dos ativos de mineração e logística e venda de parte dos mesmos permite a melhor precificação do negócio. É importante ressaltar que estes valores são referentes à uma transação concreta, não se trata de negociações ou pura especulação”, completam.


O preço pago pelo Sumitomo para adquirir parte da nova empresa foi acordado em US$ 1,929 bilhões, sendo US$ 579 milhões condicionados à confirmação de eventos futuros.

Analistas técnicos avaliam queda do Ibovespa e viabilidade de trade com CSN


Por: Rafael de Souza Ribeiro
01/07/10 - 08h45
InfoMoney

SÃO PAULO - Depois de engatar uma tendência de alta de curto prazo em meados de junho, o Ibovespa  inicia julho em alerta. Abaixo de suas principais médias móveis, o índice enfrenta agora o suporte na região dos 61.000 pontos, último fundo formado pelo mercado.


A perda da faixa entre 61.000/60.800 pontos seria um sinal péssimo para os comprados, já que o Ibovespa encontrará suporte forte somente em 59.200 pontos e 57.900 pontos, aponta a equipe da Focques-Ceccato Analistas Técnicos, ou seja, um potencial de baixa de aproximadamente mil pontos.


Ganhando força de baixa e com seu IFR (Índice de Força Relativa) diário de 14 períodos pouco longe da região considerada sobrevendida, a equipe sugere “procurar pontos de venda, não de compra” no mercado.


Todo modo, caso o índice retome sua força compradora, ou seja, volte negociar acima das médias móveis de 10 e 20 dias, que passam pela região dos 63.000 pontos, o Ibovespa enfrentará o topo formado em 66.000 pontos, algo pouco provável neste momento.


Fique de olho!Na esfera das ações, Marlo Barcelos, da Investor, e a equipe do Bradesco, chamam a atenção para os papéis ordinários da CSN (CSNA3), que oscilam dentro de uma congestão em forma de triângulo.


A perda da base desta figura, ou seja, o suporte em R$ 26,00, levará o papel novamente aos R$ 25,00, fundo formado em fins de maio. Abaixo deste patamar, o Bradesco vê suporte somente em R$ 23,80.


Do outro lado, a manutenção da base do triângulo oferece o teste dos R$ 28,00, afirma Barcelos, resistência de curto prazo, que, uma vez rompida, arma um pivô de alta no gráfico diário que pode levar o papel novamente aos R$ 29,00 e R$ 30,70, avalia o banco.


Portanto, o trader deve ficar atento ao rompimento de uma das extremidades para operar na ponta compradora ou vendedora, visando um day trade ou até para prepara um swing trade com base nos R$ 28,00 (compra) ou R$ 25,00 (venda).

quarta-feira, 30 de junho de 2010

Santander eleva recomendação das ações da Embraer para compra

Por: Equipe InfoMoney
30/06/10 - 20h15
InfoMoney


SÃO PAULO - Acreditando que os ativos da Embraer ainda não refletem as melhores perspectivas traçadas para a companhia nos próximos anos, o Santander elevou a recomendação tanto das ações listadas na bolsa brasileira (EMBR3), quanto de seus ADRs(American Depositary Receipts), para compra.


Além disso, o analista Caio Dias traça preço-alvo para o final de 2011 de R$ 13,50 para as ações e de US$ 29 para os ADRs, que indicam um potencial de valorização de 40% e de 35%, respectivamente, em relação à cotação de fechamento vista na quarta-feira (30).


Relembrando a teleconferência da Embraer referente aos resultados do primeiro trimestre deste ano, Dias destacou os números apresentados pelos diretores da companhia, mostrando que as campanhas de vendas de aeronaves têm aumentado significativamente. "Acreditamos que a demanda de aeronaves está mostrando sinais de que isso vai se tornar realidade", prevê o analista.


Expansão nos jatos comerciaisDentre os segmentos de atuação da Embraer, o especialista do Santander espera ver uma aceleração no fluxo de pedidos por jatos comerciais da empresa em 2011, "acompanhando a melhora na liquidez no financiamento de aeronaves e também a tendência de recuperação na procura por viagens aéreas".


Além dos dados mais recentes apontarem um aumento no número de passageiros transportados nos primeiros três meses do ano, as melhores condições do setor financeiro deverão sustentar as vendas de aeronaves comerciais no curto e médio prazo, espera Dias. Vale mencionar que, em 2009, este segmento foi responsável por 62% das receitas da companhia.


Aeronaves de defesa e executivasJá sobre as aeronaves militares e do governo, que ocuparam uma fatia de 9% da receita total do ano passado, Dias também traça um cenário favorável para os próximos exercícios. "Esperamos que o programa KC-390 de US$ 1,3 bilhão seja o principal driver de crescimento das receitas com aeronaves de defesa nos próximos cinco anos, fazendo com que esta divisão responda por 11% da receita consolidada nesse período", projeta.


Por fim, o mercado de jatos executivos, que respondeu por 16% das vendas de 2009, também mostra sinais de um horizonte mais favorável. De acordo com o analista, o número de voos de aeronaves dessa linha registrou em janeiro um crescimento de 8,5% na Europa e de 10,9% nos EUA, ambos em comparação com o mesmo mês do ano passado. "O recente aumento significativo no volume é uma indicação provável que as vendas de jatos executivos vão acelerar mais rapidamente", espera.

Operação de Venda para 01/07/2010

Venda de BBAS3
Condição de entrada: rompimento dos R$ 24,55
Condição de stop: rompimento dos R$ 25,65
 Motivo da operação: Rompimento de fundo anterior, OBV e forte aumento no volume. Cruzamento de MACD.
Tipo da operação: Swing  trade curto.
Objetivo imediato: Próximo dos R$ 23,80.